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FARSAS
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo. Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo. Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo. (Abraham Lincoln)
Tem um grupo de políticos profissionais de ouvidos ligados aos seus marqueteiros (que sabem enganar para conquistar votos), buscando mascarar na corrida presidencial um virtual candidato de “centro”. Esses farsantes que nem sequer escrevem os próprios discursos, não sabem o que é, na realidade, o Centro Liberal.
Entre os caroneiros do marketing está o sociólogo de fancaria, PHD em enganação, Fernando Henrique Cardoso. Fez-se de arauto do “Centro” como já posou de “Direita” quando polarizava com a “Esquerda” do outro farsante, Lula da Silva, ambos buscando iludir o eleitorado.
Na verdade, me perdoem os seus seguidores fanáticos, nem um nem outro jamais assumiram uma posição ideológica, como oportunistas que são. O PT de Lula foi esquerda apenas para disputar com o PCB do Prestes e o PDT do Brizola; e quando o PSDB de FHC posava de direita, aplicava apenas uma tática para conquistar as correntes conservadoras.
Vamos à realidade: FHC sempre se apresentava como socialista “fabiano”, isto é, um comunista com medo de assumir a “revolução proletária”, como os agnósticos escondem uma definição sobre religião…
O “socialismo fabiano” surgido na Inglaterra um ano após a morte de Marx, cujo parceiro, Engels, não poupou críticas à sua organização, a “Sociedade Fabiana”, defensora do “evolucionismo” em lugar do “revolucionarismo” do movimento comunista.
Para conquistar o poder, os fabianos têm como padroeiro o ditador romano Quintus Fabius Maximus, que na segunda Guerra Púnica derrotou Aníbal usando a estratégia de não enfrentar o inimigo com o exército regular de frente, mas executando pequenos e graduais combates.
A Sociedade Fabiana defende ações não revolucionárias, e sim infiltrando-se social e politicamente com a máscara de democrata e humanista, para obter apoio de tradicionalistas e atingir seu objetivo. Como fabiano brasileiro, FHC defende reformas socializantes e “anti-imperialistas”.
O outro, Lula da Silva, formado na escola dos pelegos sindicais e ajudado pela fração clerical esquerdista da “Teologia da Libertação”, não resistiu às benesses que o poder proporciona; juntou-se à banda podre da política, roubando e deixando roubar. Além de condenado por corrupção, desmoralizou-se agora como defensor do arqui-criminoso Sérgio Cabral, de quem foi parceiro e apoiava eleitoralmente.
A farsa se repete como caricatura. As manobras para chegar ao poder de FhC e Lula, são visivelmente seguidas por Ciro Gomes e Jair Bolsonaro na corrida presidencial. O cearense empunha a bandeira esquerdista e o ex-militar diz-se direitista.
De Ciro é enfadonho falar, por que é uma biruta de aeroporto, usando a velha e desgastada demagogia de defender ideias de acordo com o auditório, chegando a declarar irresponsavelmente que iria receber o juiz Sérgio Moro “na bala” e sequestrar Lula para que não fosse preso; o outro, me lembra Millôr Fernandes, ao escrever que “o Brasil é o inventor do socialismo de direita”.
Bolsonaro, como direitista é um estatista. Mostrou-se ao votar contra a quebra do monopólio estatal do petróleo e cala-se sobre privatizações de empresas estatais necessárias e urgentes; além disso, fez concessão aos picaretas do Congresso ao defender o imoral regime especial de aposentadoria para deputados e senadores. Agora, com o PT, apoiou a greve corporativa dos caminhoneiros.
O confronto secundário está no campo da Botânica, por isso não me meto. Deixo para quitandas e hortifrútis analisar as candidaturas de Marina Melancia e Alckmin Chuchu… Como defensor do Centro Liberal, repudio o logro da inexorável disputa entre a “direita” e “esquerda” nas eleições; e não nego fogo contra as farsas e os farsantes da política.
O TEMPO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Se tu olhares durante muito tempo para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti” (Nietzsche)
Na Ciência se define o tempo como uma grandeza física presente não apenas no cotidiano como também em todas as áreas e cadeiras científicas, sendo, portanto, um requisito civilizatório indispensável.
A grandeza tempo é relacionada à grandeza energia e aos conceitos de coincidência (espacial e/ou temporal), de simultaneidade e de referencial. Em consequência, a noção de tempo é inerente ao ser humano, sendo naturalmente perceptivo através dos nossos sentidos.
Como a percepção de tempo é determinada por processos psicossomáticos, algumas revistas científicas debatem sobre a possível existência de um “órgão do tempo” no cérebro, tanto do ser humano, como dos animais irracionais.
O verbete “Tempo”, dicionarizado, é um substantivo masculino de origem latina, tempus,ŏris, definido como a duração relativa das coisas criando a ideia de presente, passado e futuro; período de acontecimentos nele ocorrido.
Nas suas várias referências, a palavra tempo entra na Agronomia, no Desporto, na Física, na Geografia, na Gramática, na História, na Meteorologia e na Música. Tem tanta importância no dia-a-dia das pessoas que se prescreve: “Tempo é dinheiro”.
A Lua sempre foi uma referência para a medição do tempo; nossos índios, antes de “aculturados” pelos jesuítas, se reuniam festivamente no luar – a Lua Cheia – cantando um período vencido; e os babilônios, os grandes astrônomos da antiguidade, observaram e adotaram os ciclos lunares no seu calendário.
Em todas culturas antigas encontramos o conceito de roda do tempo, movimentando uma grandeza cíclica e mensurável, com eras que se sucedem entre o nascimento e a morte dos indivíduos. Os gregos antigos nos legaram dois vocábulos diferentes referindo ao tempo: Chronos e Kairos. O primeiro quantitativo e o segundo qualitativo.
O Ocidente, influenciado pelo cristianismo, adota uma contagem do tempo a partir do provável nascimento de Jesus Cristo, dividindo o tempo histórico entre “antes de Cristo” (a.C.) e “depois de Cristo” (d.C.).
No Oriente, a divisão do tempo é variável. Judeus e japoneses, por exemplo, obedecem a um referencial próprio. No calendário judaico, 2018 corresponde ao ano de 5778, contado “a partir do momento da criação da Terra por Deus”.
O tempo tem uma magia sobre todos nós. Temos o fascínio pelas fantasiosas viagens no tempo que a literatura e o cinema apresentam; lembrei outro dia num dos meus artigos o filme “De volta para o Futuro” de Robert Zemeckis, estrelado por Michael J. Fox, como Marty McFly, e Christopher Lloyd, no papel doutor Emmett Brown.
Voltando ao passado com uma lanterna nas costas para iluminar a experiência, vemos no Brasil uma falta de distinção na política entre o novo e o velho. O tempo de atuação dos políticos é pouco levado a sério e por isto o “novo” não é sinal de juventude e o “velho” confunde a cabeça dos jovens.
O presidente Michel Temer, precisando trocar o superintendente da Polícia Federal correu a ouvir Sarney; como a carreira política de ambos é de 100 anos, fosse qual fosse a idade do indicado, ele representaria politicamente o “velho” no cargo ocupado.
Na incipiente corrida eleitoral para a presidência da República, os pré-candidatos que se travestem de “novo” são velhos protagonistas políticos: Alckmin atua a 47 anos; Álvaro Dias a 51, Bolsonaro a 31; Caiado a 29; Ciro Gomes a 37, Cristovam Buarque a 24; e, Marina Silva, a 33.
Que juventude, que renovação, pode se esperar desses atores? Não dá para esquecer que “o tempo e a paciência são dois eternos beligerantes”, como escreveu Leon Tolstoi. A beligerância na política nos leva a comparar os períodos historicamente vividos…
O DIREITO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“As pessoas tendem a esquecer os seus deveres, mas lembrar dos seus direitos” (Indira Gandhi)
A palavra “Direito” aparece em três classificações gramaticais, como substantivo, adjetivo e advérbio. O substantivo se refere à Ciência do Direito, a normatização das relações sociais; como adjetivo é aquilo que está de acordo com a lei, os costumes, o senso comum e as normas morais e éticas; o advérbio é um qualificativo pessoal, correto, decente, íntegro…
Nos interessa, neste texto, o fenômeno histórico, objetivo e prescrito, do relacionamento social estabelecido no conjunto das normas jurídicas vigentes num Estado ou numa Confederação.
Este Direito nasceu como um poder do Estado e vem de longe: papiros já registravam a 3.000 anos, uma compilação de leis do antigo Egito; e o famoso Código de Hamurabi babilônico foi talhado em pedra em 1760 a.C.
A palavra Direito vem do latim, “directus, a, um”, do particípio passado do verbo dirigere significando “o que segue regras pré-determinadas ou um preceito de conduta”. Chegou ao idioma português como “directo” e “direyto” até a grafia atual.
Cada país tem as suas próprias normas disciplinadoras econômicas, políticas e sociais, chamadas de “direito objetivo”. Os principais “direitos nacionais” têm origem romano-germânica ou de origem anglo-saxónica.
Há um Direito Internacional que regula as relações entre Estados e também direitos supranacionais, como o Direito da União Europeia.
Aqui no Brasil o Direito Positivo se divide como o direito civil, direito penal, direito comercial, direito constitucional, direito administrativo e até o fascio-populista “Direito Trabalhista” e sua execução obedece a textos criados, editados e baixados pelo Poder Legislativo ou pela Administração Federal Pública.
Encontrei numa edição da revista Veja dos fins do ano passado (2017) uma curiosa e simpática proposta do colunista J.R Guzzo defendendo o “Direito das Ruas”, num artigo onde, como eu, faz críticas à burocrática Justiça do Trabalho.
O “Direito das Ruas” inspirou-me, como humanista, a lembrança do grande Castro Alves e o seu poema ”O Povo ao Poder” onde cantou ”A praça! A praça é do povo / Como o céu é do condor”/ É antro onde a liberdade/ Cria a águia ao seu calor! ”
Foi na praça e nas ruas que os brasileiros exercendo o Direito das Ruas derrubaram a incompetente e corrupta Dilma Rousseff exigindo o impeachment que livrou o País da corja lulopetista. E impôs-se em outras ocasiões, como agora na greve dos caminhoneiros, alertando o governo para os impostos escorchantes.
Ocorre, porém, que o artigo que comentamos traça um paralelo às exigências populares e. lamentando que o cumprimento da lei no Brasil é um risco, faz sentir à magistratura, juízes e procuradores, o seu dever de consagrar as leis na aplicação da Justiça.
Guzzo censura um grupo de juízes do trabalho que se manifestou declarando que a nova Lei Trabalhista é ruim… Esses magistrados propuseram-se a negar o “Direito das Ruas” aplicado pelo povo para dar fim à famigerada legislação fascista da CLT, defendendo um tal de “Novo Direito” voltando ao carcomido Direito do Trabalho.
Como é discutível e até condenável que um corpo jurídico crie a insegurança jurídica com uma interpretação troncha da Lei, leva o articulista da Veja a cair de porrada na Justiça do Trabalho chamando-a de “um pesqueiro com mais de 40 mil funcionários, 3.500 juízes com salário inicial de R$ 27,500/mês e privilégios que causam espanto”.
Vemos nesta cegueira pela CLT os restos da era fascio-populista da ditadura Vargas, não levada em conta pela ditadura militar, inchada pelos pelegos nos governos lulopetistas e somente vista pelo desprezado e combatido governo Temer.
O Direito existe para nivelar as desigualdades e harmonizar as relações humanas. O Direito das Ruas deve cultuar a Justiça e, como propõe Saramago, criar o “Dia dos Deveres Humanos”…
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PRIVILÉGIOS
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“O governo não passa de um aglomerado de burocratas e políticos, que almoçam poder, promoção e privilégios. Somente na sobremesa pensam no ‘bem comum’” (Roberto Campos)
Por serem inconstitucionais e inegavelmente antidemocráticos, os privilégios são vantagens atribuídas à uma pessoa ou a um grupo em comparação aos demais, garantindo-lhes direitos especiais, imunidades e ressalvas.
Nada mais condenável do que os privilégios atribuídos por si e para si dos políticos que legislam em causa própria. O mais reprovável entre todos que vigoram no Brasil é o foro privilegiado, contra os quais 83% dos brasileiros se manifestam contra.
O privilégio é quase uma exclusividade da “classe política”, que nunca foi classe, mas um agrupamento de oportunistas e demagogos, salvando-se com raras exceções entre eles, pessoas decentes. Registre-se entre tais benefícios os cartões corporativos, as aposentadorias precoces de parlamentares, ex-governadores e ex-prefeitos e também as imorais vantagens que os ex-presidentes usufruem.
Para manter a desigualdade injusta e criminosa entre os privilegiados e os demais cidadãos, os políticos perdem a credibilidade e o respeito, arriscando as suas carreiras. Mesmo assim travam uma guerra suja quando ameaçados de perder um pouco das suas vantagens materiais.
O verbete “Privilégio” é dicionarizado como substantivo masculino, apresentando quatro sentidos, como Direito Especial (prerrogativa, distinção, garantia, imunidade, isenção); Permissão (autorização, concessão, licença, permissão, oportunidade); Privilégio legal de controle exclusivo (cartel, controle, exclusividade, monopólio, patente, posse); e, como Dom Natural (atributo, condão, dom, faculdade, predicado, qualidade, talento).
Na nossa Pátria Mãe infelicitada por indivíduos e grupos que têm ocupado os governos e dirigindo o Estado, há privilégios até entre os presos. O arquicorrupto Sérgio Cabral até ser flagrado, mantinha na sua cela queijos e presuntos importados e recebia refeições de restaurantes gourmet…
O chefão da quadrilha petista, Lula da Silva, por ser “ex-presidente” recebe regalias na prisão como esteira elétrica, frigobar, visitas frequentes e até – embora ateu –assistência religiosa de frades excomungados… O mesmo argumento da “dignidade do cargo” se estende agora a Eduardo Azeredo, ampliando esta coisa absurda.
Destacando pessoas sobre as outras (ínfimas minorias sobre a maioria, claro) que recebem benefícios além dos comuns a todos, o sistema vigente criou condições peculiares aos que exercem cargos e funções públicas indicados pelos partidos que participam do desgraçado “presidencialismo de coalizão”.
Saindo do campo das individualidades, chegamos aos 38 partidos de fachada, iguais nos programas e no incomensurável apetite pelos recursos públicos para manutenção da organização e para campanhas eleitorais que os contribuintes não apoiam… E já apareceu um arrumadinho no Tribunal Superior do Trabalho para financiar pelegos sindicais, burlando a lei que extinguiu a contribuição sindical obrigatória.
Sem o desejar, a cidadania contribui também, através de polpudas verbas federais, estaduais e municipais para ONGs, que se dizem não-governamentais, mas mamam verbas do Erário para atuar em defesa de ideologias, partidos e políticos profissionais.
Alertamos para que a Nação repudie a existência de privilégios, sejam lá quais forem e para quem se destinem, lembrando que um povo que admite esta realidade que fere os princípios democráticos, torna-se cúmplice do crime.
Como pensador, Gandhi deixou lições das quais tem uma que adoto e sigo integralmente: “Odeio o privilégio e o monopólio. Para mim, tudo o que não pode ser dividido com o povo é tabu”.
A MÍDIA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa” (George Orwell)
Na sua conhecida “Bíblia do Caos”, Millôr Fernandes traz um pensamento irrefutável, ao escrever que “Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data ”… Não está longe da verdade que, aliás, poderia ser estendida aos cursos de jornalismo.
No universo “acadêmico” em que militei, irritava-me profundamente ao pegar um livro e ver escrito nele que a invenção da imprensa se deve a Gutenberg, ignorando ou desprezando que a tipografia, usando tipos móveis, surgiu na China em 200 a/C.
Aliás, os chineses também confeccionavam papel, embora rude, a quase 5.000 a/C, e o aperfeiçoou tal como conhecemos hoje por volta de 104 d.C.; será criminoso, porém, desprezar, ou mesmo minimizar, a importância da criação de Gutenberg, que causou uma revolução no Ocidente, fazendo ruir velhas concepções religiosas e sociais pela difusão da informação.
A impressão em bloco com caracteres móveis tirou dos monges que levavam meses para copiar um livro (em latim, elitizando a leitura) e acabou com o monopólio que a Igreja Católica detinha na divulgação da cultura.
Passaram-se mais ou menos 500 anos da imprensa gutemberguiana para nascer a mídia, trazendo a novidade de intermediar a expressão transmitindo mensagens através do cinema, dos jornais, das rádios difusoras, da televisão e dos meios eletrônicos e telemáticos de comunicação.
Dicionarizada, a palavra mídia é um substantivo feminino que define os suportes de transmissão da informação e indicando também o seguimento da publicidade que seleciona veiculação e programação de peças de propaganda.
Assim, surge em nosso tempo, outra revolução no campo da informação com o surgimento da Internet, provocando uma crise sem precedentes nas variadas mídias, jornais, rádio, revistas e televisão. Com este novo padrão de irradiação de mensagens, o universo midiático democratizou-se e por isso sofre o combate dos meios tradicionais e do poder político que os controla.
A Internet na sua origem foi basicamente usada pelas comunidades científicas vinculadas às universidades, mas ao se transformar no amplo sistema de comunicação que conhecemos como “rede social”, é alvo de forças poderosas.
Os ataques começaram tentando desmoraliza-la taxando-a de “fantasia futurista” e subestimando a crescente força das pessoas que se incorporaram nela como receptores e transmissores da informação materializando, pela rápida difusão das redes sociais, as previsões de McLuhan.
Sem conseguir controlar o individualismo que se impôs com o direito de cada um manter o seu próprio canal de comunicação e entretimento, a antiga mídia de massa trava agora a última batalha, infiltrando mercenários na web sob as asas dos provedores.
O financiamento globalista estimula e facilita a manutenção de plataformas para disseminar “fake news” e, contraditoriamente, exercem poder de censura. No Brasil, o Facebook contrata um comitê privado “para coibir notícias falsas”, cujos agentes são ligados ao PT e seus puxadinhos.
Revela-se o projeto de “fact-checking”, de onde emerge a autodenominada “Agência Pública” provida pelo fascista húngaro-americano George Soros. A razão social dessa arapuca propõe realizar jornalismo investigativo, mas na realidade é um braço do narcopopulismo na Internet.
Na “Agência Pública” atuam jornalistas lulopetistas tipo Ricardo Kotscho, que foi secretário do governo Lula, e Eugênio Bucci, que teve o desplante de usar uma página da revista Época para uma elegia fúnebre da defunta Marisa Letícia com extremo puxa-saquismo.
Os operadores da vanguarda do atraso estão comprometidos com Soros conforme documentos vazados da Open Society Foundation, disponíveis na Internet; pena que não tenhamos um governo com a altivez de estadista para reprimi-los.
FANATISMO
MIRANDA SÁ (E-Mail: mirandasa@uol.com.br)
“Uma ideia morta produz mais fanatismo do que uma ideia viva; ou melhor, apenas a morta o produz. Pois os estúpidos, assim como os corvos, sentem apenas o cheiro das coisas mortas” (Leonardo Sciascia)
Falta de entendimento entre os atuais líderes mundiais, conflitos regionais, intolerância religiosa, racismo, violência e até ameaças de uma guerra mundial são sintomas geopolíticos do fanatismo, uma espécie de revolta contra algo que faltou às pessoas que o vivem.
Esta praga que grassa em todos os quadrantes do planeta se manifesta em indivíduos e na sua pior versão, em organizações religiosas ou políticas. Quando se trata de pessoa, não pode ser considerado um distúrbio mental; mas quando se relaciona com um grupo ou movimento, deve ser visto sempre como uma patologia.
O “Fanatismo”, dicionarizado, é um substantivo masculino abrangente, que reflete a adesão cega a um sistema doutrinário ou ideológico, indo da dedicação religiosa obsessiva à cegueira política e ao facciosismo partidário.
A palavra fanatismo vem do francês “fanatisme” que, por sua vez deriva do latim ‘fanaticus’, que tinha inicialmente o significado «aquele que se diz inspirado pelos deuses”, era atribuído aos sacerdotes guardiões do “fanus” – templo ou lugar sagrado.
A designação foi se modificando através do tempo chegando-nos como adoração, cegueira ou mania a alguém ou alguma coisa, apresentando-se como um estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente.
É claro que o exemplo não é o do torcedor que ama o clube, ir aos jogos, gritar, cantar e vibrar nos estádios; nem do eleitor que defende o seu partido, seu candidato, divulgando e fazendo propaganda. Fanáticos entre eles, são exceções…
O aspecto doentio está em transformar o clube ou o partido numa seita extremista e intransigente, que cria preconceitos e leva à intolerância. A História da Humanidade registra isto em várias épocas, e ainda hoje, doutrinas religiosas e políticas geraram, justificaram, e geram e justificam o fanatismo…
Racista obcecado, Hitler comandou o que chamou de “limpeza étnica” na Europa, sacrificando ciganos, judeus e eslavos; e Stálin levado pelo pavor de ser assassinado, prendeu, torturou e matou médicos, como fizera uma década antes com os militares que serviram sob o comando de Trotsky…
O cinema nos traz o fanatismo como tema, como no documentário de Alan Resnais “Noite e Neblina”, sobre o Holocausto, e o filme “A onda” que recomendamos em artigo anterior, mostrando a facilidade de fanatizar a juventude.
O fanatismo é filho bastardo do fascismo, com o nome de populismo; nasce da fraqueza de pessoas necessitadas de se sentir valorizadas e amparadas no meio em que vivem; por isso, é um fim em si mesmo, algemas que prendem os medíocres.
Como decorrência direta do populismo, o fanatismo se incorpora no culto à personalidade do líder, nas legendas, nas cores e símbolos… Apoia-se em discursos demagógicos e nas ideologias em decomposição que impõem o espírito de seita.
Por sua vez, o populismo é historicamente associado ao esquerdismo do século 21, e não há exemplo melhor do que o enfermiço fanatismo lulopetista. Só assim se explica que pessoas de nível universitário, aparentemente normais, adorem Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, mitificando-o como “preso político”.
As manifestações esquizofrênicas que alienam as pessoas de decisões próprias, leva esses fissurados a justificar o roubo dos hierarcas petistas e os eleja como “heróis”. Lembram-nos o filósofo Diderot que escreveu: “do fanatismo à barbárie não há mais do que um passo”.
A PALAVRA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Uma palavra grosseira ensinou-me por vezes mais do que dez belas frases” (Diderot)
Não sou antropólogo, sequer estudioso de ciências e disciplinas relativas ao estudo do ser humano, mas palpiteiro. Acho que o dom da fala e a articulação das palavras representaram o maior salto civilizatório na História da Humanidade.
Somente pelas palavras o ser humano alcança a compreensão mútua. O conceito de “palavra” é abrangente e complexo, pois engloba variadas expressões linguísticas: fonologia, morfologia, sintaxe, semântica, etc.
Dicionarizado, o verbete “palavra” é um substantivo feminino, unidade da fala e da sua escrita, onde se situa entre espaços em branco. Seu conceito é “a manifestação verbal ou escrita para enunciar ideias ”.
Chegou à língua portuguesa através do latim, “parábola”, que por sua vez deriva do grego parabolé. No seu aspecto semântico tem diversos sentidos, como Vocábulo: termo, verbete; como Fala: discurso; como Declaração: afirmação; como Promessa: compromisso; como Doutrina: mandamento; como interjeição de veracidade: juro, prometo, sério, verdade.
No universo das representações mentais, das opiniões e até de divagações concretas ou abstratas. A palavra constitui o eixo do entendimento, quando preciso, o seu valor é único por que não há dois vocábulos iguais, e na sua equivalência pode perder o sentido.
Já escrevi uma vez que as palavras são como os seres viventes; nascem, se desenvolvem, amadurecem, se aposentam, adoecem, vão para a UTI, envelhecem e, mesmo incorporando a eternidade, saem de circulação…
Entre as palavras, estão os superlativos que minguaram no relacionamento, mas foram muito usados antigamente em cartas e nos ofícios, com Distintíssimo, Ilustríssimo e Excelentíssimo.
Atualmente a nossa gíria adota uns, como o que o nosso Lobão escreveu outro dia no Twitter, “A esquerda é cafonérrima”, que não está nos dicionários…
Desde menino trabalhei com as palavras. Até ensaiei escrever poesia como todos os jovens da minha época; entretanto, como jornalista, me limito aos textos objetivos, informativos e analíticos, procurando “a linguagem sem solenidade que permite pensar” como ensina Eduardo Galeano.
Na acepção semântica de promessa e compromisso, a palavra vale quase como uma obrigação, uma dívida que os políticos profissionais dão calote. A falta deste dever que deveria ser honrado com os seus eleitores, os ocupantes de cargos no Executivo e parlamentares negaceiam.
Com raríssimas exceções (aí vale o superlativo) a quebra de palavra no exercício da função pública deveria ser considerada crime de traição à sociedade. A nós, cidadãos e cidadãs, que não somos juízes, infelizmente não nos cabe julgar.
Todavia, para os políticos em geral, principalmente, repito, para os políticos profissionais, resta-nos o que os ancestrais chamavam “epítetos injuriosos” – o popular “palavrão” –, que alguns dicionários se recusam a dar a significação popular de xingamento, conceituando-o de “expressão pomposa e empolada”…
O Aurélio, porém, vai direto ao assunto: “palavra obscena”; e é o que merecem em certas circunstâncias aqueles que, na sua obscenidade, a palavra, como compromisso, perdeu o significado.
Antigamente mandar a pessoa para o inferno era uma expressão que feria o pudor; os pesquisadores encontraram n’ “O Mercador de Veneza” o único palavrão usado por Shakespeare: “Já vai tarde”… Acho que é em inglês antigo…
Hoje, os palavrões “vivem” nos porões do nosso inconsciente, mas para aliviar a nossa consciência devem ser dirigidos a todos que defendem o criminoso Lula da Silva, preso comum, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro…
ESQUIZOFRENIA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Esse peculiar cheiro de cabra é característico do ácido trans-3-metil-2 hexenóico. Recorde-o sempre, é o cheiro da esquizofrenia” (Thomas Harris – “O silêncio dos inocentes”)
Um programa bastante popular de um dos canais “History” comentou que a esquizofrenia passou a ser comum nas grandes concentrações urbanas, principalmente entre as mulheres…
Não concordo com a generalização. Esta perturbação mental seria considerada assim se cada uma das nossas ações, atitudes e expressões fossem um desdobramento de personalidade; e discordo, também, que a esquizofrenia atinja essencialmente a mulheres.
É claro que quase ninguém, com um mínimo de inteligência, restringe os seus pensamentos a uma disciplina rígida, inumana, sem que isto seja uma perturbação mental e, sem dúvida, isto se trata de situações pontuais.
Dicionarizado, o verbete Esquizofrenia é um substantivo feminino, derivado do grego, “skiso”, divide, separa, e “fren”, pensamento. Quem primeiro registrou esta manifestação psíquica foi o psiquiatra Emil Kraepelin, qualificando-a como “demência precoce”.
No século passado, novos estudos de outro psiquiatra, Eugen Bleuler, mostraram ser o termo “demência precoce” inadequado pela amplitude das manifestações em casos diversos; esta revelação levou Bleuler a batizar a doença de “esquizofrenia”.
A esquizofrenia abrange delírios persecutórios, alucinações, perturbações auditivas e instabilidade afetiva; e os seus sintomas se confundem com alienação egoísta, crises existenciais e revoltas contra o sistema e/ou o mundo.
Dos oito tipos de esquizofrenia estudados na psiquiatria o exemplo mais encontrado, é chamado de “simples”, recorrente do negativismo, uma fuga à realidade que justifica desvios de conduta e até de crimes.
Tivemos outro dia uma polêmica no Twitter, alguém justificando que as discriminações mórbidas, racistas, homofóbicas, a violência e outras transgressões, são resultantes da pobreza e da ignorância dela decorrente.
Intervindo na discussão, o tuiteiro Roberto Sobral disse que “a desculpa de ser “ignorante” não cola mais, somos bombardeados com todo tipo de informação numa sociedade onde a pessoa passa fome ou mora na rua, mas tem um Smartphone com fácil acesso à internet”.
Uma verdade irrefutável. Convenhamos, entretanto, que a parte da sociedade ligada à política, tem propensão ao negativismo, revoltando-se contra tudo e contra todos que não se alinhem na sua corrente de pensamento. Vê-se isto claramente entre os militantes e simpatizantes do PT e seus puxadinhos.
Em sua maioria, os seguidores do lulopetismo apresentam desdobramento da personalidade chegando às vezes às raias do absurdo. A defesa que fazem do Chefe, sentenciado à prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, considerando-o “preso político”, é inegavelmente esquizofrênica.
Os “parlamentares esquerdistas” também assumem posições disparatadas, defendendo o elitista foro privilegiado, o criminoso “caixa dois” nas campanhas eleitorais, e até convergiram para apoiar o seu arqui-inimigo Temer, que propôs usar o dinheiro do seguro-desemprego para cobrir o calote das ditaduras venezuelana e moçambicana.
Quanto aos intelectuais lulopetistas, que não pensam, no dizer de Roberto Campos, fazem contorções linguísticas para justificar a corrupção institucionalizada nos governos de Lula e Dilma apesar das múltiplas denúncias e delações sobre o recebimento de doação do ditador Kadafi e a compra de Pasadena.
Nesses personagens, a psiquiatria aponta transtornos mentais no fanatismo político que terminam levando ao terrorismo. No varejo, temos os exemplos doentios significativos, sendo dois dignos de nota: da “atriz global”, Maria Ribeiro, que numa entrevista teve o atrevimento de dizer que “Lula roubou porque “todo mundo roubou, antes podia roubar”.
… E também da doublé de “filósofa” e artista plástica Márcia Tiburi, que defende o roubo como expressão “revolucionária” e diz que as mulheres sentem atração sexual por Lula…
Estudiosos da mente afirmam que a genética é responsável por, pelos menos, 50% dos casos de esquizofrenia, os outros 50% são decorrentes de fatores ambientais. Assim concluímos que os primeiros têm um DNA petista, e os outros são os seus seguidores.
Os meios científicos dizem que o tratamento na esquizofrenia pode ajudar, mas não tem cura, tornando-se crônica podendo durar anos ou a vida inteira.
BEM vs MAL
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“O mal só triunfará enquanto os do bem nada fizerem” (Edmund Burke)
Falar sobre o Bem e o Mal pode parecer uma explanação religiosa para estimular a consciência das pessoas; considero, entretanto, que é uma ferramenta intelectual para favorecer a emancipação humana das correntes ideológicas que aprisionam a democracia autêntica, a igualdade social e a liberdade individual.
Sem a noção da dicotomia do Bem e do Mal, sacrifica-se a Justiça que a serviço do Mal faz a balança pender em favor daqueles usuários de foro privilegiado, mais iguais do que os outros, como temos assistido na conjuntura nacional.
A defesa do Bem, é a condição fundamental de termos uma Justiça guardiã da igualdade, com a faculdade de estabelecer julgamentos isentos de pressões, sejam do poder ou das minorias ruidosas.
Para evitar que o poder político fique a serviço de uns poucos, é necessário e urgente o despertar dos homens e mulheres, para que a função do Estado não se limite a garantir eleições teoricamente “livres”, mas que afaste o despotismo coronelista, o partidarismo de grupos e a fraude na apuração dos votos.
Não é difícil fazer a distinção do Bem e do Mal. Em religião, ética e filosofia, o bem e o mal referem-se à avaliação de objetos, desejos e comportamentos através de um espectro dualístico. Segundo uma alegoria de Paulo Coelho, “O que vai contra a nossa natureza é o Mal” – respondeu o mestre. – “Todo o resto é o Bem”.
Discutindo esta dicotomia, o filósofo João Antonio Wiegerink escreveu: “o bem e o mal são elementos temporais e espaciais, portanto relativos, pertencentes aos momentos históricos”. No momento histórico que atravessamos, é fácil encontrá-los e distingui-los.
Estes contrários nos fazem ver que, infelizmente, o entendimento das massas pobres, sôfregas em suprir a necessidade primária de alimento, abrigo, preservação da saúde e segurança, cede lugar à independência e a exigência pelos seus direitos políticos e sociais.
Como a miséria é má conselheira, a alienação não distingue o certo ou errado, bom ou mau, moral ou imoral. Disso se aproveitam os agentes do mal prometendo utopias irrealizáveis, impondo a luta de classes e até copos d’água no deserto…
Foi isto o que assistimos na Era Petista, que proveu esmolas em vez de trabalho e ignorância em lugar da informação. Agora, mesmo apeados do poder, os lulopetistas defendem as “políticas sociais” nefastas e repetem mentiras para esconder os crimes praticados por Lula da Silva, seu chefe.
Há outros exemplos notáveis do que é o “mal” em governos totalitários, comunistas ou fascistas, usando o Estado como capataz das relações sociais e econômicas, controlando a Educação e disciplinando os meios de comunicação; e, pior, apagam no Brasil, a nossa História e os verdadeiros heróis do povo, substituindo-os pelos corruptos da tesouraria partidária.
Independente, porém, das cartilhas do partido e das ideologias de experiência negativa que escravizou o povo e infligiu castigos para os discordantes, a realidade não confunde os valores de justiça, a moral e o respeito humano mútuo.
Não dá para esquecer que o “mal” quer submeter os seus opositores e as minorias étnicas, linguísticas, religiosas e políticas aos seus tribunais de exceção, como na Venezuela, onde foram excluídos os magistrados verdadeiramente cumpridores da Justiça.
Cabe, portanto, aos que veem no “bem” a consideração pela vida e o seu progresso, pela justiça, pela liberdade e felicidade, lutar contra o “mal” que divide a sociedade entre “nós e os outros” e planejam a submissão nacional ao partido e ao Estado.
A luta do “bem” contra o “mal” pode, em tese, parecer eterna; mas não é. Se imprimirmos e defendermos a cultura do bem, conseguiremos banir a demagogia, o populismo barato, a ganância dos políticos profissionais e a transformação doa poderes republicanos em mercados varejistas de vantagens e privilégios.
(IN) CORRETO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Eu chamava o Mussum de negão. Chamavam-me de Paraíba. Hoje fico até constrangido em chamar alguém de velho ou baixinho”. (Renato Aragão)
É um mistério que dificulta a pesquisa dos cientistas o que vem ocorrendo com a química mental de certos indivíduos que se convencem, adotam, divulgam e exigem o cumprimento do famigerado “politicamente correto”.
No começo, as manifestações em prol do “politicamente correto” divertiam as pessoas que tinham a cabeça no lugar, mas o seu crescendo com a falta de escrúpulo que ultrapassa os limites para o fanatismo, irrita e revolta.
A campanha é desencadeada por agentes do mal. A ideologia distorcida e a filosofia esquizofrênica das viúvas do stalinismo sepultado nos escombros do muro de Berlim são inconformadas; se apegam a todos os males libertados pela caixa de Pandora para conquistarem o poder.
Ocorre como um fenômeno produzido nos estertores do antigo “way of life” da sociedade norte-americana que se espalhou pelos terceiro e quarto mundos como um vírus maligno.
No Brasil, os servidores do grupo que persegue a dominação política usam o “politicamente correto” tentando criar fatores históricos ao sabor dos seus interesses como originários da opinião pública, usando os movimentos sociais que controlam financeiramente.
Gosto de chamar essas frações extremistas de “minoria ruidosa”, por constituírem uma ínfima minoria na correlação das forças sociais, embora a sua influência fazendo-se ouvir pelos governantes fracos, impondo pelo grito o seu falso “revolucionarismo”.
Assim, os agitadores do chamado “socialismo do século 20, comprometem os destinos da nacionalidade pelo enfraquecimento do tecido social ao estabelecer o “politicamente correto” para retalhar a cidadania e imperar sobre ela.
O escritor pernambucano Luiz Felipe Pondé adverte que não é difícil eles imporem uma lei que proibindo as mulheres de serem bonitas em nome da autoestima das feias; e acrescenta, “basta que um cretino escreva que isso é necessário para um convívio democrático”.
Com o veneno do divisionismo, os agentes do mal estabelecem disputas religiosas e jogam negros contra brancos, ricos contra pobres, sem terras contra fazendeiros, indígenas contra arrozeiros, ecologistas contra agricultores, homossexuais contra heterossexuais.
Felizmente numa múltipla proporção os brasileiros reagem, impedindo que a Democracia seja usada para acabar com a própria democracia, como assistimos na Bolívia, Nicarágua e Venezuela.
Historiando o exagero dos politicamente corretos, muitos deles, assumidos marxistas, pregam a luta violenta de classes sob as asas da CNBB, mesmo adotando o princípio do seu guru de que “a religião é o ópio do povo”.
Os racistas da diferença de cor, nunca alcançaram a visão humanista do grande escritor gaúcho Érico Veríssimo que na primeira viagem aos Estados Unidos, onde se inspirou para escrever seu livro “Gato Preto em Campo de Neve”, ao preencher a ficha de identidade na Aduana, teve dúvida se era branco, preto, mexicano ou chinês e escreveu –“Ser humano”.
O exagero em dividir a Nação é tanto que capitalizam o noticiário policial dos assassinatos fazendo a estatística dos mortos pela cor, sexo e status social, omitindo a cor, o sexo e o status social dos assassinos…
Finalmente, assistimos o uso do “politicamente correto” como uma arma na guerra de guerrilha movida contra a sociedade brasileira, vendo a juventude universitária pisando inadvertidamente nas minas ideológicas plantadas pela verborragia dos professores gramscistas.
Pelos escândalos de corrupção praticados pela hierarquia lulopetista observamos a vitória do (in) correto: O chefe deles, Lula da Silva, foi condenado pelos crimes praticados e sob a carga de pesadas denúncias ainda não julgadas.
Desta forma a realidade mostra que os explosivos do “politicamente correto” vão, aos poucos, se voltando contra os bolivarianos, derrotados pelos princípios morais universais e a justiça boa e perfeita.
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