Arquivo do mês: janeiro 2019

A GRANDE FARSA

MIRANDA SÁ (Email: mirandasas@uol.com.br)

“Toda farsa tem um fim… e toda verdade prevalece!” (Mariângela Anelli)

Cá prá nós, não precisa ser cientista político, nem aquele “especialista” tão caro à grande mídia, e muito menos ser colunista de fuxicos parlamentares, para ver a grande farsa que é o lulopetismo. Somente os intelectueiros marxistas (dos Irmãos Marx) não enxergam isto, porque não usam os óculos da “lógica dialética”.

Se essa trupe que pretende interpretar a realidade estudasse o seu ídolo, inspirador do comunismo, Karl Marx, aprenderia com um dos seus pensamentos que prognosticou o fracasso da URSS e as carpideiras de Stálin: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.

Esses poderosos “professores” da hierarquia da “pátria educadora”, frutos pecos dos governos petistas, impõem ao alunato imaturo aulas doutrinárias sem conteúdo científico e sem revelar o processo histórico que mostra a ascensão e a queda dos personagens e das organizações ideológicas através dos tempos.

Nessa escola “de esquerda”, faz-se no Brasil a lavagem cerebral que cega a juventude, fascinando-a com o brilho das utopias, tornando-a incapaz de exprimir a crítica e de analisar o que fazem no Brasil o PT e os seus puxadinhos corruptos, ativos e passivos, conspiradores contra o País.

A tendência para o roubo, lhes fez até se apropriar do rótulo “de esquerda” – um saque histórico de uma posição política que não atende ao oportunismo e muito menos uma defesa de princípios. Acomodam-se nas teorias das viúvas de Stálin e a ideologia da pelegagem sindical.

Uma simples análise política vê-los agitando os perdedores de boquinhas governamentais e os analfabetos políticos que emprenham pelo ouvido, para uma “resistência” de enfrentamento com o governo Bolsonaro, que ainda não teve tempo de esquentar o assento das cadeiras ministeriais.

Esta posição incoerente leva-os a uma campanha eleitoral continuada sem assumir a derrota sofrida nas urnas. E, esfaqueando a Democracia, pensaram idiotamente em sabotar a posse do Presidente eleito, afrontando à Democracia e os 54 milhões de eleitores que votaram em Bolsonaro.

Li outro dia uma entrevista do professor Roberto Mangabeira Unger que, se concorde ou não com as posições políticas que ele assume, merece respeito pela cultura. Entre as declarações, fez duras críticas ao PT e considerou a eleição de Bolsonaro como uma resposta à política equivocada, à incompetência administrativa e à corrupção dos governos petistas.

Fazendo um prognóstico sobre o novo governo, Mangabeira disse: “Me parece promissor, e falo como opositor, a ideia de impor o capitalismo aos capitalistas, isto é uma condição preliminar. Daí vem a radicalização da concorrência, quebra dos cartéis, e a destruição dos favores dados aos graúdos pelos bancos públicos”.

O Professor, estudando as propostas do ministro da Economia, Paulo Guedes, considera-as progressistas: “Trazem aquela força que encarna de forma mais vigorosa a causa da energia, da construção, do dinamismo, da criação”.

Este homem culto, auto assumido como oposicionista, difere bastante dos farsantes lulopetistas. Não é uma estouvada Gleise Hoffmann, nem o corrupto Capitão Cuecão cearense, tampouco o pelego analfabeto Paulo Pimenta.

Mangabeira promete fazer oposição com vistas às necessidades nacionais, que será um importante estímulo para o bom funcionamento do governo, porque nenhum governo é infalível.

O Governo Bolsonaro, eleito democraticamente com promessas de realizar uma reviravolta no País, começa do zero numa conjuntura que reflete desonestidade programática “da esquerda” e, em última análise, o retardamento narcopopulista.

Não é fácil combater o fraudulento humanismo da distribuição de esmolas e favores, do logro da inclusão social por cotas seletivas, e da fragmentação nacional pelo confronto racial, religioso e até ancestral.

O anteprojeto político que Bolsonaro traz, contém traços de improviso e timidez, e até um pouco de amadorismo, é verdade, mas nada que comprometa a proposta liberal e progressista na Economia e na aplicação da Justiça.

O que está em jogo é o futuro do Brasil.  Com a derrota da grande farsa lulopetista, a Nação Brasileira mostrou querer a assepsia dos poderes republicanos, uma economia de mercado, soberania nacional e o respeito ao Estado de Direito.

LIBERDADE

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br

“Se a liberdade significa alguma coisa, é, sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir” (George Orwell)

No seu livro “Federalismo, Socialismo e Antiteologismo”, Mikhail Bakunin, expondo o seu conceito de liberdade lembrou o conto infantil da mulher do Barba Azul, que tinha todo luxo e riquezas no palácio onde podia entrar em todos os cômodos, com o direito de usufruir de comidas, diversões, joias e vestidos, mas foi proibida pelo marido de entrar num determinado quarto.

“Um dia, aconselhada pela irmã, pegou a chave do aposento e o abriu, assustando-se ao ver o chão ensanguentado e os cadáveres de outras esposas do Barba Azul ali pendurados, e fugiu. O marido descobriu a desobediência e foi matá-la, mas ela foi salva pelos irmãos das outras mulheres que planejaram uma vingança”.

Assim, Bakunin defende a tese de que a decisão em abrir a porta foi racional e necessária, porque a proibição violava um direito à liberdade. Anarquista, ele usou a metáfora para combater o Estado, que acusava de tolher a liberdade das pessoas.

Mais tarde, a Revolução Francesa proclamou o direito dos povos à Liberdade na própria consigna “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, que inspirou a Constituição Norte-Americana e a instituiu como princípio para a humanidade.

Entretanto, a História da Civilização registra que a luta pela liberdade continua sendo uma constante no mundo, e que ainda assistimos a revoltas populares contra os regimes obscurantistas na África e na Ásia, e nas ditaduras caricaturais na América Latina.

No século passado convivemos com campos de concentração, confinamentos e deportações, nos países ocupados pelo nazi-fascismo e o stalinismo, indignando o sentimento humanista do após guerra; mas deixaram herdeiros fanáticos que defendem aqueles regimes maléficos.

São justamente os indivíduos que por influência externa, ingenuidade ou psicopatia sadomasoquista, atuam entre nós. E não causam surpresa pela banalidade com que o PT lança uma nota oficial em defesa da ditadura Maduro, que massacra o povo venezuelano.

Tal posicionamento não recebe sequer o apoio de 10% dos brasileiros; nem mesmo de algumas tendências auto assumidas como “de esquerda”. Só os descerebrados cultuadores do corrupto Lula da Silva e as viúvas do fascismo e do stalinismo assinam embaixo.

Somente pelo êxodo dos venezuelanos, é impossível aceitar o que ocorre na Venezuela, país que foi o mais rico da América do Sul; só há uma explicação lógica: os lulopetistas apoiam o ditador Maduro para preservar com ele as propinas que a Odebrecht pagou pelos empréstimos do BNDES.

Trata-se de uma dedução simples, porque aonde tem petista tem corrupção. Trata-se de uma organização criminosa que usa a sigla de partido político. Basta lembrar a prisão do filho do ditador da Guiné Equatorial, amigo de Lula, trazendo valores não declarados em dinheiro e joias durante a campanha eleitoral, levantando suspeitas inarredáveis.

O pior é que não se trata apenas da corrupção, mas a negação da Democracia pela convivência com ditaduras, mostrando-se inimigos da Liberdade. Querem provas? Fica provado com a ida da tresloucada Gleise Hoffmann, presidente do PT, para a posse ilegítima do ditador Maduro, algoz do povo venezuelano.

 

CAIXA PRETA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Não há nada em que paire tanta sedução e maldição como num segredo”.(Soren Kierkgaard)

Não sei qual foi o branquelo preconceituoso, misógino e racista, que batizou de “caixa preta” o estojo que revela segredos de desastres, indecifráveis a olho nu. O nome foi usado inicialmente para o sistema de registro de voz e ruídos nos aviões e agora também em ônibus e locomotivas no Japão e nos Estados Unidos.

A expressão “caixa preta” é contraditória, porque a caixa é cor-de-laranja com tiras fosforescentes refletindo luz para ser facilmente vista no escuro… É um equipamento com uma inscrição eletrônica de tempo, fundamental para colimar ou superpor os eventos de voz com eventos de performance.

O escritor israelense Amós Oz foi quem amplificou a expressão além das gravações de informes, sons confusos e gritos de horror no seu romance “Caixa Preta”. A expressão é também usada na Internet como teste de software para verificar dados; e, no Teatro, para um espaço cênico básico retangular com os lados pretos.

Na política e na mídia encontramos uma inflação de referências à caixa preta no mundo inteiro e no Brasil é presença obrigatória nas denúncias feitas ao BNDES quando atuava nos tempos de Lula e do seu fantoche.

Na campanha de Jair Bolsonaro, eleito presidente da República, ele prometeu que ao assumir o poder abriria a caixa-preta do BNDES e “revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos”.

O BNDES, apesar das mudanças ocorridas no Governo Temer, ainda mantém muitos dados em segredo, alegando “proteção ao sigilo bancário” e “operações secretas”, como o empréstimo para o Porto de Mariel em Cuba, operação realizada no segundo mandato de Dilma.

É por isso fundamental que se revele os segredos e se acabe com os sigilos para mostrar principalmente aos nordestinos, o que a sua Região perdeu (ou deixou de ganhar) se fossem financiadas na região as obras da Odebrecht no Exterior e as propinas reservadas para os hierarcas do PT.

A nova direção do BNDES, recém assumida, deve enfrentar a sua burocracia que no Governo Temer se recusou a fornecer informações, como a divulgação da lista de devedores e os empréstimos bilionários concedidos a juros camaradas para “amigos do lulopetismo”.

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, indicado por Paulo Guedes e aprovado por Bolsonaro, recebeu a recomendação de que deve abrir a “caixa-preta”, ou pedir o boné…  Ele tem uma larga experiência no serviço público. Foi economista-chefe do Ministério do Planejamento no Governo FHC, secretário do Tesouro no Governo Lula e ministro da Fazenda no Governo Dilma. Não é um inocente, nem incapaz de atender o Presidente.

É isto o que querem os 54 milhões de eleitores do Bolsonaro: ver a real interpretação do termo “caixa preta”, como uma botija que esconde o produto de um roubo. Esperam que seja divulgado o que realmente ocorreu no reinado lulopetista da corrupção.

… E os 54 milhões exigem mais: se for comprovado o crime, como se desconfia, que os responsáveis sejam julgados, presos, e devolvam aos cofres públicos o que de lá foi subtraído.

 

 

O OVO DA SERPENTE

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Ainda está fecundo e procriando o ventre de onde isso veio engatinhando”. (Bertolt Brecht)

Onde está o ninho do ofídio venenoso? No aparelho do Estado, n’algum dos poderes da República, na mídia, ou, quem sabe, como vírus propagado na urna eletrônica? É difícil encontra-lo, e esta dificuldade mantém as suas ameaças.

É preciso encontrar os ovos da serpente, como fez metaforicamente o cineasta sueco Ingmar Bergman, no filme que teve como cenário a Alemanha antes dos nazistas tomarem o poder e Hitler concentrar todos os poderes políticos.

Clássico da cinematografia, “O Ovo da Serpente”, despertou as consciências e impôs sua expressão mundialmente, principalmente nos círculos intelectuais autênticos. É a colocação perfeita para alertar que o mal é gerado sem que a sociedade se dê conta disto.

Como sou chegado a metáforas, achei extraordinária a cena final da película, em que o cientista Dr. Hans Vergerus descreve a sua pesquisa, e anuncia que já se vê, através da casca translúcida, os fetos ovíparos se agitando.

Lá se vão 40 anos do filme de Bergman que chama a atenção dos povos para o perigo que um bando de serpentes pode trazer para uma Nação. No Brasil, por exemplo, o apego das esquerdas ao estatismo, aparentemente natural, desenvolve as consequências para impedir a realização do liberalismo econômico que desejamos para o país.

Escrevi outro dia que “a economia de livre comércio é perfeita; moderniza a produção, valoriza o comércio e a indústria, e influencia naturalmente a política e o dia-a-dia dos povos”. Repito: a implantação da economia liberal defendida pelo centro democrático, é o que o Brasil precisa para o seu desenvolvimento.

Entretanto, contra o advir desenvolvimentista, os nocivos répteis do narcopopulismo põem seus ovos que gerados trazem o DNA das ditaduras cubana e venezuelana para permitir o domínio de uma burocracia partidária.

As serpentes, mesmo moribundas, armam seus ninhos dissimulados e defendidos pelos fanáticos herdeiros do stalinismo, ou pelos semialfabetizados políticos formados na escola “com partido”….

São, infelizmente, ignoradas pela sociedade porque o mal está camuflado pela sofisticação da criminalidade, a radicalização da violência e a banalização da impunidade. E estimulado pela decadência da chamada classe política.

Afortunado, o Brasil viu nascer, de forma espontânea, crescente e majoritária, um movimento que despertou a nacionalidade e enfrentou a subserviência dos poderes republicanos às palavras de ordem falsamente humanistas e às mentiras repetidas por uma minoria organizada e ruidosa.

Esta manifestação, evoluindo, convergiu para a candidatura de Jair Bolsonaro às eleições presidenciais. Enfim, Bolsonaro derrotou a politicagem comprometida pela distribuição do assalto lulopetista ao Erário e às empresas estatais.

Esta vitória da centro-direita oferece uma garantia para a implantação do liberalismo econômico, gerador da Democracia autêntica – se é que se pode adjetivar a divina palavra Democracia –, regime que coloca a liberdade em primeiro lugar, desprezando as ilusórias promessas de igualdade.

Repudiado pela maioria do povo brasileiro, o narcopopulismo está agonizante, mas não morto. A luta continua: é preciso achar os ovos da serpente antes da sua eclosão; eles serão fatais se não forem esmagados, impedindo que os filhotes nasçam.

LABIRINTO

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)

“O futuro é um labirinto que confunde e assusta, exceto para quem estiver preparado para enfrentar monstros e encontrar a saída” (Anônimo)

A ideia de labirinto nos faz projetar, a partir do ano novo, o que poderá advir do governo Bolsonaro, cujas expectativas estão desenhadas nos corações e nas mentes dos patriotas brasileiros que lutaram para livrar o País da praga do narco-populismo, inoculada pelo Partido dos Trabalhadores e os seus puxadinhos “de esquerda”.

Labirinto é toda construção de estrutura intrincada, com ambientes semelhantes que se comunicam por passagens tortuosas e extensos corredores com entradas incertas que levam a saídas falsas.

A palavra dicionarizada é um substantivo masculino de origem grega, labúrinthos, definindo um emaranhado de caminhos que se entrecruzam. É por demais conhecida a história mitológica do labirinto de Creta, que alojava o Minotauro, monstro metade homem, metade touro, devorador de jovens.

O herói Teseu enfrentou e matou o monstro, e encontrou a saída graças ao fio de um novelo que ia desenrolando por orientação de Ariadne, princesa cretense filha do rei Minos.

Os ricaços europeus, ingleses, principalmente, e norte-americanos, constroem nos seus jardins, labirintos de sebes para os jogos de esconde-esconde; também nos parques de diversão encontramos labirintos de espelhos.

Na medicina, o labirinto é a região do ouvido responsável pela noção de equilíbrio, audição e percepção de posição do corpo; e, para alguns psicólogos, é uma figura simbólica que constrói uma imagem mental, metafórica.

Sem metáforas, os governos lulopetistas, não necessitaram do lendário arquiteto Dédalo para construir o labirinto da estagnação econômica, com a superestrutura política e social argamassada por ações fraudulentas e corrupção institucionalizada.

Esta é basicamente a situação que o presidente Jair Bolsonaro deverá enfrentar e responder aos seus eleitores exigentes.  A sua impressionante trajetória na vida pública foi construída sem um partido político totalitário nem uma seita de fanáticos.

A conformação da sua campanha eleitoral agregou inicialmente parentes e amigos próximos, e à medida em que foi levando, confrontando-se com a organização criminosa chefiada por Lula da Silva, atraiu toda a insatisfação nacional contra a atuação e os métodos adotados pelos governos petistas.

Da metade para o fim, recebeu o apoio da maioria silenciosa simpática às teses do liberalismo econômico, da defesa da moral e dos costumes, das tradições da família brasileira e o despertar cívico do amor à Pátria. Nesta onda entrou o Centro Democrático autêntico.

Vitorioso nas urnas, Bolsonaro assume a Presidência da República, com inegável apoio popular, 65% dos entrevistados pela pesquisa Datafolha. Este índice de otimismo abre as cortinas do palco Brasil para uma nova era que representa uma reformulação dos governos anteriores, varrendo para sempre os malefícios dos governos lulopetistas.

Entramos no labirinto deixado por desgovernos após a redemocratização, e esperamos que não haja apenas uma troca de guarda, mas uma reestruturação do aparelho de Estado e mudanças concretas na administração federativa. Para isto, Bolsonaro e sua equipe estudaram e prepararam um rol de medidas para recuperar a economia e realizar ações na segurança pública.

Temos à frente dos destinos econômicos o ministro Paulo Guedes, em quem está depositada a confiança do empresariado e dos economistas descomprometidos com a política emperrada do ideologismo narcopopulista.

À frente da Justiça e Segurança Pública, apoiado por 86% dos brasileiros, temos Sérgio Moro, que recebeu carta branca de Bolsonaro para implantar um “modelo Lava Jato” de combate à violência e criminalidade.

Em seu primeiro discurso após tomar posse, o novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, resumiu como será a nova política externa, dizendo que “O Brasil voltará a ser um país livre de amarras ideológicas”, depositando assim nas mãos do chanceler Ernesto Araújo, a condução da diplomacia de gigante, libertando o Itamaraty do comissariado bolivariano.

Em nome do contribuinte esperançoso de receber da máquina pública o equivalente ao valioso tributo pago, queremos a revisão de atos e contratos dos governos anteriores como prometeu o Presidente na campanha;

Entre os compromissos assumidos, aguardamos a varredura nos cargos comissionados, cujo aparelhamento é prejudicial na administração pública; pedimos que a “caixa preta” do BNDES seja aberta e que se puna os responsáveis por empréstimos lesivos ao Erário;

Queremos a depuração das empresas estatais e a privatização das ineficientes e deficitárias; desejamos que seja dado publicidade aos gastos abusivos de portadores de cartões corporativos usados nos últimos 16 anos;

E temos a esperança de que venham as reformas indispensáveis à conquista do desenvolvimento econômico e social, tendo como prioridade máxima a reforma da Previdência.

Finalmente, desejamos, de coração, o êxito da nova gestão, ofertando-lhe o Fio de Ariadne para o desempenho de ações desburocratizantes, da menor intervenção estatal na economia, e do esforço para banir de todo e sempre a corrupção, o monstro labiríntico que vinha devorando o futuro do Brasil.

 

 

"Hoje, aqui estou, fortalecido, emocionado e profundamente agradecido, a Deus pela minha vida e aos brasileiros, por confiarem a mim a honrosa missão de governar o Brasil, neste período de grandes desafios e, ao mesmo tempo, de enorme esperança. "Aproveito este ...

Publicado em por Marjorie Salu | 2 Comentários