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A GRANDE FARSA

MIRANDA SÁ (Email: mirandasas@uol.com.br)

“Toda farsa tem um fim… e toda verdade prevalece!” (Mariângela Anelli)

Cá prá nós, não precisa ser cientista político, nem aquele “especialista” tão caro à grande mídia, e muito menos ser colunista de fuxicos parlamentares, para ver a grande farsa que é o lulopetismo. Somente os intelectueiros marxistas (dos Irmãos Marx) não enxergam isto, porque não usam os óculos da “lógica dialética”.

Se essa trupe que pretende interpretar a realidade estudasse o seu ídolo, inspirador do comunismo, Karl Marx, aprenderia com um dos seus pensamentos que prognosticou o fracasso da URSS e as carpideiras de Stálin: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.

Esses poderosos “professores” da hierarquia da “pátria educadora”, frutos pecos dos governos petistas, impõem ao alunato imaturo aulas doutrinárias sem conteúdo científico e sem revelar o processo histórico que mostra a ascensão e a queda dos personagens e das organizações ideológicas através dos tempos.

Nessa escola “de esquerda”, faz-se no Brasil a lavagem cerebral que cega a juventude, fascinando-a com o brilho das utopias, tornando-a incapaz de exprimir a crítica e de analisar o que fazem no Brasil o PT e os seus puxadinhos corruptos, ativos e passivos, conspiradores contra o País.

A tendência para o roubo, lhes fez até se apropriar do rótulo “de esquerda” – um saque histórico de uma posição política que não atende ao oportunismo e muito menos uma defesa de princípios. Acomodam-se nas teorias das viúvas de Stálin e a ideologia da pelegagem sindical.

Uma simples análise política vê-los agitando os perdedores de boquinhas governamentais e os analfabetos políticos que emprenham pelo ouvido, para uma “resistência” de enfrentamento com o governo Bolsonaro, que ainda não teve tempo de esquentar o assento das cadeiras ministeriais.

Esta posição incoerente leva-os a uma campanha eleitoral continuada sem assumir a derrota sofrida nas urnas. E, esfaqueando a Democracia, pensaram idiotamente em sabotar a posse do Presidente eleito, afrontando à Democracia e os 54 milhões de eleitores que votaram em Bolsonaro.

Li outro dia uma entrevista do professor Roberto Mangabeira Unger que, se concorde ou não com as posições políticas que ele assume, merece respeito pela cultura. Entre as declarações, fez duras críticas ao PT e considerou a eleição de Bolsonaro como uma resposta à política equivocada, à incompetência administrativa e à corrupção dos governos petistas.

Fazendo um prognóstico sobre o novo governo, Mangabeira disse: “Me parece promissor, e falo como opositor, a ideia de impor o capitalismo aos capitalistas, isto é uma condição preliminar. Daí vem a radicalização da concorrência, quebra dos cartéis, e a destruição dos favores dados aos graúdos pelos bancos públicos”.

O Professor, estudando as propostas do ministro da Economia, Paulo Guedes, considera-as progressistas: “Trazem aquela força que encarna de forma mais vigorosa a causa da energia, da construção, do dinamismo, da criação”.

Este homem culto, auto assumido como oposicionista, difere bastante dos farsantes lulopetistas. Não é uma estouvada Gleise Hoffmann, nem o corrupto Capitão Cuecão cearense, tampouco o pelego analfabeto Paulo Pimenta.

Mangabeira promete fazer oposição com vistas às necessidades nacionais, que será um importante estímulo para o bom funcionamento do governo, porque nenhum governo é infalível.

O Governo Bolsonaro, eleito democraticamente com promessas de realizar uma reviravolta no País, começa do zero numa conjuntura que reflete desonestidade programática “da esquerda” e, em última análise, o retardamento narcopopulista.

Não é fácil combater o fraudulento humanismo da distribuição de esmolas e favores, do logro da inclusão social por cotas seletivas, e da fragmentação nacional pelo confronto racial, religioso e até ancestral.

O anteprojeto político que Bolsonaro traz, contém traços de improviso e timidez, e até um pouco de amadorismo, é verdade, mas nada que comprometa a proposta liberal e progressista na Economia e na aplicação da Justiça.

O que está em jogo é o futuro do Brasil.  Com a derrota da grande farsa lulopetista, a Nação Brasileira mostrou querer a assepsia dos poderes republicanos, uma economia de mercado, soberania nacional e o respeito ao Estado de Direito.

LIBERDADE

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br

“Se a liberdade significa alguma coisa, é, sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir” (George Orwell)

No seu livro “Federalismo, Socialismo e Antiteologismo”, Mikhail Bakunin, expondo o seu conceito de liberdade lembrou o conto infantil da mulher do Barba Azul, que tinha todo luxo e riquezas no palácio onde podia entrar em todos os cômodos, com o direito de usufruir de comidas, diversões, joias e vestidos, mas foi proibida pelo marido de entrar num determinado quarto.

“Um dia, aconselhada pela irmã, pegou a chave do aposento e o abriu, assustando-se ao ver o chão ensanguentado e os cadáveres de outras esposas do Barba Azul ali pendurados, e fugiu. O marido descobriu a desobediência e foi matá-la, mas ela foi salva pelos irmãos das outras mulheres que planejaram uma vingança”.

Assim, Bakunin defende a tese de que a decisão em abrir a porta foi racional e necessária, porque a proibição violava um direito à liberdade. Anarquista, ele usou a metáfora para combater o Estado, que acusava de tolher a liberdade das pessoas.

Mais tarde, a Revolução Francesa proclamou o direito dos povos à Liberdade na própria consigna “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, que inspirou a Constituição Norte-Americana e a instituiu como princípio para a humanidade.

Entretanto, a História da Civilização registra que a luta pela liberdade continua sendo uma constante no mundo, e que ainda assistimos a revoltas populares contra os regimes obscurantistas na África e na Ásia, e nas ditaduras caricaturais na América Latina.

No século passado convivemos com campos de concentração, confinamentos e deportações, nos países ocupados pelo nazi-fascismo e o stalinismo, indignando o sentimento humanista do após guerra; mas deixaram herdeiros fanáticos que defendem aqueles regimes maléficos.

São justamente os indivíduos que por influência externa, ingenuidade ou psicopatia sadomasoquista, atuam entre nós. E não causam surpresa pela banalidade com que o PT lança uma nota oficial em defesa da ditadura Maduro, que massacra o povo venezuelano.

Tal posicionamento não recebe sequer o apoio de 10% dos brasileiros; nem mesmo de algumas tendências auto assumidas como “de esquerda”. Só os descerebrados cultuadores do corrupto Lula da Silva e as viúvas do fascismo e do stalinismo assinam embaixo.

Somente pelo êxodo dos venezuelanos, é impossível aceitar o que ocorre na Venezuela, país que foi o mais rico da América do Sul; só há uma explicação lógica: os lulopetistas apoiam o ditador Maduro para preservar com ele as propinas que a Odebrecht pagou pelos empréstimos do BNDES.

Trata-se de uma dedução simples, porque aonde tem petista tem corrupção. Trata-se de uma organização criminosa que usa a sigla de partido político. Basta lembrar a prisão do filho do ditador da Guiné Equatorial, amigo de Lula, trazendo valores não declarados em dinheiro e joias durante a campanha eleitoral, levantando suspeitas inarredáveis.

O pior é que não se trata apenas da corrupção, mas a negação da Democracia pela convivência com ditaduras, mostrando-se inimigos da Liberdade. Querem provas? Fica provado com a ida da tresloucada Gleise Hoffmann, presidente do PT, para a posse ilegítima do ditador Maduro, algoz do povo venezuelano.

 

CAIXA PRETA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Não há nada em que paire tanta sedução e maldição como num segredo”.(Soren Kierkgaard)

Não sei qual foi o branquelo preconceituoso, misógino e racista, que batizou de “caixa preta” o estojo que revela segredos de desastres, indecifráveis a olho nu. O nome foi usado inicialmente para o sistema de registro de voz e ruídos nos aviões e agora também em ônibus e locomotivas no Japão e nos Estados Unidos.

A expressão “caixa preta” é contraditória, porque a caixa é cor-de-laranja com tiras fosforescentes refletindo luz para ser facilmente vista no escuro… É um equipamento com uma inscrição eletrônica de tempo, fundamental para colimar ou superpor os eventos de voz com eventos de performance.

O escritor israelense Amós Oz foi quem amplificou a expressão além das gravações de informes, sons confusos e gritos de horror no seu romance “Caixa Preta”. A expressão é também usada na Internet como teste de software para verificar dados; e, no Teatro, para um espaço cênico básico retangular com os lados pretos.

Na política e na mídia encontramos uma inflação de referências à caixa preta no mundo inteiro e no Brasil é presença obrigatória nas denúncias feitas ao BNDES quando atuava nos tempos de Lula e do seu fantoche.

Na campanha de Jair Bolsonaro, eleito presidente da República, ele prometeu que ao assumir o poder abriria a caixa-preta do BNDES e “revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos”.

O BNDES, apesar das mudanças ocorridas no Governo Temer, ainda mantém muitos dados em segredo, alegando “proteção ao sigilo bancário” e “operações secretas”, como o empréstimo para o Porto de Mariel em Cuba, operação realizada no segundo mandato de Dilma.

É por isso fundamental que se revele os segredos e se acabe com os sigilos para mostrar principalmente aos nordestinos, o que a sua Região perdeu (ou deixou de ganhar) se fossem financiadas na região as obras da Odebrecht no Exterior e as propinas reservadas para os hierarcas do PT.

A nova direção do BNDES, recém assumida, deve enfrentar a sua burocracia que no Governo Temer se recusou a fornecer informações, como a divulgação da lista de devedores e os empréstimos bilionários concedidos a juros camaradas para “amigos do lulopetismo”.

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, indicado por Paulo Guedes e aprovado por Bolsonaro, recebeu a recomendação de que deve abrir a “caixa-preta”, ou pedir o boné…  Ele tem uma larga experiência no serviço público. Foi economista-chefe do Ministério do Planejamento no Governo FHC, secretário do Tesouro no Governo Lula e ministro da Fazenda no Governo Dilma. Não é um inocente, nem incapaz de atender o Presidente.

É isto o que querem os 54 milhões de eleitores do Bolsonaro: ver a real interpretação do termo “caixa preta”, como uma botija que esconde o produto de um roubo. Esperam que seja divulgado o que realmente ocorreu no reinado lulopetista da corrupção.

… E os 54 milhões exigem mais: se for comprovado o crime, como se desconfia, que os responsáveis sejam julgados, presos, e devolvam aos cofres públicos o que de lá foi subtraído.

 

 

O OVO DA SERPENTE

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Ainda está fecundo e procriando o ventre de onde isso veio engatinhando”. (Bertolt Brecht)

Onde está o ninho do ofídio venenoso? No aparelho do Estado, n’algum dos poderes da República, na mídia, ou, quem sabe, como vírus propagado na urna eletrônica? É difícil encontra-lo, e esta dificuldade mantém as suas ameaças.

É preciso encontrar os ovos da serpente, como fez metaforicamente o cineasta sueco Ingmar Bergman, no filme que teve como cenário a Alemanha antes dos nazistas tomarem o poder e Hitler concentrar todos os poderes políticos.

Clássico da cinematografia, “O Ovo da Serpente”, despertou as consciências e impôs sua expressão mundialmente, principalmente nos círculos intelectuais autênticos. É a colocação perfeita para alertar que o mal é gerado sem que a sociedade se dê conta disto.

Como sou chegado a metáforas, achei extraordinária a cena final da película, em que o cientista Dr. Hans Vergerus descreve a sua pesquisa, e anuncia que já se vê, através da casca translúcida, os fetos ovíparos se agitando.

Lá se vão 40 anos do filme de Bergman que chama a atenção dos povos para o perigo que um bando de serpentes pode trazer para uma Nação. No Brasil, por exemplo, o apego das esquerdas ao estatismo, aparentemente natural, desenvolve as consequências para impedir a realização do liberalismo econômico que desejamos para o país.

Escrevi outro dia que “a economia de livre comércio é perfeita; moderniza a produção, valoriza o comércio e a indústria, e influencia naturalmente a política e o dia-a-dia dos povos”. Repito: a implantação da economia liberal defendida pelo centro democrático, é o que o Brasil precisa para o seu desenvolvimento.

Entretanto, contra o advir desenvolvimentista, os nocivos répteis do narcopopulismo põem seus ovos que gerados trazem o DNA das ditaduras cubana e venezuelana para permitir o domínio de uma burocracia partidária.

As serpentes, mesmo moribundas, armam seus ninhos dissimulados e defendidos pelos fanáticos herdeiros do stalinismo, ou pelos semialfabetizados políticos formados na escola “com partido”….

São, infelizmente, ignoradas pela sociedade porque o mal está camuflado pela sofisticação da criminalidade, a radicalização da violência e a banalização da impunidade. E estimulado pela decadência da chamada classe política.

Afortunado, o Brasil viu nascer, de forma espontânea, crescente e majoritária, um movimento que despertou a nacionalidade e enfrentou a subserviência dos poderes republicanos às palavras de ordem falsamente humanistas e às mentiras repetidas por uma minoria organizada e ruidosa.

Esta manifestação, evoluindo, convergiu para a candidatura de Jair Bolsonaro às eleições presidenciais. Enfim, Bolsonaro derrotou a politicagem comprometida pela distribuição do assalto lulopetista ao Erário e às empresas estatais.

Esta vitória da centro-direita oferece uma garantia para a implantação do liberalismo econômico, gerador da Democracia autêntica – se é que se pode adjetivar a divina palavra Democracia –, regime que coloca a liberdade em primeiro lugar, desprezando as ilusórias promessas de igualdade.

Repudiado pela maioria do povo brasileiro, o narcopopulismo está agonizante, mas não morto. A luta continua: é preciso achar os ovos da serpente antes da sua eclosão; eles serão fatais se não forem esmagados, impedindo que os filhotes nasçam.

LABIRINTO

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)

“O futuro é um labirinto que confunde e assusta, exceto para quem estiver preparado para enfrentar monstros e encontrar a saída” (Anônimo)

A ideia de labirinto nos faz projetar, a partir do ano novo, o que poderá advir do governo Bolsonaro, cujas expectativas estão desenhadas nos corações e nas mentes dos patriotas brasileiros que lutaram para livrar o País da praga do narco-populismo, inoculada pelo Partido dos Trabalhadores e os seus puxadinhos “de esquerda”.

Labirinto é toda construção de estrutura intrincada, com ambientes semelhantes que se comunicam por passagens tortuosas e extensos corredores com entradas incertas que levam a saídas falsas.

A palavra dicionarizada é um substantivo masculino de origem grega, labúrinthos, definindo um emaranhado de caminhos que se entrecruzam. É por demais conhecida a história mitológica do labirinto de Creta, que alojava o Minotauro, monstro metade homem, metade touro, devorador de jovens.

O herói Teseu enfrentou e matou o monstro, e encontrou a saída graças ao fio de um novelo que ia desenrolando por orientação de Ariadne, princesa cretense filha do rei Minos.

Os ricaços europeus, ingleses, principalmente, e norte-americanos, constroem nos seus jardins, labirintos de sebes para os jogos de esconde-esconde; também nos parques de diversão encontramos labirintos de espelhos.

Na medicina, o labirinto é a região do ouvido responsável pela noção de equilíbrio, audição e percepção de posição do corpo; e, para alguns psicólogos, é uma figura simbólica que constrói uma imagem mental, metafórica.

Sem metáforas, os governos lulopetistas, não necessitaram do lendário arquiteto Dédalo para construir o labirinto da estagnação econômica, com a superestrutura política e social argamassada por ações fraudulentas e corrupção institucionalizada.

Esta é basicamente a situação que o presidente Jair Bolsonaro deverá enfrentar e responder aos seus eleitores exigentes.  A sua impressionante trajetória na vida pública foi construída sem um partido político totalitário nem uma seita de fanáticos.

A conformação da sua campanha eleitoral agregou inicialmente parentes e amigos próximos, e à medida em que foi levando, confrontando-se com a organização criminosa chefiada por Lula da Silva, atraiu toda a insatisfação nacional contra a atuação e os métodos adotados pelos governos petistas.

Da metade para o fim, recebeu o apoio da maioria silenciosa simpática às teses do liberalismo econômico, da defesa da moral e dos costumes, das tradições da família brasileira e o despertar cívico do amor à Pátria. Nesta onda entrou o Centro Democrático autêntico.

Vitorioso nas urnas, Bolsonaro assume a Presidência da República, com inegável apoio popular, 65% dos entrevistados pela pesquisa Datafolha. Este índice de otimismo abre as cortinas do palco Brasil para uma nova era que representa uma reformulação dos governos anteriores, varrendo para sempre os malefícios dos governos lulopetistas.

Entramos no labirinto deixado por desgovernos após a redemocratização, e esperamos que não haja apenas uma troca de guarda, mas uma reestruturação do aparelho de Estado e mudanças concretas na administração federativa. Para isto, Bolsonaro e sua equipe estudaram e prepararam um rol de medidas para recuperar a economia e realizar ações na segurança pública.

Temos à frente dos destinos econômicos o ministro Paulo Guedes, em quem está depositada a confiança do empresariado e dos economistas descomprometidos com a política emperrada do ideologismo narcopopulista.

À frente da Justiça e Segurança Pública, apoiado por 86% dos brasileiros, temos Sérgio Moro, que recebeu carta branca de Bolsonaro para implantar um “modelo Lava Jato” de combate à violência e criminalidade.

Em seu primeiro discurso após tomar posse, o novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, resumiu como será a nova política externa, dizendo que “O Brasil voltará a ser um país livre de amarras ideológicas”, depositando assim nas mãos do chanceler Ernesto Araújo, a condução da diplomacia de gigante, libertando o Itamaraty do comissariado bolivariano.

Em nome do contribuinte esperançoso de receber da máquina pública o equivalente ao valioso tributo pago, queremos a revisão de atos e contratos dos governos anteriores como prometeu o Presidente na campanha;

Entre os compromissos assumidos, aguardamos a varredura nos cargos comissionados, cujo aparelhamento é prejudicial na administração pública; pedimos que a “caixa preta” do BNDES seja aberta e que se puna os responsáveis por empréstimos lesivos ao Erário;

Queremos a depuração das empresas estatais e a privatização das ineficientes e deficitárias; desejamos que seja dado publicidade aos gastos abusivos de portadores de cartões corporativos usados nos últimos 16 anos;

E temos a esperança de que venham as reformas indispensáveis à conquista do desenvolvimento econômico e social, tendo como prioridade máxima a reforma da Previdência.

Finalmente, desejamos, de coração, o êxito da nova gestão, ofertando-lhe o Fio de Ariadne para o desempenho de ações desburocratizantes, da menor intervenção estatal na economia, e do esforço para banir de todo e sempre a corrupção, o monstro labiríntico que vinha devorando o futuro do Brasil.

 

 

Frases destacadas do discurso de Bolsonaro – Via Uol Internacional

“Hoje, aqui estou, fortalecido, emocionado e profundamente agradecido, a Deus pela minha vida e aos brasileiros, por confiarem a mim a honrosa missão de governar o Brasil, neste período de grandes desafios e, ao mesmo tempo, de enorme esperança.

“Aproveito este momento solene e convoco, cada um dos Congressistas, para me ajudarem na missão de restaurar e de reerguer nossa Pátria, libertando-a, definitivamente, do jugo da corrupção, da criminalidade, da irresponsabilidade econômica e da submissão ideológica.

“Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã, combater a ideologia de gênero, conservando nossos valores.

“Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil; do Poder Central para Estados e Municípios.

“Minha campanha eleitoral atendeu ao chamado das ruas e forjou o compromisso de colocar o Brasil acima de tudo, e Deus acima de todos. Por isso, quando os inimigos da pátria, da ordem e da liberdade tentaram pôr fim à minha vida, milhões de brasileiros foram às ruas.

“A campanha eleitoral transformou-se em um movimento cívico, cobriu-se de verde e amarelo, tornou-se espontâneo, forte e indestrutível, e nos trouxe até aqui. Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão”

 

REVISE AS NOTÍCIAS QUE SACUDIRAM 2018

 

EMOÇÃO: A tragédia anunciada e interrompida pelo salvamento, o mundo acompanhou sentimentalmente a prisão, numa caverna inundada, dos adolescentes tailandeses.

DEMOCRACIA: As eleições presidenciais no Brasil registraram a derrota do ideologismo e da corrupção lulopetista, com entusiástica participação popular elegendo Jair Bolsonaro.

UNANIMIDADE: Sob aprovação nacional, o juiz paranaense Sérgio Moro, condutor da Lava-Jato, abandonou a magistratura para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública no Governo Bolsonaro.

JUSTIÇA: O rasgar da Constituição por Ricardo Lewandowski e Renan Calheiros para favorecer Dilma no impeachment, foi desaprovado pelo povo mineiro, derrotando-a na eleição.

JUSTIÇA (2): O advogado paulista Dias Toffoli, ministro do STF, assumiu, por rodízio, a presidência do órgão, substituindo a colega Cármen Lúcia que ocupava o mandato.

SOBERANIA: Contrário a tudo que o narco-populismo representava, o presidente eleito Jair Bolsonaro indicou que pretende propor, via Itamaraty, mudanças ao Acordo de Paris.

CLIMA:  A Europa sofrendo secas e geadas intermitentes, incêndios florestais nos EUA, erupções vulcânicas e enchentes na Ásia, embaralham as dúvidas sobre a tese do aquecimento global.

PROMESSA: Conforme prometeu na campanha eleitoral, Bolsonaro anunciou um decreto para facilitar posse de arma a quem não tem antecedente criminal.

ABUSO: O médium João de Deus foi denunciado por violação sexual e estupro de vulnerável, e, embora negando os crimes, tornou-se réu e foi execrado pela Federação Espírita Brasileira.

PROPINA: Acusado de receber benesses da JBS, o ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, ficará afastado de cargo nomeado por Doria para se defender.

ESCRAVIDÃO: Graças às críticas de Jair Bolsonaro ao programa Mais Médicos, a ditadura cubana resolveu repatriar os 8600 médicos escravizados. Os primeiros a sair foram os policiais que os fiscalizavam.

IRRESPONSABILIDADE: Pela displicência na sua guarda e manutenção da UFRJ, o famoso Museu Nacional, inaugurado há 200 anos, foi quase inteiramente destruído por um incêndio.

RIO DE JANEIRO: A Lava Jato lavou o Rio de Janeiro como um tsunami, levando à prisão ex-governadores, parlamentares e juízes como resultado das investigações.

INSISTÊNCIA: Com mais de 50 pedidos de anulação do processo, habeas-corpus e outras filigranas chicanistas, o corrupto Lula da Silva, condenado em 2ª instância pelo TRF-4, continua preso.

MACONHA: 2018 representou a inusitada situação que é festejada pela indústria que surge para fornecer a cannabis legal em vários países.

CINEMA: Morreu aos 77 anos em Roma, o cineasta italiano Bernardo Bertolucci, dos clássicos “O Último Tango em Paris” e “O Último Imperador”.

CINEMA (2):  Morreu nos EUA aos 86 anos o cineasta tcheco Milos Forman, diretor de clássicos como “Um Estranho no Ninho”, “Amadeus” e “Hair”.

DITADURA: O regime totalitário de Maduro, na Venezuela, apoiado pelo PT e PCdoB no Brasil, levou o País por incompetência e corrupção a uma inflação de 10 milhões por cento.

LITERATURA: Faleceu ao apagar das luzes de 2018, o notável escritor israelense Amos Oz, cujo último romance “Judas”, já um best-seller mundial, trata de traição e reconciliação.

ESPORTE: Seleção francesa foi campeã da Copa do Mundo 2018; o time brasileiro sob o comando de Tite foi derrotado pela Bélgica nas quartas de final.

PAZ: O presidente norte-americano Donald Trump se encontrou com o líder da Coreia do Norte Kim Jong-Um dando um passo para a harmonia no concerto internacional.

COMÉRCIO – A disputa dos Estados Unidos com a China que poderia deflagrar uma guerra comercial sem precedentes também marcou o ano de 2018.

INFORMÁTICA: Foi chocante a revelação de um vazamento de dados de 87 milhões de pessoas coletados no Facebook, rompendo o respeito à privacidade dos usuários.

EUROPA: O acordo final do Brexit da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, com a EU, ainda não foi submetido à votação no Parlamento britânico.

CAMINHONEIROS: Revoltados com a política de reajustes diários de preços da Petrobras, motoristas de caminhão fizeram uma greve que durou dez dias e levou o Governo Temer às cordas.

COLETES AMARELOS: Convocada por redes sociais na França, uma onda de protestos tomou as ruas de Paris e do País vários finais de semana. Com a insistência, esmoreceu.

TERRORISMO: Temer decretou a extradição do terrorista e assassino italiano Cesare Batistti que fugiu sob a ameaça de prisão determinada por Luiz Fux, do STF.

MÚSICA: O cantor francês Charles Aznavour morreu aos 94 anos na França. Suas últimas apresentações públicas ocorreram poucos meses antes de sua morte.

MÚSICA (2): Vítima de um câncer no pâncreas morreu aos 76 anos, em Detroit, EUA, a cantora  Aretha Franklin eleita pela opinião pública como rainha do soul music.

SAMBA: A cantora carioca, conhecida como Dona Ivone Lara, que gravou as inesquecíveis canções como “Acreditar” e “Sonho Meu” morreu no Rio de Janeiro aos 96 anos.

PROGRESSO: A tradicional empresa aérea brasileira, Embraer, vai formar uma joint venture com a Boeing, que se tornará a maior do setor no mundo.

LIMPEZA: Surgiu e cresceu o movimento Escola Sem Partido, proposta para proibir professores a manifestar opiniões político-partidárias e questões de gênero em sala-de-aula.

FAKE NEWS: Uma guerra de informação pelo whatsapp nas eleições levou a Folha de São Paulo acusar a campanha de Bolsonaro de contratar empresas para produzir mentiras, mas eram os lulopetistas que faziam.

ONU: O diplomata ganês, Kofi Annan que foi secretário-geral da Organização das Nações Unidas entre 1997 e 2006, morreu aos 80 anos em Berna, na Suíça.

 

 

 

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LILLIPUT

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.co.br)

Neste mundo é sempre gigante quem olha para baixo; é sempre anão quem olha para cima”  (Paolo Mantegazza)

Da Argentina, onde me sinto perfeitamente à vontade confraternizando com seu povo, vejo o Brasil pela lupa da distância, cuja lente é limpa da poeira local pela flanela das análises, críticas e observações dos hermanos.

Com colegas jornalistas dos tempos em que representava a ABI em encontros internacionais, troquei figurinhas sobre a transição que o Brasil atravessará com Jair Bolsonaro na presidência da República, cujo protagonismo político representa o fim da Era Lulopetista.

Pondo em foco a política externa, um tanto quanto radical em relação ao alinhamento ideológico do Itamaraty, engajado com bolivarianismo teórico e narcopopulista na prática, perpassei o processo novelesco liliputiano que vivemos diante do mundo.

Lilliput, como sabemos é uma ilha fantasiosa criada pelo excelente escritor irlandês Jonathan Swift, cujas sátiras representam uma das melhores expressões da literatura inglesa. A Ilha descrita nas “Viagens de Gulliver”, é habitada por pigmeus com cerca de 15 centímetros de altura, fazendo parte de um arquipélago onde outra ilha, Blefuscu, anima a narração pela inimizade entre as duas.

A deliciosa leitura do livro de Swift relata a presença de um marinheiro náufrago, considerado um gigante pelos pequeninos. Ele participa de uma guerra entre os dois países, que a crítica tomou como uma zombaria sobre os atritos entre a França e a Inglaterra no século 18.

Partindo do princípio que nos manda comparar para entender, conclui que os brasileiros sofremos um processo histórico para nos tornar liliputianos. Por causa do futebol, Nelson Rodrigues que nos atribuiu o “Complexo de vira-lata” quando a Seleção Canarinho entrou amedrontada numa Copa do Mundo. E mais tarde ele escreveu que esse complexo não se limitava apenas ao campo futebolístico.

Discordei dele. Nunca aceitei a tese de nós nos sentimos inferiores aos outros povos e também não acho que assumimos o vira-latismo como Nação. Isto ficou por conta da fração impatriótica lulopetista.

Esta organização autodenominada “de esquerda” – mais para criminosa do que política –, tentou nos impingir pequenez para submeter o Brasil como mera sucursal das ditaduras de Cuba e da Venezuela.

Quando ocuparam o poder, a política externa “deles” foi submetida ao petista Marco Aurélio Garcia, que por 13 anos assumiu como comissário político bolivariano a área internacional, dirigindo o Itamaraty através de um fantoche, Celso Amorim.

Para apequenar a tradição do Barão do Rio Branco, nosso Ministério das Relações Exteriores ficou conhecido como “Itamaraty do B”, com referência ao partido sabujo do corrupto Lula da Silva, PCdoB. A diplomacia “deles” se resumia à defesa das ditaduras africanas e ao apoio aos governos da pelegagem latino-americana.

O espaço de tempo em que este malefício antinacional foi imposto deixou-nos uma vergonhosa herança, tão ideologizada que nem o impeachment de Dilma corrigiu os rumos da política externa; pelo contrário, manteve-a com quadros medíocres antigos tarefeiros do velho partidão.

O último deles, Aloysio Nunes Ferreira, mostrou isto ao declarar que não podemos ter uma política mundial soberana e independente como é preconizada pelo futuro chanceler do Governo Bolsonaro, o diplomata Ernesto Araújo.

Aloysio, que se despede melancolicamente, disse que “Não somos um país poderoso a ponto de chutar o balde quando alguma regra internacional não nos beneficia”. Para ele, com a sua limitação ideológica, deveremos nos manter como os pigmeus de Lilliput que a mentalidade anã “esquerdista” tentou implantar.

Felizmente, a partir de 1º de janeiro, tudo vai mudar, para suprema revolta dos vanguardeiros da retaguarda e seu anti-imperialismo nanico do século passado…

 

ÁGUA E SABÃO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“As lavadeiras fazem assim/ Assim, assim, assim…” (Cantiga folclórica)

Tem uma trinca de ministros do STF que poderia até usar as perucas pomposas dos magistrados britânicos, mas não convenceriam ninguém porque vestem as togas malcheirosas da politicagem. Essa peça de vestuário da Roma Antiga não lhes imprime confiança; somente as suas decisões fariam isto.

É presumível que o uso da toga represente a Justiça, mas na verdade isola o seu portador do povo, como o azeite e a água. Sem se dar conta disto, os vaidosos dentre eles se auto divinizam ao vestir a capa.

Não vêm que é ilusória essa formalidade adotada para criar um vácuo em torno do Poder Judiciário, que se torna caricatural como o tratamento de “vossa excelência” que muitas vezes vem adjetivado como “vossa excelência é um imbecil”.

A liturgia tribunícia quando usa um isolante não impõe respeito. Igualmente os protocolos são, “data vênia” uma cretinice, e o simbolismo da toga, com o devido respeito, fica restrito ao imaginário dos acadêmicos de Direito…

No plenário e nas sessões abertas ao público, a toga é obrigatória para os magistrados e as becas para os advogados participantes. A toga e a beca, nesses dias conturbados em que a Política adentra nos tribunais e a Justiça sai pela porta dos fundos, dá até um trocadilho, a “troça” e a “breca”.

Em português castiço (vale a pena, não é professor Borto?), a troça é uma pândega e a breca é uma travessura.

Ver-se a tragicomédia escrita de uma canetada pelo ministro Marco Aurélio de Melo nos dá a oportunidade para criticar o STF, que de algum tempo para cá desnudou-se das vestes talares na obscenidade de um julgamento antipopular e antinacional, estabelecendo a impunidade e inspirando os bandidos para crimes mais audaciosos.

Esta provocação de Marco Aurélio que autoriza a soltura de presos condenados em segunda instância, em confronto com anterior decisão plenária do Tribunal, é uma provocação ao Estado de Direito.

Suas consequências são inimagináveis. De um lado joga o que resta de credibilidade no sistema jurídico ao lixo; do outro lado tenta barrar todos os esforços da luta contra a corrupção, empreendida pela Lava Jato.

Imprimiu uma insólita perplexidade nos poderes da República, cujo tripé se desequilibra com uma das pernas corroída pela ação dos cupins dominantes do sistema que nos parecia ter chegado ao fim, com a derrota do lulopetismo nas eleições.

Foi um golpe jurídico para favorecer o retorno dos corruptos à cena do crime, inocentados por uma justiça suspeita e investidos da antiga arrogância no seu modo de roubar a Nação. É mais outra tentativa de soltar o chefe da Orcrim política, Lula da Silva, preso por corrupção e lavagem de dinheiro em Curitiba.

Não é para se lamentar, porque não é um fato consumado. Os patriotas precisam se organizar e voltar às ruas. Não ficar acuados diante dos cem mil traficantes, estupradores, homicidas e ladrões do dinheiro público.

Vamos as ruas. Nada de se trancar em casa com medo da bandidagem. Vamos enfrentar os inimigos do Brasil frente a frente e azucrinar as “férias de Verão” dos criminosos togados.

É hora de lavar as togas sujas, lembrando que na antiga Roma havia uma “Toga sórdida” que inspirava repulsa ou piedade. Caminhemos cantando, com sabão nas mãos e a água do patriotismo: “Lava, lava, lavadeira, quanto mais lava, mas cheira”.

 

 

TAÇAS DE CRISTAL

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

                                     “A confiança é uma taça de cristal; a um simples deslize trinca e reduz a cacos” (Autor desconhecido)

A translúcida beleza de uma taça de cristal esconde a sua fragilidade diante de um simples atrito, e, graças à sua ressonância, quebra ao ser submetida a som de 110 decibéis de um alto-falante.

A palavra cristal deriva do grego antigo, κρύσταλλος que quer dizer “quartzo”, mas não é somente do mineral que são feitas as taças de cristal tal como as conhecemos. Um vidro de alta qualidade atenderá a sua fabricação, havendo registros delas feitas pelos sírios, fenícios e babilônios a 7.000 a.C..

O que garante a sua qualidade é a finura, o brilho e a vibração natural com timbre característico ao ser tocada. Dizem os psicólogos que os casamentos enfrentam os problemas mais agudos após dez anos de convivência; e, se atravessado este período, comemora-se com as “Bodas de Cristal” ao completar 15 anos…

O simbolismo do cristal tem uma variedade imensa. O encontramos nas antigas lendas, no espelho da madrasta de Branca de Neve, nos sapatinhos de Cinderela e nos palácios de cristal. No misticismo esotérico, o cristal representa a transição do mundo real para o mundo dos espíritos.

Também a influência do cristal sobre as pessoas é parte dos fenômenos sobrenaturais, segundo os xamãs nórdicos, que lhe atribuem uma energia vital; a psicanálise analisa nos sonhos com pedras de cristal, ou neve, ou gelo, recalques inconscientes de sentimentos e desejos.

Nós herdamos dos nossos ancestrais portugueses um alerta para quaisquer riscos, tendo o cuidado que se deve ter com um macaco em loja de louças. Com as taças de cristal a cautela deve ser dobrada; quando menino, vi minha mãe embalar com papel de seda e algodão umas taças que seriam um presente de casamento.

O invólucro do futuro Governo Bolsonaro também exige atenção e desvelo nas indicações de Sérgio Moro para ocupar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, e de Paulo Guedes para a Fazenda. Ambos representam taças de cristal.

A importância da designação de Moro é avaliada nas redes sociais como um símbolo da luta contra a corrupção que ele realizava quando juiz em Curitiba. Além das sentenças exemplares condenando criminosos de colarinho branco, teve a coragem de mandar para a cadeia o ex-presidente Lula da Silva, chefe da Orcrim narcopopulista.

Até os mais intrépidos defensores da Operação Lava Jato duvidavam que um dia veriam atrás das grades a figura abjeta do Pelegão, cuja blindagem das altas esferas do poder e o fanatismo dos seus seguidores impediam até as investigações feitas na sua conduta criminosa.

Com Moro temos a certeza de que será mantido no corpo do Estado de Direito uma ossatura capacitada a resistir ao impacto da força política e da elite fajuta nos “artistas noveleiros” que mamavam o dinheiro público nos governos lulopetistas.

Do outro lado, disporemos de Paulo Guedes, cuja pasta da Economia – supervalorizada – terá a tarefa de higienizar o arcabouço administrativo federal, reorganizando-o para produzir os efeitos desejados. O aparelho estatal, após 14 anos de incompetência, ineficiência e permissividade, é carente de disciplina e honestidade.

A nossa economia, debilitada pelo ideologismo retrógrado do esquerdismo retrógado, exige uma presença capaz e forte para implantar o liberalismo econômico; uma mudança que ao contrário da demagógica política social, visa o desenvolvimento, criando empregos para os trabalhadores e ganho para o empresariado.

Com confiança nestas duas taças de cristal, façamos um brinde ao futuro.