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LIBERALISMO

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)

“As mudanças sociais são devidas tanto ao pensamento, como o fluxo de um rio às borbulhas que revelam a sua direção a um observador” (Bertrand Russel)

Ainda esperamos que se liberte o Brasil das políticas errôneas e antinacionais baseadas na ideologia superada dos governos lulopetistas. É por isso que vale a pena discutir-se a proposta do liberalismo econômico.

São as relações de produção e consumo que determinam o desempenho econômico e consequentemente as atividades política e social. É esta a visão liberal, como uma regra que associa os elementos de causa e efeito na vida de um País.

Não é uma ideologia utópica nem uma teoria complicada, limita-se ao direito de minimizar o poder do Estado para que este atenda apenas as necessidades básicas, educação, saúde, segurança e previdência.

É simples. Pode-se conferir na experiência de muitos países de economia aberta, com o liberalismo impulsionando o comércio, a indústria e os serviços nascidos com as novas tecnologias, registrando fortalecimento de uma classe média produtiva e independente de favores governamentais.

Esta ideia progressista vem das revoluções francesa e americana, que consagraram a Declaração dos Direitos Humanos e a Constituição dos EUA, adotando o princípio de que todos os homens nascem iguais, embora, como escreveu o nosso epigrafado Bertrand Russel, “as desigualdades surgidas posteriormente são um produto das circunstâncias, como a Educação”.

Russel recebeu de Locke, a quem chamou de “o mais afortunado dos filósofos”, a compreensão do liberalismo, imposto pela divulgação de Voltaire que influenciou os enciclopedistas, cujas lições são uma presença viva nos dias de hoje.

É o senso comum, em tese, que deve ser adotado por um governo que tenha uma participação popular ouvindo a voz do povo e não de minorias ruidosas; que garanta a liberdade de expressão do pensamento, a tolerância religiosa e que respeite o individualismo.

Nas veredas que percorremos no Brasil vemos o otimismo que andava em baixa nos meios populares. O presidente Jair Bolsonaro, eleito pela onda popular de repúdio ao narcopopulismo corrupto e corruptor, recebeu aplausos na montagem do seu governo sem o troca-trocas com os picaretas do Congresso Nacional.

Convenhamos, porém, que este otimismo não é só “da direita”. Desde a campanha eleitoral e no apoio atual, o centro liberal teve e tem uma presença ativa, defendendo o desenvolvimento econômico e que a Justiça combata o crime organizado, a sonegação fiscal, o terrorismo e as organizações antissociais.

Para isto, é preciso evitar a erosão nas margens do rio em que navegamos, provocados na vazão governamental. É necessário impedir o assoreamento político que traz riscos e provoca desgastes. É urgente mitigar a generalização de pronunciamentos inúteis e prejudiciais ao fluxo do governo.

Está para a oposição tresloucada, derrotada nas urnas, o momento de sabotar o funcionamento da máquina pública, mas não para quem votou e aposta em Bolsonaro; os entulhos vindos do lulopetismo prejudicam menos do que os atritos internos exibidos gratuitamente.

Felizmente, temos nas duas superpastas específicas de Estado, a Economia com Paulo Guedes, e a Justiça e Segurança Pública com Sérgio Moro, a moderação fundamental que impõe respeito.

Ambos reforçam a nossa crença de que a corrente liberal e democrática serão as borbulhas que revelarão o rumo da corrente que libertará o Brasil.

IDIOTICE

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)

“Minha mãe diz que idiota é quem faz idiotice” (Forrest Gump- O contador de histórias)

Do alto dos meus 85 anos, perto dos 86, jamais vi tanta idiotice como nesta campanha do “Lula livre”, feita por auto assumidos intelectuais, artistas do Projac, escritores de poucos leitores, jornalistas engajados politicamente, e até professores universitários… Com isto se vê o porquê do baixo nível cultural vigente e o fracasso da Educação no País.

A História mostra o culto a heróis, santos e condutores de massas serem devotados. Mas no século passado, isso descambou para a política com Mussolini e suas fanfarronadas à italiana; Hitler explorando o orgulho dos alemães ferido após a Primeira Guerra; e, Stálin, capitalizando a vitória do povo russo na guerra contra a barbárie nazista.

Nessa esteira, vieram também Mao-Tse-Tung e outros líderes fantoches da Internacional Comunista como o caricato ditador Enver Hocha, cultuado no Brasil pelo PCdoB em troca de financiamento da Albânia stalinista…

Não há explicações para essas insanidades, como também é insensato que se santifique Lula da Silva, ex-pelego da Volkswagen informante do Dops durante o regime militar, e por isso sugerido pelos obreiristas da USP e a esquerda católica ao general Golbery para ter um partido que enfrentasse o PCB e o PTB.

A idolatria de Lula é uma autêntica versão da idiotice, porque é doentio idolatrar um condenado e preso por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, aguardando outros julgamentos por crimes cometidos no exercício da presidência da República.

Só pode ser um idiota quem veste esta camisa; ou sofre de idiotia congênita ou está impregnado de enfermidade cerebral pela repetição de sessenta e duas mil mentiras no admirável mundo da pelegagem sindical.

O verbete Idiota, dicionarizado, é adjetivo e substantivo de dois gêneros, originário do grego idiōtēs, que deu no latim, idiota, indicando pessoa que demonstra falta de inteligência, de discernimento ou de bom senso.

A palavra tem uma sinonímia riquíssima, com cerca de 200 sinônimos onde se destacam apedeuta, bobo, cretino, energúmeno, estúpido, ignorante, imbecil, inepto e tolo. E, caindo como modelo para os lulopetistas, diz-se de quem é arrogante, pretensioso, e se considera superior aos outros. A Psiquiatria estuda clinicamente o caso como idiotia (atraso mental).

Andei trocando figurinhas com jornalistas da minha geração examinando o tratamento dado pela imprensa a um tal Comitê de Solidariedade Internacional em Defesa de Lula, que lançou a candidatura do presidiário ao Prêmio Nobel.

Esta criação de uma realidade paralela agrupa imbecis em Londres, Nova Iorque e Paris, e, para enganar os leitores, as redações impregnadas de idiotas inventam “especialistas”, “analistas”, “pessoas ligadas a…”, “comenta-se”, “fala-se nos meios” e até “carta do leitor”.

No afã de iludir, “jornalistas de araque” justificam que não citam nomes para preservar as fontes. Mentira. É pura safadeza; não precisam disto; se confiam no informante, assumam o que ouviram em off, sem criar figuras de ficção.

No campo político, não só repórteres e comentaristas, mas também o outro lado, os porta-vozes, entrevistados e expositores espontâneos na avidez dos dois minutos de fama; esses deveriam ter credibilidade e não fazerem chanchadas tipo Big Brother… A informação não é entretimento, deve refletir verdade.

A escala de valores na Comunicação exige responsabilidade e isenção. Por não cumprir este princípio, adotando a idiotice, os jornais impressos estão decaindo e fechando, e o jornalismo televisivo está desesperado. Perdem feio para as redes sociais.

 

MILAGRES

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)

“Milagre é o espantoso que se encontra com o inacreditável”  (Millôr)

O milagre na concepção vulgar, é uma ocorrência fora do comum, imprevista e admirável, violando as leis naturais sem explicação científica. Na Metafísica, as religiões, desde as mais primitivas até as ditas superiores, monoteístas, creem em milagre como manifestação da vontade divina.

Entre os cristãos vigora a crença de que Jesus Cristo operou milagres, curando enfermos, multiplicando o pão e o vinho e até levantando um morto do túmulo. Além disso ressuscitou após a crucificação como havia dito aos seus discípulos.

Como acontecimento extraordinário, o milagre é importante para os têm fé na intervenção divina para resolver problemas. Os cristãos encontram na Bíblia (Hebreus) um incentivo para esta crença:  “A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se vê. Por ela os antigos receberam um bom testemunho de Deus” (Hb 11,1-2).

A palavra Milagre dicionarizada é um substantivo masculino originário do latim, miraculum, do verbo mirare, “maravilhar-se”. O verbete se refere também a uma manifestação teatral religiosa da Igreja Católica na Idade Média; e, nos dias atuais, bastante explorado na literatura.

O grande Voltaire, positivista, escreveu no seu Dicionário Filosófico que “a rotação de cem milhões de planetas ao redor de um milhão de sóis, a atividade da luz e a vida dos animais são milagres perpétuos”.

É interessante registrar que os brasileiros – um dos povos mais crédulos do mundo – apelam para um milagre nas situações mais distintas para conseguir um benefício, da conquista amorosa ao emprego, empréstimo, e até para seu clube ganhar uma partida de futebol…

Nos últimos tempos, ouvi preces com pedidos de auxílio até na política; e é engraçado que vários milagres têm sido realizados neste campo. Conheço muitas pessoas que fizeram promessas para ver o pelego Lula da Silva preso por corrupção e lavagem de dinheiro. E as suas súplicas foram ouvidas…

Um amigo contou-me que recorreu a São Jorge para que seu candidato à presidência, Jair Bolsonaro, cumprisse a promessa de mexer no Estatuto do Desarmamento, permitindo a posse de arma para o cidadão. E já foi acender velas na igreja do santo…

Uma senhora, minha vizinha, viúva de um diplomata que vivia horrorizada com o que o lulopetismo fez no Itamaraty, pediu a uma sobrinha umbandista para livrar o Ministério do Exterior da ideologia bolivariana. E já pagou o despacho de seis pombas brancas ao pai-de-santo.

O inspirador deste artigo, o motorista que me serve a mais de seis anos levando-me aonde não tem metrô nem ônibus, é um alagoano que odeia Renan Calheiros, e vivia prometendo soltar uma dúzia de foguetões se ele perdesse a eleição para presidente do Senado; aconteceu o espantoso e inacreditável e ele acordou a vizinhança com o foguetório ensurdecedor.

Minha irmã, espírita kardecista de um humanismo ímpar, tem rezado diariamente pedindo aos seus protetores o restabelecimento físico de Bolsonaro das facadas sofridas no ataque covarde sofrido em Juiz de Fora.

Da minha parte, dou conhecimento de um rogo que faço aos céus: a volta de um jornalismo vocacionado, ético, generoso e que readquira o crédito no mercado de leitores sem as artimanhas do “disse uma fonte”, “falam nos bastidores”, e “afirmam os especialistas”… Se isto vier a acontecer, prometo não pedir o impeachment de Dias Tófolli…

 

 

BOI DA PECUÁRIA

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)

“Oh! bendito o que semeia/ Livros, livros, à mancheia/ E manda o povo pensar…”  (Castro Alves)

A História, como as cartas do baralho cigano, não mente jamais…  É por isto que meto a cara nas teses, arquivos e pesquisas dos historiadores e estudantes, para confirmar fatos que se incorporaram à minha mente e, por não confiar na memória, vou conferir.

Uma das coisas interessantes que recentemente me ocorreu começou com a Revolução de 30 e a importância do seu comandante, Getúlio Vargas, ter representado o sonho dos movimentos tenentistas de 1922 e 1924.

No plano econômico, que me interessa para o tema que tento abordar, o Brasil se voltou para a “Recuperação da Crise de 29”, na agenda do governo de Getúlio. E a curiosidade levou-me aos efeitos advindos, como a formação do mercado nacional e na mudança do padrão de acumulação de capital no país.

A época foi marcada pela exigência de uma política de industrialização, mas chama a atenção o interesse pela agricultura, a agroindústria e a pecuária. A importância do café, principal produto de exportação, deixou de ser um problema “paulista” e passava a ser um “problema nacional”, gerando uma nova perspectiva econômica.

No intuito de criar outros estímulos para o campo, Getúlio criou a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil – CREAI -, dando início, na prática, ao crédito público de médio e longo prazo para a produção industrial e rural. O Decreto nº 21.537 dos primeiros anos de governo, estimulou o financiamento da criação de gado. No Nordeste, ficou conhecido como “A Pecuária”.

O líder político paraibano, que foi governador, deputado e senador, Argemiro de Figueiredo, me contou que o empréstimo através do Banco do Brasil era concedido após os fiscais do banco verificarem a existência de um rebanho de 60 cabeças de gado na propriedade.

Argemiro revelou-me uma piada da época que correu entre os pecuaristas. Havia um rebanho que ia de fazenda em fazenda antecedendo a visita da fiscalização; os fiscais faziam vista grossa, mas um dia um deles, novo na atividade e íntegro, reconheceu um animal que já vira anteriormente em duas fazendas… – “Olhem o Boi Lucas novamente! ” – E notificou a fraude.

Esta malandragem dos sertanejos sabidos campeou (literalmente) nos Anos de Getúlio em todo território nacional, e se estendeu por muito tempo. Agora, por uma ocorrência de que tomei conhecimento a pouco, está de volta.

Um tuiteiro revelou que uma jovem amiga dele desmarcou um encontro no fim de semana por que iria trabalhar na mudança de uma biblioteca, feita eventualmente para a faculdade onde trabalha.

Mudar uma biblioteca? Perguntou o interlocutor. Ela então explicou que a medida se devia ao vazamento do MEC de que haveria na próxima semana uma inspeção nas instalações da escola e, como lá não há biblioteca, levam livros de uma para outra para enganar os fiscais.

Nos dias de hoje a coleção de livros e documentos se iguala à manada de gado vacum dos tempos longínquos da Pecuária… Só espero que um fiscal honesto encontre um livro e reconheça a capa, e obrigue as faculdades a cumprir a lei que determina a manutenção de uma biblioteca.

O professor Mário Paternostro lamenta, pessimista, que “chegará o dia aqui em nosso país que quem for pego lendo um livro, será preso por tentar evoluir seu intelecto” e conclama para a luta de preservação do livro, lembrando o poeta Castro Alves, nosso epigrafado: ““Livro caindo n’alma/ É germe — que faz a palma, / É chuva — que faz o mar”

 

DETALHES

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Eu sei que esses detalhes vão sumir/ Na longa estrada/ Do tempo…” (Roberto Carlos)

É inegável que a governança no Brasil está recomeçando. Alguns pequenos detalhes negativos não comprometem as medidas até agora tomadas pelo presidente Jair Bolsonaro, cumprindo expressamente as promessas de campanha.

Não votei pela personalidade do Presidente, mas dei-lhe um voto de confiança pela libertação da Nação do jugo imposto pelo narcopopulismo; e, como milhões de simpatizantes que votaram nele, sem ler na cartilha dos extremismos.

A identidade dos que pensaram e pensam no futuro do Brasil tem uma marca: o repúdio aos desgraçados anos de poder lulopetista, onde reinaram a inaptidão, o oportunismo, a inconsequência e a corrupção.

Coroada pela eleição de Bolsonaro a luta que travamos não foi fácil, e, com ele ocupando o poder, mantém-se difícil; não por falta de disposição do Presidente, mas pela violenta oposição que sofre das minorias organizadas e ruidosas, ainda aparelhadas na administração pública e infiltradas em quase todos os espaços culturais do País.

Essa oposição pigmeia sofreu um choque de realidade e ficou sem argumentos para atacar o novo governo; então se prende a detalhes de somenos importância bateando cascalhos à margem de fundamentos político-ideológicos.

Além disso, enfrentamos a mídia intransigente e seletiva nos programas televisivos, com reportagens induzidas e repetidas entrevistas com atores do velho regime. Os profissionais da imprensa comprometidos, silenciaram e silenciam diante dos desmandos dos governos narcopopulistas de Lula e de Dilma.

Varreram e varrem para debaixo do tapete os escândalos denunciados por um dos mais importantes protagonistas dos fatos ocorridos, o ex-ministro Antônio Palocci, sem usar pelo menos a metade do tempo que gastam com as denúncias do Coaf na Alerj.

Por isto, é preciso não alimentar esses lobos famintos com rações dadas pelos próprios auxiliares do Governo Bolsonaro; pelo PSL, partido que o elegeu; e pelos filhos do Presidente. O Caso Queiroz, por exemplo, que envolveu Flávio, filho do Presidente, deve ser resolvido sem mi-mi-mi, e com urgência.

Vamos evitar que Bolsonaro seja vestido com o sabenito e coberto com a mitra da Inquisição, que interdita, tortura e leva à fogueira. Assistimos semanas atrás um ensaio desta cerimônia na Globo News, armado contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Os inquisidores, jornalistas paparicados na emissora e conhecidos do telespectador, julgaram o antigo juiz da Lava Jato com perguntas estúpidas sobre as mesmas bobagens de sempre: direita, gênero, homofobia, índios, quilombolas, racismo, tortura…

No auto-de-fé, ignoraram a formação, o discernimento, a honestidade e a simplicidade do interlocutor. Blindado pela honestidade inatacável, Moro respondeu a todos, sobre tudo, sem se abalar. E calou-os.

Pior é quando convergem, mídia e fanáticos, para tecer a rede de mentiras. Registre-se a exploração política na tragédia de Brumadinho, imperdoável, sem citar que o heroico trabalho dos bombeiros e policiais civis e militares mineiros é feito sem terem recebido o 13º salário e com os vencimentos parcelados, graças ao governo petista de Pimentel. Chamá-lo corrupto, seria redundância.

Não esquecer, por tudo isto, que a vigilância sobre o nosso Presidente deve ser diuturna e implacável. Outro dia, um tuiteiro (me perdoe por olvidar o nome) escreveu que “se tivessem investigado o Lula, como investigam o Bolsonaro, tinham encontrado até o dedo dele”.

Felizmente, os detalhes da insanidade canhota vão sumir no tempo e na memória coletiva: O que vai figurar na História do Brasil, serão as jogadas inescrupulosas de Lula e Dilma, os escândalos da Petrobras e a venda de Medidas Provisórias para usufruir propinas.

 

A GRANDE FARSA

MIRANDA SÁ (Email: mirandasas@uol.com.br)

“Toda farsa tem um fim… e toda verdade prevalece!” (Mariângela Anelli)

Cá prá nós, não precisa ser cientista político, nem aquele “especialista” tão caro à grande mídia, e muito menos ser colunista de fuxicos parlamentares, para ver a grande farsa que é o lulopetismo. Somente os intelectueiros marxistas (dos Irmãos Marx) não enxergam isto, porque não usam os óculos da “lógica dialética”.

Se essa trupe que pretende interpretar a realidade estudasse o seu ídolo, inspirador do comunismo, Karl Marx, aprenderia com um dos seus pensamentos que prognosticou o fracasso da URSS e as carpideiras de Stálin: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.

Esses poderosos “professores” da hierarquia da “pátria educadora”, frutos pecos dos governos petistas, impõem ao alunato imaturo aulas doutrinárias sem conteúdo científico e sem revelar o processo histórico que mostra a ascensão e a queda dos personagens e das organizações ideológicas através dos tempos.

Nessa escola “de esquerda”, faz-se no Brasil a lavagem cerebral que cega a juventude, fascinando-a com o brilho das utopias, tornando-a incapaz de exprimir a crítica e de analisar o que fazem no Brasil o PT e os seus puxadinhos corruptos, ativos e passivos, conspiradores contra o País.

A tendência para o roubo, lhes fez até se apropriar do rótulo “de esquerda” – um saque histórico de uma posição política que não atende ao oportunismo e muito menos uma defesa de princípios. Acomodam-se nas teorias das viúvas de Stálin e a ideologia da pelegagem sindical.

Uma simples análise política vê-los agitando os perdedores de boquinhas governamentais e os analfabetos políticos que emprenham pelo ouvido, para uma “resistência” de enfrentamento com o governo Bolsonaro, que ainda não teve tempo de esquentar o assento das cadeiras ministeriais.

Esta posição incoerente leva-os a uma campanha eleitoral continuada sem assumir a derrota sofrida nas urnas. E, esfaqueando a Democracia, pensaram idiotamente em sabotar a posse do Presidente eleito, afrontando à Democracia e os 54 milhões de eleitores que votaram em Bolsonaro.

Li outro dia uma entrevista do professor Roberto Mangabeira Unger que, se concorde ou não com as posições políticas que ele assume, merece respeito pela cultura. Entre as declarações, fez duras críticas ao PT e considerou a eleição de Bolsonaro como uma resposta à política equivocada, à incompetência administrativa e à corrupção dos governos petistas.

Fazendo um prognóstico sobre o novo governo, Mangabeira disse: “Me parece promissor, e falo como opositor, a ideia de impor o capitalismo aos capitalistas, isto é uma condição preliminar. Daí vem a radicalização da concorrência, quebra dos cartéis, e a destruição dos favores dados aos graúdos pelos bancos públicos”.

O Professor, estudando as propostas do ministro da Economia, Paulo Guedes, considera-as progressistas: “Trazem aquela força que encarna de forma mais vigorosa a causa da energia, da construção, do dinamismo, da criação”.

Este homem culto, auto assumido como oposicionista, difere bastante dos farsantes lulopetistas. Não é uma estouvada Gleise Hoffmann, nem o corrupto Capitão Cuecão cearense, tampouco o pelego analfabeto Paulo Pimenta.

Mangabeira promete fazer oposição com vistas às necessidades nacionais, que será um importante estímulo para o bom funcionamento do governo, porque nenhum governo é infalível.

O Governo Bolsonaro, eleito democraticamente com promessas de realizar uma reviravolta no País, começa do zero numa conjuntura que reflete desonestidade programática “da esquerda” e, em última análise, o retardamento narcopopulista.

Não é fácil combater o fraudulento humanismo da distribuição de esmolas e favores, do logro da inclusão social por cotas seletivas, e da fragmentação nacional pelo confronto racial, religioso e até ancestral.

O anteprojeto político que Bolsonaro traz, contém traços de improviso e timidez, e até um pouco de amadorismo, é verdade, mas nada que comprometa a proposta liberal e progressista na Economia e na aplicação da Justiça.

O que está em jogo é o futuro do Brasil.  Com a derrota da grande farsa lulopetista, a Nação Brasileira mostrou querer a assepsia dos poderes republicanos, uma economia de mercado, soberania nacional e o respeito ao Estado de Direito.

LIBERDADE

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br

“Se a liberdade significa alguma coisa, é, sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir” (George Orwell)

No seu livro “Federalismo, Socialismo e Antiteologismo”, Mikhail Bakunin, expondo o seu conceito de liberdade lembrou o conto infantil da mulher do Barba Azul, que tinha todo luxo e riquezas no palácio onde podia entrar em todos os cômodos, com o direito de usufruir de comidas, diversões, joias e vestidos, mas foi proibida pelo marido de entrar num determinado quarto.

“Um dia, aconselhada pela irmã, pegou a chave do aposento e o abriu, assustando-se ao ver o chão ensanguentado e os cadáveres de outras esposas do Barba Azul ali pendurados, e fugiu. O marido descobriu a desobediência e foi matá-la, mas ela foi salva pelos irmãos das outras mulheres que planejaram uma vingança”.

Assim, Bakunin defende a tese de que a decisão em abrir a porta foi racional e necessária, porque a proibição violava um direito à liberdade. Anarquista, ele usou a metáfora para combater o Estado, que acusava de tolher a liberdade das pessoas.

Mais tarde, a Revolução Francesa proclamou o direito dos povos à Liberdade na própria consigna “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, que inspirou a Constituição Norte-Americana e a instituiu como princípio para a humanidade.

Entretanto, a História da Civilização registra que a luta pela liberdade continua sendo uma constante no mundo, e que ainda assistimos a revoltas populares contra os regimes obscurantistas na África e na Ásia, e nas ditaduras caricaturais na América Latina.

No século passado convivemos com campos de concentração, confinamentos e deportações, nos países ocupados pelo nazi-fascismo e o stalinismo, indignando o sentimento humanista do após guerra; mas deixaram herdeiros fanáticos que defendem aqueles regimes maléficos.

São justamente os indivíduos que por influência externa, ingenuidade ou psicopatia sadomasoquista, atuam entre nós. E não causam surpresa pela banalidade com que o PT lança uma nota oficial em defesa da ditadura Maduro, que massacra o povo venezuelano.

Tal posicionamento não recebe sequer o apoio de 10% dos brasileiros; nem mesmo de algumas tendências auto assumidas como “de esquerda”. Só os descerebrados cultuadores do corrupto Lula da Silva e as viúvas do fascismo e do stalinismo assinam embaixo.

Somente pelo êxodo dos venezuelanos, é impossível aceitar o que ocorre na Venezuela, país que foi o mais rico da América do Sul; só há uma explicação lógica: os lulopetistas apoiam o ditador Maduro para preservar com ele as propinas que a Odebrecht pagou pelos empréstimos do BNDES.

Trata-se de uma dedução simples, porque aonde tem petista tem corrupção. Trata-se de uma organização criminosa que usa a sigla de partido político. Basta lembrar a prisão do filho do ditador da Guiné Equatorial, amigo de Lula, trazendo valores não declarados em dinheiro e joias durante a campanha eleitoral, levantando suspeitas inarredáveis.

O pior é que não se trata apenas da corrupção, mas a negação da Democracia pela convivência com ditaduras, mostrando-se inimigos da Liberdade. Querem provas? Fica provado com a ida da tresloucada Gleise Hoffmann, presidente do PT, para a posse ilegítima do ditador Maduro, algoz do povo venezuelano.

 

CAIXA PRETA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Não há nada em que paire tanta sedução e maldição como num segredo”.(Soren Kierkgaard)

Não sei qual foi o branquelo preconceituoso, misógino e racista, que batizou de “caixa preta” o estojo que revela segredos de desastres, indecifráveis a olho nu. O nome foi usado inicialmente para o sistema de registro de voz e ruídos nos aviões e agora também em ônibus e locomotivas no Japão e nos Estados Unidos.

A expressão “caixa preta” é contraditória, porque a caixa é cor-de-laranja com tiras fosforescentes refletindo luz para ser facilmente vista no escuro… É um equipamento com uma inscrição eletrônica de tempo, fundamental para colimar ou superpor os eventos de voz com eventos de performance.

O escritor israelense Amós Oz foi quem amplificou a expressão além das gravações de informes, sons confusos e gritos de horror no seu romance “Caixa Preta”. A expressão é também usada na Internet como teste de software para verificar dados; e, no Teatro, para um espaço cênico básico retangular com os lados pretos.

Na política e na mídia encontramos uma inflação de referências à caixa preta no mundo inteiro e no Brasil é presença obrigatória nas denúncias feitas ao BNDES quando atuava nos tempos de Lula e do seu fantoche.

Na campanha de Jair Bolsonaro, eleito presidente da República, ele prometeu que ao assumir o poder abriria a caixa-preta do BNDES e “revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos”.

O BNDES, apesar das mudanças ocorridas no Governo Temer, ainda mantém muitos dados em segredo, alegando “proteção ao sigilo bancário” e “operações secretas”, como o empréstimo para o Porto de Mariel em Cuba, operação realizada no segundo mandato de Dilma.

É por isso fundamental que se revele os segredos e se acabe com os sigilos para mostrar principalmente aos nordestinos, o que a sua Região perdeu (ou deixou de ganhar) se fossem financiadas na região as obras da Odebrecht no Exterior e as propinas reservadas para os hierarcas do PT.

A nova direção do BNDES, recém assumida, deve enfrentar a sua burocracia que no Governo Temer se recusou a fornecer informações, como a divulgação da lista de devedores e os empréstimos bilionários concedidos a juros camaradas para “amigos do lulopetismo”.

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, indicado por Paulo Guedes e aprovado por Bolsonaro, recebeu a recomendação de que deve abrir a “caixa-preta”, ou pedir o boné…  Ele tem uma larga experiência no serviço público. Foi economista-chefe do Ministério do Planejamento no Governo FHC, secretário do Tesouro no Governo Lula e ministro da Fazenda no Governo Dilma. Não é um inocente, nem incapaz de atender o Presidente.

É isto o que querem os 54 milhões de eleitores do Bolsonaro: ver a real interpretação do termo “caixa preta”, como uma botija que esconde o produto de um roubo. Esperam que seja divulgado o que realmente ocorreu no reinado lulopetista da corrupção.

… E os 54 milhões exigem mais: se for comprovado o crime, como se desconfia, que os responsáveis sejam julgados, presos, e devolvam aos cofres públicos o que de lá foi subtraído.

 

 

O OVO DA SERPENTE

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Ainda está fecundo e procriando o ventre de onde isso veio engatinhando”. (Bertolt Brecht)

Onde está o ninho do ofídio venenoso? No aparelho do Estado, n’algum dos poderes da República, na mídia, ou, quem sabe, como vírus propagado na urna eletrônica? É difícil encontra-lo, e esta dificuldade mantém as suas ameaças.

É preciso encontrar os ovos da serpente, como fez metaforicamente o cineasta sueco Ingmar Bergman, no filme que teve como cenário a Alemanha antes dos nazistas tomarem o poder e Hitler concentrar todos os poderes políticos.

Clássico da cinematografia, “O Ovo da Serpente”, despertou as consciências e impôs sua expressão mundialmente, principalmente nos círculos intelectuais autênticos. É a colocação perfeita para alertar que o mal é gerado sem que a sociedade se dê conta disto.

Como sou chegado a metáforas, achei extraordinária a cena final da película, em que o cientista Dr. Hans Vergerus descreve a sua pesquisa, e anuncia que já se vê, através da casca translúcida, os fetos ovíparos se agitando.

Lá se vão 40 anos do filme de Bergman que chama a atenção dos povos para o perigo que um bando de serpentes pode trazer para uma Nação. No Brasil, por exemplo, o apego das esquerdas ao estatismo, aparentemente natural, desenvolve as consequências para impedir a realização do liberalismo econômico que desejamos para o país.

Escrevi outro dia que “a economia de livre comércio é perfeita; moderniza a produção, valoriza o comércio e a indústria, e influencia naturalmente a política e o dia-a-dia dos povos”. Repito: a implantação da economia liberal defendida pelo centro democrático, é o que o Brasil precisa para o seu desenvolvimento.

Entretanto, contra o advir desenvolvimentista, os nocivos répteis do narcopopulismo põem seus ovos que gerados trazem o DNA das ditaduras cubana e venezuelana para permitir o domínio de uma burocracia partidária.

As serpentes, mesmo moribundas, armam seus ninhos dissimulados e defendidos pelos fanáticos herdeiros do stalinismo, ou pelos semialfabetizados políticos formados na escola “com partido”….

São, infelizmente, ignoradas pela sociedade porque o mal está camuflado pela sofisticação da criminalidade, a radicalização da violência e a banalização da impunidade. E estimulado pela decadência da chamada classe política.

Afortunado, o Brasil viu nascer, de forma espontânea, crescente e majoritária, um movimento que despertou a nacionalidade e enfrentou a subserviência dos poderes republicanos às palavras de ordem falsamente humanistas e às mentiras repetidas por uma minoria organizada e ruidosa.

Esta manifestação, evoluindo, convergiu para a candidatura de Jair Bolsonaro às eleições presidenciais. Enfim, Bolsonaro derrotou a politicagem comprometida pela distribuição do assalto lulopetista ao Erário e às empresas estatais.

Esta vitória da centro-direita oferece uma garantia para a implantação do liberalismo econômico, gerador da Democracia autêntica – se é que se pode adjetivar a divina palavra Democracia –, regime que coloca a liberdade em primeiro lugar, desprezando as ilusórias promessas de igualdade.

Repudiado pela maioria do povo brasileiro, o narcopopulismo está agonizante, mas não morto. A luta continua: é preciso achar os ovos da serpente antes da sua eclosão; eles serão fatais se não forem esmagados, impedindo que os filhotes nasçam.

LABIRINTO

MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)

“O futuro é um labirinto que confunde e assusta, exceto para quem estiver preparado para enfrentar monstros e encontrar a saída” (Anônimo)

A ideia de labirinto nos faz projetar, a partir do ano novo, o que poderá advir do governo Bolsonaro, cujas expectativas estão desenhadas nos corações e nas mentes dos patriotas brasileiros que lutaram para livrar o País da praga do narco-populismo, inoculada pelo Partido dos Trabalhadores e os seus puxadinhos “de esquerda”.

Labirinto é toda construção de estrutura intrincada, com ambientes semelhantes que se comunicam por passagens tortuosas e extensos corredores com entradas incertas que levam a saídas falsas.

A palavra dicionarizada é um substantivo masculino de origem grega, labúrinthos, definindo um emaranhado de caminhos que se entrecruzam. É por demais conhecida a história mitológica do labirinto de Creta, que alojava o Minotauro, monstro metade homem, metade touro, devorador de jovens.

O herói Teseu enfrentou e matou o monstro, e encontrou a saída graças ao fio de um novelo que ia desenrolando por orientação de Ariadne, princesa cretense filha do rei Minos.

Os ricaços europeus, ingleses, principalmente, e norte-americanos, constroem nos seus jardins, labirintos de sebes para os jogos de esconde-esconde; também nos parques de diversão encontramos labirintos de espelhos.

Na medicina, o labirinto é a região do ouvido responsável pela noção de equilíbrio, audição e percepção de posição do corpo; e, para alguns psicólogos, é uma figura simbólica que constrói uma imagem mental, metafórica.

Sem metáforas, os governos lulopetistas, não necessitaram do lendário arquiteto Dédalo para construir o labirinto da estagnação econômica, com a superestrutura política e social argamassada por ações fraudulentas e corrupção institucionalizada.

Esta é basicamente a situação que o presidente Jair Bolsonaro deverá enfrentar e responder aos seus eleitores exigentes.  A sua impressionante trajetória na vida pública foi construída sem um partido político totalitário nem uma seita de fanáticos.

A conformação da sua campanha eleitoral agregou inicialmente parentes e amigos próximos, e à medida em que foi levando, confrontando-se com a organização criminosa chefiada por Lula da Silva, atraiu toda a insatisfação nacional contra a atuação e os métodos adotados pelos governos petistas.

Da metade para o fim, recebeu o apoio da maioria silenciosa simpática às teses do liberalismo econômico, da defesa da moral e dos costumes, das tradições da família brasileira e o despertar cívico do amor à Pátria. Nesta onda entrou o Centro Democrático autêntico.

Vitorioso nas urnas, Bolsonaro assume a Presidência da República, com inegável apoio popular, 65% dos entrevistados pela pesquisa Datafolha. Este índice de otimismo abre as cortinas do palco Brasil para uma nova era que representa uma reformulação dos governos anteriores, varrendo para sempre os malefícios dos governos lulopetistas.

Entramos no labirinto deixado por desgovernos após a redemocratização, e esperamos que não haja apenas uma troca de guarda, mas uma reestruturação do aparelho de Estado e mudanças concretas na administração federativa. Para isto, Bolsonaro e sua equipe estudaram e prepararam um rol de medidas para recuperar a economia e realizar ações na segurança pública.

Temos à frente dos destinos econômicos o ministro Paulo Guedes, em quem está depositada a confiança do empresariado e dos economistas descomprometidos com a política emperrada do ideologismo narcopopulista.

À frente da Justiça e Segurança Pública, apoiado por 86% dos brasileiros, temos Sérgio Moro, que recebeu carta branca de Bolsonaro para implantar um “modelo Lava Jato” de combate à violência e criminalidade.

Em seu primeiro discurso após tomar posse, o novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, resumiu como será a nova política externa, dizendo que “O Brasil voltará a ser um país livre de amarras ideológicas”, depositando assim nas mãos do chanceler Ernesto Araújo, a condução da diplomacia de gigante, libertando o Itamaraty do comissariado bolivariano.

Em nome do contribuinte esperançoso de receber da máquina pública o equivalente ao valioso tributo pago, queremos a revisão de atos e contratos dos governos anteriores como prometeu o Presidente na campanha;

Entre os compromissos assumidos, aguardamos a varredura nos cargos comissionados, cujo aparelhamento é prejudicial na administração pública; pedimos que a “caixa preta” do BNDES seja aberta e que se puna os responsáveis por empréstimos lesivos ao Erário;

Queremos a depuração das empresas estatais e a privatização das ineficientes e deficitárias; desejamos que seja dado publicidade aos gastos abusivos de portadores de cartões corporativos usados nos últimos 16 anos;

E temos a esperança de que venham as reformas indispensáveis à conquista do desenvolvimento econômico e social, tendo como prioridade máxima a reforma da Previdência.

Finalmente, desejamos, de coração, o êxito da nova gestão, ofertando-lhe o Fio de Ariadne para o desempenho de ações desburocratizantes, da menor intervenção estatal na economia, e do esforço para banir de todo e sempre a corrupção, o monstro labiríntico que vinha devorando o futuro do Brasil.