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IDEOLOGIA DO CINISMO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Nas fases mais avançadas do cretinismo, a falta de ideias é compensada pelo excesso de ideologias”. (Carlos Ruiz Zafón)

Nunca se abusou tanto da palavra “Ideologia” como nos tempos atuais; esta excessiva inconveniência vai dos professores papagaios de slogans partidários à demagogia política dos andares de cima, passando, é claro, pela imprensa a serviço do globalismo.

O verbete “Ideologia”, dicionarizado, é um substantivo feminino que expressa vários significados, tido como algo ideal na formação das ideias, doutrinas ou utopias adotadas por um indivíduo ou uma coletividade.

“Ideologia” foi um neologismo criado pelo filósofo francês Destutt de Tracy (1754-1836) propondo tornar-se uma ciência para pesquisar a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo externo. O termo teve um sentido pejorativo de Napoleão, que chamou De Tracy e os seus seguidores de “ideólogos”, como deformadores da realidade.

Apesar das críticas recebidas, o estudo da ideologia se acentuou e o filósofo alemão   Georg Wilhelm Friedrich Hegel aproveitou-o para explicar a abrangente história da filosofia, da ciência, da arte, da política e da religião, nascendo daí o método dialético de análise.

O princípio ideológico original trazia duas concepções: a neutra e a crítica; Karl Marx, filósofo idolatrado pelos comunistas e fascistas (excluindo-se os nazistas antissemitas, por que era judeu), aboliu a crítica e abandonou a neutralidade, resumindo o conceito de ideologia como reflexo da luta de classes, e não como o conjunto de pensamentos de uma pessoa ou de um grupo de indivíduos.

Olhando do ponto de vista de que a ideologia se manifesta pela relação social, a encontraremos na família, na escola, na igreja, nos partidos, nos órgãos civis e militares do Estado e até nas torcidas de futebol…

Ligando a ideologia aos sistemas políticos a visão filosófica atual aponta várias definições, como ideologia anarquista: libertária pela abolição do Estado e de todas as formas de controle de poder; ideologia conservadora defendendo valores morais e sociais; ideologia democrática, participativa e liberal; e ideologia totalitária englobando comunismo e fascismo pretendendo impor um Estado poderoso e onipresente.

Daí temos ideologia da demagogia, da desonestidade, da estética e da paixão… Vulgarizada pela mídia e instrumentalizada por uma minoria ruidosa, surgiu uma tal de “ideologia de gênero”. Seria melhor intitulada “ideologia de gênero zero”, pois defende que a sexualidade humana não é um fator biológico, mas construção social e cultural.

Este lixo se tornou uma bandeira comum ao globalismo e ao narcopopulismo, ambos desejosos de destruir a sociedade tradicional. No Brasil, seus aderentes lulopetistas adotam o princípio de que “os fins justificam os meios”, princípio de outra ideologia, “ideologia do cinismo”.

Presente no cenário eleitoral, não há exemplo mais do que perfeito da ideologia do cinismo vermos pessoas e organizações que acusaram de golpe o impeachment de Dilma. Foram às ruas, puseram bandeirinhas nas janelas, usaram camisetas e botons, e agora se abraçam com os golpistas em vários estados, inclusive nas Minas Gerais, onde a impichada é candidata…

Na mídia sobrepassa esta aberração, com jornalistas cinicamente ideológicos fazendo das entrevistas inquisições, como se assistiu na defunta “Roda” da TV-Cultura com o presidenciável Jair Bolsonaro e a vergonhosa sessão mediúnica do Sistema Globo baixando o espírito de Roberto Marinho para se desmentir de posição assumida em vida…

 

 

CONTA “PRÁ GENTE”

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana…” (Barão de Itararé)

O “conta prá gente” é um bordão pouco inteligente adotado pelos apresentadores de jornais televisivos do Sistema Globo; é tão idiota, que a paternidade é desconhecida, mas adotada coletivamente. Com este cacoete, os telespectadores pagam o preço de serem terceirizados como receptadores de informação… Primeiro contam “prá” eles, depois “prá” nós.

Por usarem e abusarem da subordinação da audiência, redatores e papagaios globais assumem a realidade de possuir o monopólio das invisíveis ondas eletromagnéticas que transmitem o som e a imagem nos ares…

Sendo monopolista, a relação do transmissor e o receptor é ativa e passiva, um impondo ao outro as mensagens idiotizantes pela magia das cores, pelo som harmônico, e a imagem de pessoas atraentes. Enfim, pela ilusão.

Contam prá gente o que querem e o que a gente está obrigado a escutar. Vem de longe essa prática maléfica. Ainda está gravado na minha memória o escândalo da tentativa fraudulenta da Proconsult em parceria com a Globo para derrotar Brizola na primeira eleição após a redemocratização.

Sabem quem seria beneficiado? O Moreira Franco. Sugiro uma pesquisa sobre o assunto, para reforçar a crença de que o abuso de confiança se mantém presente, agora com a urna eletrônica e/ou através de um ministro capaz de fazer o que Dias Toffoli fez, uma apuração secreta.

No caso de Brizola a fraude foi descoberta e denunciada internacionalmente, mas, tanto a facilidade de hackear as urnas eletrônicas como o logro do ministro Toffoli, caíram no esquecimento da massa por que ninguém conta prá ela…

O “conta prá gente” esconde a revoltante situação da Venezuela sob a ditadura Maduro. Fala dos refugiados venezuelanos e de uma “crise”… Que crise? É proibido no Sistema Globo citar a criminosa ditadura de Maduro.

O “conta prá gente” não detalhou o repulsivo vandalismo dos lulopetistas com bombas de tinta vermelha na entrada do STF em Brasília, repetindo, certos da impunidade, o que anteriormente fizeram no prédio onde Cármen Lúcia tem um apartamento em Belo Horizonte.

O “conta prá gente” surfando nas ondas eletromagnéticas do Sistema Globo gasta mais tempo enfocando matérias tipo “doutor Bumbum” do que o assassinato brutal de uma estudante brasileira em Manágua pelas milícias do governo Ortega.

De um lado, pura diversão, pois as cirurgias estéticas de bundas são o cúmulo da imbecilidade massificada; do outro lado, os cuidados para não ofender o governo nicaraguense apoiado por PT, PCdoB e Psol, partidos influentes nos meios da imprensa…

O “conta prá gente” com outro bordão e formatação mais modesta generaliza-se por todos canais de televisão. Tivemos esta prática infeliz a pouco com a degenerescência do programa Roda Viva que já foi exemplo de bom jornalismo.

Em entrevista feita com o presidenciável Bolsonaro foi tão baixo o nível dos seus entrevistadores, repetindo slogans desgastados do Psol, que até ferrenhos adversários do Capitão acharam que ele se agigantou diante deles.

Frente à realidade, o “conta prá gente” olha para trás como as “estátuas de sal” da Bíblia; vê, pela ótica de uma ideologia superada e distorcida, a dívida dos sobas africanos com a escravatura como se fosse nossa; um revanchista conceito da ditadura militar e o sexualismo “politicamente correto”.

Não contam prá gente que a falência do Brasil se deve à incompetência e à corrupção, nos 14 anos de PT-governo. Omitem que a herança maldita do lulopetismo se multiplica e se emaranha na economia e na administração pública.

 

 

 

 

 

 

NOVELA PORNOGRÁFICA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

      “Meus personagens são reconhecíveis, vocês os encontram nas ruas. O telespectador   brasileiro                               não precisa ser guiado através da história; ele percebe sozinho, e o que não sabe, deduz. ” (Aguinaldo Silva)

Como um folhetim do século XIX e a mesmice embaralhada da dramaturgia mexicana, o Brasil mal desperto do sonho que sonhava de conquistar o hexa campeonato na Copa da Rússia, assistiu uma novela pornográfica protagonizada pelo lulopetismo.

No primeiro capítulo, Zé Dirceu foi solto da prisão pelo seu eterno subordinado Dias Toffoli, togado por concessão de Lula ao analfabetismo; livre e solto para agir, Dirceu maquinou uma conspiração para ressuscitar o Pelegão contando com a cumplicidade de parlamentares sabujos e do desembargador petista Rogério Favreto.

Mesmo sabendo ter poucas chances jurídicas, o ideólogo da maldade e o comissariado lulopetista prepararam a trama para trazer Lula de volta à mídia e agitar o que resta de militância no partido, menosprezando o Estado de Direito.

Velho guerrilheiro de fancaria, o condenado de Justiça Zé Dirceu não hesitou em queimar o “companheiro” Favreto (que se desmoralizou nos meios jurídicos) e de usar enganosamente os cultuadores da personalidade de Lula para fazerem manifestação na Avenida Paulista, concentração em Curitiba e até uma feijoada no Rio de Janeiro.

Tudo foi intrigante no enredo: o desembargador Favreto recebeu o pedido fajuto de habeas corpus 32 minutos após assumir o plantão no TRF4, e poucos segundos depois não hesitou em intimar o juiz da 13.ª Vara Federal de Curitiba a manifestar-se sobre a soltura do chefe da Orcrim petista.

Depois, dando andamento ao golpe, com a antecipadamente preparada notificação de soltura na mão, já estavam na porta da PF em Curitiba os três deputados golpistas… Mas deram azar.

O juiz intimado era Sergio Moro que mesmo de férias, prontificou-se a atender à solicitação de Favreto. Cumprindo as determinações da Lei, o magistrado da Lava Jato em vez de expedir o alvará de soltura, negou-se a fazê-lo e registrou a incompetência do desembargador plantonista para atuar no processo.

Realmente; a decisão de Favreto trazia um erro básico: tendo a prisão de Lula sido determinada pela 8.ª Turma do TRF-4, não havia como o juiz de primeiro grau ser a autoridade coatora.

Assim, Moro não poderia ter agido melhor e recebeu o apoio do relator da Lava- Jato no TRF4, João Gebran Neto e as aprovações do procurador-geral em exercício, Humberto Jacques de Medeiros, do presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Thompson Flores, e da ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça.

A quadrilha desesperada diante da justiça boa e perfeita executada por Sérgio Moro, elegeu-o alvo de ataques previamente preparados pelo script traiçoeiro. Ao contrário, Moro recebeu o aplauso nacional e foi magistralmente defendido pela ex-ministra do STJ, Eliana Calmon, declarando que Favreto “enxovalhou o Judiciário” e “usou a magistratura para criar um fato político”.

Se o roteiro novelístico não visasse atingir exclusivamente a audiência de impotentes e mal-amadas, sua exibição de obscenidade e virulência deveria ser censurada ou proibida para menores de 16 anos…

Eles próprios se encarregaram de reprova-la, encenando flagrantes erros, da filiação partidária do desembargador nomeado por Dilma, e a comprovada mobilização prévia dos ativistas.

Ficou capitulada assim a conspurcação da magistratura nas falsas ações judiciais, na tentativa mais rudimentar do que as práticas heterodoxas da 2ª Turma do STF. Mas, felizmente, mostrou também que há juízes cumpridores da Lei no Brasil.

Fica triste, porém, sabermos que ainda não tivemos um final feliz. Lula manterá as pressões sobre os ministros do STF, cobrando-lhes suas nomeações; e deles já obteve o direito de furar fila nos processos com recursos reciclados em capítulos da novela sem-fim…

 

PÁ-DE-CAL

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

          “Antônio Palocci jogou definitivamente a pá de cal que faltava no cadáver insepulto de Lula”   (Joice Hasselmann)

Aliada a pesquisas arqueológicas, a antropologia registra que o salto civilizatório do homo sapiens se deveu ao seu trabalho manual e o uso de ferramentas, diferenciando-o dos demais homini, seus contemporâneos.

Junto à faca e seus derivados, a foice e a enxada, encontra-se a pá, empregada para amaciar a terra e cavar buracos, trincheiras e valas. De lá para cá surgiram vários tipos e até “pá de bolo” cortando fatias nas festas…

Dicionarizado, o verbete “Pá” é um substantivo feminino que consiste numa lâmina larga com cabo, para escavar ou remover terra, carvão, neve, lixo, etc. Figurativamente tem diversos significados, de exclamação (saudação em Portugal), complemento, quantidade, vocativo e até entre usuários de drogas, “dar um pá”.

Como nos interessa a “Pá-de-Cal”, encontramos no Dicionário de Termos e Expressões Populares de Tomé Cabral (Edição UFC), como “última medida”; e, recolhido pelo prolífero pesquisador potiguar Gumercindo Saraiva, é “assunto encerrado”.

Como “última medida” vamos chegando às provas de que Lula da Silva & Cia Ilimitada formaram uma quadrilha para assaltar o País e que esta atividade criminosa está perto do fim, após denúncias e prisões de diversos hierarcas petistas, e também Lula condenado e preso.

Assistimos a primeira condenação do Chefe do PT que, segundo os jornalistas Thiago Bronzatto e Felipe Frazão, sofre acusações por “ter praticado 236 vezes os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e obstrução da Justiça.

Após esta avaliação, surgiu outra bomba: a colaboração premiada do ex-todo-poderoso ministro dos governos petistas, Antônio Palocci, firmada com a Polícia Federal. Agora não sabemos o que sairá da cabeça dos togados 2ª Turma do STF simpáticos aos esquemas de corrupção.

Palocci está preso em Curitiba desde setembro de 2016, condenado a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e só agora conseguiu fazer a delação. O seu testemunho é fundamental, pois participou das decisões mais importantes do PT e do Governo Federal nas últimas duas décadas.

Conforme vazamentos, o ex-ministro revela a atuação de Lula e Dilma nos escândalos da Petrobras, e abre condições para atestar isto por meio de ligações telefônicas com Lula e a posição dos aparelhos celulares no mapa das antenas. Listou datas e horários das entregas de dinheiro a Lula como parte do conteúdo probatório.

Para evitar a rebordosa desta delação do fim-do-mundo, Zé Dirceu mobilizou o que resta de militância no PT e articulou um golpe com os seus infiltrados na Justiça. A trama foi minuciosamente preparada, com prognósticos de resultados da Copa do Mundo e aguardando o plantão do desembargador petista Rogério Favreto no TRF4.

Se esqueceram apenas de combinar como os membros da Justiça Federal e do Ministério Público, que não tiram férias e dormem de olhos abertos; por eles, felizmente, a conspiração foi abortada e mantiveram Lula na cadeia, evitando o caos sócio-político que a soltura dele criaria.

Abortado o conluio criminoso pela decisão do presidente do TRF4, Thompson Flores, os advogados envolvidos apelaram para o STJ e de lá receberam a negação do pedido; a presidente da Corte, ministra Laurita Vaz, afirmou a invalidade e a incompetência nas decisões do desembargador Rogério Favreto.

E tem mais. A ex-corregedora nacional de Justiça e ex-ministra do STJ, Eliana Calmon, disse que Favreto “enxovalhou o Judiciário” e que usou a magistratura para criar um fato político.

Vê-se assim, com otimismo, que ainda há juízes no Brasil, e vale a pena homenagear estes amantes do Direito; e louvar a ação patriótica do juiz Sérgio Moro e da Polícia Federal, que jogaram a última pá-de-cal na cova do narcopopulismo e do defunto insepulto Lula da Silva.

 

 

 

CONTO-DO-VIGÁRIO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

Num país onde o vigarismo é tido como qualidade e sua vítima como otário, o melhor que se faz é ter ouvidos moucos ao se aproximar de um político (Anônimo)

É do folclore brasileiro a história da disputa dos vigários das paróquias de Pilar e da Conceição em Ouro Preto, nas Minas Gerais, por uma imagem de Nossa Senhora. Para os devotos das duas igrejas, um dos padres propôs que pusessem a imagem na cangalha de um burro que seria solto entre as duas igrejas e, para qual ele dirigisse, ali ficaria a santa. Foi aprovada e assim se dei: o animal se encaminhou para a igreja de Pilar. Descobriu-se depois que o jumento pertencia ao pároco de lá…

O conto-do-vigário é uma expressão usada em Portugal e no Brasil significando uma tramoia em que o malandro monta uma história que parece favorecer alguém que termina sendo logrado.

Nas páginas policiais dos jornais antigos (hoje nas editorias políticas) aparecem inúmeras versões de conto-do-vigário, todas convergindo para o uso de um golpe enganoso. Uma ficção do escritor e poeta Fernando Pessoa descreve a manha de um lavrador ribatejano, Manuel Peres Vigário, que se aproveitava da ganância alheia para trapacear.

É impossível ocorrer no mundo um conto-do-vigário maior do que o que os trotskistas sem rumo, os padres de batina vermelha e os obreiristas da USP passaram para lograr o povo brasileiro, criando artificialmente “um líder operário” que nunca passou de um pelego astuto e corrupto, Lula da Silva.

Este rufião, que transformou a Petrobras num bordel para os empreiteiros e fornecedores da empresa, agora preso por corrupção, ainda mantém o apoio da mídia mantida pelos restos das verbas bilionárias recebidas dos governos lulopetistas.

Lula personifica o conto-do-vigário quando se compara com Getúlio Vargas, Nelson Mandela, Tiradentes, e até com Jesus Cristo, sob o aplauso de plateias formadas com aproveitadores, cúmplices ou descerebrados.

No poder, este conto-do-vigário montou filiais em todos os setores da administração pública, infiltrando agentes nos três poderes da República para levar o país ao caos beneficiando “companheiros” e sabotando medidas de interesse nacional.

Os governos lulopetistas, do próprio Lula ou dele através do fantoche Dilma Pasadena Rousseff, institucionalizaram as fraudes do BNDES para alimentar as empreiteiras corruptas através de governos narcopopulistas que deixaram muitos milhões de dólares de propinas nos paraísos fiscais.

Quem antes denunciava os “300 picaretas do Congresso”, acrescentou-lhes, para assaltar o Erário, as bancadas do PT e dos seus puxadinhos, transformando o Poder Legislativo num cassino onde parlamentares põem a honra na mesa verde para ganhar o dinheiro público.

Foi este Congresso que criou o “fundo partidário” para pagar com o dinheiro do contribuinte a manutenção e as campanhas eleitorais das organizações político-partidárias “em nome da democracia”, o que caracteriza um conto-do-vigário, porque Democracia de verdade, quer partidos sustentados pelos seus apoiadores.

Pelos malfeitos no Executivo, os picaretas do PT e seus parceiros, provocam a revolta na consciência dos que não foram inoculados pelo vírus das “bolsas disto e daquilo”, não se acumpliciaram com a roubalheira, nem se fanatizaram cheirando a droga de uma ideologia deteriorada.

Pelo aparelhamento do STF, fotografa-se em grande angular quão prejudicial e antidemocrática foi a indicação dos ministros pelos lulopetistas, alguns cujos perfis não lhe dariam uma cátedra nas faculdades de Direito. Lá passa incólume a esperteza da politicagem, equivalente aos delitos praticados por vigaristas.

Agora, além da libertação de José Dirceu, condenado a 30 anos de cadeia, pelo seu advogado togado, Dias Toffoli, outra versão do conto-do-vigário no Supremo é a ocupação exclusiva dos seus ministros julgando prioritariamente os infinitos recursos de Lula que, por puro vigarismo, se diz “preso político”.

BANDALHA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Varre, varre, varre… / varre, varre, vassourinha/ varre, varre a bandalheira/que o povo está cansado/ de sofrer dessa maneira” (Jingle de Antônio Almeida para a campanha de Jânio Quadros)

O dia a dia do Supremo Tribunal Federal que examina infinitamente os recursos do apenado Lula da Silva, preso por corrupção e lavagem de dinheiro, é decepcionante e desacredita e revolta os que gostariam de ver a Corte ministrando Justiça boa e perfeita.

Esta encenação tem muito a ver com a atuação de uma trupe que deseja soltar o chefe da Orcrim que assaltou o Erário, um crime que só agrada os picaretas do Congresso, os Odebrechts, os Joesley, os Eikes, os empreiteiros corruptos e os ladrões dos fundos de pensão… Sem esquecer os cúmplices lulopetistas da roubalheira.

É tão chulo este cenário no STF, que vem acompanhado de infame bate-bocas dos ministros togados comportando-se como “mulherzinhas de ponta-de-rua”, conforme minha mãe dizia…

Não há exemplo mais do que perfeito do que o desafio do juiz Luís Roberto Barroso enfrentando o colega Gilmar Mendes: – “Me deixe fora desse seu mau sentimento, você é uma pessoa horrível, uma mistura do mal com o atraso e pitadas de psicopatia…”

Numa Democracia, a última instância jurídica no Brasil, deveria impor respeito com decisões equilibradas e importantes para o País e o seu povo, mas se transformou por comportamentos desprezíveis numa bandalha.

Uso a palavra bandalha por ter estudado este substantivo feminino e adjetivo de dois gêneros, depois que li um texto do Jornalista Políbio Braga referindo-se aos “criminosos políticos da esquerda bandalha”; antes só conhecia o termo como uma gíria popular comentando manobras ilegais no trânsito.

Em Portugal, a palavra bandalha é utilizada quando alguém se comporta mal. Tem origem numa antiga expressão, o seu gênero masculino, “bandalho”, que significava molambo, retalho de pano velho, ou pedaço de pano que pende de veste rasgada ou descosida; trapo, farrapo; e, por metonímia, “o que anda esfarrapado”.

No uso popular é bandalheira, grupo de bandalhos; corja, cambada, gangue, quadrilha, súcia, e vai por aí, aceitável para perfilar o grupo que soltou com firulas processuais José Dirceu, um condenado a 30 anos por corrupção.

Foram obscenos os floreios registrados na 2ª Instância do STF para apunhalar a legislação que seus membros se obrigam a defender; e, muito pior, havia uma articulação para livrar Lula da prisão, o que ocorreria se o relator Edson Fachin não tivesse enviado ao plenário seu julgamento.

Seria um nojento casuísmo abrir uma brecha na própria jurisprudência da Alta Corte, atropelar a decisão de prisão após condenação na 2ª Instância tentando desconsiderar a maioria do plenário.

As trêfegas loucuras do lulopetismo no seu universo virtual, na sua realidade paralela que faz de bandidos heróis e de heróis bandidos, incluem a imaginação de que, por agradecimento às suas nomeações, os ministros do Supremo deveriam fraudar um processo, como faz o ex-advogado do PT, Toffoli, que se decente fosse, se declararia impedido nas votações que julgam o seu partido.

Impedido estou, de pensar como bandalha, a afirmação da ministra Cármem Lúcia de que as decisões do STF não são políticas. Ela o diz com boa-fé; da minha parte creio, parafraseando François Guizot, que isto já ocorreu: a política adentrou no recinto do Tribunal, e a Justiça saiu por outra porta.

 

RECURSO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Só não digo que o brasil é um cabaré, por que um cabaré é mais organizado” (Anônimo)

O processo jurídico no Brasil é um hímen complacente, elástico, permissível para uma penetração que mantem a virgindade da Justiça…. No processo, isto se chama recurso; ação de criminoso condenado e preso, que se repete indefinidamente conforme a natureza da demanda e do dinheiro disponível do réu para manter advogados caros.

O “Recurso” como verbete dicionarizado é um substantivo masculino definido como ação de recorrer, pedir ajuda; auxílio; e no sentido figurado, como o que abriga, refugia; consolo.

No campo da Justiça, significa o meio usado para contestar uma sentença judicial; e são usados diversos tipos de recursos, embargos (com várias manifestações), agravo, apelação, recurso especial, recurso extraordinário, dentre outros…

Para o tuiteiro Samuel Peixoto, estudioso dessas sentenças, “a palavra é postergação”. Isto é, adiar ou deixar para trás os julgamentos.  Concordamos com ele ao apreciar o que vem ocorrendo com relação ao corrupto Lula da Silva na sua defesa masturbatória para escapar da condenação.

Esta ação protelatória que se aproveita de uma legislação leniente com os delitos e os delituosos nos leva a pensar a outros usos da palavra “recurso”, traduzida no português castiço como “casa de furnicação” e em linguagem popular como bordel, casa de prostituição, casa da luz vermelha, casa das primas, prostíbulo.

Antigamente havia mais requinte nesta referência com uma expressão francesa, rendez-vous, local para encontros, referindo-se à zona do meretrício e, quando oferecia entretenimentos, salão de dança com música ao vivo, era cabaré…

O escritor Jorge Amado tornou famoso um lupanar baiano da época dos coronéis do cacau, o “Bataclan”, e digno de registro pela divulgação internacional, o “Cabaré de Maria Boa”, em Natal, tornado célebre na 2ª Guerra Mundial.

No começo da década de 1940, foi instalada em Parnamirim, Rio Grande do Norte, uma base militar norte-americana e a capital do estado fervilhava de militares americanos e brasileiros e aviões, hidroaviões e jipes faziam parte do cotidiano, conforme descreve o historiador José Correia Torres Neto.

Então, os natalenses e seus visitantes conviviam com o Cabaré de Maria Boa onde além das prostitutas, os clientes podiam saborear cerveja gelada em mesas ao ar livre e ouvir e dançar ao som das “big-bands” norte-americanas.

Um fato curioso da época, que não é capitulado nos livros de História do Brasil, foi a homenagem que a cafetina paraibana Maria Boa recebeu dos aviadores brasileiros e americanos, com o batismo do seu nome numa “Fortaleza Voadora”, o B-25, com a versão de “Mary Good”.

Informada disto, Maria Boa não acreditou, sendo por isto levada por jovens militares à Base, onde lhe mostraram a aeronave em que foi nomeada ao lado do registro numeral do avião, 5079. Segundo comentários da época suas lágrimas rolaram de alegria.

Lula da Silva, o cafetão que montou um lupanar para as empreiteiras nas empresas estatais, encena um show de recursos – que chegam às dezenas, curiosa e apressadamente, ao STF –, com esta insistência ele ambiciona ter seu nome dado à sala de um tribunal, para agradar os exploradores das obras públicas, controladores dos fundos de pensão e marqueteiros ilusionistas. com Chico Buarque cantando “Cabaré”, na inauguração…

 

RESISTÊNCIA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“O mais forte nunca é suficientemente forte para ser sempre o senhor, senão transformando sua força em direito e a obediência em dever” (J.J. Rousseau)

Para enfrentar a injustiça, o jurisconsulto patriota e sobretudo corajoso, Rui Barbosa, escreveu que “Quem não luta pelos seus direitos, não é digno deles”. Seguindo este nobre ensinamento, não posso calar diante da injustificável (sem trocadilho) ação do STF, julgando notórios corruptos sem punição para eles…

Nesses tempos sombrios que atravessamos, há pessoas que creem e, com singeleza, apelam para as Forças Armadas esquecendo-se que os generais se calaram e se omitiram diante do descalabro criminoso nos governos lulopetistas.

Por diante, como sou convicto de que o povo brasileiro é pacífico, mas não é covarde, enxergo somente a desobediência civil como saída para a crise institucional que atinge e apodrece os três poderes da República.

A hora é agora. É inaceitável que o STF absolva a corrupta Gleise Hoffmann, mesmo com os ministros que a absolveram reconhecendo práticas corruptas dela e dos seus companheiros de processo, igualmente livres de punição.

Vamos à luta. A desobediência civil não é coisa nova. Platão, seguindo o pensamento do seu mestre Sócrates, já ensinava em 400 a/C, a desobediência às leis injustas; e, mais tarde, Jesus Cristo pregou a não violência, como resistência à dominação romana e aos fariseus colaboracionistas com seus impostos escorchantes.

Nos tempos modernos, esta resistência foi inspirada por grandes figuras históricas como Thrudeau, Ruskin, Tolstói e Gandhi; e o exemplo mais recente de Martin Luther King.

Gandhi nos deixou uma doutrina, a “Força da Verdade” – satyagraha – satya no sentido de “força”, e graha, no sentido de “verdade”. Luther King e seus seguidores da resistência não violenta, enfrentaram os poderosos racistas, em defesa dos oprimidos que inicialmente nem sequer se aperceberam disto. E é assim que vai se desenrolar a nossa luta, pacífica, não por covardia, mas pela disposição dos corajosos, defrontando-se com o poder político (e armado) e uma população indiferente.

No começo seremos poucos, como ocorreu na preparação das grandes manifestações de 2013. Lembro-me que tuiteiros ativistas nos historiaram os primeiros que se reuniam no saguão do Masp, em São Paulo. Então, foram poucos presentes, mas terminaram levando milhões às ruas.

Nossa coragem será demonstrada em organizações abertas, do tipo as “Brigadas de Paz” como Gandhi criou; nenhum resistente deve se acobertar em sociedades secretas ou atuar em grupos mascarados, mas participar abertamente dos protestos pacíficos.

A experiência mostra que as brigadas devem ser pequenas associações de pessoas afins e de mútuo conhecimento; devem também ser eficientes como um time de futebol, com os participantes jogando técnica e harmoniosamente.

Todos resistentes devem se unir com o único objetivo de conquistar a reforma ampla, geral e irrestrita dos poderes constituídos por não corresponderem aos sagrados deveres de respeitar as leis e servir aos interesses nacionais.

Por uma questão de princípio, a resistência é o amor à Justiça boa e perfeita; e seu objetivo é combater com manifestações pacíficas e críticas o descrédito dos ministros do Supremo Tribunal Federal que absolveram indiciados comprovadamente corruptos.

A guerra de guerrilha não armada contra a mídia comprada, partidos comprometidos com a corrupção e seus tentáculos dissimulados como “movimentos sociais” deve ter batalhas em todos os setores de convivência, nos supermercados, farmácias, bancos e transportes públicos.

Para isto, alertamos a todos, repetindo uma consideração importante de Sakharov, o grande resistente contra a tirania stalinista na finada União Soviética: “Não importa quão pequeno pareça o começo; o que é bem feito uma vez, será bem feito para sempre…

 

 

EXPRESSIONISMO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Chora-se no mundo/ Como se o bom Deus houvesse morrido, / E a plúmbea sombra que cai/ Pesa como um túmulo. ” (Else Lasker-Schüler)

Nos fins do século 19 e começo do século 20, surgiu um movimento artístico, primeiramente se manifestando na pintura que se impôs e atingiu todas as produções culturais de vanguarda, entre as grandes guerras de 18 e 45, chegando ao cinema, à fotografia e ao cartazismo.

Na sua origem seus defensores à definiram como a “arte do instinto”, que transmitia os sentimentos humanos. Dicionários definem o substantivo masculino “expressionismo” como uma figuração que procura retratar, não a realidade objetiva, mas as emoções que acontecimentos, objetos e seres viventes suscitam no artista.

A pintura foi a mãe de todas as demais manifestações. Hoje realçam nos museus os principais precursores do movimento, como o célebre “O Grito”, de Munch, “Mulher com uma Flor” e “Cristo Amarelo”, de Gauguin, e “Girassóis” e “Caveira com cigarro”, de Van Gogh.

Os pintores expressionistas abstraíram-se da realidade, com figuras destorcidas e cores incomuns, fortes e vibrantes, reproduzindo seus extremos emocionais como figuração. A representação expressionista também se fixou como uma referência à música atonal, com os compositores vazando na harmonia as suas emoções mais intensas e profundas, distorcendo, de certa maneira, o clássico romântico.

No Brasil, Anita Malfatti foi a pioneira e sua obra mais significativa é “A Mulher do Cabelo Verde”. Foi numa exposição de Anita que Mário de Andrade tomou conhecimento das correntes de vanguarda que ocorriam no Velho Mundo e inspirou- o a promover a Semana de Arte Moderna.

Posteriormente, uma mistura de “Anti-romantismo, “Realismo” e “expressionismo”, estabeleceu-se entre nós, na pintura, com Portinari, que se revelou ao mundo com o seu mural “Guerra e Paz”, na literatura, romance e poesia, notabilizando o realista Machado de Assis, os poetas da chamada “Geração 45”; Niemeyer na arquitetura, e também na música, com Vila Lobos.

Fugindo das formas concretas como são expostas aos olhos, o expressionismo veio para ficar, sustentado pela grafitagem nos muros e paredes das ruas, no cartazismo político e na decoração de interiores.

Nos dias de hoje, a configuração expressionista, mais psicológica do que real, alcança todos os espectros da vida social, política e econômica.

Vai das relações humanas mostrando insegurança e na economia aplicada nas jogadas do câmbio e passa pela política com a demagogia e enganação reinantes. Constatamos tristemente que vai também à religião com a exploração dos medos, do sentimentalismo e da tendência primitiva ao fanatismo.

É marcante o caso recente da exploração emocional na propaganda lulopetista baseada na presença de um auto assumido “assessor do Papa”, que trouxe uma relíquia enviada pelo pontífice para o preso por corrupção Lula da Silva.

Os órgãos de agitação e propaganda do PT divulgaram a notícia pelas mídias ao seu alcance; o desmentido do Vaticano demorou quatro dias para chegar, dando vaza à crença popular na mentira; e chega virtualmente em padres que se manifestam como típicos cúmplices da corrupção institucionalizada nos governos petistas.

Não conferi; mas divulgou-se que a corte papal apagou na rede social o desmentido, mantendo implicitamente a condição do sindicalista argentino petista Juan Grabois como assessor de Francisco. Isto transfigura a respeitabilidade e a isenção da Igreja Católica para os brasileiros que lutam contra a corrupção.

SER OU NÃO SER

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Só temos certezas enquanto sabemos pouco; com o conhecimento as dúvidas aumentam” (Goethe)

Meu fascínio por William Shakespeare é conhecido daqueles que leem meus artigos. Desde muito cedo, na adolescência, descobri com ele que a poesia e o teatro são uma maravilhosa referência para o estudo da realidade, vendo-a de corpo inteiro.

Com suas mensagens diretas e linguagem clara e precisa, é surpreendente o caminho que Shakespeare abre para a nossa percepção do mundo em que vivemos, revelando cruamente a miséria, a infâmia, a traição e, principalmente, a corrupção e os crimes dos governantes.

Uma das melhores lições deste mentor encontrei transmitida pela boca de Heitor, personagem da peça “Tróilo e Créssida”. Na sua deixa, ao pedir ao Conselho de Tróia que entregue Helena para evitar a guerra, Heitor diz “A dúvida prudente chama-se o fanal dos sábios, a sonda que busca até o fundo o que se pode temer de pior”.

Nas suas posteriores comédias e tragédias, temos a repetição deste ensinamento, e por demais conhecida é a fala de Hamlet com o “Ser ou Não Ser”.

Já adulto, com alguma experiência na vida, encontrei a mesma colocação, rude, não-lapidada, de outra personalidade que admiro, Orson Welles, consagrado como cineasta completo, ator, diretor e produtor.  Disse Welles: “É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos”.

A estupidez me deixa ver que muitos dos que se assumem como intelectuais, carregam um pesadíssimo fardo com toneladas de convicções, e sequer uma grama de dúvidas. Classifico-os como “intelectueiros”, menos pensadores do que profissionais, mais presentes nos manifestos do que nas estantes.

É nas atuações políticas onde se encontra esse pessoal que assinou uma declaração dizendo que Lula, sentenciado por corrupção e lavagem de dinheiro, é um preso político e ainda apela à comunidade internacional para trata-lo desta forma.

Nesta tragicomédia estão pessoas de vários países, o que suaviza a vergonha que temos dos falsos intelectueiros daqui…. Numa visível insanidade e desconhecimento da realidade brasileira, desacatam a Justiça e ofendem a dignidade dos nossos magistrados.

Os lulopetistas que arrecadaram as assinaturas desses incautos, certamente omitiram que Lula traiu não apenas os trabalhadores, que constam da sigla do seu partido, mas toda a Nação. Que ele se associou ao que há de mais podre na política nacional, roubando e deixando roubar o dinheiro público. E mais, que responde a vários outros processos por corrupção ativa e passiva.

Aos intelectueiros estrangeiros, lembramos a fábula brasileira da cotia e do macaco: “Sentados conversando à beira da estrada, diante das carroças que ali trafegavam, a cotia repetiu várias vezes para que o macaco tomasse cuidado com o rabo, e por se preocupar tanto com a cauda do símio, terminou deixando o próprio rabo debaixo das rodas. Por isso, é cotó…”

Isto ocorre com os que se intrometem no Brasil. Eles silenciam diante do que o mundo assiste:  a fronteira norte-americana ameaçada por latino-americanos famintos, a Europa invadida por bandos de fundamentalistas, países escravocratas no Oriente Médio, as cruéis ditaduras africanas e os infames regimes de Maduro, na Venezuela e de Ortega, na Nicarágua.

Estes problemas que existem nos seus rabos não os preocupam por que são aderentes e financiados pelas propinas que a Odebrecht espalhou pelo mundo… São pagos para se engajar nos movimentos do narcopopulismo.