Arquivo do mês: março 2026
DAS FARSAS
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)
A farsa e os farsantes têm um capítulo reservado na História da Civilização. Como os brasileiros atravessamos um período recheado de imposturas e trapaças, é preciso ativar todos os sentidos para enfrentar as fraudes registradas na Era Lulopetista. Até na ciência tivemos o embuste da tomada de três pinos…
Fraudes políticas assumem várias formas: Desvios de fundos públicos bilionários; pagamento de propinas e subornos; manipulação de eleições e resultados; e uso de instituições públicas, principalmente do campo financeiro, para benefício pessoal ou de grupos privados.
Recordemos o escândalo político que estourou nos Estados Unidos levando um presidente da República a renunciar ao mandato. Foi em 1972, envolvendo agentes da campanha de reeleição de Richard Nixon que realizaram um plano de espionagem contra os democratas. Está capitulado como “Caso Watergate”.
No cenário das finanças, tivemos um caso que o Departamento de Justiça dos EUA descreveu como “o maior caso de cleptocracia até hoje”. Ocorreu em 2009 na Malásia, com a criação do fundo estatal 1Malaysia Development Berhad que redundou num gigantesco caso de corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de mais de US$ 4,5 bilhões de um fundo de investimento estatal entre 2009 e 2015.
Hoje, surgido o caso do Banco Master no Brasil, o Departamento de Justiça dos EUA já não consideraria o desvio e gastos do Malaysia o “maior caso”, porquê aqui tivemos o mesmo financiamento para influências políticas, infiltração de advogados na alta Corte de Justiça, promoção de festividades com autoridades governamentais e corrupção da mídia.
Cá, como lá, chegou-se a bilhões em moeda corrente, desviados por meio de empresas offshore e contas pessoais. O Banco Master é um esquema fraudulento com impacto sistêmico nacional, condenado pelo Banco Central e investigado pela Polícia Federal.
Analistas livres das rédeas ideológicas, comentam que esta situação criminosa exige uma operação como a que foi executada pela Lava Jato em 2014, cujo impacto pelo pagamento de propinas e lavagem de dinheiro manteve um gigantesco esquema de corrupção.
Lembremos que as investigações da Lava Jato, condenada e deletada pelos populistas corruptos de “direita” e de “esquerda” implicados com a corrupção, esbarrou em interesses político-familiares no governo de Jair Bolsonaro mostrando que a “direita bolsonarista” é uma farsa que confunde família com nepotismo para defender a criminalidade filial…
Hoje, a delinquência envolve magistrados, militares e políticos, num cenário em que assistimos o assalto aos aposentados e pensionistas do INSS, em conexão com as fraudes do Banco Master.
Encontra-se na cena do crime as digitais de alguns poderosos, mostrando o porquê da cumplicidade que se estende na conjuntura nacional. Temos o Complexo STF-Lula que acoberta a delinquência; para o Presidente, livrando o filho Lulinha, envolvido até o pescoço no assalto ao INSS; e, para certos membros do STF, MPF e AGU, a tentativa de esconder seu envolvimento nas tramenhas de Daniel Vorcaro, principal executivo do Banco Master.
O protagonismo da banda podre do poder na degenerescência dos costume e da ética nacionais se acomoda nos andares de cima de forma ampla, geral e irrestrita; e isto não pode continuar sem uma investigação, o trabalho da inteligência policial na repressão aos maus feitos criminosos, como quiseram e sentenciaram os togados do STF.
Os escândalos se acumulam em contêineres cheios de testemunhos e provas; e agora é esperada uma delação completa de Vorcaro incluindo possíveis fraudes envolvendo o BRB (Banco de Brasília), o INSS e nomes de personalidades políticas envolvidas.
Vamos ver até onde terão continuidade as farsas escancaradas na volta de Lula ao poder, percorrendo o caminho capinado por Jair, que acabou com a Lava Jato para salvar Flávio e manter a imunda polarização com o lulopetismo.
Combater a polarização, entretanto, não comporta mais uma farsa. Lançado pelo PSD candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado, governador de Goiás, se assume em discurso como inimigo da polarização; mas foi comprometedor silenciar num discurso de 42 minutos sobre a corrupção reinante nos poderes republicanos….
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“GUERRA É GUERRA”
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)
Tenho revelado nos meus posteres a minha defesa intransigente da Paz Mundial como forma de mantermos as conquistas da civilização e a própria existência humana. Não esqueço o alerta feito por Einstein, dizendo que: – “Eu não sei como será a 3ª guerra mundial; eu só sei que a 4ª guerra será com paus e pedras”.
Apesar desta tomada de posição pacifista que conservo deste a adolescência, é-me impossível deixar de aceitar e estudar o conjunto de fatos e coisas provocados pelo conflito bélico movido pela aliança dos EUA e Israel contra o Irã.
É importante reconhecer que a guerra está presente na região que concentra parte significativa das reservas globais do petróleo, e que os confrontos afetam diretamente a produção e o transporte deste insumo, reduzindo a oferta internacional.
Historicamente, crises energéticas e conflitos internacionais sempre estiveram associados ao controle dessa fonte que representa cerca de um terço da oferta mundial de energia.
Intensificam-se nesta guerra do Oriente Médio os bombardeios recíprocos às infraestruturas petrolíferas aumentando os riscos de interrupção no fornecimento e elevando o preço do barril de petróleo que vem oscilando entre 100 e 120 dólares; e a situação piorou ainda mais com o bloqueio do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial — ampliando a instabilidade dos mercados energéticos.
O modelo energético baseado no petróleo e seus derivados, se consolidou ao longo do século 20 como eixo central do desenvolvimento industrial e econômico global, impulsionando transportes, indústria e geração de energia; e os combustíveis fósseis predominam, representando cerca de 86% da matriz energética.
Assim, o aumento do custo do petróleo tem uma forte relação entre a energia e a geopolítica no mundo contemporâneo, transparecendo a grande dependência estrutural nas nações e os impactos ambientais relevantes no mundo.
Como a dependência do petróleo segue dominante, enfrenta pressões crescentes por sustentabilidade, inovação e diversificação no cenário global; e dessa maneira vemos, sem surpresa, que nos países conflitantes e na Europa as consequências da guerra que Trump e Netanyahu movem contra o Irã e o Líbano são imediatas e previsíveis.
Adotam-se lá medidas pertinentes com a realidade, reconhecendo o inevitável aumento no preço dos combustíveis; ações de governo que poderíamos seguir, mas entre nós ocorre a imprevisibilidade, graças ao ano eleitoral que leva o Governo Federal a se preocupar unicamente com a reeleição de Lula da Silva.
Sofremos a situação factual do fim das ferrovias no Brasil e a adoção do transporte rodoviário de cargas, fazendo dos derivados de petróleo a base para o escoamento da produção agropecuária, das exportações e na indústria de alimentos.
Não adianta lamentar que a Petrobras não tenha construído refinarias e quando se pensou nisto foi com a lamentável parceria do anterior Governo Lula e a ditadura venezuelana, no projeto desastroso e corrompido da Refinaria Abreu e Lima.
Do ponto de vista econômico, até a China e seu regime socialista aceitam que o petróleo é uma commodity estratégica, influenciando preços, balanças comerciais e relações geopolíticas entre países produtores e consumidores.
Por isto não deve ser tratado por uma medida pontual, como esta que o Governo Lula deseja, argumentando que haverá uma estabilização se os estados denunciarem à cobrança de impostos. A verdade é que a alta do petróleo se estenderá por muito tempo e não terminará em maio, como alegou Haddad antes de se despedir do Ministério da Economia….
Diferentemente do que querem os eleitoralistas pró Lula para sua reeleição a qualquer custo, os governadores também eleitoralistas entram em choque com a proposta argumentando que é para manter a renda que lhes resta para os seus estados….
“Guerra é guerra”, diz a piada sobre a madre superiora; “eleição é eleição” e “populismo é populismo”, digo eu.
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ESTÚPIDA POLARIZAÇÃO
MIRANDA SÁ (Email: mirandaasa@uol.com.br)
Impor a polarização eleitoral dos extremistas da falsa direita e da falsa esquerda pela massiva propaganda midiática, visa alcançar (e alcança) a massa ignara, torcedora compulsiva e entusiasta dos folclóricos cordões azul e encarnado….
Está na torcida organizada dos clubes de futebol, entre os seguidores dos reality shows, nas apostas dos cavalos de corrida e até fiéis de seitas religiosas misteriosas, o exemplo mais do que perfeito da estupidez humana.
Por mais que se procure explicar é impossível encontrar-se como fruto do pensamento filosófico ou de princípios ideológicos; é a essência do fanatismo de pessoas fracas, aptas a se deixar influenciar por meio de expressões e frases feitas e repetidas que terminam aceitas inconsciente e mecanicamente.
Foi como viu a implantação do nazismo na Alemanha o professor doutor Victor Klemperer, judeu alemão, autor de obras acadêmicas, entre elas LTI -Lingua Tertii Imperii, estudo sobre a linguagem propagandística de Hitler e seus asseclas.
O mesmo vem ocorrendo rotineiramente entre nós pelos polarizadores eleitorais, o pelego sindical Lula da Silva e a “Famiglia” Bolsonaro. Assiste-se, de um lado a exposição fraudulenta de uma direita de araque bolsonarista que seduz ignorantes e, do outro, um socialismo ilusório que mascara o populismo assistencialista do lulopetismo.
Uma sociedade onde a justiça e a fraternidade imperem – sem privilégios, nem personalismos -, deve afastar-se deste artificialismo político baseando-se unicamente nos ideais democráticos de liberdade e justiça.
A intelligentsia mercenária dos dois partidos sabe disto. Não é por acaso que a sua propaganda instiga e persuade os falastrões auto assumidos de “direita” e de “esquerda” a ouvir e obedecer – sem discussão – os discursos que se repetem e se igualam com ataques recíprocos.
Apenas trazem como ilustração a proposta de “reformas” que, ao chegar ao poder (e tempos vários exemplos disto), praticam uma má política e uma economia dirigida que só atendem a interesses de indivíduos e grupos associados ao poder; e os financistas corruptores são os mais aquinhoados.
Provocam dialeticamente o surgimento de uma corrente filosófica centro-democrática, posicionando-se contra os extremismos bolsonarista e lulopetista manobrados pelo Sistema Corrupto ágil no ilusionismo para o controle da mente. Viu-se agora essas bandas igualarem-se no Caso Banco Master.
O comportamento das pessoas que compuseram social e politicamente o esquema sórdido de Daniel Vorcaro que, descoberto e denunciado, trouxe à tona ocupantes dos andares de cima do poder.
Executivos governamentais, militares, magistrados e parlamentares, desonestos, infames e indignos, agruparam-se para dividir o butim; e queiram ou não queiram seus defensores, podemos reconhecer-lhes como formadores de uma quadrilha.
O filósofo e sociólogo alemão Friedrich Albert Lange, no século 19, já alertava contra os radicalismos extremistas, que se combatem como forma de se manter. Isto fica claro e leva os polarizadores, iguais pelo avesso, à desmoralização, provocando a ideia de uma “terceira posição” ou “terceira via”, assumida por idealistas; e isto traz inegavelmente a simpatia da centro-direita e da centro-esquerda, indispostas com o extremismo discursivo da polarização.
Do ponto de vista filosófico e sociológico, esta “terceira posição” expressa a busca pelo equilíbrio político, a tentativa de escapar do conflito binário que tende a radicalizar a vida pública.
Fica valendo, assim, a máxima latina “Virtus in medio” (ou in medio stat virtus) que literalmente significa “a virtude está no meio”, indicando que o comportamento virtuoso evita os extremos e busca o equilíbrio entre excessos opostos.
Na minha opinião, faz-se necessária a terceira posição defendendo a moralização institucional, mudanças urgentes na administração pública alcançando os três poderes republicanos e a aplicação de consultas plebiscitárias nacionais sobre as reformas de base.
Fica lançada dessa maneira a proposta de uma democracia social autêntica e não dos socialismos utópicos de direita e de esquerda dos populistas. Definiremos com a nova ordem a verdadeira justiça social pelo amparo à educação, saúde e segurança para a cidadania, baseados nas leis da Natureza e da própria sociedade.
Quem tem os neurônios sadios, sem estar inoculado pela droga da estúpida polarização, sabe que não é fácil defender o Centro Democrático; é, todavia, um imperativo das consciências libertas do relativismo demagógico.
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DAS DROGAS
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)
Segundo a mitologia greco-romana, arte de curar com drogas preparadas com ervas medicinais se deve ao filho do deus Apolo com a mortal Corônis, Esculápio, abandonado pelos pais e criado pelo Centauro Quíron.
Seu nome latino deriva do grego Asclépio. Segundo a mitologia ele aprendeu a arte de curar com o seu tutor e passou a atender enfermos com remédios simples, fazer cirurgias até ressuscitar mortos. Postas no Panteão, as suas insígnias eram a serpente ao redor de um bastão, figura que nos círculos médicos e farmacêuticos vigora até hoje mundo afora.
Conta a lenda que Zeus – o rei dos deuses – ficou enciumado pelos triunfos obtidos por Esculápio e matou-o com um raio. Pela subversão da ordem natural das coisas, após sua morte, ele foi recebido no Olimpo como um deus….
Também da antiga Grécia reverenciamos a presença de Hipócrates de Cós (c. 460 a.C. – c. 370 a.C.) médico grego da era de Péricles reconhecido no mundo ocidental como o “Pai da Medicina”. Vigorava com Sócrates a Filosofia e a arte teatral de Sófocles e Eurípides.
Talvez não ensinem hoje a vida de Hipócrates que, segundo seus biógrafos, revolucionou a Medicina ao separá-la da superstição, da magia e da religião, estabelecendo-a como uma disciplina científica baseada na observação clínica.
Nas suas anotações trouxe várias citações sobre o tratamento medicamentoso usando remédios, fármacos, medicações e drogas preparados por plantas medicinais, como o ópio, a mandrágora e a beladona.
Hipócrates também deixou um importante legado, seu famoso Juramento, recitado ainda hoje por todos os formandos de Medicina dos países europeus e os países por eles colonizados…. O Juramento é um documento ético que estabelece os princípios da conduta médica e a responsabilidade profissional.
Ao longo da minha vida conheci médicos que cumpriam o Juramento, com decência, honestidade e, sobretudo, humanismo; vi também o avesso, charlatães da ciência médica explorando os pacientes.
Um desses personagens do bem, meu contemporâneo nos tempos estudantis e depois de formado em Medicina foi residir numa reserva indígena na Paraíba, e contou-me ter vivido a experiência de aprender com um Pajé estudioso da fauna e da flora, de onde recolhia elementos de cura.
De valor incomensurável, segundo o meu colega, vem das abelhas selvagens polinizadoras das plantas nativas, o mel, alimento completo e, como remédio, tem comprovada eficácia no alívio da tosse, cicatrização de feridas e cura de infecções.
De acordo com pesquisas científicas, a sociedade das abelhas é um impressionante exemplo de organização no mundo animal. Seu Estado é a Colmeia, onde vivem três castas principais: a rainha, as operárias e os zangões. Chega a dispor de milhares de indivíduos.
A rainha é responsável pela reprodução, podendo pôr milhares de ovos ao longo da vida; as operárias, estéreis, realizam todas as tarefas: coletam néctar e pólen, produzem mel, constroem os favos e defendem a colmeia. Já os zangões têm a função de fecundar a rainha.
Achei na arte cinematográfica uma interessante ficção sobre a apicultura, a Colmeia e a política. É “Beekeeper: Rede de Vingança“, filme de 2024 dirigido por David Ayer, que traz ação e suspense envolvendo o suicídio de uma curadora de entidade humanitária, que se suicida por ver roubado de sua conta bancária o dinheiro sob sua responsabilidade.
Um vizinho o apicultor Adam Clay, a quem ela cedeu parte de sua propriedade para cuidar de abelhas, se revolta e decide se vingar e agindo descobre uma organização criminosa que atuava com golpes online sobre as aposentadorias e pensões de idosos.
Como ex-agente de uma poderosa sociedade secreta, os“Beekeepers”, Adam descobre os responsáveis e os persegue, punindo-os e conseguindo a informação de que o chefe é o filho da presidente dos EUA. Ele cumpre um dos princípios básicos dos “Beekeepers”, que é garantir o Estado e o Governo como uma Colmeia, e quando os poderes falham por causa de filhos degenerados da rainha, ela precisa ser eliminada.
Este filme abre um cenário interessante e simbólico: Vendo a degenerescência da Colmeia brasileira que em vez de mel nutritivo e medicamentoso, produz drogas viciantes e letais através dos poderes corrompidos, cabe aos verdadeiros patriotas punir as abelhas desonestas, os zangões corruptíveis e a rainha depravada.
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DAS LAPINHAS
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)
As lapinhas (também conhecidas como pastoril) fazem parte da tradição popular nas festas de Natal e Reis. Como verbete dicionarizado, é um Lapinha é um substantivo feminino, derivado de lapa (caverna, nicho) onde Jesus teria nascido, Lapa + o sufixo diminutivo -inha.
As Lapinhas são manifestações culturais tradicionais do período natalino promovidas especialmente nos estados do Nordeste, Maranhão, sertões de Minas Gerais, Tocantins e Goiás.
Foi a colonização portuguesa que trouxe as Lapinhas para o Brasil e, ao longo do tempo, foram exibidas se adaptando à cultura regional da música, dança e teatro com características próprias locais.
Sua performance teatral apresenta dois grupos (cordões) coloridos, Azul e Encarnado, sendo o azul liderado pela Contramestra e representa o manto de Jesus; enquanto o encarnado é o manto de Nossa Senhora, guiado pela Mestra.
Cada cordão tem torcedores na plateia, incentivando-o com colaborações financeiras; as duas personagens se confrontam versejando com coro cantado e, igualmente, a Mestra e a Contramestra conquistam aplausos, brindes e flores do público que premiam a vencedora de cada deixa, hasteando no mastro a bandeira do cordão.
Entre (e sobre) a Mestra e a Contramestra, apresenta-se isolada e independente, com espírito de Justiça, a Diana, personagem central vestida com as duas cores (metade azul, metade encarnado). A Diana intervém como mediadora dos conflitos entre os dois cordões.
Esta simbólica terceira posição serve de exemplo para a polarização eleitoral que a ignorância fanática mantem mundo afora, a partir dos EUA, onde se confrontam o Burro (Democrata) e o Elefante (Republicano).
Há inconformados com isto. Na França criou-se a aliança eleitoral Renascimento, mas o mandato de Macron decepcionou o Centro Democrático; em Portugal venceu o PSD e a sua coligação Aliança Democrática que reúne centro-direita e centro-esquerda.
A Terceira Posição tem atualmente a chance de vencer no Chile e no Uruguai, países com o eleitorado mais esclarecido, e tem havido tentativas na Bolívia e no Peru. Aqui e na Argentina, os herdeiros do populismo peronista e varguista é mais difícil, mas há chance, sem dúvida, de chegar ao poder; falta apenas uma liderança nacional para que isto ocorra.
Vê-se assim que na América Latina temos várias tentativas de quebrar a polarização extremista da falsa esquerda e da falsa direita, populistas assistencialistas que se aboletam no poder se entretendo com a corrupção….
Temos como exemplo no Brasil números registrados em pesquisas as pesquisas dando de 25 a 30% para a Família Bolsonaro e o mesmo para Lula. Matematicamente há que se perguntar como ficam os outros 40%. Destes, ficou uma boa fração dos independentes na última eleição presidencial votando em Lula, temerosa do caminho fascista seguido pela Familiocracia.
A vitória de Lula com seu discurso mentiroso, anti-sigilo e falsamente progressista, deve-se, portanto, à centro-esquerda antifascista e, passivamente, à centro-direita revoltada com a militarização do governo e o comportamento golpista assumido pelo então presidente Bolsonaro.
Como não pode fugir a sua formação de pelego malandro, Lula é títere do Sistema Corrupto que se mantém enfronhado nos três poderes republicanos, como se comprova no caso das fraudes no INSS e o escândalo criminoso do Banco Master.
Dessa maneira, os brasileiros precisamos avaliar os ocupantes dos andares de cima do poder, sem esquecer quem são os cúmplices dos crimes, Alexandre Moraes, Bessias, “Famiglias” Bolsonaro e Lula, Gonet, Hugo Motta, Levandovsky e Tofolli; na ordem alfabética dando chance de aparecer outros.
Estes protagonistas promotores de um possível desastre que o futuro reserva para o Brasil, exigem que devemos dar uma varredura no Congresso, na Presidência e no STF, uma revolução pacífica que só ocorrerá se o eleitorado eleger pessoas honestas como a Diana das Lapinhas…
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