Artigo
Charlie Hebdo
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Não foi na escola, nem nos livros, as maiores lições de Democracia que recebi; foram do meu pai. Ele me dizia: – “Trate o engraxate (naquele tempo os havia) igual ao presidente da República (era Getúlio Vargas)”. E completava: – “Não permita que ninguém se imponha como superior a você e muito menos que lhe impeçam de falar…”
Com o tempo, aprendi formas eruditas de comprovar a justeza das teses paternas, e que a Democracia e Liberdade são irmãs gêmeas. As duas representam a garantia de proteção dos direitos humanos fundamentais, da expressão do pensamento e de adotar qualquer religião ou filosofia de vida.
Na adolescência mergulhei nas obras de Voltaire apaixonando-me pela sua participação na vida política e cultural do século XIX, e pelos conceitos válidos até hoje que deixou. Um deles se impõe nos dias turbulentos que atravessamos:”Eu não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”. Refiro-me ao brutal atentado dos terroristas na França contra a revista satírica Charlie Hebdo.
Das charges publicadas pelo semanário ateísta francês de que tomei conhecimento, ri-me de umas, estive de acordo com algumas e achei inaceitáveis outras. Mesmo diante de provocações pesadas e incivis contra a crença religiosa islamita, eu jamais aceitarei a violência estúpida do terrorismo, acarretando destruição, morte e a sensação de insegurança. Em minha opinião, nada justifica isto, como quer meia dúzia de extremistas
Deixemos claro que a ação contra Charlie Hebdo não foi para vingar o Profeta, em que os tresloucados se arriscaram ao martírio na antevisão das 72 virgens no Paraíso prometidas aos jihadistas nos versos do Alcorão.
Se fosse por amor a Maomé, não teríamos uma impotente vigilante morta na calçada, pois não o ofendeu! Também nada fizeram contra o fundador do Islã os reféns, empregados e fregueses da mercearia kosher…
O que se viu, na verdade, foi uma investida totalitária, criminosa, contra a liberdade de expressão e de imprensa; crime, aliás, que se estendeu com o incêndio do jornal alemão Hamburguer Morgenpost.
Condenável é culpabilizar os cartunistas e redatores da Charlie Hebdo, vítimas da intransigência fascista contra a divulgação de idéias contrárias. Os defensores desta tese são cúmplices intelectuais da intolerância e dos assassinatos.
Em minha opinião, quem defende o Terror, mesmo com tímidos “mas, mas”, é contra a Liberdade que se afirma e se completa em si mesma como um amálgama no vitral colorido das várias democracias, unindo-as através de princípios e práticas que as distinguem de outras formas de governo.
Os brasileiros que sofremos hiatos antidemocráticos, principalmente nos períodos ditatoriais de Vargas, 1937-1945, e dos militares, 1960-1985, mas a reação intelectual de muitos permitiu-nos assistir ambos os regimes de exceção cair de podre.
E apodrecerão mais cedo ou mais tarde as ideologias mumificadas postas na vitrine para justificar ditaduras narco-populistas da América Latina e do Brasil, cujos chefes não compareceram à histórica manifestação de Paris em repúdio às seitas radicais do medievalismo contemporâneo.
Voltaire, no seu “Dictionnaire philosophique”, critica os costumes ridículos, as leis imperfeitas e as opiniões insensatas, mas defende o direito individual e coletivo às liberdades e aos deveres de todos que vivem em sociedade.
É por isso que venho conclamando os bem-pensantes a lutarem por um Brasil livre do chavismo canhoto que o lulo-petismo quer nos impor. A consciência patriótica nos obriga a defender os nossos direitos e a nossa liberdade, definida por George Orwell: “Se a liberdade significa alguma coisa, é, sobretudo, o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir”.
Sapatos, ovos e CPMF
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
O presidente dos EUA George W. Bush dava uma entrevista coletiva em Bagdá, em dezembro de 2008, quando o jornalista iraquiano Muntadar al-Zaidi tirou os sapatos e atirou-os contra ele.
Arremessar sapatos é um grave insulto no mundo árabe e Zaidi foi processado, dizendo em sua defesa que ao ver Bush sorrindo ao dizer “ter vindo se despedir do Iraque”, sentiu “o sangue dos inocentes mortos ou ficados órfãos no meu pé no momento”.
Sem querer, atirar sapatos como protesto foi além fronteiras iraquianas e as sapatadas se tornaram uma manifestação adotada mundo afora.
Nas eleições gerais da Índia, após uma verdadeira onda de sapatadas contra candidatos demagogos, um analista chegou a afirmar que o ato era “o máximo em arma não violenta”. Também chegou à Bélgica com acionistas do grupo financeiro Fortis atirando sapatos contra a diretoria da empresa
Assim, este estilo de insurreição pacífica inspirou comédias teatrais e televisivas, virou videogame e foi usado por grupos de relacionamento virtual na Internet. Mais antigo e conhecido é o costume de atirar ovos e tomates em desafetos, praticado principalmente pelas torcidas de futebol.
Ficaram na memória da crônica esportiva ocorrências entre simpatizantes do Treze de Campina Grande, do Flamengo e Botafogo do Rio e do Corinthians paulista. Todas aconteceram por causa de derrotas humilhantes, ou contra cartolas desacreditados ou técnicos repudiados.
Em comícios políticos e demonstrações partidárias aparecem aqui e acolá indicando descontentamentos ou evidenciando dissidências. Contra governos incompetentes ou corruptos, mostram-se como revolta pacífica embora sofrendo críticas, evidentemente, da imprensa adesista.
Não faz muito tempo, isto ocorreu na República Tcheca, com Milos Zeman na presidência, quando grande multidão vaiou-o e cobriu-o com uma saraivada de ovos durante um comício. A notícia trouxe um lado cômico, pois os seguranças de Zeman abriram guarda-chuvas para protegê-lo.
Ao assistir os repetidos atos terroristas nas manifestações populares de São Paulo e Rio de Janeiro, revolto-me pela leniência com que os governos tratam esses indivíduos mascarados, antidemocráticos, porque quem esconde o rosto não apresenta boas intenções. No Rio, em 2013, uma ala de disfarçados foi paga pelo PT para desestabilizar o governo de Sérgio Cabral, merecedor de protestos, mas não para sofrer atos violentos de vandalismo.
No dia 9, sexta-feira, em São Paulo, a marcha contra o aumento das passagens de ônibus repetiu a coação irrefletida dos black-blocs, atacando a polícia e fazendo quebra-quebra. Como gatos escondidos com o rabo de fora, atacaram o governador Alckmin e livraram a cara do responsável direto, Haddad, demonstrando inegável dependência partidária.
É preciso ter caráter, autonomia partidária (e coragem) para fazer valer o protesto pacífico das sapatadas e ovadas… E, da minha parte, considero até aconselhável fazer-se valer desse expediente para ganhar atenção da mídia e do público. Se entre os/as jornalistas que piedosamente (quase de joelhos) participam das entrevistas palacianas de Dilma houvesse um(a) de coragem, perguntar-lhe-ia a opinião sobre a volta da CPMF. Se a resposta fosse a favor, uma sapatada, por falta de ovos, nela!
Analfabetismo preconceituoso
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Pessoas pouco chegadas à cultura que fingem defender minorias políticas, raciais, religiosas e sociais, são useiras e vezeiras em usar a expressão “politicamente correto”.
O que vem a ser o “politicamente correto”? Não é coisa nova esse maquiavelismo empregado por extremistas para reprimir os que lhes contrariam. Está no antigo Index Librorum Prohibitorum da Igreja Católica, julgando livros com opiniões em desacordo com o Papa ou a Cúria Romana.
Recentemente, o emprego dessa expressão repressora foi adotada pelos partidos hegemônicos dos regimes totalitários. A América Latina dependente em tudo, inclusive de cultura, facilita esse analfabetismo preconceituoso do chavismo torto, estimulando a desavença social, intolerância religiosa, fobias comunitárias e sexuais, jogando pretos contra brancos e outros antagonismos a guisa da luta de classes…
É uma ferramenta política para agitação entre os incautos. É uma mensagem que cai bem no infinitesimal pensar dos dependentes do paternalismo populista; e os doutrinadores “bolivarianos” usam-na com técnica patrulhadora para isolar os adversários.
No Brasil, o lulo-petismo se aproveita do patrulhamento da linguagem para esconder a voracidade com que avança sobre as instituições e as riquezas do País. Foi assim que os pelegos corroeram e dominaram sindicatos e entidades corporativas e, do mesmo modo, assaltaram as empresas estatais e os fundos de pensão e depravam os poderes republicanos.
Servindo de bucha de canhão, mercenários são orientados para provocar os que combatem o aparelhamento do Estado e do Governo, que denunciam as distorções dos poderes republicanos e criminalizam o assalto à Petrobras e às outras empresas estatais.
Essa guerra atinge também a cultura nacional, deturpando o ensino da História do Brasil, desacreditando a Bandeira Nacional e nossos escritores Machado de Assis e Monteiro Lobato.
Com a chancela oficial, desvirtua-se o conceito filosófico da correção. Pela boca da hierarquia lulo-petista – o Brasil não evoluiu antes deles usurparem o poder; e a nossa literatura é um estorvo para os aparelhados nos ministérios da Cultura, da Educação e dos Direitos Humanos…
O quê não reza pela cartilha do partido é “politicamente incorreto”, afirmam, e deve ser vigiado, corrigido e até eliminado. No caso de Machado de Assis, um imbecil aparelhado no Ministério da Cultura propôs a versão do português casto para o lulês, pretendendo facilitar o acesso dos analfabetos aos seus livros. Quanto a Monteiro Lobato, o embargo surgiu numa proposta idiota de um “técnico” em gestão educacional.
O Ministério da Educação aparelhado por apedeutas, prontamente encampou essa piada sob aplauso de um tal Instituto de Advocacia Racial (Iara), possivelmente uma das ONGs penduradas nas tetas do Erário.
Não fora o STF, eles proibiriam a venda dos livros do escritor Monteiro Lobato e sua distribuição nas escolas da rede pública. A alegação para assassinar as jóias da literatura infantil como “Caçadas do Pedrinho”, “Fábulas de Narizinho e “Serões de Dona Benta”, baseia-se em argumentos mentalmente retardados… Ops, “retardado” é um termo politicamente incorreto…
Para o lulo-petismo “Caçadas de Pedrinho” agride o meio ambiente, além de conter racismo. Aliás, para a cretinice oficial dominante elementos racistas dominam toda a obra de Lobato. Apontam discriminação contra a bondosa Tia Anastácia, por ser empregada doméstica e negra, embora Dona Benta a “patroa branca”, dona do Sítio do Pica-pau Amarelo, a trate e considere como irmã.
O analfabetismo preconceituoso dos “socialistas bolivarianos” é intolerável para os letrados liberais e independentes deste País. E juntando a ignorância arrogante com a corrupção desenfreada que promovem não se precisa de mais nada para dar-lhes “um basta!”. Vamos à luta: ou ficar a Pátria Livre, ou morrer pelo Brasil!
Hipnose pela Propaganda
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Nós que navegamos na Internet, trocamos informações, fiscalizamos as autoridades dos três poderes e, no meu caso, não perdoando a corrupção institucionalizada pelo lulo-petismo e às ameaças do programa do PT às liberdades constitucionais, somos sempre apontados pelos petralhas de “tucanos”. Não é verdade?
“Elles” fazem nada mais, nada menos, do que usar um princípio da propaganda nazista, prescrito por Joseph Goebbels, em cartilha distribuída para os MAVs daquele tempo: “Princípio do método de contágio: Reunir os adversários em uma só categoria ou indivíduo.”
Goebbels, como a História registra, é o autor da célebre frase “uma mentira cem vezes dita, torna-se verdade”. Como a mentira é uma constante nos círculos governamentais, e Dilma – presidente “reeleita” – usa-a até como exercício de respiração, é fácil ver o porquê dos bilionários gastos do PT-governo em propaganda.
Está nos dados oficiais e divulgados pela ONG Transparência Brasil, que dá acesso às informações sobre contas públicas, que no governo Dilma as empresas da administração federal indireta aumentaram gastos com publicidade em comparação com os dois mandatos do seu antecessor e mentor Lula da Silva.
Em 2014, ano eleitoral, as verbas de publicidade das empresas federais compraram espaço publicitário em 5.123 veículos. No governo Lula o dinheiro era distribuído para 2.688 meios de comunicação. É o chamado “jornalismo chapa branca” com que a gente se depara cotidianamente.
Quando for distinguido nas redes sociais um defensor matreiro do governo (tem deles já defendendo as odiosas medidas anti-trabalhistas de Dilma) pode ficar certo: está mamando nas tetas do Tesouro. Jornais grandes, médios e pequenos, blogueiros e até tuiteiros, estão aí, nessa “boquinha”.
Nesse festival corrupto com o dinheiro público para garantir o projeto de poder totalitário do PT encontramos a predileção pelo controle das TVs abertas, fundamentais para atingir as massas, destacando-se entre elas a líder incontestável de audiência, a TV-Globo que em 12 anos faturou R$ 5,9 bilhões veiculando publicidade estatal da administração federal e das empresas estatais.
No século passado era o rádio que amplificava a propaganda dos regimes ditatoriais, fascistas ou comunistas. Dominar a radiodifusão foi uma medida adotada por Lênin e por Goebbels, espaço ocupado hoje pela TV aberta. E aí encontramos mais uma orientação do gênio hitlerista da propaganda: “Toda propaganda deve ser popular, adotando aos que se dirige o nível do menos inteligente dos indivíduos.”
Nas semelhanças que encontramos na marcha fascista do PT e seus satélites para implantação da degenerada ideologia bolivariana, encontramos no livro de Albert Speer “Por dentro do III Reich” um caso que dá em que pensar.
Conta Speer que nos estertores do nazismo fora ao Vale do Ruhr com planos para preservar as indústrias para a reconstrução da Alemanha. De volta a Berlim, seu carro sofreu um desarranjo na Vestfália e ele aproveitou o tempo para conversar com camponeses da região.
Espantou-se ao verificar que eles mantinham confiança em Hitler constatando o efeito que causara sobre o povo, a maciça e ilusória propaganda do partido e do governo. Mesmo sabendo que a guerra estava perdida, o povão confiava que Hitler tinha uma arma milagrosa que destruiria os inimigos.
Após pisotear a democracia, os nazistas transformaram a Alemanha em ditadura de um único partido e mantiveram uma intensa e permanente propaganda visando iludir para conquistar a lealdade e a cooperação de todos os alemães. Este é o sonho das tendências esquerdistas do PT, enfermas da doença infantil do comunismo a que se referia Lênin.
É assustador que essa conspiração contra a Democracia encontra o caminho livre nas instituições republicanas, e em entidades outrora respeitadas pela independência diante dos governos. Sindicatos, associações corporativas, “movimentos sociais”, UNE e CUT tornaram-se frentes políticas do PT. Aceitam a trágica ideia de queimar a Constituição de 88 no golpe “legal” acionado no decreto 8243.
Os patriotas brasileiros diante da trama diabólica da hipnose pela propaganda não podem nem devem cruzar os braços. Usemos todos os meios que o atual regime se obriga a aceitar, para expurgá-lo como um tumor obscurantista representado pela boneca articulada de Lula, Dilma Rousseff.
2015: Perigo fascista iminente
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Levantamento automático que mapeia acesso ao meu Blog e interação com as mensagens do Twitter, registra um surpreendente número de pessoas que comentaram e retuitaram inserções sobre o fascismo alemão.
Um deles foi a lembrança de que o partido nazista era “dos Trabalhadores”, e outro apontava a coincidência do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei) ter sido fundado por um metalúrgico, Anton Drexler.
Isto sugere um debate na posse da petista Dilma Rousseff, que cumpre mais uma etapa do projeto de poder do Partido dos Trabalhadores brasileiros, às custas de violência, falcatruas, falências e expropriação do Tesouro.
Completará 16 anos esse indefinido regime, conquistado em pleitos suspeitos, com discurso estelionatário que esconde os dados reais de economia, da educação e números sobre miséria; eleições realizadas sob o comando de um advogado do PT, com urnas eletrônicas não confiáveis e uma apuração duvidosa.
Mais do que coincidência, o Brasil atravessa uma fase semelhante à que precedeu a ascensão nazista na Alemanha. Podemos listar o descrédito nacional na política e nos políticos; a dissolução dos costumes, o crescimento incontrolável da criminalidade, instituições republicanas enfraquecidas e uma economia desorganizada com inflação ascendente.
As descrições da Alemanha na década de 1930 do historiador Joachim Clemens Fest e do jornalista americano William Lawrence Shirer estimulam uma analogia impressionante com a conjuntura que vivemos. Fest, como respeitado biógrafo de Hitler, e Shirer, pela observação pessoal e pesquisa de documentos do Terceiro Reich, apresentadas na “Ascensão e queda do Terceiro Reich”.
Ao lado da angustiante degenerescência social do após guerra que tomava conta da Europa, coexistia e se avolumava uma tremenda agitação política graças à revolução bolchevista e o caótico debacle econômico do crash norte-americana.
Confrontando a influência da Internacional Comunista, surgiu a reação com Mussolini com os seus “fasci di combattimento” e centenas de associações conservadoras e nacionalistas na Alemanha. Segundo Fest, só em Munique haviam perto de 50 associações políticas… Foi quando Hitler encontrou o Partido dos Trabalhadores Alemães e assumindo a liderança, acrescentou à sigla o lema “nacional socialismo” e criou a cruz suástica.
A cinematografia nos oferece, também, um perfeito quadro da Berlim no início da década de 30 com o filme de 1972, “Cabaret – Adeus Berlim”, dirigido por Bob Fosse com notável interpretação de Liza Minelli.
A prostituição, as drogas e o Charleston empolgavam a mocidade e as sátiras teatrais divulgavam o amor livre e a tese leninista de que o sexo é um copo d’água, que bebe quem tem sede. Viam-se manifestantes empunhando cartazes “Pelo caos para o recomeço” e “Pela honra dos assassinos”.
Carismático, Hitler chegou ao poder através de eleições com seus discursos inflacionados de promessas fantasiosas; mas o pleito de 1933, não foi tão livre; o NDASP teve a cobertura do exército, um farto financiamento de grandes industriais e, por medo, até de banqueiros e empresários judeus… As tropas de choque – “camisas pardas” – impuseram o terror ameaçando o partido católico, os sociais democratas e entrechocando-se com anarco-sindicalistas e a juventude comunista.
Na atual conjuntura latino-americana revive a tendência totalitária do passado, usa a legenda socialista, o anti-capitalismo e a xenofobia antiamericana. Implantam o narco-populismo, herdando dos “coronéis” e “terratenientes” o paternalismo e aliam-se aos plantadores e traficantes de cocaína e maconha.
Está nos planos do populismo lulo-petista, como ideologia (capenga, mas ideologia) fazer a marcha fascista com o controle dos meios de comunicação, usando a mídia para sua propaganda enganosa. Prepara-se para intervir nos meios de comunicação e disciplinar os jornalistas que não se corrompem.
O segundo passo será a instalação da ditadura dos “conselhos populares” – nova versão dos fracassados soviets – através do decreto fascista 8.243/14 editado pela Presidência da República em 23/05/14 e publicado no Diário Oficial no dia 26 do mesmo mês e ano.
Entrega o poder à pelegagem dos movimentos sindical e popular, entidades controladas pelo PT, as decisões governamentais como ocorre na falida Venezuela chavista. Felizmente é repudiado como um “golpe legal” contra o Legislativo e o Judiciário. Feliz e surpreendentemente foi derrotado na Câmara Federal e vai ao Senado.
Esperamos que os pais da Pátria lembrem Martin Luther King: “Não esqueçam de que tudo o que Hitler fez na Alemanha era legal para os juízes daquele País”.
O decreto 8243 é um perigo fascista iminente, totalmente inconstitucional, antidemocrático e impatriótico.
“Que serà, serà” … Será?
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Quem não é filho de chocadeira, nasceu de pai e mãe e viveu em família, fosse classe média, rico ou pobre, recebendo ensinamentos de respeito à coisa alheia, considera o furto insuportável, sendo ainda mais ofensivo e condenável o roubo da coisa pública.
O direito penal, a psicanálise, a psicologia e a psicopatologia condenam a desonestidade e não encontram qualquer explicação para os ladrões do dinheiro público; nem a sociologia canhota da professora Marilena Chauí justifica a escandalosa rapina do PT-governo; ela, adoradora de Lula, apenas procura culpados que não o Chefe.
Outro que tenta tapar o sol com uma peneira é o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que falando a magistrados criticou os que reclamam da roubalheira institucional implantada pelo lulo-petismo.
Para Cardoso, os que protestam são empresários “que se acertam com fiscal da Receita”, e os síndicos de condomínios: “Vivemos numa sociedade em que até síndico de prédio superfatura até quando compra um capacho”. O Ministro considera a desonestidade parte da cultura nacional.
Pior do que esses sectários da bandidagem que se lixam para o assalto ao Erário e aos escândalos que indignam os brasileiros, são os que acreditam na fatalidade; mas não dá para pensar que o destino explique tudo, a não ser na metáfora humorística do “estava escrito nas estrelas…”.
Isto está inserido no vocábulo árabe “Maktub” (“está escrito”), que etimologicamente vem de “Kitab”, livro, sem nada ter com o Alcorão, embora induza os crentes islamitas ao fatalismo, resignando-se à vontade de Alá.
Maktub é sinônimo de “destino”, que se opõe ao ensinamento bíblico do “Deus criou o homem, concedendo-lhe o livre-arbítrio”, daquilo que só pode ser feito por nós mesmos, assumindo o controle das decisões que conduzirão a nossa vida.
Entretanto, pela tradição ancestral, há pessoas supersticiosas. Acredita-se nas cartas de baralho cigano, no jogo de búzios e no Tarot; e, mundo afora, milhões de pessoas aceitam a astrologia como ciência. Conheço gente que confere diariamente horóscopos, tanto os que veem publicados nos jornais como em mapas particulares feitos por astrólogo.
Por outro lado, há quem sorria do fatalismo islâmico, do livre arbítrio cristão e da astrologia, apesar de filósofos como Oswald Spengler, John Stuart Mill, e Schopenhauer tenham sido fatalistas; que os doutores da Igreja e os teólogos protestantes que defendem o livre-arbítrio; e sabendo que os respeitados astrônomos Galileu e Ticho Brahe foram astrólogos.
Para mim, entretanto, é impensável aceitar uma inexorável predeterminação de Deus, deuses, ou forças da natureza; não respeito o “que será, será”. Guardo o “que serà, serà” por curiosidade de ser uma “canção italiana sabendo que com música e letra dos americanos Jay Livingston e Ray Evans… Foi a trilha musical do filme “Candelabro Italiano” e graciosamente interpretada por Doris Day em o “Homem que Sabia demais”.
Alguém escreveu que “as coisas são como são, e não como gostaríamos que fossem”… Pensando assim, a vida, a sociedade, a economia, a política, a guerra e a paz dependem de nós. Quem vive em sociedade, mantendo relações de produção e acompanhando a política, é responsável pela guerra e pela paz.
Por separar a fantasia da realidade, entrei na agitação da luta popular contra os eduardos cardosos da vida e demais criminosos acobertados pela República dos Pelegos. Apelo aos 75 milhões de eleitores que não votaram na candidata estelionatária com a vigorosa poesia de Walt Whitman: “Minha vocação é a vocação para a batalha./ Meu canto é o toque do clarim./ Eu engendro a rebelião ativa”.
Não podemos ser fatalistas nem obedecer à predestinação religiosa, e sim obedecer ao princípio de que, conscientes da realidade, podemos mudá-la. Na pesquisa que fiz para escrever este texto, encontrei o grande Homero, das memoráveis Ilíada e Odisséia, que deixou dito que “o homem acusa insensatamente os deuses e chama “de destino” a própria estupidez..”.
De fome e de ‘ferraris’
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Não que eu seja um pau molenga, mas quando me tocam à alma, sempre me emociono com a leitura de um livro, e me sensibilizam a poesia, o teatro e o cinema. Uma crônica do jornalista italiano Pitigrilli, da década de 1940, injetou a adrenalina no meu sangue pela dramaticidade, o personagem e fecho proverbial.
Está armazenada no disco rígido da minha memória a historieta pitigrilliana: “O incomparável interprete de “La Mer e Douce France”, Charles Trenet, fazia uma turnê internacional e foi a Buenos Aires, onde se apresentou no famoso Tabaris. Bastante bebido e cercado de mulheres, um ganadero novo rico grosseiro, como todo ganadero e todo novo rico, arremessou uma porção de pão do couvert no palco.
Trenet abaixou-se, recolheu as nesgas embolsou-as e agradeceu: – “Muito obrigado”, disse, “levo a sua oferta às famintas crianças francesas do após guerra”.
Era um rapazola quando li essa passagem, que me voltou à mente quando meu amigo Betinho, voltando do exílio, lançou com o seu idealismo cristão uma campanha contra a fome, o “Fome Zero”. Lembrei-me também do altruísmo de Betinho quando o IBGE pesquisou, registrou e deixou passar a campanha eleitoral para divulgar, que 7,2 milhões de brasileiros sofrem de insegurança alimentar grave.
Os programas eleitorais da candidata à reeleição esconderam estes dados oficiais e, muito pior, apresentaram um discurso triunfalista sobre o problema, fantasiando números dos que saíram da miséria e dos que entraram na discutível “classe média”… Sem nenhuma dúvida, um estelionato eleitoral!
O Pnad, pesquisa promovida pelo IBGE foi realizada nos meados do 2º semestre, mas divulgada 50 dias depois do 2º turno das eleições, agorinha, a sete dias do Natal. São assustadores os dados levantados no Maranhão (39,1%) e Piauí (44,4%) que têm pouco menos da metade da população com alimentação assegurada.
Este governo embandeirado com o “socialismo bolivariano” comete a mesma grosseria do ganadero argentino: atira o resto do banquete dos ladrões da Petrobras como bolsas-esmolas no palco da conjuntura nacional; mas infelizmente não temos charles trenets para respostar à altura.
Por quê? Porque os atores narco-populismo deram uma lavagem cerebral com a ideologia do consumismo nas massas ignorantes, conforme levantou o IBGE: Mais de 88% dos domicílios com restrições alimentares contam com televisão, 13,8% têm computador e 10% têm não só computador, mas também acesso à internet.
Fogões (93,5%) e geladeiras (85,8%) também são bens presentes na maioria dos domicílios classificados pelo IBGE com o nível de insegurança alimentar grave. E o empresariado fabricante desses bens, associado às multinacionais dirige as suas Ferrari de R$1.400 milhão e dão Mercedes Benz de R$ 950 mil às amantes e aos seus filhotes.
Uma mensagem de Natal
Impossibilitado de agradecer um por um, aos que me enviaram mensagens, como gostaria, aproveito este espaço democrático para saudar a todos, desejando saúde, paz, segurança e, com isto, toda felicidade do mundo! FELIZ NATAL, AMIGOS!
@RodrigoLrocha2 @monikalive @bomfim_2012 @BelCarvalho5 @MiguxaheoliNEWS @JuliocPeixoto @Andre_Ayel @marcoscarneir @GarrinchaBrasil @clarissapiresf1 @BlogOlhoNaMira @teresinhalopes @tbaronewitter @YuliyaGro @NagelaGaia @Claudiadabreu12 @cintiaoi @CesarFaulha @LuciaSeffrinMar @seujoca @denis_cote @VangelaQ @parnamirim1 @grazzsie @bomfim_2012 @olimpiomaia @piodojacu2011 @S2cruzmaltino @Nilsson_n @cadinhoroco @motta1302 @drpeixotobrasil @gentedireita @CarlosPort @Anaviazan @JAglais @marisaheuser @thecomiranda @iojandaira @clajen @SaoBlack @prof_gera @luciana_carmina @nzmendes1 @marcusphlavio @fitzca @mmlnunes @moisesmeireles1 @osFortal @jairotaguz @Patriciareal_ @PimentaBeth @VejoBem @PastorLiomar @teresinhalopes @marcusvaliatti @ArgemiroGomes @Hellblazer2014 @profeborto @horaciocb @graca52 @cassiagontijo @CleuzaBapti @fallercrismoura @ajuricabat @NetoH @Bakunin7 @marcusvaliatti @era1vez1 @Patriciareal_ @ToniFigo1945 @Elizete_11 @Junior_busao @ilanagranjo @antoniobaiarn @ComunicaPress @marcoscarneir @cintiaoi @Xicohria
Fantasmas do Natal
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Cada fracasso ensina ao homem algo que ele precisava aprender” (Charles Dickens)
A genialidade do ficcionista inglês Charles Dickens brilhou com a sua corajosa contribuição à crítica social na Era Vitoriana, tornando-o o mais popular romancista da época. Seus livros tornaram-se clássicos da língua inglesa e entre eles o espetacular “Conto de Natal”, com tradução em quase todos os idiomas do mundo.
Diz-se que Dickens escreveu-o em menos de um mês para pagar dívidas; e referiu-se à obra como “meu livrinho de Natal”. Não sabia que sua criação se tornaria a mais famosa fantasia natalina dos séculos seguintes, chegando até hoje, quando se anuncia a reprise da sua versão cinematográfica com o filme de animação de 2009, com Jim Carrey, “A Christmas Carol”.
Quando os porras-loucas marqueteiros mandaram Dilma falar dos “fantasmas do passado” na campanha eleitoral, fiz uma referência a Dickens no meu artigo “Os fantasmas”, e volto ao mesmo tema como alegoria do período natalino.
O personagem do conto, Ebenezer Scrooge, é um velho individualista e avarento, sempre mergulhado nas suas contas e negócios, antipatizado até pelos cachorros de rua… A descrição que Dickens lhe faz desenha uma face enrugada, nariz pontiagudo, lábios finos e olhos avermelhados.
Nas vésperas do Natal, Scrooge sonha com o falecido ex-sócio, Marley, que avisa sobre a visita de três espíritos: o do Natal passado, o do Natal presente e o do Natal futuro. A história se desenrola com os três fantasmas assustando Scrooge com as cenas chocantes da infância, da sovinice do presente e, no futuro, a própria morte, humilhante e solitária.
Dickens, proverbial, conclui que a dissecação do seu caráter maligno descongelou a sua insensibilidade e Scrooge se torna um homem diferente. Muito diferente dos políticos brasileiros, principalmente os que ocupam o poder, além de egoístas desonestos e empedernidos.
No Brasil, o pesadelo das autoridades constituídas lhes traz um passado não muito distante, da ditadura miltar que nos seus erros e acertos, subtraiu a liberdade de imprensa e de expressão; do nefasto governo Sarney e do desprezível Collor, com o confisco da poupança, os roubos públicos e o impeachment.
Este fantasma do passado, o do medo – conforme foi usado no infame programa eleitoral do PT – omitiu o Plano Real e seu efeito sanitário contra a inflação; escondeu até que FHC trouxe com seu plano o perverso instituto da reeleição.
O Fantasma do Presente abre um cenário desalentador no ambiente mal-cheiroso de podridão corrupta e a morbidez virulenta da pelegagem. Mostra escândalos que se repetem assustadoramente, corroendo o patrimônio nacional e também o civismo. A rapina cancerosa corrói a Petrobras e sua metástase alcança empresas estatais, bancos públicos e fundos de pensão.
A propagação do vírus da pelegagem deturpa a ética e deprava a Democracia e a República pela decomposição dos costumes, da família e da decência no trato da coisa pública. Fez até aparecer cartilhas para deturpar o idioma e censurar ícones da literatura brasileira como Monteiro Lobato e Machado de Assis.
Gostaríamos que com as canções do próximo Natal chegasse também o Fantasma do Futuro e arranque os antolhos da ignorância nacional e faça o Brasil assistir a perda da soberania e da credibilidade internacional, pelo acintoso domínio do crime organizado.
Quando Getúlio Vargas se preparava para dar o golpe de 1937, o paraibano José Américo de Almeida, ministro da Viação, demitiu-se e discursou alertando os democratas com um exórdio: “É preciso que alguém fale, e fale alto, e diga tudo, custe o que custar!”
Esta é a tarefa que vimos executando, como caça-fantasma do Medo. A intimidação do fascismo vermelho, pela propaganda enganosa, não assusta mais ninguém. Os fantasmas deste Natal são a revolta popular pelo triste fim da Petrobras e a carestia inflacionária, irresponsável e criminosa, que empobreceu a nossa ceia…
Árvores genealógicas
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Tempos atrás, numa radiosa tarde de setembro em Natal, Rio Grande do Norte, eu e o meu amigo Augusto Luiz Gomes, saímos do trabalho após uma exaustiva gravação de um vídeo e fizemos uma romaria pelos bares. Chegamos ao Bela Nápoles para lavar com chopes gelados.
Resolvemos pedir ostras frescas, aperitivo para o almoço tardio. Isto requer um ritual: quando as ostras veem abertas separamos o molusco da concha, esprememos limão sobre ele, polvilhamos pimenta do reino e pingamos azeite de oliva; tudo pronto chupamos a parte sólida e sorvemos o caldinho temperado.
Essa preparação permite alongarmos a conversa. Com a usual falsa moral, Augusto lamentou o sacrifício das ostras que levam 5 ou 6 anos para chegarem à idade adulta, quando um mergulhador as arranca da colônia, limpam-nas e transportam-nas de Santarém até Natal, onde são guardadas no gelo até um freguês aparecer.
Como Augusto tem Lula por apelido, resolvi sacaneá-lo falando da minha preferência pelas lulas, moluscos como as ostras, fáceis de pescar e cozinhar, pois não têm a casca externa e sua cartilagem é macia e gostosa.
Brigamos. O videomacker arrepiou: -“Não é porque você não gosta do presidente Lula que lhe dou o direito de me provocar!”. Aí eu me defendi: -“Nada contra você; a lula é dividida em duas classes, as octópodes (oito tentáculos) e as decápodes (dez tentáculos). O Lula, molusco-presidente, é de linhagem especial, a nonápode, “pois só tem nove tentáculos nas mãos…” Rimos e fizemos as pazes.
Como falei de linhagem nessa memória, associei-a a genealogia, que mapeia a origem das pessoas, como o DNA reconstrói a genealogia de piolhos, peixes e ratos.
Então, recordando os bons tempos em Natal transfiro-os ao presente, para o noticiário desta semana sobre o veloz enriquecimento de Pedro Barros Mercadante Oliva, filho do ministro Aloízio Mercadante. Vejo que dá para pensar nas árvores genealógicas dos petistas.
Pedrinho Mercadante é sócio e vice-presidente da Petra Energia S/A, que faturou R$ 148,1 milhões do PT-governo entre 2013 e 2014, quando Mercadante foi para a Casa Civil da Presidência; e as verbas foram empenhadas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, cujo titular na época (2011 a 2012) era o mesmo Aloizio Mercadante. Os dados são do Siafi.
Ajudada pelo Google, a memória também nos traz a uma reportagem da Folha de São Paulo sobre a vida empresarial vitoriosa dos dois filhos do ex-presidente Lula, Fábio Luís e Luís Cláudio. Principalmente a extraordinária evolução de Fábio, conhecido como “Lulinha”.
O senador paraense Mário Couto, alertando para a corrupção no País, destacou a investigação da PF sobre enriquecimento de Lulinha; e mais irreverente do que ele, o deputado Jair Bolsonaro pediu diligências policiais para o aumento patrimonial do filho de Lula: – “Ele era limpador de estrume no Zoológico de São Paulo e, de repente, é um mega fazendeiro”.
Os inocentes, que nunca sabem de nada, dizem que tudo isso é boato. Mas acreditam os que vêem as facilidades de quem usufruí do “cartão corporativo” e do “passaporte diplomático”, em caráter excepcional e interesse nacional!
É admirável saber que há uma “heráldica” no Partido dos Trabalhadores, onde os filhos da alta hierarquia lulo-petista desfrutam do privilégio “QI” – “Quem Indica” – utilizando os nomes dos papais e das mamães. Lembram-se do filho de Erenice? Pois a mídia esqueceu…
Creio que os filhotes da pelegagem, como todos “novos ricos”, já encomendaram a institutos categorizados suas árvores genealógicas com ancestrais ilustres, dirigentes sindicais, advogados, políticos e até generais; mas para gozar tranquilamente a vida de nababos, precisam calar a imprensa e aparelhar a Justiça.
Por isso, funciona a estratégia do PT, do “controle da mídia”, do aparelhamento da máquina judiciária e dos órgãos de fiscalização da Receita Federal. O Brasil decente exige dos patriotas a mobilização e a conquista das ruas contra essas ameaças que pesam sobre a liberdade de imprensa, a Advocacia-Geral da União, o STF e o STJ.
Não podemos esquecer que os galhos da segunda geração de pelegos são abrangentes e venenosos. Semana passada postei no Twitter que essa árvore genealógica deve ser a figueira do diabo, aonde, segundo Mateus 27,5, Judas Iscariotes “se enforcou”…
Comentários Recentes