Artigo
Uma profecia em tempo materialista
O general Mourão Filho, comandante e verdadeiro condutor do movimento militar que derrubou Jango, deu uma de futurólogo, escrevendo sobre a eleição de Lula, de quem nunca ouvira falar…
“Ponha-se na Presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará a sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, de que tudo quanto faz está certo.
“Em pouco tempo transforma-se um ignorante em sábio, um louco em gênio equilibrado, um primário em estadista. E um homem nessa posição, empunhando nas mãos as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso.
“Enquanto esse monstro é dirigido e explorado apenas pela lisonja, bajulado pela corte, a Nação sofre prejuízos de monta, é verdade, mas, apenas danos materiais em sua maioria e morais alguns. Quando, porém, sua roda é formada ou dominada por um bando infame de demônios, nesse momento a Nação corre os mais sérios perigos.”
General Olympio Mourão Filho
Click: Dilemas da Governanta
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Sou fã do ator Adam Sandler, um dos maiores comediantes da atualidade e considero a comédia “Click” a melhor entre todas que estrelou no cinema. O filme apresenta o arquiteto workaholic Michael Newman (Adam Sandler) que descobre um controle remoto universal que, em vez de controlar objetos eletrônicos, é capaz de dirigir as situações em sua vida.
Problemas engraçados, de humor quase britânico, ocorrem quando o controle materializa os pensamentos de Michael criando situações inusitadas. Muita gente, mesmo correndo risco, gostaria de ter um daqueles controles, para corrigir desvios. Não sei se gostaria, mas acho que a presidente Dilma deveria ter um…
Entretanto, retificando (e não emendando, como é do seu costume) as inconveniências no exercício da presidência, não fará dela uma estadista; jamais, porque não tem formação intelectual nem preparação política para isto. Estadistas foram Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck e Ernesto Geisel; este último, embora sem se submeter a uma eleição democrática, teve uma inegável postura e atitudes exemplares em cumprimento do dever.
Em respeito e por obrigação com meus leitores, trago a opinião pessoal sobre os dilemas da governanta, mesmo sem ter votado nela por repulsa ao seu partido, que atualmente se banha numa cachoeira de escândalos.
Aconselho inicialmente a Dilma que dê um “click”, e veja que um presidente no exercício do cargo não pode agraciar parentes, nem ajudar amigas ou amigos pessoais; e, como estadista, não pode cometer erros e vacilações, obriga-se a decidir com autoridade e segurança as questões de governo.
Considero simplesmente ridículo o embaraço que ela sofre para demitir a presidente da Petrobras, Graça Foster; dê um click, Dilma, e olhe que não deveria somente exonerar Graça, mas toda a diretoria conivente com a quadrilha que assaltou a estatal.
Dilma, como chefe da Nação não vacile e dê um click para repudiar a pressão de movimentos ilegais e subversivos, como o MST e FNL, na escolha de um ministro, no caso a Kátia Abreu! Acho bem feito para a senadora, que traiu os seus princípios por carreirismo, mas a hesitação e falta de firmeza de Dilma são muito piores.
Jamais mostrando segurança, e sempre mal resolvida, tanto na Presidência como na vida pessoal, Dilma permite uma pergunta embaraçosa: “A senhora governa ou não governa?”
Se não é simplesmente uma “laranja” de Lula da Silva, largue essa muleta política ou assuma a figuração de “rainha da Inglaterra”, nomeando-o ministro da Casa Civil e com as funções de primeiro ministro.
Eram também necessários mais clicks, para evitar as visíveis vacilações de Dilma nas suas últimas intervenções: Na Comissão da Verdade, voltada para o revanchismo contra oficiais do Exército hoje inativos, mas que ocuparam comandos no regime militar. Ela se diz a favor da Lei da Anistia, mas assiste sem mover uma palha os seus sabujos ensaiando provocações para ferir a legislação vigente…
Outro cambaleio da Presidente é enfrentando as denúncias de fraude nas eleições: já se repetiu quatro vezes em entrevistas diversas, pedindo“respeito às escolhas legítimas das urnas eletrônicas”. Dilma precisaria de um click para deletar este jargão cretino que esgota nossa paciência; ou pára de repisar essa “legitimação” vazia ou a nossa desconfiança se transforma em certeza de que foi eleita através de roubo!
O Brasil não pode continuar à deriva no oceano da subversão e da falta de autoridade, enfrentando sucessivas ondas de corrupção que lhe deixam por baixo, humilhado no concerto das nações.
O PT-governo que é tão atuante na propaganda marqueteira, está inativo na visível derrocada da Petrobras; a militância “brochou”, sindicatos comprometidos silenciam e mercenários estão exigindo mais, como sintomas de que a verdade emerge do pantanal criminoso.
Diante disso, com a verdade do nosso lado, vale um click coletivo e intransferível: Voltemos a Castro Alves: “A praça é do povo/ Como o céu é do condor”. Vamos às ruas, patriotas de todas as tendências, uni-vos contra a corrupção!
“Tirem a maquiagem!”
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Nestas últimas semanas a imprensa publicou uma nota que certamente entristeceu os nostálgicos usuários do Chanel Nº 5… Com atraso de 69 anos, as agências de noticiosas internacionais divulgaram que a famosa perfumista francesa, Coco Chanel, foi espiã nazista…
Nenhuma novidade lá na França. Embora os amigos e comensais de Coco tenham divulgado no após-guerra que ela era “agente duplo”; os patriotas franceses da resistência rechaçaram essa versão, dizendo tratar-se de uma maquiagem para mascarar a verdade.
Não sei se pelo ciúme comum entre as celebridades, Coco Chanel também sofreu o isolamento no mundo dos cosméticos, onde reinavam Elisabeth Arden, Helena Rubinstein e Max Factor. Estes não se enganariam com disfarces, fabricantes que eram de produtos de beleza, bases, batom, pó-de-arroz, rímel, ruge e sombras de contraste claro-escuro e múltiplo colorido.
Escrevi anteriormente sobre a maquiagem, contando a origem desse nome e historiando o seu uso através dos tempos; esqueci-me, então, de contar uma curiosa ponta teatral de Shakeaspeare, em que Hamlet repreende Ofélia no primeiro encontro dos dois: – “Ouvi muitas vezes falar da vossa maquiagem, Deus vos deu um rosto. E vós fazeis dele outro rosto…” Ofélia não foi ensaboar o rosto para agradar o príncipe da Dinamarca; fez mais que isso: atirou-se no lago de onde emergiu lavada e enxuta com sua pele alva, livre dos artifícios.
Isso me lembra a primeira máscara petista na fundação do partido. Foi inspirada, possivelmente, pelos piedosos padres da Teologia da Libertação, realçando com astúcia a pureza do novo, do honesto e do libertador para um povo e um País. Hoje, a maquiagem lulo-petista em nada se parece com a imagem dos anjos e das virgens dos murais vaticanos; é a cópia do Juízo Final que Miguel Ângelo deixou na Capela Sistina…
O partido retrata agora seus heróis corruptos e a reprodução invertida da péssima e corrupta administração que assume no País há doze anos. No festival de criminalidades do PT-governo exibe-se as horrorosas pinturas dos bosquímanos da Oceania ou a expressão dos sacerdotes astecas nos sacrifícios humanos…
Foi assim que assistimos no Congresso Federal a imolação da Lei de Responsabilidade Fiscal para atender os interesses dolosos de Dilma, se auto-anistiando pela desobediência à Lei, e impondo a fraude como norma nos gastos vinculados à arrecadação.
Botando seu bloco de sujo na rua, o PT e seus sabujos, saem com nova fantasia: a enganadora farsa democrática dos abomináveis sovietes, travestidos de “conselhos populares”. Pretendem implantar sua ditadura narco-populista sob as palmas da claque mercenária do Congresso, transformado em anexo do Palácio do Planalto.
Recordo uma passagem histórica da velha Grécia: Num daqueles banquetes onde os excessos de vinho levavam inevitavelmente às bacanais, iniciaram um “jogo da verdade” convidando a sedutora Frinéia a presidi-lo, para expor a expressão real dos participantes.
Famosa por ter sido absolvida no processo em que era acusada de profanar os Mistérios de Elêusis, Frinéia pediu aos escravos que trouxessem bacias com água, uma para cada mulher presente. Lavou o próprio rosto e pediu às senhoras que a imitasse, o que fizeram obrigadas pelas regras do jogo.
De cara limpa, ela revelou seu rosto inato, natural. Soltou os cabelos, despiu-se da túnica, descalçou as sandálias, e desfilou nua entre os convivas, revelando “aquela formosura original” como versejou Olavo Bilac. As demais damas, em maioria, mostraram o semblante das ministras de Dilma, enquanto Frinéia inspirava o pintor Apeles, que pintou-a como a Afrodite do seu famoso quadro.
Alinhado com os que defendem e aplaudem a ida do povo para as ruas pedindo o fim do governo petista, desonesto, impatriótico e maquiado, exijo com esta minha contribuição intelectual que os pelegos do PT-governo tirem a maquiagem e mostrem a deplorável face da realidade nacional que deturparam.
O Tempo e a Paciência
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Tolstoi: “O tempo e a paciência são dois eternos beligerantes.”
A mitologia grega nos oferece o melhor exemplo da guerra entre a paciência e o tempo com o mito do rebelde Sísifo, que desafiou os deuses. Conta a saga da velha Grécia que Sísifo foi o mais astuto dos mortais, enrolando vários deuses.O maioral do Olimpo, Zeus, jamais perdou-o pela habilidade que tinha de iludir, seduzir e enganar. Quis puní-lo pela malícia atrevida que desmoralizava o poder divino.
Por um raro contra-senso na Mitologia, Sísifo morreu de velhice; inconformado, Zeus resolveu castigar a sua alma, condenando-a a rolar uma grande pedra com as mãos até o cume de uma montanha, sendo que quando chegava ao pico, a pedra descia montanha abaixo, para que a cena se repetisse eterna e pacientemente..
Assim nasceu a expressão “trabalho de Sísifo”, que inspirou Albert Camus a criar uma metáfora sobre os modernos prestadores de serviço cumprindo diariamente as mesmas tarefas. Quando fui bancário conscientizei-me desta situação, a enfadonha (e revoltante) rotina.
O pensar da vida vai de um átimo à eternidade, designando pouca duração como os insetos da família dos efemerídeos que só vivem 72 horas após atingir o estado adulto, ou completando os 500 e tantos anos na idade das tartarugas.
Confúcio, na sua sabedoria, abordando a dicotomia do breve e do prolongado, ensinou: “Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais”. Este pensamento derruba todos os argumentos cúmplices em favor da quadrilha que assalta o País, saqueando tudo o que encontra pela frente e esgotando a empresa ícone do povo brasileiro, a Petrobras.
Durante vinte três anos a hierarquia do Partido dos Trabalhadores combateu a corrupção na administração pública; mas bastou apenas um ano após a eleição de Lula da Silva e a ocupação do poder, para que sufocasse os princípios da ética e da moralidade. A virtude e a honradez “delles” duraram de 10 de janeiro de 1980 a 1º de janeiro de 2003…
Quanto à militância petista, que teve destacada atuação no capítulo histórico do impeachment de Collor, murchou com os abraços sorridentes do impichado com Lula e Dilma. Aplaudiu por sem-vergonhice ou silenciou por vergonha.
Em minha opinião, Lula esbanjou honestidade nos seus discursos, mas levou no bolso a gazua de assaltante, que usou com perícia e arte.
Como 50 milhões de patriotas brasileiros, sinto a ânsia de acabar com o festival de roubalheira que o PT e seus sabujos implantaram no Brasil; mas pacientemente me pego a um pensamento de Howard Fast: “Esperemos, esperemos. A História tem seu próprio modo de ser verídica”.
Sinto, porém, que é duro esperar pelo fim do reinado dos pelegos, da roubalheira desenfreada e da impunidade, porque o tempo pode ser desmedido. Pode vir em dez dias, um mês, quem sabe, um ano, que o povo nas ruas com apoio das forças vivas do patriotismo, acabe com a corrupção generalizada nas instituições republicanas.
Na batalha da paciência contra o tempo, há uma medida unipessoal; o cronista Pittigrilli escreveu que “para uma criança uma semana tem a duração de um ano e para o velho o ano tem a duração de uma semana”…A explicação lógica para isto vem do gigante da literatura russa, León Tolstoi: “Para um menino de cinco anos, um ano é a quinta parte da sua vida; para um homem de oitenta anos, é a octogésima parte…”
Com essa divagação, abro e fecho um parêntese na minha permanente luta contra a corrupção lulo-petista e suas ameaças fascistas à liberdade de expressão. Quero homenagear as amizades feitas no Twitter com as sábias palavras de Machado de Assis: “Que importa o tempo? Há amigos de oito dias e indiferentes de oito anos”.
Os Três Porquinhos
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Nunca é demais discutirmos a cultura e a sua fatia que ajuda a formação do caráter das pessoas: A literatura infantil. Olhem em torno e vejam como as crianças da sua família que lhe cercam, conhecem a história d’ “Os Três Porquinhos e o Lobo Mau”; mas nem eles, nem os adultos que lhes contaram ou presentearam com livros, discos e fitas, sabem que o seu criador foi um australiano, Joseph Jacobs, nascido em 1853…
Estudioso do folclore inglês e irlandês, Jacobs deixou para o mundo essa historieta que se abrilhantou com uma magnificência de cores e de sons graças à genialidade de Walt Disney, com cinco lindos desenhos animados inspirados no The three little pigs and the big bad wolf.
A primorosa fábula foi transmitida oralmente no Brasil pela valorosa elite letrada da classe média, vilipendiada na Era Lulo-Petista, por ser letrada e classe média. Foram as vovós e as titias que divulgaram o rico fabulário mundial, desenvolvendo e multiplicando histórias vindas da Europa e da comunicação oral das mucamas recontando contos trazidos da África ou recebidos do folclore indígena.
A dita literatura infantil, porém, nem sempre foi infantil. Estudiosos dizem que se originou da coletânea oriental “As Mil e Uma Noites”, de contos populares indianos, egípcios, persas, chineses e árabes, de épocas remotas, perdidas no tempo.
A coleção traz as narrativas da jovem Sherezade encantando o sultão Shariar com a narrativa de histórias. Ele se vingava das suas mulheres por uma traição sofrida da sua esposa predileta com um escravo; então, se casava e cruelmente mandava matar a noiva após a lua-de-mel para não se arriscar mais à infidelidade.
Após diversas mulheres sofrerem esse triste destino, Shariar casou-se com a bela Sherezade. Tendo acompanhado as execuções e esperando a sua vez, Sherezade, para se salvar, havia criado um Plano B.
Decorou uma grande variedade de enredos (as novelas daquele tempo) e após o casamento, recolhendo-se aos aposentos reais e resolvidos os finalmente, começou a contar curiosas tramas deixando em suspense o seu fim, ao raiar do dia.
Por ter despertado a curiosidade de Shariar negaceando a última parte da narração, Sherezade escapou uma, duas, dez, cem, mil vezes, estendendo as histórias do “Mercador e o Gênio”, “Simbad – O Marujo”, “O Ladrão de Bagdá”, “Aladim e a Lâmpada Maravilhosa”… Após a milésima primeira noite, Sherezade com o Sultão apaixonado, apresentou-lhes os filhos nascidos do casamento e livrou-se do sacrifício, tendo reinado como sultana até a morte natural.
Por volta do século 18, essas aventuras chegaram a Europa pela tradução do francês Antoine Galland, e se espalharam pelo mundo ocidental. Inspiraram Bocage, Coelho Neto, Edgar Allan Poe, Jorge Luis Borges, Machado de Assis, Marcel Proust e Sá de Miranda. Até o nosso Millôr escreveu fábulas com essa procedência.
Esse fantástico tapete voador contribuiu e revelou Andersen: (“O Patinho Feio”), os Irmãos Grimm: (“A Bela Adormecida”, “A gata borralheira” e “Branca de Neve”) e Perrault: (“Chapeuzinho Vermelho”); enriquecendo a imaginação compõe a literatura infantil evocando o belo, o puro, a verdade e o proverbial ensinamento da honestidade.
Fábulas como “O Lobo e o Cordeiro” nos levam a combater o totalitarismo, a arrogância e o domínio da mediocridade que se afiguram na recente versão escatológica do lulo-petismo para “Os Três Porquinhos”, Cícero, Heitor e Prático, cujo lirismo e ingênua metáfora, estão sendo maculados.
Na sua extrema insensibilidade (e ignorância), Dilma personalizou-os com as figuras execráveis de Lula, Aloizio Mercadante e Rui Falcão; Três variantes patológicas do peleguismo narco-populista, da traição nacional e da irresponsável institucionalização da corrupção administrativa.
Os suínos dilmistas têm uma classificação mais política do que veterinária; são os porcos humanizados descritos na “Revolução dos Bichos” de Orwell, e, como tais, não podem ser respeitados pelos letrados, defensores da família e patriotas.
O Brasil não pode continuar a ser emporcalhado (no mal sentido) por quem desdenha a Pátria, a cultura e as tradições, com o desprezo por tudo isso que é a marca do PT-governo. Que voltem a fuçar a lama e comer o lixo dos sindicatos pelegos, de onde nunca deveriam ter saído!
SEITA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“O mestre disse: Pode-se induzir o povo a seguir uma causa, mas não a compreendê-la.” (Confúcio)
Dizem que as crises políticas, econômicas e sociais são uma espécie de adubo que favorece a germinação de idéias transcendentais. Pelo sim ou pelo não, o certo é que se multiplicam no mundo do aquecimento global o ressurgimento de crenças em forças sobrenaturais pelo mundo afora.
Assistimos várias tentativas midiáticas de ressuscitar o paganismo, ilustrado pela bruxaria, o surgimento de um califado moderno – estado islâmico – de xiitismo extremado (perdoem a redundância), pela multiplicação das tendências evangélicas e a revolução que o papa Francisco vem fazendo no Vaticano, já batizada de “Primavera Católica”.
Desde a reforma protestante, é o fato mais marcante da historicidade cristã o reconhecimento de Francisco pela existência dos padres casados, dos casais divorciados e dos homossexuais. Tão marcante este fato quanto a revoltado faraó Amenófis IV contra o politeísmo e oficialização do culto monoteísta no Egito.
Para Amenófis, o único deus reconhecido seria Aton, simbolizado pela radiação do círculo solar e assim, o faraó reformou-se a si próprio, trocando seu nome para Akhenaton (“aquele que adora a Aton”).
Há, porém, uma diferença entre religião e seita. Vamos ao dicionário: Religião – “Substantivo feminino, qualquer filiação a um sistema de pensamento ou crença, que envolve uma posição filosófica, ética, metafísica, etc. – Modo de pensar ou de agir”; Seita – define-se no Aurelão como “Substantivo feminino, doutrina ou sistema que diverge da orientação geral, e é seguido por muitos”
Às vezes as duas se confundem. Os antigos povos do continente americano, astecas, incas e maias, tinham religiões que exigiam sacrifícios humanos. Os incas praticavam o infanticídio de primogênitos recém nascidos para oferecê-los ao deus Viracocha e no Brasil moderno, o ex-presidente Collor, segundo a sua ex-mulher Rosane, contratava os serviços de uma feiticeira, Maria Cecília (hoje pastora de um culto evangélico) para uma seita com rituais satânicos.
Um tuiteiro, Paulo Eduardo Martins, saiu-se outro dia com uma interessante colocação, escrevendo que “O PT é uma espécie de religião bizarra. Tem profetas, dogmas, tem fiéis, tem dízimo. Não tem santos, não tem Deus, mas tem um monte de diabos dispostos a construir um inferno”.
Em vez de usar “religião bizarra”, Paulo deveria ter se referido a “seita”, que dispensaria o adjetivo; no mais, está certíssimo. A seita petê tem um falso profeta, Lula da Silva, e o sacristão palaciano, Gilberto Carvalho que segundo o noticiário dos jornais testemunhou o primeiro sacrifício humano do PT, a imolação de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André.
Sacerdotisas, mais para bruxas, infestam o ministério do tabernáculo instalado no Palácio do Planalto e aseita da estrela vermelha tem também sacerdotes, distinguindo-se entre eles ofrade dominicano de codinome Frei Betto, pregador do extravagante socialismo bolivariano, agora colhendo assinaturas para transformar a democracia em ditadura do proletariado.
Uma das facções dedicada ao lulo-petismo é a ONG Educafro, que se propõe a ajudar negros saídos das escolas públicas a chegar à universidade, mas na verdade só realiza a doutrinação racista de jogar negros contra brancos, na tática fascista de dividir para dominar.
A Educafro tem como diretor executivo Frei David Santos, seguidor de Frei Beto, cuja prédica catequética é ameaçar estudantes com multas e perda da bolsa se não conseguirem assinaturas em prol do plebiscito fascistóide proposto por Dilma. Foram gravadas palavras suas: “É para nossa Entidade, ofensivo, que você deixe a missão para a última hora e opte pela multa de R$ 300,00”.
As missas negras da seita PT consagram a ida de crianças brasileiras para a Venezuela estudar o catecismo da Pátria Grande, que nega a Pátria Brasileira e institui uma capital em Havana.
A seita ou “religião bizarra” petista atuou nas últimas eleições chantageando beneficiários de bolsas em todo País dizendo que Marina e Aécio acabariam com o Bolsa-Família. Seus sacerdotes, depois, foram receber o viático do Petrolão, pelo culto ao diabo invocado publicamente por Dilma…
MEDALHAS
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Da última vez em que estive em Sampa, visitei a feira de antiguidades da Praça Benedito Calixto. Chamou-me a atenção uma banca que expunha à venda uma grande quantidade de comendas, divisas, insígnias e medalhas.
Eram peças de todo tipo de metal, do ferro ao ouro, fitas, faixas e cintas de cores diversas; interessando-me por uma roseta de crochê para uso na lapela, perguntei qual a origem, e o vendedor disse-me que patenteava uma medalha do mérito da marinha boliviana…
A História das medalhas vem de longe. Foram usadas desde a Mesopotâmia ao Antigo Egito, e ressurgiram do Ocidente, associadas às cruzadas e à Reconquista cristã da Península Ibérica, segundo a tese da doutora Camila Borges da Silva. Napoleão, um gênio da organização militar, serviu-se delas para estimular o desempenho dos seus lugares tenentes.
As comendas chegaram ao Brasil com Pedro Álvares Cabral, que era cavaleiro da Ordem de Cristo. E as nossas primeiras medalhas datam de 1809, gravadas pela corte portuguesa emigrada; mas a sua concessão exclusivamente nacional veio a partir da Guerra do Paraguai, adotadas pelo Exército e a Marinha.
No Império, existiram poucas Ordens e a distribuição de medalhas pelo imperador era restrita a personalidades de real valor. Comendadores e condecorados foram Caxias, Cândido Mendes, Deodoro da Fonseca, Rui Barbosa e Saldanha da Gama.
Surgiram na República critérios descentralizados para outorgar essa honraria. Não era para qualquer um; com uma ou outra exceção, os dignitários distinguiam-se na abnegação pela coisa pública, no heroísmo e no patriotismo. Uma coisa era certa: o estigma do favoritismo, da falsidade ideológica e da corrupção não maculava os nobilitados.
A importância das medalhas hoje em dia, é ridículo. Banalizaram-se com a distribuição desregrada em concursos de beleza, torneios esportivos, exposições, efemérides cívicas e religiosas, ONGs fajutas, etc. etc. etc. e botem etc. nisso!
O insensato festival de medalhas também alcançou os círculos oficiais. Desviou-se da habilitação pessoal para a adulação e a troca de favores. No caso das medalhas de mérito, principalmente militares, é impressionante o desprezo pelo merecimento, abalando a confiança dos doadores.
Seria entediante repetir que tudo neste País piorou recentemente. Bastam as ilustrações que temos no noticiário da imprensa: A FAB condecorou a senhora Marisa Letícia Lula da Silva com a Medalha do Mérito Santos-Dumont, homenagem que dispensa comentários; e o guerrilheiro fujão José Genoíno, delator da Guerrilha do Araguaia na década de 70, exibe a Ordem do Mérito Militar.
As medalhas do Pacificador foram distribuídas largamente, alcançando os ex-deputados João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Roberto Jefferson, condenados na Ação Penal 470, o famoso “Mensalão”. E o chefe daquela lambança criminosa, José Dirceu, recebeu o título de comendador.
Dá vergonha constatar que todas as distinções aos mensaleiros se mantêm apesar das punições desabonadoras sofridas por atentados contra o Erário, as instituições e a sociedade. A preservação dessas comendas, portanto, desobedece aos princípios que regem as doações.
É “estarrecedor” listarmos os condecorados da República dos Pelegos, o chefe Lula da Silva, o PT e os petistas, ministros, o Congresso Nacional, setores do Poder Judiciário e generais colaboracionistas. Tais revelações imprimem a convicção de que este regime precisa ser derrubado para recuperarmos a honra e a glória do Brasil.
A subversão de valores reinante é tão descabida que uma agente de trânsito, no exercício da função, que enfrentou a ilegalidade prepotente de um juiz, em vez de ganhar uma medalha, foi sentenciada a pagar uma multa ao contraventor, por decisão de um desembargador igualmente inabilitado para a função que exerce.
CULTURA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Após tomar conhecimento da “estarrecedora” opinião do ministro José Eduardo Cardozo (pasmem, ele é da Justiça!) afirmando que “A corrupção no Brasil é cultural”, senti-me na obrigação de relembrar e revisar antigos estudos sobre cultura.
A pesquisa sempre traz uma sensação agradável, agregando coisas novas ao conhecimento; é como a releitura de livros ou assistir filmes pela segunda vez, a terceira ou mais, oferecendo exposições originais e cenas singulares que antes passaram despercebidas.
Descobri agora, por exemplo, que “agricultura” precedeu à “cultura”. A palavra provém do latim (cultus), e na velha Roma referia-se ao cultivo da terra e o gado, um conceito que se manteve na Europa durante toda Idade Média.
O século XVIII – conhecido como o Século das Luzes – foi o big-bang das mudanças, graças ao movimento enciclopedista, de antigas versões filosóficas, políticas, religiosas e da lingüística educacional e estrutural. As transformações começaram com o abandono do latim e a adoção das línguas nacionais na divulgação do saber.
Foi àquela época, que se constituíram e se fortaleceram os estados modernos; e também que a cultura, tal como conhecemos hoje, se destacou nos círculos letrados e passou a ser vista como expressão dos costumes e da erudição, das heranças nacionais e populares, da linguagem, dos mitos, das crenças religiosas, das festividades, dos alimentos, e até no que se convenciona chamar “comportamento educado”…
Este conjunto de expressões e condutas da sociedade mantém-se por práticas comuns, regras, normas, códigos e valores espirituais. Darcy Ribeiro registrou, por exemplo, entre os indígenas brasileiros o culto à honestidade, acima da autopreservação.
O princípio de pureza e dignidade dos nossos selvagens persistiu e se ratificou pelo respeito aos bens alheios e aos princípios da verdade. Isto, a despeito dos primeiros colonizadores brancos, degredados infratores portugueses, e da migração perversa dos escravos africanos, trazendo com eles ódio e revolta.
A qualidade de caráter dos brasileiros teve, sem dúvida, o amálgama da educação jesuíta. No Brasil, pela sua formação, a cultura não se apóia somente nos costumes populares, requer também erudição, noções de humanismo, informações científicas e conhecimentos adequados à realidade.
É claro que isto não convém ao pensamento dos eventuais ocupantes do poder; para a pelegagem governamental estudar, pensar com a própria cabeça e defender princípios, é uma característica da “elite branca” – limitação indefinida e racista para nossa sociedade miscigenada. Trata-se da importação ideológica do “socialismo bolivariano” andino, onde regionalmente persistem desigualdades raciais, como não é o nosso caso.
O assassinato da cultura nacional é o divisor entre o oficialismo militante e os brasileiros alfabetizados, informados e pensantes. O lulo-petismo faz a louvação do analfabetismo, como conseqüência do culto à personalidade do apedeuta Lula da Silva. Assim, o apagão da inteligência passou a ser etiqueta da “Era Lula”, onde “quadro intelectual” é qualquer pelego de sindicato ou de “conselho popular”.
Dessa maneira, a ignorância e a falta de instrução dominam o aparelho de Estado. O Ministério da Cultura dedica vultosas verbas para desfiles de modas em Paris; e o maior feito cultural do Governo Dilma foi tornar a Capoeira patrimônio imaterial da humanidade… Bah!
Finalmente, chegamos ao conto do vigário de José Eduardo Cardozo: Para justificar os escândalos do Petrolão e da roubalheira institucional do PT-governo, o Ministro da Justiça (!?) ensina que os brasileiros crescem e aprendem em casa e na escola que roubar é natural; que milhões de brasileiros são corruptos, e que ser honesto é uma deformidade cultural…
Triste, é que Cardozão não está só. O mentor de tudo, Lula da Silva, faz a mesma pregação; e o mamulengo que ocupa o Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, mobiliza a sua base política para impedir as investigações sobre a corrupção na Petrobras.
Felizmente, o Brasil civilizado não virou a lixeira moral como querem os lulo-petistas. Por isso, a resistência contra mais este crime de lesa-pátria, nivelando a Nação com os ladrões, o povo se agiganta e vai às ruas exigindo o fim da República dos Pelegos!
DELAÇÃO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )
O instituto da delação premiada está para a Justiça como o teclado do computador está para a velha máquina de escrever… Com a intervenção do aderente, todo crime será desvendado e comprovado; pode ser comissivo, doloso ou permanente. No caso do Petrolão, chega a ser um crime de lesa-pátria.
É tão indigno o assalto à Petrobras e traz tantas consequências funestas, que nunca neste País viu-se coisa semelhante, comparado ao Mensalão apenas pela repugnância de ser praticado por autoridades governamentais, do Executivo e do Legislativo.
Com a delação pessoal do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa – o Paulinho da intimidade de Lula e de Dilma –, e do doleiro Alberto Yousseff – que personifica o lavatório de dinheiro dos políticos – vieram comprovar-se antigas desconfianças e denúncias, que sempre foram rechaçadas pela arrogância atrevida dos cúmplices da bandalheira, ocupantes do Palácio do Planalto.
Espera-se mais delações, das empreiteiras e de muitos dos executivos cozinhados no banho-maria dos contratos ilegítimos, das licitações fraudulentas, das propinas por debaixo do pano ou “legalizadas” através de doações em campanhas eleitorais.
Das revelações de indivíduos e das empresas, a administração criminosa da Petrobras será condenada, abrangendo os tentáculos que alcançam outras empresas estatais e fundos de pensão. E a projeção do espectro aterrorizador da Justiça, precipitará o pavor dos que teem culpa em cartório…
A 8ª etapa da Operação Lava-Jato vai escancarar os nomes de políticos com ou sem mandato. Inicialmente falou-se de uma lista de 43 nomes, que subiram para 67 e há insinuações de que passarão de cem… No Senado, já apareceram petistas de proa, a senadora Gleise Hoffmann e o líder do partido Humberto Costa, de antigo envolvimento com os sanguessugas…
Em toda extensão geopolítica do Brasil, do Oiapoque ao Chuí, aguarda-se a punição da bandidagem que privatizou o monopólio estatal do petróleo em proveito do Partido dos Trabalhadores e da pelegagem corrupta dos círculos petroleiros. Condenação dos “consultores” e “lobistas” que tiveram a sua parte, e dos parlamentares picaretas que se empanturraram com os restos do banquete da devassidão lulo-petista.
Veio tardiamente a revelação das manobras criminalizadas da Petrobras, que precisavam ter um fim, como ocorreu com o Mensalão. Para engrandecer a Justiça, surgiu no Paraná outro caçador de corruptos, juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, seguindo o exemplo da participação elogiável de Joaquim Barbosa.
Apoiado na corajosa e eficiente atuação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal da Terra dos Pinheirais Moro comanda a Operação Lava Jato com destemor e, sobretudo com o senso de justiça, tão raro nos dias de hoje.
Os primeiros efeitos da caça aos corruptos levaram empreiteiros à prisão, sem esperar o julgamento final, como ocorreu com a cúpula do PT no processo do Mensalão. São fantasmas apavorantes que rondam Ministérios, empresas estatais e o Congresso Nacional, amedrontando os que mamaram nas tetas do Petrolão.
A espera da lista dos políticos cria uma temerosa expectativa para os corruptos, corruptores e corrompidos, que estão morrendo de medo, o que nos presenteia com o antegozo da vingança patriótica…
Este medo pânico nos traz à lembrança um conto do fabulário beduíno que li ou ouvi não sei quando, nem aonde, impedindo-me de dar-lhe crédito:
“Em pleno deserto, uma caravana de mercadores se encontra com a Peste a caminho de Bagdá. – ‘Por que tens tanta pressa para chegar à cidade dos califas? ’, perguntou o chefe dos cameleiros.
“Vou à busca de cinco mil vidas”, retrucou a Peste.
“Na volta, novo encontro. – ‘Mentiste’, disse o caravaneiro. ‘Ouvimos dizer que em vez de cinco mil, levaste quase cinquenta mil. ’
“A Peste, aborrecida, disse: – ‘Falo a verdade, pois não minto; fui buscar cinco mil, nenhuma a mais’. E acrescentou sorrindo: – ‘As outras, matou-lhes o Medo. ’”
Tomara que o Medo nos poupe do pecado de desejar a morte dos canalhocratas que estão acabando com o País, mesmo que mereçam a forca…
MAQUIAGEM
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )
Maquiar é um verbo de origem francesa, maquiller, que chegou ao idioma português como maquilar ou maquiar. Como verbo transitivo direto é mascarar ou disfarçar, e como verbo pronominal, mascarar-se ou disfarçar-se… Maquiar resultou o substantivo “maquiagem”, que, dicionarizado, é aplicar cosméticos no corpo, principalmente no rosto, para embelezamento, realce ou disfarce.
A palavra, como estrangeirismo, é nova; mas a prática de maquiar-se, segundo arqueólogos, tem mais de 400 mil anos, com o uso de pigmentos com finalidade estética de enfeitar-se ou como tática guerreira para assustar os inimigos.
Objetos para pintura da pele foram encontrados na China, Oriente Médio, México e Peru. Os Incas usavam pó de ouro como blush no rosto e nos cabelos, prática levada às cortes européias com a abundância do precioso metal roubado das colônias americanas.
Há dúvidas históricas sobre a palavra. É indiscutivelmente francesa, mas pode ter vindo do relevo montanhoso do norte da França, ou de um arbusto mediterrâneo, ou, ainda, do “Maquis”, nome dado à resistência francesa antinazista na 2ª Guerra. Seja lá como for, consagrou-se.
A maquiagem é empregada no teatro desde a Grécia Antiga, e também na China, Coréia, Índia e Japão; no cinema, tornou-se tão essencial e importante que foi criado o Oscar de melhor maquiagem… Atualmente, com a tecnologia digital, a maquiagem encontrou no photoshop efeitos em fotografias e na televisão.
Os bandidos, desde sempre, costumam servir-se de maquiagem e de máscaras. A meia máscara dos Irmãos Metralha está consagrada nas histórias de quadrinhos… E, como não poderia deixar de ser, os Irmãos Petralhas, que ocupam o governo central, usam-na para encobrir os números negativos de sua gestão econômica.
A última e funesta mascarada do lulo-petismo é o projeto de Lei enviado por Dilma para descumprir a meta fiscal deste ano, inatingível pela incompetência, gastança e corrupção da pelegagem. Esta enganação alcança a cifra de R$ 67 bilhões a serem abatidos das contas públicas!
O já batizado de “Projeto-Maquiagem”, é um disfarce indecoroso que permite abaixar do superávit primário as despesas do PAC e as desonerações fiscais, muitas delas aplicadas para ajudar à reeleição da Presidente… É a desonestidade que orienta um governo cercado de escândalos por todos os lados.
Do Reinado da Mentira e do Cinismo criado satanicamente pelos pelegos do PT-governo não se pode esperar outra coisa senão vê-lo fantasiar números e estatísticas, enquanto seus sabujos rosnam palavras de ordem chavistas e emporcalham as calçadas de jornais e revistas independentes do governo corrupto e corruptor.
Neste avesso carnaval da mediocridade astuta é visível o desprezo pela Nação; tentam convencer o povo, como uma massa imbecilizada, de que agem corretamente; e pressionam o Congresso para modificar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a meta fiscal aprovadas pelos próprios congressistas.
Felizmente, os brasileiros e seus representantes estão conscientes de que a deterioração das contas públicas é fruto da incompetência, do esbanjamento perdulário e da roubalheira; e atentos no enfrentamento do governo medíocre, gastador e devasso. É por isso que já se compara este festival de bandalheiras do PT-governo ao último baile da Ilha Fiscal.
Realizou-se na Ilha Fiscal a festança terminal de um regime, com o valsar oitocentista dos monarquistas já condenados pela intelligênsia nacional; do mesmo modo em que o requebrado irresponsável da mascarada dos lulo-petistas dança ao ritmo do seu fim…
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