Artigo

A TEIA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“A teia da nossa vida é composta de fios misturados: de bens e de males” (Shakespeare)

Na segunda metade do século passado a Internet era apenas uma conjectura que se materializou no processo político-econômico do pós-guerra quando a globalização avançava estimulando a criatividade humana.

Como seguimento, tivemos o incrível avanço tecnológico no setor aeroespacial com os satélites, e com eles a difusão planetária da comunicação social, uma verdadeira revolução neste campo.

Escrevi outro dia uma mensagem no Twitter dizendo que com as redes sociais já não se pode mais inculcar boatos e notícias falsas. A meu ver, é tão grande a velocidade na troca de idéias e a imediata apresentação dos fatos nas redes que estão decretando o fim da imprensa escrita.

E não são apenas os jornais impressos moribundos; a imprensa falada e televisiva está doentia, e vai pouco a pouco se adaptando às novas formas de transmitir o noticiário diferente do modo tradicional.

O que verificamos é a democratização da informação através do diálogo, da troca de idéias, busca de dados e complementação de pesquisas para formar a consciência. Isso valorizou a cidadania, como resumiu Diego Beas: “A rede social dotou o cidadão de uma nova e magnífica ferramenta que necessariamente subtrai poder ao Estado”.

No campo do saber, dizer, ouvir e espalhar aos quatro ventos, a WEBsigno mágico do inglês, traduzido como “teia” – mostra que nem tudo são liberdade, democracia, paz e sequer proteção dos direitos cidadãos. Nela há fios do bem e do mal.

Já neste século 21 tivemos a primeira ciberguerra da História da Humanidade com a explosão comunicacional do site Wikileaks, criado pelo jornalista australiano Julian Assange e uma equipe internacional de pesquisadores e editores.

Para não ser repetitivo narrando fatos de conhecimento geral, vou resumir: O  Wikileaks pôs em cheque os EUA com a divulgação de arquivos secretos do Pentágono sobre a Guerra do Afeganistão e a Guerra do Iraque.

Invadindo o recesso do país mais poderoso do mundo, é inegável que o Wikileaks corroeu as confidências estatais de todos os países, cujos segredos são mantidos para subtrair informações sobre manobras fiscais, processos criminais e cartões corporativos, como ocorre no nosso infeliz Brasil da Era Lulo-petista…

É incrível como nós estamos atrasados em relação ao concerto das nações. Não somente em relação ao Norte desenvolvido, mas até aos países periféricos da África. O maior exemplo está no silêncio “selecionado” que se faz em torno dos documentos do Panama Papers recém divulgados.

As revelações que chegam às redes sociais devem-se a um grupo de jornalistas investigativos que resolveu atuar na WEB, a fantástica “teia” da comunicação. A turma não brincou em serviço, nem se deixou amedrontar ou subornar pelo poder econômico.

A grande reportagem do Panama Peppers investigou elementos de juízo por quatro décadas na Mossack Fonseca, empresa ligada a bancos em paraísos fiscais, especializada em criar offshores e abrir contas secretas para lavagem de dinheiro ou para garantir o anonimato dos titulares.

Reinando no noticiário, as offshores são empresas fantasmas, sem sede nem empregados, muitas vezes tendo como endereço apenas um número de caixa postal, através da qual o capital, valores e investimentos são tributados no país que sedia o correio.

Assim o dono da empresa-fantasma dribla a polícia e o fisco do seu País, com a vantagem de que seus negócios podem ser gerenciados por uma pessoa terceirizada – as famosas ‘laranjas’ –; e continua oculto.

Na parte reservada ao Brasil a firma de Mossack Fonseca tornou-se uma mina para os advogados que recebem honorários para intermediar transações com indivíduos ou grupos econômicos, em 107 offshores de empresas e políticos. Deste total, segundo o Estadão, estão 57 envolvidos na Lava Jato expostos numa lista dos fantasminhas.

Em nome da verdade, porém, a criação e posse de uma offshore não constitui violação da lei; mas é no mínimo suspeito. Com o poder das redes sociais chegou-se a isto; mas não é só. Um site sueco traz os nomes da presidente Dilma e do ex-presidente Lula como envolvidos nas transações da Mossack Fonseca tirados do Panama Peppers.

Não serei eu que não sabia que o sueco era a língua falada e escrita na Suécia, que assumirei a responsabilidade de divulgar isto; apenas defendo que o Facebook, o Twitter e o You Tube são as ferramentas da cidadania para obter informações.

MEDO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Um instinto não pode tornar-se jamais objeto da consciência. Pode sê-lo unicamente a ideia que o representa” (Sigmund Freud)

Os dicionários e enciclopédias estudantis definem o medo como um estado emocional provocado pela consciência de perigo. A ideia de sofrer ameaça física, vital, ou revelação de segredos reprimidos têm o medo como resposta.

A visão científica confirma que diante de coisas desagradáveis, intimidações ou expectativa de castigo, o cérebro ativa uma série de compostos químicos provocando reações que caracterizam o medo.

A Bíblia cita o ‘espírito de medo’: Medo de ficarmos sozinhos, de sermos fracos, de ninguém nos escutar e por não poder suprir as nossas necessidades básicas. Este espírito do medo domina atualmente a tribo do mal, Lula e Cia., por culpa de Satanás, invocado por Dilma e um grande “marqueteiro” segundo o site Sétimo Dia.

Uma das lições sobre o jornalismo na Web ensina que não há sinônimos perfeitos; que existe uma única palavra para exprimir com exatidão seu pensamento, e no nosso caso vemos a diferença entre o medo e o temor, e que ter medo não é o mesmo que ficar assustado…

Lula, Dilma e os sócios comanditários da Empresa Cobiça S.A. criada para embolsar o dinheiro público, estão amedrontados ao ser aberto um contêiner cheio de crimes, falta de patriotismo, mentiras, segredos legais e ilegais e promessas vãs que trouxe para ‘elles’ a reação física do medo.

Lula é um amoral de nascença e formação; Dilma é mais fraca e segundo fontes que contribuíram para a matéria da revista IstoÉ, em circulação, anda irritada e “mais agressiva do que nunca”, por causa do impeachment.

A reportagem da IstoÉ mostra Dilma como uma mulher histérica e descontrolada, que perdeu as condições emocionais para conduzir o governo. Estão descritos na matéria os sinais e os sintomas do medo como o aumento do batimento cardíaco, a aceleração da respiração e a contração muscular.

Comenta-se também entre os servidores do Palácio do Planalto, que Dilma mandou eliminar jornais e revistas do seu gabinete, contentando-se com as sinopses dos seus subordinados cuidadosos. Pessoas de convivência diária no Planalto dizem que ela não pode ouvir a palavra ‘Pasadena’ que fica literalmente furiosa.

Este cenário piora dia a dia com a 27ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Carbono 14, aludindo às descobertas arqueológicas. O carbono-14, C14 ou radiocarbono, é um isótopo radioativo natural do elemento carbono, adotado em pesquisas para revelar evidências em elementos fossilizados.

O carbono-14 aplicado em antigas investigações trouxe um medo pânico às hostes lulo-petistas, sobrepondo-se a Pasadena, às pedaladas, à incompetência e a leniência do PT-governo com a corrupção,

Inscrições antigas decifradas extrapolam a crise política, os gravíssimos problemas econômicos e até mesmo o impeachment, trazendo à tona o assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel, crime que é atribuído à cúpula do PT pela família do morto, que mantém o blog “CELSO DANIEL – Corrupção, sequestro, tortura e morte”.

Este caso teve uma seqüência de assassinatos de testemunhas e mortes suspeitas; as conclusões foram apressadas, distorcidas e acobertadas pela polícia. Alertado, o Ministério Público quis investigar, mas sua ação foi abortada no STF.

Até quem não crê em vida após a morte sabe que espírito de Celso Daniel ronda os corredores do Palácio do Planalto cutucando o instinto de Dilma e freudianamente revelando-se a idéia do medo de pagar com Lula pelo crime.

A ideia que representa o medo é uma patologia que exige acompanhamento médico e medicamentos para esquizofrenia, incapacitando Dilma de governar. Por isto, a Nação exige seu afastamento, pela renúncia ou pelo impeachment.

DILÚVIO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

(…) “E Jeová deplorou ter feito os homens na terra e sentiu-se magoado no coração”. (Gênesis, 6:5)

Não sei, e também não descreveu o historiador Giuseppe Flavio nas suas “Antiguidades Judaicas”, como foi que Jeová mandou o dilúvio. Imagino que veio chegando de onda em onda para alcançar todas as nações e exterminar os que haviam aderido ao mal. No Brasil de hoje, o dilúvio que vai acabar com as iniqüidades do lulo-petismo está vindo gradativamente.

É uma investigação ali, uma descoberta de crime acolá, uma denúncia aqui, um assalto lá, enfim, vai se demonstrando pouco a pouco o quanto a perversidade fluiu nos corações dos partidários do PT que prometiam levar os brasileiros para um futuro radioso.

Nos tempos bíblicos houve um homem, o patriarca Noé, que mereceu a indulgência do Senhor, que lhe instruiu: – “Constrói uma embarcação com 174 metros de comprimento, 29 de largura e 17 de altura. Em sete dias calafete-a e recolha nela sete casais de animais puros e dois de animais impuros. Assuma o comando da arca e leve contigo a tua mulher, teus três filhos e as suas consortes”. Estes deveriam lançar as sementes de uma humanidade melhor.

Perdoem-me os crentes dos testamentos tanto o velho como o novo: Em minha opinião a estratégia de Jeová não deu certo. Assistimos atualmente os corações, em vez de pulsar sangue, impelem fel; e as cabeças cheias de cobiça.

Pelo menos aqui entre nós, o que vemos é a amoralidade dos pelegos numa ambição desmedida pelo tesouro nacional. O assalto é comandado pelo traidor da classe operária, o pelego Lula da Silva, um Noé pelo avesso que apartou os casais de bichos e de gente que embarcaram no seu barco.

Cada par teve uma tarefa específica: Ele próprio e a chefe de gabinete da representação da Casa Civil em São Paulo se encarregaram de levar diamantes e euros para os bancos europeus; o filho Lulinha e o amigo íntimo Fernando Bitttar, dono, na escritura, do sítio em Atibaia, se encarregavam de contas no paraíso fiscal do Panamá.

Os Santana transitavam recursos em dinheiro vivo do grupo Odebrecht para o PT; João recebia propinas em espécie de fornecedores da campanha de Dilma em 2014 e a “Feira” fazia pagamentos com recursos ilegais da construtora para prestadores de serviços.

A esposa, dona Marisa, filhos e noras tratavam do triplex do Guarujá e principalmente do sítio de Atibaia que, embora não fossem seus, recebiam deles atenção na decoração, escolha da cozinha e compra de brinquedos aquáticos para os netos.

Entre os animais puros, a Anta e a Vaca – agindo conjuntamente ou sendo a mesma alimária, dava pedaladas fiscais. Pegada com a mão na botija, diz que o impeachment é golpe para não ser condenada pelo crime; e tenta salvar o seu tutor LulaNoé fazendo-o ministro para escapar da Justiça.

Entre os animais impuros… Ah! São tantos (mais do que o esperado)! Temos em destaque os ministros Mercadante, Jacques Wagner e Edinho Silva, este último foi tesoureiro da campanha de Dilma com irregularidades flagrantes.

Onipresente, onisciente e onipotente, Jeová vendo tudo isto preparou um novo dilúvio. Marolas, ondas e vagas já batem nos contrafortes de Brasília…

O Brasil está parecido com a França nas vésperas da queda da Bastilha. Temos uma Maria Antonieta alienada que promete ao povo brioches que não tem para dar; e o bufão esquizofrênico e atrevido Lula da Silva macaqueando o rei francês Luís XV que dizia “depois de mim o dilúvio”.

Nem a Rainha Vermelha, nem o Sapo Barbudo ladrão do País das Maravilhas de Alice percebem que o seu dilúvio já chegou, e que desta vez o Senhor fará o contrário; guardará no Seu regaço a humanidade honesta e inconformada e deixará afogarem-se os membros do partido que é, na realidade, uma sofisticada organização criminosa.

 

 

4 DE ABRIL

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Como ao pombal correndo em bando, as pombas mansas/ Corriam para a escola; (… ) a escola era risonha e franca”. (Acácio Antunes)

Com dor de cotovelo por não poder prestigiar a festa da Democracia e do Direito convocada pelo grande professor Hélio Bicudo para o dia 4 de abril, resta-me escrever sobre o Estudante, uma entidade que vinha faltando na luta contra a “Incompetência e Corrupção”, a aliança do mal alimentada pelos pelegos lulo-petistas que ocupam o poder.

Agora os acadêmicos do Largo de São Francisco estão presentes ao lado do mestre. Invejo-os lembrando do tempo em que alisava os bancos escolares desde quando a escola era “risonha e franca” como versejou o poeta português Acácio Antunes, o epigrafado.

Fui dos quatro aos cinco anos ao Jardim de Infância da Escola Normal da Paraíba, onde risquei, pintei, aprendi as letras e os números, ouvi provérbios que ainda me acompanham, e, claro, me apaixonei pela professora.

Depois de aprender a não botar o dedo no nariz, respeitar o professor(a), ouvir textos antológicos  e fazer as quatro operações, dei o salto de qualidade de bebesão para menino. Este rito de passagem levou-me ao Curso Primário, que tinha cinco séries; na quarta, quem já tivesse 10 anos e quisesse arriscar, fazia o Exame de Admissão ao Ginásio

Fiz o Primário na escola pública, que no meu tempo era de qualidade e ajudou-me a pular para o Ginásio sem problemas. Ali éramos apresentados a matérias até então desconhecidas, Canto Orfeônico, Desenho, Francês, Geografia, História do Brasil, História Geral, Inglês, Latim e Português.

No Ginásio cursávamos quatro anos e seguíamos para o Curso Científico ou Curso Clássico, quando enfrentávamos Espanhol, Filosofia, Física, Matemática e Química. Éramos educados a amar o Brasil e assim nos tornávamos patriotas. Foi correndo como um bando de pombas que nos manifestamos nas ruas para o Brasil entrar na guerra contra o nazi-fascismo.

Durante a guerra contra o Eixo, aprendi a valorizar a força da juventude estudantil; e, ao ingressar na Universidade, firmou-se ainda mais este conceito. Ingressei na Faculdade Nacional de Direito, da antiga Universidade do Brasil. Militei no Centro Acadêmico Cândido de Oliveira – CACO, onde fui diretor da revista Época.

Como acadêmicos de Direito no Rio de Janeiro, tínhamos os olhos voltados para São Paulo, e sua tradicional Academia de Direito, fundada cinco anos após a Independência do Brasil. Lá, o Centro Acadêmico XI de Agosto era a vanguarda do movimento estudantil.

Os universitários éramos alegres, Foi do XI de agosto que aprendemos a dar “o Pendura” na sua data, consagrada aos cursos jurídicos e depois ao Direito. No Rio, nós do CACO, fazíamos estripulias de abalar o Magnífico Reitor pela madrugada…

Naquele tempo, nossos mestres infundiam respeito pela erudição e cultura na época em que não se pescava informações no Google. Tenho certeza que o mais medíocre entre eles estava anos luz acima desses “juristas engajados” e “advogados sindicalizados” que respaldam as cretinices de Dilma ao dizer que impeachment é golpe.

Estou imaginando como serão as aulas magnas no Largo de São Francisco no Dia 4 de abril! Por isso estimulo a quem puder ir, não falte. Tenho a certeza que os paulistas e paulistanos comparecerão pela defesa constitucional do impeachment para afastar a presidente incompetente, leniente com a corrupção, desmoralizada e em fim de governo!

 

 

LIVROS

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“O livro caindo n’alma/ É germe — que faz a palma,
É chuva — que faz o mar.” (Castro Alves)

Como sabem os que me acompanham no Blog, escrevo artigos sobre a política brasileira, visando em particular os estrupícios do lulo-petismo, o seu partido desmoralizado e o seu governo desarvorado. Mas, de vez em quando, me dá uma vontade irrefreável de mudar ao cardápio, e então divago.

Ocorreu-me fazer um texto sobre o livro, voltado para os defensores da leitura na web, como o @doeumlivro, e realçando os poetas do Twitter que nos agraciam com seus poemas, amavelmente pedindo críticas.

Encontro nas redes sociais incansáveis garimpeiros da cultura, críticos, cronistas, escritores, lingüistas e poetas que recebem o meu reconhecimento e a quem dedico esta microficha da História do Livro, nascida da linguagem escrita a mais ou menos seis mil anos.

Nosso ancestral escritor escreveu compulsivamente, na parede das cavernas, em pedaços de madeira, nas grandes hastes das agaváceas, em tijolos de argila, papiros, placas de cobre e de bronze, tecidos, e numa das grandes invenções chinesas, o papel!

Podemos dizer sem medo de errar que a História do Livro se confunde com a própria História da Civilização, pela renovação cíclica com as novas técnicas que surgem.  Na minha concepção, este estudo abrange quatro etapas: Aleatória; na argila e no papiro; tipográfica e computadorizada.

O professor Geraldo Teruya, se pergunta: “Afinal, o que é história?” E se apressa em responder com uma clareza meridiana: – “É o estudo do passado para entender o presente, mas de um passado vivo, que está presente em nós”. No livro impõe-se a superioridade do ser humano sobre os outros animais.

Um bom professor de História certamente ensinará aos seus alunos que sua matéria não é de memorização, mas de pesquisa. Não tem por que decorar que Genghis Khan nasceu em 1162 e morreu em 18 de agosto de 1227, nem as efemérides do marechal Floriano Peixoto.

O notável Michel de Certeau no seu livro “A escrita da História” nos dá uma aula que ensina a necessidade de uma profunda reflexão sobre a reprodução dos fatos, indicando aos jovens historiadores a assumir a posição de “coveiros”, dialogando com os mortos.

Essas ilações levaram-me a um “meme” patrocinado pelo lulo-petismo que corre nas redes sociais. O “meme”, como se sabe, é um termo grego que significa imitação, e usado na internet representa uma “viralização”, isto é, a repetição de frase, idéia, imagem, música ou vídeo para que se espalhe conquistando popularidade.

Pois bem. Sobre essa “ação marqueteira” (não é do João Santana, que está preso) achei graça de uma moçoila, que já passou da idade de concluir um curso superior e tem o desplante de me mandar estudar História para reconhecer os méritos do PT-governo.

Essa pobre menina rica disse que a defesa de Lula é a defesa da Democracia e do petróleo do Brasil. Parece brincadeira de quem diz conhecer História! Como pode ligar Democracia a Lula este amigo de ditadores africano, defensor da oligarquia cubana dos Castro e da democradura venezuelana?

Pesquisará a História quem omite o escândalo da Petrobras e as propinas para a hierarquia petista e ajudando as eleições de Lula e de Dilma? Onde fica a História e onde está a Democracia tão chegada aos lulo-petistas vendo a Petrobras ser saqueada e destruída?

Entristeceria qualquer estudioso, se não fosse hilária, a campanha em defesa da Democracia e contra o impeachment, de um partido que comandou campanhas pelo impeachment de Collor, de Sarney e de Fernando Henrique.

Os historiadores petistas não passam de decorebas dos slogans que vão se sucedendo desde o “Não vai ter Golpe”, “O impeachment é Golpe” e “Em defesa da Democracia” até chegar ao cretinóide Requião que grita “O Moro é Analfabeto”, copiando o bem remunerado congênere Paulo Henrique Amorim.

Estou esperando que repitam o último slogan a ser lançado criminosamente por Lula numa assembléia de pelegos: “A recessão da economia é culpa da Lava Jato”. Estas palavras-de-ordem por si só justificam cadeia para ‘elle’!

TRAPAÇA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )

“O trapaceiro, quando apresenta homens desonestos para fiadores, não pretende pagar suas dívidas, mas aplicar outro engano”. (Fedro)

Ao assistir as maracutaias explícitas ou por debaixo do pano criadas pelo PT-governo para salvar Lula da Silva da cadeia, procurei uma palavra que definisse isto e encontrei no dicionário: “Trapaça”.

A trapaça é reconhecida por qualquer ato que, através do qual, alguém induz conscientemente a outrem a cair num logro. Nos círculos jurídicos a definição é mais pomposa: Contrato fraudulento.

No popular ou no douto, não se pode explicar a enxurrada de mentiras, discursos demagógicos, falsidade ideológica e rasteiras políticas realizadas por Dilma, seus ministros e puxa-sacos senão como trapaça a adulteração da legalidade. Sai ministro, entra ministro e o troca-troca só tem uma finalidade, blindar “il padrino’.

Pré-adolescente eu ia com minha mãe a duas lojas no Centro do Rio: A Ducal, onde ela comprava roupas à prestação para mim e para meu pai e à Mesbla, com suas imponentes instalações na Rua do Passeio. A Mesbla, na época, era a maior loja de departamentos do Brasil.

Originou-se como filial de uma firma francesa, Mestre & Blatgé, e anunciava vender de tudo: de alfinete a avião. Mas não comerciava vestuário, e este foi o motivo de sua falência, pois não suportou a concorrência de empresas congêneres e supermercados.

Entre recordações da juventude –  ia ao cinema Metro e tomava sorvete na Mesbla –  lembro de uma história que meu pai me contou: Lá pelos anos 1920, a Mesbla era o único comércio que abria nos sábados após as 18 horas.

Num destes sábados, às 21:00 horas, adentrou na secção de automóveis um senhor bem vestido. Escolheu um Chevrolet de luxo, pagando à vista, com cheque. Mandou um acompanhante levar o carro. O  gerente chegou e lhe barrou a saída, pois foi verificar se o cheque tinha fundos, mas o banco estava fechado.

O elegante senhor alegou que precisava ir para o aeroporto pegar um avião, mas não convenceu o comercviante. A polícia chegou e deteve o suspeito. Resumindo: O cara perdeu o avião, detido pela polícia; na segunda-feira verificou-se que o cheque tinha fundos; o comprador prejudicado processou a Mesbla e ganhou na Justiça uma quantia de 20 vezes superior ao preço do carro. O sujeito era um tremendo trapaceiro.

Este exemplo de trapaça ficou conhecido. Mas Lula passou o mesmo conto do vigário apresentando Dilma ao eleitorado como uma ‘gerentona’ competentíssima. Deu no que deu, além de incompetente, é como ele, mentirosa e desonesta.

Lula quer repetir a trapaça, indo para um ministério para escapar da condenação na primeira instância da Justiça Federal, com o juiz Sérgio Moro, pelos seus crimes. Felizmente, 93% da população brasileira já não caem nessa… O povão foi espontaneamente às ruas em manifestações vibrantes; juízes, promotores e policiais federais apoiaram a Lava Jato e o impedimento de Lula como ministro.

Uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, derrubou a armação das pedras de dominó armada pelos hierarcas petistas, os ‘peões’ da base e os parasitas do PCdoB que sobrevivem dos rejeitos intestinais das propinas. A acertada medida de Gilmar Mendes alegrou os brasileiros com a explosão da esperança de que a justiça seja feita.

Trapaceiros de alto coturno, os pelegos do lulo-petismo tentaram o ministro Fux, tomaram peia; e depois a ministra Rosa Weber, a quem Lula insinuou ter ‘negócios’ a resolver com Dilma… Que nada, Rosa preferiu a honestidade intelectual a servir ao chefe mafioso.

As trapaças que a quadrilha de Lula que assaltou o Brasil são imperdoáveis. Uma delas é da gerentona incompetente, Dilma dizer que foi grampeada pela PF. Uma fraude digna de quem falsifica vacina ou vende plasma sanguíneo infectado com HIV…

É evidente que os fiadores da organização criminosa que ocupa o poder no Brasil, tipo Chico Buarque, não podem pagar com seu fanatismo cego a dívida da Petrobras, com prejuízo de mais de R$ 34 bilhões graças à roubalheira lulo-petista!

COTEJO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“De todas as injustiças a mais abominável é a desses homens que,quando enganam, procuram parecer homens de bem” (Marco Túlio Cícero)

Com referência a comparações, encontrei o verbete ‘cotejo’ que além de representar uma investigação para aferição, tem uma sonoridade melodiosa, suave, poética, sem a agressividade de confronto ou acareação…

Um encontro mensal reúne de cinco a oito jornalistas da minha geração. É um almoço frugal que, em relação à comida, todos se põem de acordo; diferenciamo-nos no pedido da bebida, que vai da batida de limão ao uísque 12 anos. Este jogo de convergência e divergência faz parte também do cotejo na nossa conversação.

Numa dessas reuniões ouvi uma estória que me deixou curioso; não sei se é uma gauchada que pretendo conferir com o professor Borto, filósofo, ou com o médico Antonio Carlos Ribas, poeta, os gaúchos que me restam para trocar figurinhas e tirar dúvidas sobre a política dos pampas.

Falávamos de ex-presidentes brasileiros, quando um dos convivas, trabalhista admirador de Getúlio Vargas contou que ele, na época em que foi governador do Rio Grande do Sul, fez uma viagem de fiscalização pelo interior do Estado e, numa escola, acariciando os cabelos de uma menina perguntou-lhe; – “Quanto são dois mais dois?”.

A aluna esperta, sob o olhar angustiado da professora, retrucou –“Explique-se melhor, doutor”. A professora quase desmaiou, mas a malandrinha, inteligente, completou em seguida – “Se os dois algarismos estiverem um debaixo do outro, são quatro; se estiverem lado a lado, são vinte e dois”.

Segundo o contador de histórias, Vargas deu uma daquelas gargalhadas que se tornaram conhecidas e aplaudidas, abraçou a menina e disse –“Tens razão; não esquecerei a lição que me destes”…

Fazendo um cotejo com outros mandatários, ouvi mexericos sobre Juscelino, anedotas sobre Costa e Silva e a repetida e sempre engraçada passagem de Itamar Franco nos camarotes do Sambódromo… Quando chegou a vez de Lula da Silva alguém enumerou seu egoísmo e egocentrismo; comentando: – “Lula é um cara que incendiaria a casa do vizinho, com vontade de comer ovo frito se não tivesse fogão”…

As lições que saem de um encontro de velhos jornalistas devem ser contadas. Neste caso de Lula, se fizermos uma retrospectiva de sua carreira, é incrível como ele tem sido egocentrado; desde a atuação no sindicato dos metalúrgicos, quando se descartou do irmão que o introduziu lá.

Seu comportamento personalista ficou claro quando expulsou Luiza Erundina do PT e se descartou da turma que viria fundar o PSOL, em destaque a senadora Heloisa Helena, grande parlamentar.

Além de frio e calculista é um mitomaníaco – “Lula é capaz de pisar no pescoço da mãe, para galgar uma posição” disse Brizola. A mentira para Lula é um vício, que, aliás, se propaga e contagia, como se vê entre seus companheiros e sua sucessora, Dilma.

Agora, emaranhado nos casos suspeitos de vendas de MPs, triplex, sítio, antena de celular, fazenda e condenação em Portugal e sob uma séria denúncia de Delcídio Amaral, Lula foge da Lava Jato para um cobertor que lhe dê fórum privilegiado, a Casa Civil.

Diante desse quadro, encontramos um cotejo entre a ação judicial das “Mãos Limpas”, na Itália, e a Lava Jato no Brasil com a PF, o MPF e o juiz Sérgio Moro combatendo a corrupção. Em Roma, os promotores enfrentaram a “Omertà” – a lei do silêncio dos mafiosos; aqui, ao depor na PF Lula nega tudo, pois não tem que obedecer a ninguém. Ele próprio é o ‘capo di tutti cappi’ da máfia petista.

Por fim, não creio que o STF – cotejado em todo mundo pelas cortes de Justiça congêneres – se comprometa com a ilegalidade negando o voto do ministro Gilmar Mendes, que desmascarou o golpe do ministério para blindar Lula e a tentativa de fugir do corajoso juiz Sérgio Moro, o caçador de corruptos.

Quem ainda não conhecia o verdadeiro Lula, retrato da dissimulação e da desonestidade passou a conhecê-lo com as gravações das suas mensagens por celular.  Ele é um desses homens que enganam com cara de que fala a verdade… Lula é ‘incotejável’…

 

 

O GOLPE

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Salvo un puñado de personas que demostraron estar dispuestas a jugarse el tipo por defender a la democracia, el país entero se metió en su casa a esperar que el golpe fracasase”. (Javier Cercas)

Herdado nas tradições francesas, o golpe político é chamado coup de main (mão amiga), uma tática realizada de surpresa para derrubar um governo constituído. Essa ação pode ser civil ou militar, ou realizada conjuntamente para destituir titulares e ocupar o poder governamental de um país.

É preciso não confundir o ‘golpe de mão’ político com ‘golpe de mão” militar que consiste num ataque de surpresa, lançado contra postos de vigilância e pequenas guarnições inimigas; muito menos visar o ‘golpe de mão’ das artes marciais do Ninjutsu tradicional, Karate, Tae Kwon ou Muay Thai.

Golpe de mão ou golpe de Estado é o que se assistiu agora no Brasil com o duplo objetivo de salvar Lula da punição pelos crimes denunciados – e muitos comprovados – que, além de escapar da Justiça, passará ocupar a chefia do governo pela renúncia cúmplice de sua ocupante, legitima ou não.

Para realizar o atentado à Constituição e ao Estado de Direito não assistimos mobilização de tropas, sobre alerta nos quartéis ou tanques na rua, mas um pretexto cretino, verdadeiro subterfúgio num ato imperial da presidente da República.

A nomeação de alguém para escapar de uma ação penal é administrativamente um ato nulo. “O subterfúgio é evidente”, analisa o professor de direito constitucional da Unicamp, Roberto Romano.

Este golpe lulo-petista, bolivariano, foi um golpe anunciado. Foi denunciado por diversas personalidades da imprensa e da academia como Diogo Mainard e o filósofo Luiz Felipe Pondé. Ficou agora evidente.

O engraçado é a caricatura histórica comparando-se o ‘xô, galinha!’ da imoral e ilegal dupla Lula-Dilma com o golpe militar de 1964 que derrubou Jango e empossou o marechal Castelo Branco.

Em 1964 uma grande passeata da “Família com Deus pela Liberdade” deu condições objetivas para militares conspiradores tomarem o poder. Desta vez, seis milhões de patriotas e democratas brasileiros foram às ruas de todo País e o cinismo do lulo-petismo reverteu o desejo do povo aplicando o golpe de Estado.

Outra coisa para estudo e reflexão é que me parece que a ação golpista bolivariana de cúpula já vinha sendo planejada. Um dos porta-vozes do lulo-petismo, a revista Carta Capital acusava a Operação Lava-jato como um golpe articulado pela PF, MPF e a Justiça paranaense; e os slogans gritados pelos sabujos da UNE, MST e CUT “Não vai ter golpe” eram a desculpa para justificar um ‘contragolpe’.

Enfim chegou a hora. O golpe lulo-petista contra a República e a Democracia traz uma inovação, foi dado sem marcha batida nem baionetas caladas, mas o que o professor Romano classifica de “fuga para cima” que mostra o divórcio do PT e seus líderes das bases que vacila em dar-lhes apoio.

Enquanto que correndo eu escrevia este artigo, centenas de brasilienses já se concentravam em frente ao Palácio do Planalto protestando inconformados em ver um investigado da Polícia Federal e denunciado pelo Ministério Público Federal assumir um ministério para escapar da Justiça.

Diante do que assistimos não podemos ficar sentados nas poltronas de nossas casas com a boca escancarada cheia de dentes assistindo o fim do Estado Democrático de Direito como se fora uma novela de televisão.

Para defender a nossa Pátria e nossa Bandeira, espero que todos aqueles que foram às ruas no dia 13 se auto-convoquem em alerta geral para salvar o Brasil dos criminosos intentos de uma quadrilha que pensa o Brasil como uma capitania hereditária deles e que as FFAA são compostas de “capitães-do-mato”

Agora somos nós que gritaremos, com autenticidade. “NÃO VAI TER GOLPE!”

VITÓRIA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Se no passado se vê o futuro, e no futuro se vê o passado, segue-se que no passado e no futuro se vê o presente” (Padre Antonio Vieira)

Já falei aqui, em vários artigos e mensagens do Twitter, da minha admiração por Bertrand Russell; e para falar sobre o futuro nos dias endemoniados que vivemos, lembro que ele, ao seu tempo – época em que dominava o medo de uma guerra nuclear que ameaçava a existência da vida humana– fez uma projeção futurológica.

Falou Russel sobre as ameaças ao sistema ecológico, com a natureza relegada ao segundo plano pelas sociedades sob domínio de um complexo industrial. Com sutileza de raciocínio, ele disse que basta que se destrua um elemento do sistema ecológico para desequilibrar o sistema inteiro. Este alerta é fundamental para a salvação da humanidade.

Atualmente, quando assistimos às conferências de cúpula, constatamos que as grandes potências – que na realidade mandam no mundo – não apresentam simples alternativas sequer visando interromper o crescente processo de destruição trazido pelo chamado efeito estufa.

As grandes potências marcam passo, mas estudam a formação de um comitê supranacional para combater o efeito estufa, prevenir epidemias e solucionar o êxodo provocado pelas guerras no Oriente Médio.

Enquanto isto, a triste figura do Brasil governado pelo PT fica bem atrás, com sua diplomacia nanica alinhada com ditadores africanos e a pelegada narco-populista submetendo-se ao encalacrado chavismo da “pátria grande”.

Aqui, o desenvolvimento econômico desceu ao subsolo, preso a superadas políticas estatistas e à idéia geladíssima herdada da guerra fria, de que o mundo se divide entre o Norte rico e o Sul subdesenvolvido.

Qualquer leitor de jornal sabe que as desigualdades mundiais são unicamente culturais. Os países mais avançados instruíram-se pela Educação e progrediram graças à tecnologia e a organização social; nós ficamos engessados com a maldita herança do desprezo pelo trabalho.

E o pior de tudo é que a ignorância aduba o solo, fertilizando-o para que a erva daninha do populismo germine e floresça produzindo sementes híbridas pelo cruzamento com a corrupção. Nada mais fácil de ver acompanhando a história do lulo-petismo.

E o povo brasileiro está vendo. Não foi por acaso que seis milhões de pessoas foram às ruas no dia 13 de março, mobilizadas pelas redes sociais. Acima de legendas partidárias, ideologia, concepções filosóficas ou religiosas fomos às ruas revoltados com a estreiteza do PT-governo, do despreparo de Dilma e da desonestidade flagrante de Lula.

Adotando o princípio de roubar o máximo no menor tempo possível no seu imediatismo, a hierarquia petista, sonha com carros de luxo, apartamentos triplex e sítios de cinema. Os comissários que ainda não estão na cadeia, continuam no governo, desesperados, mas se segurando para não perder as oportunidades de faturar que o poder oferece.

Para se salvar agarram-se aos métodos mais imorais – e alguns ilegais – para salvar os corruptos do partido denunciados pela Lava Jato, como é o caso de Lula, na possibilidade de ser nomeado ministro para escapar da Justiça comum.

Os milhões de patriotas da onda verde-amarela que cobriu o País ganharam, sem dúvida, o combate do dia 13. Conquistou-se uma vitória; mas temos diante de nós outras batalhas. Para o domingo passado, estudamos estratégia com Sun-tzu, Maquiavel e Clausewitz; mas olhando o futuro vamos relembrar a prédica do padre Antonio Vieira relativa ao tempo. A nossa vitória no presente foi fruto da nossa organização do passado e nos fortalece para conquistar o futuro.

É GUERRA!

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Somente grandes batalhas podem traduzir grandes resultados” (Clausewitz)

Às vésperas da manifestação nacional convocada para combater a corrupção e exigir o impeachment de Dilma, devemos nos preparar para uma guerra; não um confronto armado, de odiosidade e destruição, mas para recolocar o Brasil nos trilhos do republicanismo, da boa justiça, do afastamento dos pelegos ladrões e do desenvolvimento nacional.

Nossa guerra requer planificação; precisamos estudar a estratégia, aquele jogo de guerra dos estados maiores, com seus métodos, manobras e estratagemas para estimular o surgimento de idéias que visem conquistar um objetivo.

A estratégia que fascina os militares é uma palavra que na antiga Grécia nomeava o general comandante de exércitos, “estratego”. Hoje deixou de ser uma exclusividade dos exércitos; na organização política e econômica dos Estados, a estratégia passou a ser o planejamento das ações governamentais e nas empresas privadas para alcançar um balanço positivo.

Afirma-se que o desempenho dos governos e das empresas deve-se atualmente a “estratégias de marketing”. Diante disso, para derrotar o inimigo, militar ou civil, é preciso conhecer a estratégia, estudo que nos leva a um passado distante.

Veremos o general grego Tulcídides descrevendo a Guerra do Peloponeso; o clássico militar Sun Tzu com seu livro “A Arte da Guerra”; Maquiavel, pioneiro da ciência política ocidental, na obra “O Príncipe”; e o criador dos estados maiores militares, Clausewitz, com o tratado “Da Guerra”.

Lições simples e pequenas trazem o conhecimento da estratégia: O jogo de xadrez, por exemplo, instiga os jogadores a pensar as alternativas do próximo movimento das peças do adversário; e assim preparar estrategicamente seu próprio lance (de ataque ou defesa) com antecedência.

No dia 13, domingo próximo, entraremos num combate democrático que só terá êxito na medida em que nosso trabalho atinja com êxito a mobilização do povo. Será a primeira vez em que os partidos de oposição aderem oficialmente ao protesto popular, e a chamada grande imprensa já não consegue omitir a grandiosidade da convocação.

Faz parte da nossa estratégia – o objetivo final – algumas táticas, como resguardar a unidade anti-PT; denunciar o assalto ao Erário pelos gangsteres lulo-petistas; ressaltar a política antinacional bolivarianista do Itamaraty; apontar as mentiras compulsivas da dupla Dilma-Lula e ridicularizar o Pelegão-Chefe que pensa ser uma jararaca-do-rabo-esfolado, mas não passa de uma lombriga no intestino grosso do País.

A última fase da Operação Lava Jato e a visível degenerescência moral do PT e seus satélites estão contribuindo objetivamente para o sucesso das manifestações populares contra a corrupção e pelo impeachment de Dilma.

Os flancos do adversário estão enfraquecidos em conseqüência da desarticulação da base aliada, e não é difícil constatar que a antiga militância petista se reduziu a uma tropa de brutamontes mercenários; já não se vê aquelas moças pálidas de cabelo escorrido e olheiras, nem os barbadinhos de 16 anos e sequer os padres de passeata.

A nossa tropa recebeu também a adesão de um grande número de parlamentares oposicionistas, dos profissionais descontentes, dos desempregados e dos empresários que estavam neutros e agora querem a presidente fora.

Enfrentaremos a grande batalha conhecendo o inimigo e conhecendo a nós próprios, seguindo a lição do grande estrategista Sun Tzu; com isto, conquistaremos a vitória final contra o lulo-petismo.