Artigo
ESPELHO
Miranda Sá (E-mail: mirandasa@uol.com.br )
“O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença”.
Luiz Fernando Veríssimo
O espelho, oito mil anos atrás, segundo arqueólogos, eram pedaços polidos de obsidiana, e foram encontrados na Turquia e também no Iraque e na América. No antigo Egito e na Mesopotâmia eram feitos de cobre polido, e na velha China, de bronze.
A História registra que os espelhos de vidro com uma lâmina de ouro no verso surgiram em Roma sendo usados até o Renascimento; artesãos europeus encontraram uma forma de barateá-los, cobrindo uma das faces de um vidro com fina amálgama de mercúrio.
A criação do espelho com um revestimento de prata é atribuída ao químico alemão Justus Von Liebig, em 1835 e então se popularizou.
Seu uso é diverso, serviu até para enganar os índios, após a descoberta do Brasil, que trocavam toneladas de pau brasil por um deles, que se divertiam olhando-se e fazendo caretas…
Da inocência de refletir a imagem ou a luz, os espelhos chegaram à indústria bélica, na construção de periscópios que permitem ver além de um obstáculo, dando a imagem num nível superior ao que nos encontramos.
Figurativamente, no espelho se vê (sem redundância) como exemplo, modelo, representação… No conhecido conto dos Irmãos Grimm, “Branca de Neve e os Sete Anões”, uma rainha muito vaidosa, madrasta da princesinha, se perguntava a um espelho mágico qual a mulher mais bela do reino, e o espelho sempre respondia que era ela; um dia, o objeto indicou Branca de Neve, já moça feita, como a mais linda. A bruxa ciumenta e invejosa, ferida no seu orgulho, mandou matar a enteada…
Eu, quando me levanto pela manhã, vejo-me no espelho com o rosto do meu pai, e me sinto como se fizesse uma oração para ele, a quem admirava e amava muito. Há gente que não gosta de se olhar no espelho. Nem pela imagem, nem como modelo.
O pelegão Lula da Silva é um deles; teme reconhecer o seu envelhecimento e a cara de alcoólatra. Transfere para os outros o que espera do seu reflexo. Nesta campanha eleitoral, bravejando insânias contra o adversário do seu partido, chamou Aécio Neves de “filhinho do papai”.
Lula não se deu a pensar na carreira meteórica para o enriquecimento do seu “filhinho do papai”, Fábio Luiz Lula da Silva, hoje muitas vezes milionário, acumulando riquezas no exercício da presidência do pai. Lula, porém, ironiza Aécio, que na juventude trabalhou como bancário, e, ignorante que é, distorceu um velho ditado português.
O adágio luso se refere a um pai que educa o filho para ser honesto e virtuoso, e reza: “Bendito aquele que consegue dar aos seus filhos asas e raízes”. Não foi o que ocorreu com ele vendo de um filho servente do jardim zoológico, despreparado, aproveitar-se das bandalheiras de um governo corrupto.
Ainda na campanha eleitoral, além da irresponsabilidade doentia de Lula, o lulo-petismo e a sua candidata, Dilma, fizeram um pacto com o diabo e só vêem a realidade às avessas… O espelho da sua propaganda é o retrovisor: só se volta para o passado sem se preocupar com o futuro que os brasileiros almejam.
Três quartos do programa eleitoral lulo-petista são de ataques a Aécio. Mentiras distorcidas, não provadas, que são contestadas com documentos e testemunhos. Mas “elles” insistem adotar a tática de Goebbels como bons nazistas. Dizia o marqueteiro de Hitler: “A mentira quanto mais repetida, mais se aproxima da verdade para as massas não esclarecidas”.
Pelo crescimento dos que lutam pelas mudanças, estas eleições vão fazer os pelegos petistas olharem o espelho de um novo Brasil. Com Aécio Neves na presidência, o País voltará a ser sério, desenvolvido, e com verdadeira justiça social. Melhor ainda, teremos uma Nação alegre, sem ameaças à nossa segurança nem à nossa liberdade.
FANÁTICOS
MIRANDA SÁ ( E-mail: mirandasa@uol.com.br )
“O fanatismo é a única forma de força de vontade
acessível aos fracos” (Nietzsche)
Fanatismo, do latim fanaticus, é o estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza religiosa ou política. Ou até mesmo ao entusiasmo obsessivo para um passatempo, como o futebol.
Pesquisando sobre o fanatismo, a professora Ana Lucia Santana encontrou significados diversos, como“culto excessivo de alguém ou de alguma coisa; zelo religioso excessivo; paixão política; intolerância; sectarismo; exaltação exagerada; faccionismo; dedicação excessiva”.
Segundo a psiquiatria, é um comportamento extremamente freqüente em paranóides, cuja apaixonada adesão a uma causa chega, muitas vezes, ao delírio.
O maior e mais pragmático exemplo do fanatismo e de fanáticos, encontra-se na conjuntura sócio-política brasileira: o culto à personalidade de um pelego astuto e experimentado, Lula da Silva, que elegeu-se presidente da República por um estelionato eleitoral.
Seu partido, o PT, criou com outros grupos tendenciosos uma organização, que presta cega obediência a Lula; e este, após cumprir dois mandatos presidenciais, fez o sucessor – um “poste”, como se convencionou chamar pessoas incapazes de ação própria. É a atual presidente, Dilma Rousseff, que tenta a reeleição neste momento.
Apresentou-a como uma “gerentona”, com capacidade para conduzir o País. A paranóia dos lulo-petistas e dos inocentes úteis arrastados como maria-vai-com-as-outras, acreditou nessa “fabulagem”, e inúmeros deles arrependeram-se.
Dilma não passa de um fantoche articulado pelo Pelegão com fios invisíveis e com escuta eletrônica no ouvido para receber instruções do marqueteiro. Em razão disso, sua administração é toda improviso. Muda de ideia de acordo com a orientação recebida.
Dessa maneira, temos um governo que modelou “blindagens” para evitar a punição dos companheiros corruptos que se multiplicaram nos últimos 12 anos. Através dessa inescrupulosa política, negou a existência do Mensalão, o que se comprovou graças ao Ministério Público Federal, levando a cúpula do PT à prisão por decisão histórica do STF, presidido pela figura impar de Joaquim Barbosa.
A blindagem, porém, valeu para salvar outros delinquentes, negando evidências e manifestando cinicamente a inocência de uma lista enorme de corruptos. Palocci, Erenice, Rose Noronha, os aloprados e os dólares na cueca.
Felizmente temos agora uma delação. Veio de um diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, íntimo e parceiro de Lula e conviva de Dilma no casamento da filha. As denúncias contidas no depoimento dele são estarrecedoras e envolvem vários petistas (inclusive o tesoureiro do partido) e seus aliados políticos. As revelações apontam delitos como propinas pagas por empreiteiras, com 3% destinados ao PT e partidos aliados.
Quem disso cuida. Os fanáticos se movimentam para manter o esquema de poder lulo-petista com ações violentas contra os adversários. Viu-se a artilharia dessa falange contra a candidata Marina Silva no primeiro turno, e derrotaram-na.A mira dos infames voltou-se para Aécio Neves, usando seu arsenal de mentiras, calúnias e difamações.
A falta de senso moral pelo fanatismo, é adepto do princípio de que o fim justifica os meios. Atingiu um limite insuportável e, por uma contradição dialética proporcionou a organização de uma frente de união nacional a favor de Aécio.
Os brasileiros não se deixam mais enganar. Vê-se que à virulência se contrapõe a serenidade; a mentira é enfrentada pela verdade e as acusações fraudulentas são desditas com provas concretas.
Com isto, a paranóia do fanatismo está se dissipando. Já encontramos incontáveis antigos eleitores e simpatizantes do PT que escaparam da mesquinhez do amoralismo fanático e votarão em Aécio. Esta virada é qualitativa e quantitativa em todas as regiões do País. A vitória final se avizinha para felicidade geral da Nação.
MERITOCRACIA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Um dos motivos que deve levar os patriotas brasileiros a votar em Aécio Neves contra o PT é a constatação do aparelhamento da administração pública e das empresas estatais nos moldes da pelegagem sindical que inspira e controla o governo federal.
Espera-se que a mudança de estilo e o desejo de reentrilhar o País na direção da justiça social, da liberdade e do desenvolvimento econômico, dêem um fim na burocracia inchada e incompetente que ocupa os poderes republicanos.
Quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir sabe que o improviso oportunista e o desprezo pela ética estão desmoralizando o Estado Brasileiro, e defende a moral pregada pelos ancestrais com a volta da meritocracia.
Meritocracia é mais do que a palavra híbrida do latim (meritum), mérito, atribuída às pessoas de formação digna, hábil, inteligente e esforçada; e do grego (κρατία), cracia, sufixo muito usado que significa poder, força e domínio; trata-se de uma instituição, que atribui às pessoas o reconhecimento pela dignidade, habilidade, inteligência e esforço para progredir.
Os países nórdicos e o Japão concedem medalhas e diplomas pelo mérito. Uma maneira de proclamar atos patrióticos, solidários e consequentes, em prol da coletividade e da Nação.
A meritocracia, como concepção política, é o governo da competência, da dedicação e do trabalho produtivo, e os cidadãos e cidadãs merecedores, por mérito pessoal independem do sobrenome, da condição social e muito menos de filiação religiosa ou partidária. O grande exemplo que temos é o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa.
Tristemente o Brasil vive uma época em que há pessoas que não podem ouvir falar em meritocracia; assistimos estarrecidos (palavra que virou moda) a OAB/DF recusar registro de advogado para Barbosa. Por inveja, medo da convivência e/ou vergonhosamente, por estreiteza ideológica.
Devemos nos perguntar o porquê dos motivos da oposição de uma minoria à meritocracia. Parece que são seguidores da Lei de Gerson… Os que querem levar vantagem em tudo, aproveitando-se do nascimento, da projeção social e até de atrativos físicos, para ocupar posições no governo e em corporações.
Neste infelicitado País controlado por pelegos, encontramos inumeráveis exemplos de arrivistas ocupando altos cargos governamentais, em bancos, empreiteiras, agências controladoras e diretorias empresariais.
Qual o resultado de aproveitar-se elementos desqualificados moral e intelectualmente, apenas por portarem a carteirinha de filiação a um partido? Não é preciso muito raciocínio para saber que é o fracasso administrativo e a corrupção.
Houve um tempo em que aeronautas e aeroviários, bancários, estatísticos, ferroviários, petroleiros, servidores públicos e técnicos em geral, reivindicavam a implantação de planos de cargos, onde o mérito deveria ser assegurado nas promoções e indicação para chefias ou gerências.
Hoje, inexplicavelmente, àqueles lutadores mergulharam na mediocridade – com honrosas exceções dos que mantêm princípios – submetendo-se submissos ao aparelhamento injusto e desabonador. Não se vê protestos da representação dos engenheiros, técnicos e sindicalistas da Petrobras diante da desastrosa rapina imperante na estatal graças ao aparelhamento político.
Esparsamente, ouvimos vozes respeitáveis em bancos estatais, na FUNAI, no IBAMA, IPEA e IBGE, manifestando-se contra a intromissão indébita do PT-governo nos seus quadros. Suas vozes são abafadas, mas são eles os meritórios brasileiros que esperam as mudanças anunciadas na onda nacional das eleições.
Com estes homens e mulheres que reagem contra a República dos Pelegos, estamos, mais de 70% dos brasileiros, batalhando pela vitória de Aécio Neves, candidato da união nacional, nas eleições de 26 de outubro.
ESCRÚPULOS
Miranda Sá (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Pega-se um ou outro ladrão de galinha e escapam
incólumes os salafrários mais espertos”
(Cláudio de Moura Castro)
Parece-me que o gigante adormecido acordou e levantou-se do berço esplêndido para se defender das armações traiçoeiras contra seu povo. Utilizo-me do verso de Chico Buarque de Holanda (esquecidos por ele) para lembrar que “dormia nossa pátria mãe tão distraída/ sem perceber que era subtraída/ em tenebrosas transações…”
É preciso rebater nesta tecla: A opinião pública vinha meio anestesiada diante dos múltiplos escândalos de corrupção no governo, nas empresas estatais e nos fundos de pensão. É uma epidemia virulenta que vai do varejo nos birôs de modestas repartições até os gabinetes de diretores, com acesso aos ministros e líderes de bancada do PT e dos seus aliados.
Essa situação trágica atemoriza todos os segmentos da sociedade sem distinção: Trabalhadores, funcionários, empresários grandes e pequenos do comércio e da indústria e o setor de serviços em geral, em particular, bancários, intelectuais, médicos e professores. Uma mobilização espontânea mostrou uma surpreendente reação.
Com o percentual de votos válidos obtidos pelas oposições à candidata governista foi de 59,41%, uma maioria expressiva que sacudiu a Nação Brasileira e trouxe disposição de ânimo com a ida de Aécio Neves para o 2º turno.
Essa votação acompanhou os protestos de junho de 2013. Voltou-se contra os partidos omissos, a incompetência administrativa, a corrupção governamental, a insegurança e os abusos de toda ordem que descambam para a impunidade.
O Gigante e a Pátria Mãe darão um basta na prática criminosa dos dossiês, mensalões, Caixa 2, Erenice, Rose Noronha, dólares na cueca, aparelhamento imoral nos Correios, assalto escandaloso à Petrobras e as suspeitas nos assassinatos dos prefeitos Toninho e Celso Daniel.
O cenário inescrupuloso do festival corrupto e corruptor que norteia a política petista, com a maquiagem das estatísticas e fraudes nas cifras. No campo da economia, não há dificuldade em tomar conhecimento das célebres ‘consultorias’ lulo-petistas, para constatar a perversão dominante.
Sem escrúpulos, Dilma e Mantega continuarão a participar da cenografia do BNDES? É preciso lembrar que foi esta entidade a doação de dinheiro a ditadores africanos e caribenhos em contas “secretas”, e que dali saíram verdadeiras fortunas para Eike Batista, sem garantias reais!
Recordar o efeito cênico do Eike nos assaltos à Petrobras de braço dado com Lula da Silva que o chamava de “meu capitalista”. O Pelegão benzia os fantasiosos projetos das empresas “X”, viajando nos aviões e iates pertencentes à frota do Caloteiro…
Sobrou para os ludibriados investidores na incógnita “X” na ciranda financeira, e para o contribuinte, assumir o rombo de R$ 11 bilhões no Tesouro Nacional.
Tudo isso é fichinha para os desvairados fanáticos lulo-petistas ou os ingênuos utópicos da ideologia que desmoronou com o arruinado “socialismo real” morto e sepultado.
Não sabem de nada esses inocentes… Não vêem que o galináceo narco-populista engana-os, cacarejando para a esquerda e pondo ovos para os pelegos arrivistas e os aventureiros de sempre.
Ano passado houve quem falasse de desobediência civil e voto nulo; a campanha da sucessão presidencial mostrou o outro lado. O povão preferiu a rebeldia pelo voto e levou o oposicionista autêntico, Aécio Neves ao enfrentamento direto com a representante (ou seria representAnta?) dos males que afligem o País.
Balzac, um revoltado contra o estado de coisas do seu tempo, tem uma frase lapidar: “Não há dois partidos a tomar: ou a estúpida obediência ou a revolta”. É assim que devemos trabalhar para que a ação opositora real seja um trator movimentado por Aécio para esmagar os sem-escrúpulos; e no macadame da corrupção aplainar o caminho da decência.
LIBERDADE
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Defensor extremo da liberdade aproveito o que nos resta da expressão livre na Rede Social para refletir sobre as ameaças concretas contra ela. Enfrentamos o estratagema lulo-petista de manter um poder duradouro sob a máscara de uma “democracia popular”. Este prenúncio vem com o decreto 8243, que substitui a democracia representativa do Poder Legislativo pelos “conselhos populares” controlados pelo PT-governo.
Tratei disto em vários artigos. A denúncia contra a marcha totalitária do PT e seus aliados, sofre a crítica ferrenha de pessoas equivocadas, sugestionadas há 12 anos pelos ocupantes do poder.
Pouco se me dá sofrer os ataques de quem quer trocar a sociedade democrática por leis disciplinadoras para a imprensa, e prescrições sociais, por autoridades cujo único interesse é o poder pelo poder.
Já surgiram abortos legislativos tipo Marco Civil da Internet, que institui cibercrimes de responsabilidade civil a usuários da Rede Social. Nele, as denúncias se farão em nome da “segurança da informação”, mas que poderão ser usadas, ao sabor dos governantes, em defesa da “segurança nacional” deles…
Mantendo a hegemonia no governo, o PT traz no seu programa propostas de controle da mídia, submetendo jornais ao domínio governamental e sujeitando jornalistas à “disciplina” (!?). Isto seria o fim do jornalismo investigativo, criticado publicamente pela presidente Dilma, impedindo-se levar à opinião pública as denúncias de crimes de peculato e extorsões na administração pública.
Como enfrentar sem liberdade a marcha batida para uma ditadura de nova roupagem? É preciso, como ensinou Montesquieu, que os poderes republicanos sejam independentes e iguais, para que o poder freie o poder.
Assistimos indignados que somente a metade da população resiste conscientemente à supressão da liberdade por que todas as informações disponíveis, poucas, aliás, atingem uma minoria. A resistência é mantida por uma fração letrada e bem informada que enfrenta a amoralidade dominante nas esferas de governo.
Apenas as redes sociais da internet contribuem na divulgação de dados, oferecendo para isto a criatividade de artistas, cientistas, historiadores e jornalistas independentes, revelando os desmantelos econômicos e a corrupção endêmica que grassam e corroem o patrimônio nacional.
As personagens oficiais que temos são apenas auto-falantes de um grupo stalinista que explora o hipnotismo colorindo uma ideologia superada e deturpada, inspirados por um aspirante a ditador, cujo autoritarismo medíocre é notório.
Reconheço (perdoem-me os defensores do politicamente correto) que o megafone lulo-petista planta em solo fértil. Atinge as pessoas mais sugestionáveis, principalmente os jovens sem experiência histórica, incucados pelos pregoeiros de utopias inviáveis.
A maioria dos adolescentes de hoje não acompanhou a juventude do século passado que defendia a ética e a moralidade pública, nem se sensibiliza pela convivência com a evolução das novas idéias trazidas pela terceira grande divisão do trabalho produzida pela tecnologia.
Esta situação deve ser uma preocupação para educá-los através da linguagem, a ferramenta que tornou possível o progresso do homem da selvageria à civilização, como ensina Aldous Huxley no seu livro “Regresso ao Admirável Mundo Novo”. Huxley chama atenção para o grito juvenil “Dêem-me uma televisão e cachorros quentes, mas não me assombrem com as responsabilidades da liberdade”.
É exatamente isto que querem os defensores da ditadura bolivariana, sem atentar para que a sociedade que troca a igualdade nivelada por baixo pelas liberdades democráticas terminará sem uma nem outra, como temos os tristes exemplos de Cuba, Venezuela e na caminhada capenga da Argentina.
A História nos ensina que os ditadores antigos caíram, por maior força que alcançaram, e que o chamado “socialismo real” jaz sob os escombros do muro de Berlim.
Restarão ainda muitos anos para revelar os males do lulo-petismo e o despertar do QI das massas? Acho que não, e que Deus permita que esteja certo… Às vésperas de uma eleição presidencial, a ânsia por liberdade, justiça e desenvolvimento econômico, pode ser saciada pelo voto. Aécio Neves é o candidato que nos traz esta esperança.
BAIXARIA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
O “Dicionário de Gíria” de J. B. Serra e Gurgel, um dos mais completos dogênero sobre a linguagemfalada pelos brasileiros, traz o verbete “Baixaria” – (Substantivo masculino) – Coisa de baixo nível.
Nas eleições, que significam a escolha democrática como alicerce da Democracia, deveriam cumprir-se de uma forma limpa; mas na Era do Lulo-petismo, esta definição republicana não é cumprida, no mais transparente espírito da pelegagem.
Poucas horas após o término da apuração dos votos, Dilma já inicia a baixaria contra Aécio, acendendo o sinal verde para os pit-bulls da tropa mercenária paga pelos mensalões para atacar o PSDB e seu candidato. Fica assinalada como será a disputa do 2º turno; Aliada do diabo, a reeleitorável usará todos os recursos criminosos do arsenal diabólico do petismo.
Desmentidos os institutos de pesquisa, regiamente remunerados pelo PT-governo para subestimarem o senador Aécio, Dilma teve apenas 41,6% dos votos válidos, e foi para o 2º turno, quando os porões do Palácio do Planalto já festejavam sua vitória.
Como a farsa das pesquisas não deu certo, os hierarcas do partido não desconhecem que a frente conquistada é débil e lhes ameaça, pelo repúdio nacional sofrido através do voto.
Assim ficou registrado o pior desempenho eleitoral do PT desde que as tropas de ocupação dos pelegos conquistaram Brasília, sendo notável a derrota de três postes de Lulla, Gleise, Lindemberg e Padilha.
Ameaçado o fio de esperança de se manter no poder, o ministro Gilberto Carvalho, porta-voz e factótum da pelegagem, já reconheceu que a força do tucano surpreendeu-lhes: “Esperávamos uma votação menor do Aécio”, disse.
Então, os patriotas defensores da Democracia devem ficar atentos pelo que pode vir por aí. Não podemos arriscar a marcha libertária de Aécio se esquecendo do que são capazes os quadrilheiros do PT e, pior ainda, dos sabujos que os seguem pelo reflexo condicionado da ideologia degenerada do peleguismo.
É bom recordar que vem de longe a atuação do gangsterismo político exercitado pelo lulo-petismo: começou na campanha de 2002, quando o PT falsificou o próprio programa para enganar o eleitorado. Foi a “Carta de Recife” que concorreu para um autêntico estelionato eleitoral.
No Governo, para acobertar o assalto ao Erário, às empresas estatais e fundos de pensão, passou a imperar a amoralidade, com a confecção de dossiês, calúnias, falsificações e “Um assassinato de reputações”, como intitula o seu livro o ex-delegado Romeu Tuma Júnior.
Uma dessas ações criminosas, segundo Tuma Jr, levou o ministro Gilberto Carvalho a audiência na Câmara dos Deputados e ali ele mostrou trazer no sangue o DNA da dissimulação, e na boca a fórmula lulista do “não sabia de nada”.
Na presidência, o Pelegão amoral orientou a feitura de dossiês contra Tasso Jereissati, Arthur Filho e Marconi Perillo. E até contra Ruth Cardozo!
A espionagem e falsificação de perfis de jornalistas na Wikipédia foi realizada por hackers lulo-petistas usando computadores do Planalto; e por mais que escorregasse na primeira hora o PT-governo não pode negar as evidências.
A Petrobras, esfarelada e corrompida no governo Dilma, tem um delator da roubalheira, Paulo Roberto Costa – o “Paulinho”, íntimo e parceiro de Lulla – que traz no seu processo quase uma centena de nomes envolvidos num escandaloso sistema de propinas, com realce para o tesoureiro do PT.
A baixaria esteve presente na campanha eleitoral. O que fizeram nos Correios! O que sofreu a candidata do PSB-Rede, Marina Silva! As investidas agressivas contra ela foram inomináveis; até o falecido colega de chapa, Eduardo Campos, foi alvo de insultos e calúnias.
Durante a campanha no 1º turno, Marina, expôs um rol de fatos negativos do lulo-petismo afirmando que o PT não pode continuar no poder. Antevendo o que poderá ocorrer com Aécio, traz com esta declaração, uma patriótica contribuição contra a reeleição de Dilma. Com isto, esperamos que os marineiros ajudem o Brasil, livrando-nos da baixaria!
LINGUAGEM
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“As palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade”
Vitor Hugo
Citei a frase lapidar do extraordinário pensador francês Hugo, e aproveito para fazer uma homenagem à língua francesa, de onde se originou a palavra portuguesa “linguagem”. Foi do antigo vocábulo gaulês “langage”.
A linguagem é um sistema de sinais para codificação e decodificação de informações. Estudos de lingüística indicam que veio dos grunhidos do hommo erectus na África os primeiros indícios de comunicação. Foi o “grito da natureza”, usado pelos primeiros homens para pedir socorro no perigo ou chamar atenção para as fontes de água ou a presença da caça, árvores frutíferas e raízes.
A linguagem tornou possível o progresso do homem da barbárie à civilização e o avanço civilizatório trouxe a multiplicação e disciplinamento das inflexões de voz para através da fala exprimir as idéias, sentimentos e a interação social.
Lingüística é o nome da ciência que se dedica ao estudo da linguagem. Diz Aldous Huxley que “a linguagem dá clareza e nitidez às nossas recordações”, mas também escraviza ora pela adulação, ora pela ameaça.
O Brasil, do ponto de vista geopolítico, deve a sua unidade ao idioma português, que se tornou hegemônica pelo domínio sobre as mais de línguas faladas no País em 1500. Estudiosos encontraram cerca de 200 delas sobreviventes, faladas por minorias muito limitadas.
O português-brasileiro se impõe também sobre as línguas de fronteira, as quilombolas e variantes de estrangeiras como o alemão e o italiano; e sua única variedade se prende ao uso de situações específicas de comunicação.
Assim, preservar o nosso idioma é um imperativo patriótico. O grande Rui Barbosa já alertava que “a degeneração de um povo, de uma nação ou raça, começa pelo desvirtuamento da própria língua”.
Por isso precisamos nos precaver dos totalitários que atualmente ocupam o poder central. Para eles, inimigos da liberdade, corromper o uso da linguagem é uma das formas de manipular opiniões, como se vê na mentira repetitiva dos condutores do lulo-petismo na sua ânsia para manutenção do poder.
O andamento dessa estratégia se faz quase imperceptível. O Ministério da Educação lulo-petista distribui cartilhas onde a gramática é mutilada, e entre os orientadores chapas-branca há quem proponha “popularizar” os livros de Machado de Assis e suprimir a literatura infantil de Monteiro Lobato.
Para atentar contra a obra de Machado, usa-se o reles argumento de que o português culto é ininteligível para o povo e com isso elitiza a literatura… Quanto ao preço ideológico para combater Monteiro Lobato, é a acusação de que o notável escritor defende idéias racistas!
Reconhecemos, sem dúvida, as relações sociais desiguais. Mas sabemos que a ignorância e o analfabetismo são impostos às camadas mais pobres da população por puro interesse de exercer influência política sobre o povo. E fazê-lo massa de manobra para ações que subvertem a nacionalidade e impõem um predomínio partidário.
Seria cômico se não fosse trágico, aceitar-se a linguagem chula de Lula da Silva, semi- alfabetizado, ou a terminologia estreita e mutilada, quase irreconhecível de Dilma Rousseff.
Incapaz de educar e elevar culturalmente o povo, a tendência lulo-petista totalitária aproveita-se de apedeutas com certa capacidade de liderança, sugerindo popularidade para eles. Faz-lhes decorar slogans e palavras-estímulo capazes de granjear simpatizantes para o partido.
É assim, que em nome de uma ideologia degenerada, mercadejam com a opinião pública, escarnecendo da República e da Democracia para facilitar o assalto ao Tesouro Nacional e ao Patrimônio Público.
É com as eleições do dia 5 de outubro que os patriotas devem derrubar, com a linguagem das urnas – pelo voto –, o palanque da ignorância, da incompetência e da corrupção armado pelo PT e seus aliados.
SUBVERSÃO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
No cenário armado por regimes totalitários o uso da palavra “subversão” é corrente, não apenas como substantivo feminino, mas também como adjetivo originário do latim, “subversu”. Tem vários significados, como “desestabilizar” e, mais comumente, insubordinação às leis ou às autoridades constituídas. O dicionário Aurélio traz também “transformação da ordem política”.
A subversão não só qualifica atos revoltosos, mas igualmente “perturbação social”, presente nos tribunais de exceção nazistas e fascistas, na Alemanha e na Itália, como nas caricatas ditaduras que os imitaram.
No Brasil tivemos duas referências jurídicas, em leis promulgadas por Getúlio Vargas e João Figueiredo. A legislação getulista traz, no seu artigo 1º, “Tentar directamente e por facto, mudar, por meios violentos, a Constituição da Republica, no todo ou em parte, ou a forma de governo por ella estabelecida” (sic); e no regime militar referiu-se, no seu artigo 8º, “Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes”.
Nesta época em que se tenta consolidar o Estado Democrático de Direito, em conformidade com a Constituição Federal de 1988, apareceu o lulo-petismo e já não se pode individualizar unicamente agentes da subversão; o subversivo é o próprio PT-governo, conspirando contra a Carta Magna e negociando com governos estrangeiros.
O PT-governo quer mudar a Constituição com medidas antidemocráticas como o controle da imprensa e a implantação de um legislativo fake de conselhos apelegados através do decreto 8243. Muito pior: entrega o patrimônio nacional às ditaduras africanas e latino-americanas, e trata com brandura os terroristas degoladores do Estado Islâmico.
A subversão da ordem no Brasil é oficial. Acionada pelo PT e seus satélites, se estende na capilaridade da administração pública e das entidades cooptadas pelo governo. O maior exemplo disso é a subserviência da UNE e o silêncio dos sindicatos de petroleiros (inclusive engenheiros) diante do esfarelamento da Petrobras pela corrupção.
Já não vemos como ensina Norberto Bobbio, a Constituição estabelecendo as normas básicas para o jogo democrático, porque temos um Legislativo corrompido e corruptor, e um Judiciário ideologizado
Escreveu Aldous Huxley que “desde o tempo de Hitler, o arsenal de dispositivos técnicos à disposição dos aspirantes a ditador foi consideravelmente aumentado”. E agora, se soma ao rádio, ao cinema e à televisão, o surpreendente prodígio da internet, assistindo-se a ação subversiva da amoralidade narco-populista nos países latino-americanos – com o Brasil da pelegagem lulo-petista à frente.
Não pode haver um fato mais subversivo da ética profissional e da moralidade pública do que o ato d’um tal Ibaneis Rocha, presidente da secção brasiliense da OAB, impugnando o pedido de Joaquim Barbosa para reativar seu registro de advogado.
Só uma OAB imbecilizada, que se preocupa com a opinião cretina de Levi Fidelix sobre o homossexualismo, pode ferir a personalidade insigne do ex-presidente do STF.
A baixaria na inversão de valores se constata na campanha eleitoral. O TSE não pune o uso indiscriminado do aparelho de estado, que corrompe suas funções republicanas substituindo o agitador, a militância e o marketing… O que foi comprovado na manobra insidiosa da Empresa Brasileira dos Correios…
Como se sabe, a instituição centenária, aparelhada com ladrões e agentes políticos, além de distribuir sem registro nem controle o material de propaganda de Dilma, promoveu “reuniões de serviço” com carteiros das Minas Gerais dando-lhes a tarefa de subtrair a distribuição da propaganda da oposição.
Os atuais governantes que são capazes de permitir hackers atuarem no Palácio do Planalto para atacar seus críticos na imprensa, usam métodos ainda mais desabonadores contra adversários políticos.
É por isso que se precisa frear essa aptidão petista para a prática de todos os males: O “Basta!” poderá sair das urnas eleitorais se não forem fraudadas…
Depende de nós defender o direito individual à liberdade de expressão, acabar com a impunidade dos corruptos, e reentrilhar o Brasil no caminho da Justiça, do Desenvolvimento e da Paz.
IDEOLOGIA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uo.com.br)
“Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver”
Cazuza/Roberto Frejat
Os curtidores do rock brasileiro, não esquecem a “Ideologia” dos anos 1980; mas a palavra “ideologia” nunca esteve tão presente como agora, compondo artigos, textos e discursos, na expressão analítica da política.
O idealista Hegel e o materialista Marx foram convergentes na concepção da ideologia. Hegel viu-a como uma separação da consciência em relação a si própria, e Marx apontou-a como causadora da alienação do homem.
Intelectuais da direita ou da esquerda despertaram para a presença permanente e eficaz da ideologia exprimindo idéias econômicas, jurídicas, políticas e religiosas no confronto de pensamentos que agita a sociedade.
Na minha juventude os professores de Filosofia (que adentravam na Sociologia) inculcavam a ideologia como produto das relações de produção. Prendiam-se à visão alemã de que era o trabalho, artístico, intelectual ou manual que originava a consciência da realidade. E apontavam os improdutivos com o termo “lupen-proletariat”, uma fração social alienada.
A contemporaneidade ampliou o conceito de ideologia. Ensina que há muitas ideologias, tantas quanto às estrelas do céu… Hoje, são limitados os que não vêem a ideologia como um conjunto de idéias individuais ou de grupo, olhando-a só pelo seu aspecto político, e rotulando-a.
É por isso que nos deparamos com anúncios luminosos indicadores de ideologias, anarquista, capitalista, comunista, conservadora, fascista, democrática, progressista, enfim, apenas faccionárias, como bandeiras de partidos.
Tal concepção impede-nos a ver o surgimento de “aparelhos ideológicos” como braços institucionais, e que o Estado se mantém através deles… Numa República, os aparelhos ideológicos de Estado são os três poderes e seus inumeráveis tentáculos; e no caso de surgirem governos ditatoriais ou populistas, as ventosas desses tentáculos alcançam a sociedade civil, cooptando organizações ou se infiltrando nelas.
O filósofo Louis Althusser observou o uso de “aparelhos ideológicos” para a conquista do poder, assumindo-o paralelamente ao Estado como um governo paralelo. Tornam-se representações artificiais constituindo e impondo o domínio sócio-político; é com eles que entra em campo a teoria gramsciana de usar a ideologia para mascarar a realidade.
No Brasil da Era PT assistimos a atuação desses grupos, introduzindo-se nas organizações civis. É o lulo-petismo abrindo caminho para a implantação de uma ditadura bolivariana narco-populista.
Começam pela escola, distorcendo a História e deletando os valores da nacionalidade para facilitar a cooptação das entidades estudantis, como a UNE; infiltram-se nos meios de comunicação e nas artes; e estendem-se aos movimentos sociais, controlando associações, conselhos, corporações, sindicatos e até centros religiosos.
É nesse quadro que se desenha a atraente “democracia direta” proposta pelo decreto fascista 8243. Prepara-se a entrega do poder a organizações sem autenticidade nem independência. Serão indicados de cima para baixo os conselhos sob controle do PT e seus satélites.
É ai que mora o perigo de submeter-se a Nação a uma ditadura populista apátrida, que subtrairá a livre escolha da autêntica representação democrática e republicana. Por isso, é fundamental que os brasileiros acordem com a cadência da marcha batida do PT e a pressão dos seus “aparelhos ideológicos”.
É preciso impedir o golpe tramado contra a Democracia, sufocando as liberdades constitucionais.
DEFINIÇÃO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Não são os homens, mas as idéias que brigam.”
Tancredo Neves
Tancredo Neves foi um político brasileiro, patriota e democrata. Segurou o leme da resistência pelas liberdades. liderando ao lado de Ullysses Guimarães, o MDB, e foi eleito, pelo voto indireto, presidente do Brasil. Infelizmente, morreu antes de tomar posse.
Um texto de Vladi Olivier sobre essa tragédia que se abateu sobre os brasileiros sedentos de liberdade, é emocionante. Escreveu Olivier: “Há quase trinta anos me lembro de ter chorado diante do monitor de tevê. Antonio Britto acabava de anunciar a morte do Dr. Tancredo Neves. Recebi aquela notícia num misto de desesperança e abandono cívico. Muitos não entendiam a extensão de minha tristeza”.
Eu também sofri com a morte de Tancredo e aprendi com ele a não levar para o pessoal a questão política. Defendo somente as minhas idéias. Nada tenho contra a pessoa natural de nenhum dos candidatos que disputam a presidência. Meu voto veio sendo construído pela observação, análise e definição. Repito: das minhas idéias não abro mão.
Nestas eleições, sinto renascer na minha consciência o espírito cívico e a esperança de libertar o Brasil da Ditadura dos Pelegos, um infortúnio que afunda a nossa Pátria no mar de lama da corrupção.
Por isto, sinto-me na obrigação patriótica de assumir uma posição de forma incontestável, apoiando-me num enunciado político, acima dos partidos e distante de opções no varejo das ideologias. Faço-o em memória e homenagem ao meu pai, exemplo de patriota, que defendia a unidade nacional para o Brasil se impor como o País do presente, sem empurrá-lo com a barriga grávida de promessas para um futuro virtual.
Papai tinha como modelo Juscelino Kubitschek eleito em 1955, admirando-o pela sua primeira declaração ao assumir o governo expondo um Plano de Metas. JK foi o oposto do que é o PT-governo.
Assiste-se, com o lulo-petismo no poder, a incompetência e a paralisação, sem planos nem credibilidade para cumprir o lema da nossa bandeira “Ordem e Progresso”. Não vê quem não quer, o engessamento nacional. Escandaliza e envergonha constatar-se que o único projeto dos pelegos é a manutenção do poder nas mãos de um grupo corrompido, corrupto e corruptor.
Esta gente acanalhada nos roubou, inclusive, o orgulho de ver o Estado Brasileiro fluindo e circulando no concerto das nações, com áreas prioritárias voltadas para o desenvolvimento econômico, com a Educação em primeiro lugar, e estradas fluviais, ferroviárias e rodoviárias, portos e aeroportos, e produção de energia. É isso que garantirá o pleno emprego, a Saúde e a Segurança.
A política do poder pelo poder nos subtraiu também a alegria de viver, como a que JK trouxe, e que Aécio Neves promete; por isso, dou-lhe um crédito de confiança. Como ele, quero a entrada de capitais internacionais e investimento maciço na indústria e no agro-negócio.
Como Aécio, desejo ter as Forças Armadas fechando nossas fronteiras para o tráfico de drogas e de armas, e garantindo a soberania nacional. Como ele, acredito numa diplomacia confiável pairando acima de ideologias degeneradas, à sombra do grande Barão do Rio Branco.
Esta é a minha definição político-eleitoral. Parece tardia, mas só vejo na vitória de Aécio Neves a materialização deste sonho impresso na História do Brasil. É a História que grava os destinos de uma Nação.
É a História que registra e nos recorda as vitórias do general e cônsul romano Júlio César, na ampliação e consolidação do seu Império, submetendo os helvécios, a confederação belga, os nérvios e os venécios, ufanando-se ao vencer Vercingetórix na decisiva batalha de Alésia. E após o triunfo, proferiu para o mundo uma frase retumbante: “Veni, vidi, vici” (“Vim, vi, venci”).
Este é o grito que os resistentes brasileiros gostaríamos de gritar após eleger Aécio Neves, presidente da República do Brasil!
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