Artigo
DELAÇÃO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“A corrupção dos governantes quase sempre começa pela corrupção dos seus princípios” (Montequieu)
Um anunciado ‘manifesto’ de advogados inspirou-me para escrever este texto, por que dentre eles encontram-se defensores de políticos corruptos, e de empreiteiros tanto ou mais, de políticos e empresários presos por participação no esquema de corrupção instalado na Petrobras.
Felizmente não são muitos os que negaram o instituto da delação premiada, consagrada nas convenções da ONU de Palermo de 2000 e de Mérida de 2003. Os patrocinadores desconhecem que o uso deste instituto é um instrumento eficaz para o combate as organizações criminosas e à corrupção.
O advogado é, pela formação, um driblador da lei. Se assumirem ser “de esquerda”, levam-me a um pensamento de Vladimir Lênin que nos meus tempos de estudante era comentado: “Advogados, nem os do partido”! Se forem filiados ao PT deviam respeitar a sua representante na presidência da República: Dilma sinalizou em discurso na ONU a intenção de usar o combate à corrupção com maior freqüência.
Os contestadores da Operação Lava Jato podem não gostar do juiz Sérgio Moro; mas, se estudiosos (que duvido) deveriam ler os seus artigos publicados, citando o exemplo notável do uso da delação premiada na Operação Mãos Limpas que destroçou a máfia na Itália.
Moro é transparente ao adotar a delação premiada. Não se entrega ao delator, adotando o princípio de que a palavra de criminoso colaborador deve sempre ser vista com desconfiança e que o depoimento deve ser amparado em prova de corroboração.
Na realidade, a Lei que rege a delação premiada impõe que nenhuma sentença condenatória deverá ter como fundamento as declarações de agente colaborador (artigo 4º, §16).
O escorregão falsamente “ideológico” dos advogados manifestantes se baseia no que dizem que “no plano do desrespeito a direitos e garantias fundamentais dos acusados, a Lava Jato já ocupa um lugar de destaque na história do país’.
Coisa triste vinda de quem estudou o Direito Positivo. Todos os acadêmicos de Direito sabem que a corrupção é um crime difícil de descobrir e comprovar. O louvável na Lava Jato vem exatamente transpor as dificuldades pelo trabalho da Polícia Federal e da ação patriótica do Ministério Público Federal.
Soma-se à ação conjunta da PF, do MPF e do juiz Sérgio Moro a técnica de investigação pela adoção da delação premiada. É claro que este instituto é insuficiente para condenar os corruptos e corruptores, mas cria condições de cumprir esta tarefa de faxina para varrer do Brasil a depravação no trato da coisa pública.
Talvez seja isto que preocupa os ocupantes dos poderes republicanos e seja também motivo do preconceito entre os que se manifestam contra a Lava Jato. É impossível desconhecer que a colaboração de criminosos contra criminosos oferece informações e provas que se ampliam para outras atividades ilícitas.
É o “efeito dominó” que assusta os defensores dos envolvidos nos esquemas de corrupção que se tornaram uma triste rotina no PT-governo. Não é por acaso que o lulo-petismo fala de ‘investigação seletiva’: encontram-se presos diversos hierarcas do PT e a cada dia surgem outros protagonistas do assalto ao patrimônio público.
Pena que alguns confusos pensadores ainda não se tocaram para isto. Há até quem confunda a delação premiada com a imoral e ilegal Lei da Repatriação de dinheiro sujo sancionada por Dilma para atender quem driblou a Receita.
Nada como esta medida governamental para comprovar que vivemos numa Cleptocracia arrogante e antidemocrática. E os advogados contestadores, concorrendo com os Black-blocs das manifestações pró-centavos acusam os defensores da lei e a imprensa independente, fazendo coro ao estribilho governista contra os vazamentos.
Quem se puser contra a Lava Jato é inimigo do Brasil e do povo brasileiro que anseia pela punição dos corruptos, independente dos cargos que ocupem, do sobrenome que ostentem e da filiação partidária que adotem.
CLEPTOCRACIA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Os golpes contra a democracia só podem vingar se o processo político-eleitoral estiver desmoralizado e as instituições combalidas.”
(João Batista Ericeira)
As línguas neolatinas, como os países que adotam o idioma português, usam como sufixo a palavra grega κρατία cracia, que traduzida tem vários significados; força, poder, domínio e influência ou supremacia de certo grupo.
Na política, encontramos Aristocracia, Burocracia, Democracia, Meritocracia, etc.; e a sapiência dos gregos também criou Cleptocracia, termo que expressa literalmente “Governo de ladrões”, o poder nas mãos dos que assaltam, corrompem, furtam, roubam, enfim, metem a mão na economia popular e despojam o Erário do País.
Está definido o PT-governo da pelegagem. Triste é que os governantes obtiveram o voto de milhões de brasileiros iludidos; só não enganou os grupos e partidos de influência stalinista que adotam a tática de aliar-se aos corruptos, para desacreditar e desmoralizar as instituições e aproveitar-se disto.
Não há exemplo mais do que perfeito a ação dos partidecos nas ruas depredando a propriedade privada e o patrimônio público, como fizeram em Sampa, ou a lesiva administração do PCdoB no PT-governo criando ONGs fantasmas para expropriar o Tesouro.
Fica claro o exemplo dado pela senadora Vanessa Grazziotin que gastou mais de meio milhão de reais da sua verba de gabinete, demonstrando a distorção dos princípios que formaram seu partido, descambando para o narco-populismo, como sabujo do lulo-petismo.
O PCdoB com outros partidos nanicos ditos “de esquerda” atua como viúvas do ‘socialismo real’ soterrado nas ruínas do Muro de Berlim. Trocaram o marxismo pelo ‘esquerdismo’, ideologia classificada pela ciência política, a filosofia e a História como uma aberração dos ideais libertários da Revolução Francesa e da Comuna de Paris.
Falta-lhes conhecimento teórico, principalmente da História. Doutrinadores e doutrinados apenas papagaiam palavras de ordem; e o que mais me torna apreensivo é o comportamento das frações juvenis que servem de bucha de canhão para as hierarquias partidárias de cleptocratas.
Parece-me impossível não ver que os aparelhos pretensamente ideológicos são somente grupos de pressão, tarefeiros que sustentam a cleptocracia autoritária e burocrática lulo-petista.
Alguns poucos jovens trabalhadores e estudantes equivocados não têm objetivos futuros; só lhes preocupa o imediatismo econômico, como no caso de aumentos de transportes, iludidos que assim arregimentarão e conduzirão as massas… E tornam-se reféns dos vândalos do lunpemproletariado, como assistimos nas ruas de Sampa e do Rio.
Porque não se manifestam contra o desemprego, o corte de verbas para a Educação e para a Saúde, o respeito à legislação trabalhista e a defesa dos direitos previdenciários? Desdenham os reais interesses do povo porque não capitalizam como lhes agrada a denúncia à repressão policial, orgasmo freudiano dos subversivos intelectuais…
Quem estuda sabe que o populismo é uma prática reformista… E quando se trata da sua versão latino-americana, o gosmento narco-populismo, é muito pior que isto:
Além de ser uma traição aos trabalhadores e ao povo em geral, o ‘socialismo bolivariano’ é uma contribuição para garantir o roubo dos governantes corruptos, a ineficiência dos serviços públicos, enfim, avaliza a cleptocracia.
JUVENTUDE
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“A juventude se torna muito importante por ser a fase das grandes opções da vida.” (Jorge Boran)
Quando a política e as instituições dependentes dela degeneram e deperecem relembra-se um antigo pensamento – sempre vigente – de que a juventude é o futuro do mundo. Certo; mas de que juventude falamos?
Confesso que o comportamento da juventude brasileira me preocupa muito. Reflexos do passado levam-me à mocidade distante, buliçosa e atuante, bem intencionada, explodindo como um vulcão renovador com as lavas candentes da mudança.
Entristece-me ver como se multiplicam entre nós as críticas aos jovens brasileiros como se houvesse uma individualização padronizada para ser julgada. Longe disso, o alvo dos ataques volta-se para os jovens engajados no esquerdismo sistemático, fruto de teorias mal interpretadas, e conduzidos por poderosos interesses de uma facção sectária.
Relembro meus tempos de estudante, participando da União Nacional dos Estudantes, onde reinava a independência dos partidos e dos governos. Uma vez chegou-nos a orientação para combater a “America Can” uma empresa norte-americana fabricante de latas; o sentimento nacionalista aflorou e fizemos a campanha.
Descobri cedo que se tratou de uma jogada empresarial do grupo Matarazzo, que não queria concorrentes. A Can iria baratear o custo de produção, mas em nome do ideal, atrasamos alguns anos o desenvolvimento da indústria brasileira de produtos de alimentos enlatados…
Hoje é quase certo que as frações partidariamente organizadas dos estudantes estejam caindo no mesmo engodo, aliando-se a uma corrente que adota os princípios distorcidos da ideologia degenerada dos pelegos sindicais. Nada mais fraco do que aquele que sente o forte desejo de transformação da realidade e escorrega no que Trotsky chamou de “socialismo dos imbecís”, caindo fatalmente no fascismo.
Acabamos de testemunhar uma ação para-fascista nas manifestações violentas ocorridas no Rio e em Sampa protestando contra o aumento das passagens dos transportes; foi de uma violência inominável contra a propriedade privada e patrimônio público.
Voltaram os “black-blocs” covardes, mascarados, depredando o que encontraram pela frente. São acobertados por partidos ditos “de esquerda” e de organizações pelegas que recebem verbas governamentais.
Estas pessoas não são “revolucionárias” como pensam, mas arruaceiras. Repito e alerto que se trata apenas de frações. Minoritárias. Assisti uma entrevista da atriz Irene Ravache no Roda Viva: Perguntada sobre o que achava da juventude brasileira, ela respondeu com grande lucidez, que sim; confiava nas moças e moços que pegam uma condução de manhã cedo para ir ao trabalho e depois vão à escola.
Observo que junto aos trabalhadores juvenis, temos estudantes que se debruçam nos livros e nas apostilas, ou atentos às aulas à distância, preparando-se para uma formatura ou para enfrentar concursos. Estes, sim, representam a maioria que busca caminhos novos para enfrentar a vida. Nestes acredito.
Analisamos, porém, os outros que vivem para e da política como grupos de pressão. O que realmente eles pensam da política? Estarão atentos às reivindicações populares, aos interesses nacionais e querendo defender a elevação do Brasil ao nível dos países desenvolvidos, ou ficam como papagaios repetindo slogans desgastados pelo uso?
No mundo de hoje há uma grande facilidade de obter a informação, mas é preciso tomar cuidado com o noticiário dirigido de uma mídia sensível às verbas governamentais. O jovem deve procurar fugir dos maus exemplos, dos falsos líderes, de um poder desacreditado.
Dá-me pena em ouvir argumentos dos partidários do governo, convictos de ideologias distorcidas e iludidos pelo cenário teatral de falsas utopias, como ocorre com a UNE, UBES e MPL, meros apêndices do governo enganador e corrupto do lulo-petismo.
Por isto fico com a maioria silenciosa que luta para se manter e progredir. Acredito nos jovens que trabalham para garantir o seu futuro, com ordem e progresso.
QUE LENIÊNCIA!
MIRANDA SÁ (E-mail: miarandasa@uol.com.br)
“A grande arte do comissário consiste em descobrir o que é simples” (Friedrich Dürrenmatt – ‘A Suspeita’)
Se substituirmos a palavra ‘comissário’ usada pelo grande Dürrenmatt por ‘investigador’, ‘procurador’ e ‘juiz’ temos a visão simplista do que fazem os policiais federais, procuradores e o juiz Sérgio Moro, saneadores da corrupção através da Operação Lava Jato.
O ficcionista, teatrólogo e teólogo suíço resumiu o processo de investigação que assistimos no decorrer da operação realizada para descobrir o óbvio: a roubalheira desenfreada dos lulo-petistas que assumiram o poder por um estelionato eleitoral.
Acha-se diante dos nossos olhos, entra pelos nossos ouvidos, enfim, está em todas as cabeças pensantes (e sensoriais) deste país o que os pelegos fizeram desviando verbas públicas, assaltando a Petrobras, as empresas estatais e os fundos de pensão.
É, sem dúvida, uma simples constatação, agora oficialmente escancarada – com a chancela da Presidência da República – com a Medida Provisória da Leniência, a essência criminosa de quem governa o Brasil como uma cafetina em casa de tolerância.
Não há nada mais claro do que constatar de que Dilma Rousseff assinou a desonesta MP 703/2015 como um ‘cala boca’ para evitar que os donos e executivos das empreiteiras, investigados e presos, revelem minúcias do sistema corrupto instalado no País que esclarecerão quem o manipula, Lula da Silva.
Como tudo que sai da lavra criminosa do PT-governo, a “MP da Leniência” traz um floreado de justificativas, com ênfase à preservação dos empregos e, por incrível que pareça, para ‘aperfeiçoar os métodos de controle sobre o uso dos recursos públicos’…
A garantia dos empregos é um canto de sereia com o que nos acostumamos: uma cantilena enganosa que escorreu dinheiro público nos créditos subsidiados do BNDES e no favorecimento do setor automobilístico que nada garantiram a não ser os próprios lucros.
Fica transparente que a finalidade dos ‘acordos de leniência’, não passa de fogos de artifício para ofuscar a vista da cidadania novos contratos das empreiteiras corruptas e corruptoras com o PT-governo; servindo para garantir o financiamento das campanhas eleitorais do Partido dos Trabalhadores e restabelecer o fluxo das propinas para os hierarcas partidários.
A grande arte dos comissários que combatem este tumor maligno é ver com clareza o objetivo suspeito e ilícito que investe contra o Estado Democrático de Direito. Entre os defensores da coisa pública, temos Walton Rodrigues, ministro do TCU, que atendeu ao Ministério Público de Contas, e pediu explicações ao Planalto.
O MPC alegou desrespeito ao Tribunal afrontando seus poderes de fiscalização. O ministro Walton determinou então que a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU) têm 15 dias para prestar esclarecimentos sobre o funcionamento da medida provisória.
Também no Congresso, o vice-líder da Minoria na Câmara dos Deputados, deputado Raul Jungmann, foi curto e grosso: “A finalidade da MP é favorecer as empresas envolvidas no Petrolão, a atividade da organização criminosa que funcionou na Petrobras e foi desmontada pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal”.
Agora nos cabe, a todos patriotas brasileiros, lúcidos e independentes, impedir mais esta investida desonesta do lulo-petismo. A anulação da Medida Provisória da Leniência é uma tarefa necessária e urgente para amputar o braço facínora da pelegagem.
É hora de a nacionalidade assumir sua parte, compartilhando com os promotores, policiais federais e com o juiz Sérgio Moro indo às ruas contra os favores governamentais à indecorosa infecção de rapina instituída pela degenerada máfia das empreiteiras, que Dilma defende.
O ESCORPIÃO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Um escorpião não tece teias ou cria armadilhas, mas a sua astúcia é mortal”. (Pablo Meneghel Martinez)
A criação das fábulas como gênero literário, deve-se a Esopo, um escravo grego que viveu nos anos 620—560 a.C.. Contando histórias com ensinamentos morais, ele conquistou grande fama, a cidadania livre e a imortalidade literária.
Os países que dão atenção à educação infantil adotam as fábulas pedagogicamente com uma dupla finalidade: a facilidade no aprendizado da leitura e a reprodução do que leu, e a formação moral e ética do alunato.
No Google há dezenas de fábulas de Esopo, e uma delas nos leva ao momento político que atravessamos: “A rã e o escorpião”. Uma sinopse esclarece a razão disto:
Um escorpião estava à beira de um rio imaginando como poderia atravessá-lo sem saber nadar. Ao ver uma rã sobre a grama pegando sol, engendrou uma farsa puxando conversa com ela: -“Você é capaz de atravessar este rio? ” Perguntou.
– “Sim, quando quero sempre o atravesso”, respondeu o ranídeo que, desconfiado, perguntou: – “Porque você quer saber? ”. O escorpião com voz macia e sedutora disse que achava uma felicidade fazer isto, mas não sabia nadar; e pediu – “Rãzinha, você poderia transportar-me nas suas costas para a outra margem?”
– “Poder eu posso, mas como terei a certeza de que não me matarás com sua ferroada venenosa? ”, retrucou a rã. Com mais brandura na voz, o escorpião argumentou que se assim fizesse morreria afogado; – “Não tenha medo, minha querida”…
A rã então concordou levando-o nas costas. Ao chegar à metade do fluxo sentiu uma dolorosa picada e um entorpecimento que lhe tirava as forças. – “Você nos matou, escorpião, porque fez isto?”. O escorpião, com desdém, disse: – “Não pude evitar. É da minha natureza…”
Na conjuntura brasileira, vemos que a natureza do escorpião lulo-petista vem do DNA da pelegagem e se alimenta nos exemplos que vêm da Pátria Grande, a Venezuela chavista de Maduro e Diosdato Cabello, escorpiões narco-populistas que ferroam o povo venezuelano.
Falsos democratas, fingiram aceitar o resultado das urnas, mas perdendo, manobraram os pelegos da Assembleia Nacional para envenenar o poder legislativo. Tiraram a rede de TV (ANTV) do Parlamento doando-a a um grupo chavista; e foram mais além ao cinismo, criando um poder paralelo ao Congresso, um tal de “Parlamento Comunal Nacional”.
Essa difusão epidêmica dos venenosos escorpionídeos também vem destruindo o Brasil e desanimando o povo brasileiro. A ferroada dos pelegos acabou com os sindicatos e as organizações estudantis. Também desconstruiu as FFAA, pondo-as a serviço de polícia e usando o Exército em tarefas árduas e perigosas, da construção de estradas ao combate às drogas e ao mosquito da dengue…
Aqui, um coletivo de escorpiões mostra sua índole e a força ativa da maldade, corrompendo, destruindo e matando. Acaba com a Petrobras, rouba a Hemobras, estoura a barragem de Mariana, mistura com água, urina e ácidos o leite, falsifica o iogurte e o queijo, e põe sempre um ovo podre na embalagem…
O Escorpião-Executivo é representado por uma governanta que comete um crime contra a Lei de Responsabilidade Fiscal; o Escorpião-Legislativo faz uma reprodução agâmica de corruptos, e o Escorpião-Judiciário rasga a Constituição e fere profundamente a República, intervindo no Poder Legislativo.
Esses enxames de escorpiões são pragas que devem ser exterminadas com urgência, nos seus ninhos. Acorda Brasil!
INFELIZ ANO VELHO
Balanço & Esperanças
Dilma Rousseff ocupa a presidência da República ilegalmente, pois sua campanha foi financiada por propinas no esquema de corrupção da Petrobras, para não falar das promessas mentirosas.
De positivo não se aponta uma só realização do seu governo no infeliz Ano Velho de 2015, mas quanto os erros, desleixos, incompetência e corrupção, ela nos trouxe embrulhados no papel celofane da falsidade
Os presentes de Natal da falsa “gerentona” já foram divulgados amplamente pelas redes sociais, mas não custa anexá-los:
BALANÇO
- Rombo de R$ 120 bilhões nas contas públicas;
- Maior inflação dos últimos 12 anos e o menor PIB entre os países emergentes;
- Desemprego galopante e diminuição da renda dos assalariados;
- Corte de R$ 2 bilhões na Educação, sob o silêncio dos pelegos da UNE e UBES;
- Fronteiras escancaradas ao tráfico de drogas e armas;
- Hospitais fechados ou em espiral falimentar sem os itens básicos de tratamento;
- Assalto aos fundos de pensão e fim da Petrobras pela corrupção lulo-petista;
- Sucateamento das FFAA, das Agências reguladoras e do transporte público;
- Fim da confiança e credibilidade do Brasil no concerto das nações;
- Uso criminoso do FGTS sem protesto dos pelegos das centrais sindicais;
- Tentativas de ressuscitar a CPMF e tirar a aposentadoria dos trabalhadores;
- Crime inominável contra a Lei da Responsabilidade Fiscal – As “Pedaladas”.
Como tudo que tem começo tem fim, eu desprezo o entreguismo dos fanáticos ou oportunistas subservientes da Pátria Grande dos ditadores latino-americanos, desejando aos patriotas brasileiros que me seguem e aos 93% que desaprovam o PT-governo, a renovação da esperança no futuro próximo.
Será no impeachment da Presidente que cometeu crimes contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e é leniente com seus parceiros enriquecidos pelo assalto do Erário, ladrões do patrimônio nacional, beneficiários de fundos perdidos, e aproveitadores de verbas públicas através das entidades fraudulentas, autodenominadas “do movimento social”.
ESPERANÇA
Que o Ano Novo de 2016 retome o respeito ao trabalho e não à esperteza de vigaristas públicos e privados… Que os trabalhadores autênticos defendam seus direitos e a pelegagem seja esmagada pelo rolo compressor da História.
Assim, registro o abraço solidário aos resistentes, que não se locupletam neste governo infame, nem abandonam os ideais de Justiça, Liberdade e respeito à pessoa humana.
MIRANDA SÁ, jornalista.
DÚVIDAS
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br
“Nem tudo que reluz é ouro oi/! Nem tudo que balança cai !…” (João de Barro, sucesso de Jorge Veiga)
Referindo-me a dúvidas, um dilema dramático, pareceria inevitável que a epígrafe deste artigo fosse a letra de um fado ou de um tango… Entretanto preferi aludir a uma marchinha de carnaval, pois o tema é a conjuntura nacional, uma tragicomédia…
O Reinado de Momo, embora pagão, sempre traduziu a voz de Deus… Em 2016, na tradição das críticas antigas teremos “O Japa da Federal” que cantaremos a todo pulmão como ameaça aos corruptos que infernizam o País.
Não sou um nostálgico do passado, mas exalto a época em que a liberdade sobrepunha o cretino “politicamente correto”, com o povão– leia-se amarelos, acobreados brancos, mestiços e pretos, unidos e alegres – cantando “Alá, lá ô” “Amélia”, “Cabeleira do Zezé, ” “Nega Maluca”, e o “O teu cabelo não nega”…
O “Nem tudo que reluz é ouro” vem daquele tempo. E me traz à lembrança uma piada de português contando uma pegadinha de estudantes moradores na pensão de D. Maria, mulher dele. O sêo Manoel (nas anedotas todo português é Manoel ou Joaquim) tinha um relógio de algibeira todo de ouro que era o seu orgulho.
A rapaziada combinou com um relojoeiro da rua enganar o sêo Manoel, que foi desafiado a provar se o relógio era de ouro. Apostaram cem mil réis e foram ao relojoeiro que examinou o cebolão e disse que não era de ouro, apenas folheado.
Sêo Manoel ficou decepcionadíssimo. Mas um dia apareceu na Pensão um colega dos rapazes que olhando o relógio falou com entusiasmo que era de ouro legítimo! Apostaram de novo e foram a outro relojoeiro que confirmou ser realmente um legítimo 20 quilates. Um novo hóspede vendo o cebolão do sêo Manoel perguntou-lhe se era de ouro; e o português vacilando, disse –“ Às bezes é de ouro, às bezes não é …”.
A dúvida do português enganado é a dúvida do povo brasileiro ludibriado pelos pelegos lulo-petistas que transformaram o Brasil num Sindicatão, dominado por uma minoria de espertos que esvaziaram os cofres dos fundos de pensão e levaram a Petrobras à bancarrota.
O despertar da cidadania, porém, está afastando as dúvidas que ainda pairam no País, e leva os detentores do poder à esquizofrenia. A Governanta sai pelos quatro cantos inaugurando obras inacabadas, enquanto assistimos o fechamento de hospitais e ameaças à Previdência Social e ao regime das aposentadorias.
Chegou um novo ministro da Fazenda, “testado e desgastado, com folha corrida de palpites infelizes”, segundo editorial do Estadão, que assumiu prometendo perseguir o ajuste fiscal e o combate à inflação, como se acreditássemos que desagradaria seus parceiros da turma da gastança…
Com o cinismo próprio da pelegagem lulo-petista, Barbosa diz, com todas as letras, que “temos que ajustar o sistema à realidade da economia brasileira”, afirmação que nos dá certeza da farsa que esconde o fracasso, pois promete fazer o que deveria ter sido feito anteriormente…
Não creio que haja dúvidas de que está chegando a hora do ‘capo de tutti capi’ Lula da Silva, enfrentar o Ministério Público Federal, a Polícia e a Receita Federal, que já iniciaram a fiscalização dos repasses feitos pelas empreiteiras corruptas e corruptoras ao ex-presidente.
A Receita fiscaliza repasses de empreiteiras alvo da Lava Jato e vai apurar as doações de empresas ao Instituto Lula, dispêndio e distribuição, e se foram declaradas à Receita por ambos envolvidos na transação.
Será que restam dúvidas de que os farsantes sub-intelectuais e artistas de segunda que correm para defender Chico Buarque não foram os mesmos que agrediram Regina Duarte, investiram contra o ministro Joaquim Barbosa e ameaçam o juiz Sérgio Moro?
Mas, infelizmente, ainda resta uma incerteza: Além dos casos de incompetência, corrupção e atentados à legislação vigente, claros como água de esgoto, será que a grande responsável, Dilma, escapará do impeachment?
Temos a convicção, uma certeza matemática, de que afastamento da falsa “Gerentona” é necessário e urgente para resolver a crise que o Brasil atravessa, crise de confiança e credibilidade.
LAPINHA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Eu já entro na lapinha (bis)/ Pois não me posso conter (bis)/
Que a sua formosura/ Enche de gozo e prazer (bis)” (Folclore)
Chegando ao período das festas natalinas, queiramos ou não, por religiosidade ou encantamento pelo folclore, vivemos o período dos presépios, sua devoção e a teatralidade das populares “lapinhas”.
A linda apresentação das lapinhas tem origem nos antigos “autos” portugueses representados em homenagem ao nascimento de Jesus; chegaram ao Brasil como “pastoris”, trazido pelos emigrantes dos Açores, Cabo Verde e Ilha da Madeira.
O grande (em tudo) Câmara Cascudo trouxe nas suas pesquisas o porquê do nome lapinha, denominação regional nordestina. Lapinha, pequena lapa, sinônimo de gruta, mitologicamente escolhida por José e Maria para o nascimento do Cristo.
A encenação consiste na atuação de dois grupos de moças diferenciadas pela vestimenta azul ou encarnada, cores dos mantos de Nossa Senhora e Nosso Senhor. Os cordões louvam uma ou a outra entidade santa.
Na apresentação desses dramas litúrgicos há um coro formado por várias pastoras e personagens que cantam em solo os motes da cantoria. Há variantes, mas os figurantes mais conhecidos são Mestra, Contra Mestra, Diana, Cigana, Anjinho, Camponesa, Estrela e Borboleta.
Os temas sacros apresentados na exibição teatral trazem muitas vezes improvisações com desafios ao contendor semelhante do outro cordão, que responde no mesmo tom. Conforme os aplausos e as contribuições em dinheiro para um ou outro fazem hastear a bandeira do vencedor.
Por isso, a competição cria grande rivalidade entre os torcedores… Ouvi a tempos em Guarabira, capital do Brejo Paraibano, a curiosa passagem (não sei se verdadeira ou invenção) de um rapaz chamado Dedé que vendeu uma propriedade para ir estudar em São Paulo.
Na noite anterior à viagem, Dedé foi assistir uma Lapinha para torcer pela Diana do cordão azul por quem era apaixonado. Lá pras tantas, a Diana do cordão encarnado fez um verso humilhante à rival do cordão azul. Dedé ficou furioso; gritou incentivando a sua predileta e deu a ela um dote vultoso para época, o total recebido pela venda do sítio… E viu-a sorrir durante toda noite com a bandeira azul no alto…
O Brasil virou uma grande lapinha com o fim do idealismo e o desprezo dos partidos pela ideologia. Aqui não se estuda nem se vota por princípios ou programas, a opção é entre o cordão azul ou encarnado.
Alguns idiotas – devem ser aqueles “trabalhadores” que não trabalham ou “estudantes” que não estudam – fazem questão de nos apontar como tucanos quando denunciamos e combatemos a corrupção dos pelegos lulo-petistas. Para eles não há outras alternativas: ou se é do PT ou do PSDB. Na sua estreiteza, pensam que tal polarização lhes favorece.
Imagina-se que há certas táticas encucadas na pequena, mas fanatizada militância petista. É uma lavagem cerebral do aderente lumpemproletariado com o conceito do “dividir para reinar”, tema, aliás, estudado na sociologia e nas ciências políticas.
Trata-se de ações para romper estruturas na base social e impedir que frações diferentes se aproximem para exercer o poder graças à divisão e à discórdia das bases políticas e sociais.
Fazem isto usando indevidamente o “politicamente correto”. Atiçam ódio nas igrejas evangélicas contra o catolicismo, e usam padres ideologizados para investir contra o protestantismo; conseguiram criar um racismo primário jogando pretos contra brancos e vice-versa; chegaram ao cúmulo de criar divergência entre nordestinos e sulistas…
Parece que estando em guerra, seguem o estrategista chinês Sun Tzu ou, na política, lembram o pensador florentino Nicolau Maquiavel… Que nada! São analfabetos. São pelegos corruptos; mas justiça se lhes faça, hábeis no manobrismo que turva a mente dos inexperientes e encobre os seus propósitos dos desavisados.
É preciso tomar cuidado com eles. Agora tramam a volta do famigerado imposto do cheque para engordar o caixa 2 do PT. Chega! Lutemos pelo impeachment de Dilma e contra a CPMF!
FÁBULA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Eu sou o Lobo Mau, Lobo Mau,/ Eu pego as criancinhas prá fazer mingau” (Folclore)
Estamos assistindo a versão política do Lobo Mau na Era da Nojeira lulo-petista, que não é muito diferente das histórias de lobos importadas da Europa como “Pedro e o Lobo”, “Os Três Porquinhos” e “Chapeuzinho Vermelho”…
O sempre mal intencionado Lobo das fábulas é responsável por tudo quanto é de ruim, dotado de grande apetite e de artimanhas. Na visão dos cúmplices do PT-governo este Lobo é o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.
Ele entra em cena como alguém pior do que Lula, com mais dissimulação e desonestidade do que o Pelegão e, em caráter, é igualzinho a Dilma, embora mil vezes mais competente do que a falsa gerentona!
O personagem fabuloso foi criado para animar a pequena, mas ainda fanatizada, militância lulo-petista. Cunha – O Lobo Mau – perdeu o “C” e só mostra a unha… É visto nas universidades confrontando-se com Che Guevara, amedronta os meninos sem-terra nos jardins de infância do MST.
É odiado pelas feiosas malamadas da extrema esquerda, pelos padres de passeata e pelos lumpens a serviço das manifestações da CUT por cinquenta pratas e sanduíche de mortadela…
Os 10% dos que apoiam o PT-governo, se sentem confortados em envolvê-lo no desmonte da Petrobras, no rombo dos fundos de pensão, nas propinas e nos desvios de verbas da Saúde, colocam-no junto aos vampiros dos bancos de sangue e na administração fraudulenta de hospitais.
Ainda não conseguiram convencer-se de que Eduardo Cunha comprou Pasadena, que assinou MPs que deram imenso lucro às montadoras e propinas às consultorias petistas. Mas serve como cortina de fumaça para esconder isto, e de lambujem legitimar as criminosas pedaladas fiscais de Dilma, a engorda do caixa 2 do PT e o surpreendente enriquecimento da famiglia Lula.
O Lobo Mau da mídia, pauta obrigatória dos informativos da Rede Globo, encarna a tradução contemporânea da fábula de Perrault, encenada em Brasília, tendo como antagonista Dilma, o Chapeuzinho do PT…
Ele, um Lobo refastelado na cadeira presidencial da Câmara; ela, o Chapeuzinho Vermelho do PT, que nada tem de inocente, no Palácio do Planalto. Barganharam, barganharam, mas como os iguais se anulam, se desentenderam. Ele usa seu poder, calculista e frio, ela usa o poder assessorada pelos três porquinhos.
O enfrentamento os enfraquece e, debilitados, assistem a chegada dos caçadores da Polícia Federal. Ele bufa e sopra em vão; ela tira mentiras da mochila, mas não convence ninguém.
A fábula traz novidades: O Lobo Mau não assusta mais ninguém e Chapeuzinho não passa de uma incompetente que faliu uma lojinha de CR$ 1,99. O Japonês da Federal
os encontrará se afogando no mar de lama da corrupção. Sem estar abraçados, têm a mesma semelhança dos casais antigos; e a moral da história está na esperança de que a corrupção será varrida do Brasil.
Infelizmente, o escárnio pôs-se à frente da grande faxina graças aos porcos humanizados da Revolução dos Bichos. Os traíras do povo brasileiro usarão todos os recursos para manter a cleptocracia lulo-petista no poder.
Por outro lado, o vigor, a organização e a mobilização consciente dos patriotas poderão derrubá-los. Se o povo voltar às ruas, pode conquistar uma revisão intelectual no STF, por vergonha e reflexão dos ministros; o exército de Lula comandado por Stédile será derrotado, e o cara da CUT que ameaça a Democracia do alto de um apartamento de luxo cedido pela OAS, resmungará endinheirado, mas sozinho.
O Caos
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“O homem, e os animais, e as flores, vivem todos dentro de um caos estranho e permanentemente revolto. É um caos ao qual nos acostumamos”. (D. H. Lawrence)
Na sua sublime insensatez, Lawrence busca poesia no caos do embaralhamento das palavras concluindo que “A poesia consiste em combinar palavras para fazê-las ondular e vibrar e colorir”. Se lhe contrapõe Machado de Assis, racionalmente organizado e categórico: “Palavra puxa palavra, uma idéia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução…”
Revolucionário anti-desordem, prefiro Machado, por que o caos é o imenso nada. Os antigos gregos consideraram isto a mais velha das formas de consciência, o começo de tudo. O Caos, levado à mitologia sem forma ou aparência, é um deus andrógino, trazendo em si a confusão do feminino e do masculino.
Como as complexas visões ancestrais do caos, um grupo de cientistas modernos aceita a “teoria do caos”, cujo fundamento é que uma ínfima mudança nas leis da natureza promoverá conseqüências futuras. O criador dessa tese, o meteorologista americano Edward Lorenz, afirma que a simples batida de um prego na parede influi no padrão das massas de ar.
Acreditando na força das alterações insignificantes, Lorenz enunciou que “o bater das asas de uma borboleta no Brasil poderia causar um tornado no Texas”. E batizou a sua teoria como “Efeito Borboleta”.
Pelo menos na literatura não há grande novidade nesta interpretação. Precederam à teoria de Lorenz, Balzac (O pai Goriot), Eça de Queirós (O Mandarim) e o nosso Machado de Assis com o seu conto “O enfermeiro”. O tema é conhecido como “o motivo do mandarim assassinado”.
Resumindo, trata-se de uma proposta: “Você ganharia uma fortuna se tocando uma campainha determinasse a morte de um mandarim nas fraldas do Himalaia”. (Era no tempo da China Imperial e dos mandarins)… Exploração ficcional da causa e efeito.
Nem a mitologia, nem a temática literária e muito menos o “Efeito Borboleta” serão capazes de explicar o enriquecimento aparatoso dos pelegos que conquistaram o poder no Brasil por um estelionato eleitoral. E que se mantêm no governo pela perda dos sentidos e a câimbra mental de muitos brasileiros.
A cidadania lúcida vê, ouve e se conscientiza de que a pelegagem enriqueceu e levou o País ao caos. Não só pela falência da Petrobras e outras estatais, nem pelo arrastão nos fundos de pensão, no superfaturamento das inconclusas obras da transposição do São Francisco ou no roubo nos bancos de sangue, medicamentos e merenda escolar!
No grande vazio da incompetência lulo-dilmista o bater das asas de sinistras mariposas bruxulearam o vírus da mentira e da fraude, exaltadas ao vivo e a cores pelos canais de televisão vendidos ao PT-governo. Doentiamente, governantes e parlamentares desmontaram os valores da moral e da ética, administrando e legislando em proveito próprio.
O descrédito do Brasil no concerto das nações é vergonhoso. E não se trata apenas da economia caótica, cuja palha de salvamento é o aumento criminoso dos impostos; está nos serviços prestados da pior qualidade. Somos um País onde os Correios fecham aos domingos, a guarda municipal folga nos fins de semana e os professores, somadas as férias e as greves, trabalham apenas seis meses no ano.
Somos um País onde os banqueiros se envolvem em fraudes – mesmo ganhando lucros exorbitantes –, lobista é sinônimo de ladrão e “consultor” é um arrecadador de propinas.
É ou não é um “caos”? O poeta Lawrence, nosso epigrafado, nos oferece uma saída poética: “… trata-se, em última instância, de um caos, iluminado por visões, ou não iluminado por visões”. Assim anteviu o impeachment de Dilma como uma assepsia que nos devolverá à normalidade econômica, política e psíquica!
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