Artigo
CUMPLICIDADE
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
A submissão a determinações que não se fundamentam na ética, na honestidade e na verdade, é cumplicidade, é crime! (Flávio Teles, professor)
A palavra “Cúmplice”, dicionarizada, tem dupla classificação gramatical, como adjetivo e substantivo dos dois gêneros; referindo-se a pessoa que colabora com outra (os) na realização de alguma coisa; sócio, parceiro. Em juridiquês é quem auxilia ou facilita a realização de um crime, mesmo sem tomar parte ativa na sua execução.
No coloquial tem usos vários. Teve até novela no SBT “Cúmplices de um Resgate” e composições românticas de Cazuza, “Cúmplice”, onde clamou “Meu amor, meu cúmplice/ Meu par na contramão”, e de Fábio Jr., “A Cúmplice” onde cantou “Amante e confidente/ A cúmplice de tudo/ Que eu fizer a mais…”
Romantismo à parte: A faxina contra a corrupção (interna e externa) varre o PT, principal agente deste cancro, e seus partidos cúmplices autodenominados “de esquerda”, sendo na verdade grupos narcopopulistas, aliados do chavismo e da pelegagem sul-americana.
As investigações da Lava Jato repercutiram nas recentes eleições municipais produzindo a queda do sistema partidário “esquerdista” com o repúdio dos eleitores de Norte a Sul do País, com exceção do Acre, menos petista e mais oligárquico, sob o comando da Família Viana.
Os cúmplices inegáveis do lulopetismo, Psol e PCdoB perderam votos; o PSTU encolheu ainda mais; a recém-fundada Rede afirmando-se contra o extremismo, não atingiu uma votação expressiva e os nanicos PCs continuam desprezados pelo povo.
Com a derrota acachapante (sou fã deste termo para designar mau êxito, destroço) do lulopetismo e seus cúmplices, vem o presidente do PT, Rui Falcão, orientar o apoio irrestrito ao candidato do Psol no Rio, Marcelo Freixo, e há também uma expressiva movimentação de militantes petistas descontentes com o partido e com Lula de ingressarem no Psol ou fundarem uma nova legenda neste oceano revolto e inexplicável de partidecos inexpressivos.
Isto é um sinal de alerta para os cariocas honestos, e dos brasileiros em geral fartos de corrupção e impunidade. Freixo, através de uma adoção marqueteira, leva cpm seu carreirismo a tentativa de ganhar a eleição no Rio, superando a derrota na primeira disputa eleitoral.
Foge da marca lulista, muda de cor e de slogans. Já não fala em “eleições diretas já”, nem no “Volta Dilma”. Um hipócrita discurso eleitoralista, pois após o anúncio da ida para o 2º turno, os cúmplices do PT e de Lula acorreram para festejar na Lapa, reduto de boêmios e revolucionários de botequim e aplaudiram no início da fala do candidato Freixo o grito “Fora Temer! ”.
Nada há de mais expressivo nisto. Mesmo com a desastrosa situação econômica do Estado do Rio e da Prefeitura pós-Olimpíadas, os neo-psolistas não pensam em administrar, apenas fortalecer a política do “quanto pior melhor”, traçada pelo esquerdismo delirante da pelegagem.
Deve-se condenar esta cumplicidade explícita de Freixo com o lulopetismo defenestrado eleitoralmente por encarnar uma funesta administração, o insucesso na economia anexada à corrupção e, pior, a política de manutenção do poder a qualquer custo.
Na ânsia tresloucada e camaleônica de enganar o eleitorado do Rio, juntam-se com a seita petista o que há de repulsivo no esquerdismo fraudulento do PCdoB e da fantasiada Rede, através dos derrotados Jandira e Molon.
Para ludibriar a opinião pública, jornalistas e intelectuais cúmplices do lulopetismo, engendram uma campanha contra seu adversário, o senador Marcelo Crivella. Chamou-me atenção a uma carta que ele escreveu a Cora Ronai, intelectual que muito admiro, mas que escorregou ao escrever que “não podia olhar para ele (Crivella).
Diz o Senador candidato dos cariocas contra a corrupção da frente narcopopulista: “Nunca deixei de olhar no rosto de ninguém por causa de suas convicções religiosas, políticas, ou escolhas de vida. Por isso me surpreendeu a forma preconceituosa como uma distinta jornalista, como você, se refere a um senador eleito duas vezes pela decisão democrática do povo do Rio de Janeiro”.
Por ter votado a favor do impeachment, diferente da cumplicidade de Freixo, defensor dos desmandos de Dilma, contra o impeachment; Crivella se apresenta como um democrata, diferentemente dos seguidores da seita intolerante e autoritária dos narcopopulistas. Votarei nele.
DNA & RNA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Creio no DNA todo poderoso/ criador de todos os seres vivos,/ creio no RNA,seu único filho,/ concebido por sua ordem a graça” (Oração do DNA)
Uma extraordinária descoberta da ciência no século passado revelou que está contida no corpo dos seres vivos a transmissão de caracteres hereditários. Envolvidas nesse registro encontram-se no núcleo das células o DNA e o RNA, ambos ácidos nucleicos.
A sigla DNA vem de Ácido Desoxirribonucleico, que contém toda a informação genética de um organismo. Conforme pesquisas científicas, o DNA faz o RNA, sigla para ácido ribonucleico, que faz proteína.
Assim, o RNA produtor de proteínas compostas que ficam no citoplasma celular, é o mensageiro da informação contida no DNA, numa molécula formada por duas cadeias na forma de uma dupla hélice.
O desenho do DNA como a sua função, estão nas cabeças de estudantes do ensino médio que realmente estudam, da mesma forma que são do conhecimento de todos adultos escolarizados.
Sabemos que o código genético, está no DNA, no núcleo das células, para onde se dirigem as proteínas do RNA transmissor. Corpos mumificados de 4.000 anos como também sáurios congelados nas estepes siberianas revelam, através do DNA, evidências incríveis.
Como ilustração, usa-se figurativamente o DNA para indicar a movimentação sócio-política de agentes públicos. Já escrevi em diversos textos que o lulo-petismo traz em si o DNA da corrupção.
Anotamos também as origens e a evolução maléfica de Lula da Silva, diferentemente do filme de louvaminhas sobre sua vida. Pelo DNA histórico e sociológico é facílimo encontrar a real trajetória desse pelego sindical que se elegeu presidente da República.
A cinematografia da realidade está chegando ao Fim, com duas indicações do protagonista como réu, e uma denúncia contundente sobre o seu envolvimento como chefe de um esquema criminoso.
Como na espiral da dupla hélice do DNA acompanha-se a entrada de Lula na vida sindical pelas mãos de um irmão mais velho, filiado ao Partido Comunista Brasileiros, a quem veio a trair na luta interna pelo poder no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.
Em plena ditadura militar, como pelego da Volkswagen Lula mantinha uma dupla personalidade, atuando de um lado como agitador político à frente de uma geração oriunda da União da Juventude Comunista e católicos da JOC, e do outro lado como informante do DOPS de São Paulo.
Através dos órgãos da indústria automobilística alemã, relatórios do DOPS e organização de sindicalistas no ABC paulista, chegou ao general Golbery que lhe deu em 1980 a direção de um partido com a intenção de anular a influência do PCB de Luiz Carlos Prestes e o PTB de Leonel Brizola.
Dessa maneira surgiu o Partido do Trabalhadores, reunindo dissidentes stalinistas do partido comunista, bases trotskistas, professores obreiristas da USP e clero politizado pela “Teologia da Libertação”.
O PT se apresentou como um partido de novo tipo. Contra as oligarquias, contra o nepotismo, contra a exploração patronal e contra a corrupção. Para se mostrar diferente, não assinou a Constituição de 1988, e Lula tornou-se candidato repetido à Presidência e fez oposição ao Plano Real.
O PT e Lula silenciaram diante da maracutaia de FHC para se reeleger; e em troca, FHC cruzou os braços na candidatura de José Serra elegendo Lula presidente da República e este, como nunca havia comido melado, lambuzou-se.
Lula enfrentou a crise do Mensalão negando a princípio tudo, alegando surpresa e traição, e que não sabia da roubalheira desenfreada de seus cupinchas; escapou do impeachment pela leniência do PSDB e do DEM, que adotaram a estratégia do “deixar sangrar até morrer” e – sabe-se agora –, também com o beneplácito de Joaquim Barbosa, livrando-o da condenação.
Passado o tempo, o Brasil assiste o “operário, sobrevivente” mergulhado até o queixo no mar de lama da corrupção. Vê-se as suas escandalosas tramenhas com Palloci, Mantega e Odebrecht para se manter no poder, encher os cofres do PT, o bolso dos asseclas e o seu próprio, fundando uma Propinocracia.
Se a princípio, matreiro, formado na escola da pelegagem, negou mais duas ou três vezes a participação nos saques, Lula já não pode esconder o conhecimento do assalto à Petrobras, demais empresas estatais, o BNDES e os fundos de pensão.
O tempo, senhor da verdade e da razão, pelo voto democrático deverá condenar Lula e a organização criminosa criada por ele. Falta pouco para os brasileiros verem-no preso.
EXÉQUIAS
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende de cada um”. (Fernando Sabino)
As “grandes religiões” se despedem dos seus mortos de maneira diferente, algumas curiosas e extravagantes. No Hinduísmo, a maioria dos hindus é cremada. Se o morto é chefe de família, seu primogênito faz o trajeto segurando a tocha que ateará fogo à pira. As cinzas do morto são espalhadas ao vento ou guardadas no oratório da família. Chorar no ritual não é bem-visto.
De acordo com o Islamismo o enterro ocorre o mais rápido possível; o corpo é perfumado com cânfora e posto no caixão virado à direita com o rosto voltado para Meca.
O Judaísmo promove a higienização do cadáver realizada por não familiares; após o asseio, vestem-no com uma mortalha de algodão ou linho. Os atendentes, pedem em oração perdão ao morto pelo incômodo.
No Cristianismo a cerimônia de sepultamento é simples. Quando o velório não ocorre no cemitério, familiares e amigos carregam o caixão até a cova; mas os católicos fiéis ao clero também encomendam as exéquias.
As exéquias são os funerais da liturgia católica, com a Igreja oferecendo pelos mortos o Sacrifício eucarístico, memorial da Páscoa de Cristo. Como mistério, as exéquias se realizam com o corpo aguardando a vinda do Salvador e a ressurreição dos mortos.
Na confusão que se faz no cenário político brasileiro entre religião e ideologia, acompanhamos as honras fúnebres da seita lulo-petista da falecida presidente Dilma, apeada do cargo pela eutanásia do impeachment.
Uma das homenagens post-mortem de Dilma ocorreram com barulhentos quebra-quebras nas ruas de São Paulo. A liturgia black-blocs se parece com os ritos mortuários xintoístas, muito barulho, chocalhos, campainhas e apitos.
No Rio e em Brasília, assistimos enterros de desvalido, com pouquíssimas presenças e a maioria de pessoas que gozavam da intimidade da ex-autoridade defunta. No Nordeste, além das tradicionais carpideiras pagas para chorar encenando desespero, o culto foi a expressão de bolsistas da morte…
Não ouvi falar de Belo Horizonte e Vitória, mas em Curitiba e Floripa o cerimonial, com pouca gente, lembrou a “Serra da Velha” que acontece tradicionalmente na Quaresma, uma lúdica comitiva que percorre as ruas satirizando pessoas alcoviteiras e faladeiras.
Em Porto Alegre as cerimônias fúnebres de Dilma têm sido continuadas, pouca gente, mas constante no inconformismo com a sua ida e pedindo a sua volta…
A massa do povo brasileiro, que pediu o fim da corrupção e o impeachment nas ruas, vive um carnaval fora de época continuado, mas incompleto. Nessa funérea festividade do sepultamento de Dilma ficou faltando sua punição constitucional como infratora da Lei de Responsabilidade e ainda se carece das exéquias de um partido que se transformou numa organização criminosa.
O fim da imoralidade pública deve ser festejado como em Gana, na África, que no ensinar do grande Câmara Cascudo, a morte é sinônimo de alegria. Assim (e obrigatoriamente), os brasileiros exibem contentamento com a morta-viva Dilma putrefazendo os vírus contagiosos da maldade…
Os lulo-petistas já antecipam o velório do outro zumbi, Lula da Silva, que está na UTI da justiça respirando pelos aparelhos das copiosas provas apresentadas pelo MPF na denúncia ao juiz Sérgio Moro que, considerando-o réu, apressa as redações da imprensa a elaborar o seu epitáfio político.
Resta um consolo aos fanáticos seguidores da estrela da corrupção, o pensamento que Millôr nos deixou: “Do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus.”
EVIDÊNCIA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“O maior pecado contra a mente humana é acreditar em coisas sem evidências” (Aldous Huxley)
Nada melhor para comprovar a participação e chefia de Lula no assalto institucionalizado pelos governos do PT, do que o verbete encontrado no Dicionário do Aurélio: “Evidência”: (é a qualidade do que é evidente e incontestável; certeza manifesta; o que não oferece dúvida.
No coloquial, usamos “evidência” para invocar a veracidade de um determinado fato; mas no mundo jurídico há controvérsias provocando polêmicas entre advogados, juristas e magistrados, sobre a analogia entre evidência e prova.
Navegando na Internet, encontramos uma interessante colocação sobre o significado de “evidência” nas “Gramatigalhas” do professor José Maria da Costa, onde, além da etimologia e sinonímia, traz a Lógica Formal definindo “evidência” como aquilo que está claro para todos e é por todos aceito sem necessidade de demonstração ou comprovação.
Nas pesquisas também descobrimos uma referência ao livro “Controlando a evidência: o juiz e o historiador” de Carlo Ginzburg, que apresenta a evidência “como pista ou prova, uma palavra crucial para o historiador e para o juiz”.
Para discordar, temos os esclarecimentos do advogado, professor e escritor Ives Braghittoni, afirmando que evidência e prova não são sinônimos ao contrário do que muita gente pensa; diz que o engano se deve às traduções malfeitas do inglês, onde ‘evidence’ não é ‘evidência’, mas sim prova.
Braghittoni fala que “Evidência significa aquilo que é claro, inequívoco, muito visível, incontestável. Prova, muito diferentemente, é um meio de demonstrar que um fato é verdadeiro. Ou seja, se existem muitas provas de um fato, pode-se dizer que esse fato é ‘evidente’ (muito claro, muito visível) ”.
Ribomba no horizonte político a denúncia do Ministério Público Federal contra Lula e comparsas. O relatório é portador de provas e evidências contra ele, a esposa Marisa e outros protagonistas no esquema de lavagem de dinheiro. Apresenta documentos do tríplex e revela recebimento de propinas da OAS.
As evidências são de domínio público; as provas vêm nos contratos da OAS com a Petrobras que o delator Leo Pinheiro afirma que R$ 3,7 milhões foram pagos a Lula, o que lhe imputa crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.
Segundo a denúncia do MPF, “Lula recebeu propinas de forma dissimulada, por meio da reserva e reforma de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, e no custeio do armazenamento de seus bens”.
Cumprindo o seu ofício, os advogados de Lula disseram que Lula e sua mulher, Marisa, “repudiam pública e veementemente a denúncia”, a qual chamam de “peça de ficção” e de “truque de ilusionismo”… Segundo a defesa, o apartamento não está em nome dos Lula da Silva, como as contas na Suíça não estão em nome de Eduardo Cunha…
A ficção e os truques de ilusionismo são puras chicanas dos bem remunerados causídicos do ex-presidente; pois, além das provas apresentadas e da colaboração premiada, as evidências são irremovíveis. As notas anteriores de propriedade saídas na imprensa e não desmentidas, e as visitas familiares ao imóvel, comprovadas com encomendas arquitetônicas e mobiliares.
Além de “esquecer” a reserva e a reforma do apartamento em Guarujá, a defesa de Lula omite intencionalmente a contundente (e evidente) prova da ligação espúria de Lula com a OAS, pelo custeio do armazenamento das suas ‘tralhas’, entre os quais itens subtraídos do Alvorada.
É igualmente curiosa a falta de explicação para a dissimulação do recebimento de propinas através das “palestras” não registradas pelos promotores e o “palestrante” em qualquer agenda ou ata oficial. Acrescente-se ainda as suspeitas doações ao Instituto Lula.
Dessa maneira, misturamos provas e evidências, mostrando que Lula e o PT são os maiores beneficiários do esquema criminoso implantado pelo corrupto governo petista ao longo de mais de 13 anos…
FANATISMO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“O fanatismo é a única forma de força de vontade acessível aos fracos” (Nietzsche)
“Fanático” é um verbete de origem latina ‘fanaticus’, que foi adotado pelas línguas neolatinas com a mesma raiz. Do francês, o termo “fanatisme” nos chegou como “fanatismo”; e do inglês, “fanatic”, originou-se a abreviatura “fan”, que se adaptou em português como “fã”.
O significado comum de fanatismo é de admiração excessiva por alguém ou alguma coisa, obstinação por determinada crença religiosa, doutrinária ou política. Designa normalmente facciosismo, partidarismo ou proselitismo.
Em religião, é uma devoção desmedida, e, na política, uma reverência por uma pessoa, geralmente um ditador nos sistemas totalitários. Na Alemanha nazista, Adolfo Hitler era adorado; e na URSS, o exagerado culto da personalidade de Stálin.
O fanático mantém uma crença exclusiva e intransigente, tendo uma visão maniqueísta da realidade, cultivando a dicotomia bem/mal, onde o mal reside naquilo e naqueles que contrariam seu modo de pensar.
Será que preciso desenhar para personalizar um lulo-petista??? Quem, na política brasileira adota uma conduta fanática, agressiva, chegando às raias da irracionalidade?
Embora sem surpresa, constatamos o comportamento doentio e perigoso dos lulo-petistas ameaçando usar a violência para impor o seu ponto de vista distorcido, contrário à razão. Psicanalistas freudianos vêm nisso uma manifestação paranoide, que se avizinha do delírio.
Esse distúrbio mental aflora com mais intensidade agora, após a denúncia do MPF contra Lula da Silva, o chefe da Propinocracia instalada no Brasil pelo PT. Lula é, sem dúvida, o responsável pela esteira de crimes cometidos contra o Patrimônio Nacional, coordenando empreiteiras e comandando seus asseclas e parentes.
Mesmo comprovada a saga criminosa de Lula, a cegueira facciosa leva seus fanáticos a encetar a campanha “Somos Lula”, o que, traduzindo para o bom português, quer dizer “somos cínicos”, “somos desonestos”, “somos mentirosos”, “somos lavadeiras de dinheiro”, “somos formadores de quadrilha”…
De um modo geral, o fanático sofre um transtorno de personalidade. Entre as características clínicas, sobressai a frieza emocional. É o que vemos entre as pessoas incapazes de interagir diante das copiosas provas de atuação delituosa do Pelegão.
É também frequente o fingimento de fanatismo (fingir é outra expressão enfermiça) pela fragmentação esquizofrênica na estrutura ideológica. Os zumbis lulo-petistas, vagam como mortos-vivos inconformados com o fim da Era da Pelegagem.
É evidente que nem todos que acompanham e aplaudem os arroubos demagógicos de Lula são “esquizoides”, conforme a classificação de Eugen Bleuer; há entre eles inúmeros saudosistas, antigos usufrutuários de verbas ilegais ou empregos por aparelhamento. Neles, é facilmente encontrada a formação lombrosiana para o delito.
Nosso epigrafado, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche é correto ao associar o fanatismo com a fraqueza de caráter, diante do quê Émile-Auguste Chartier arremata com uma vacina para o vírus lulo-petista: “Não se pode raciocinar com os fanáticos; temos de ser mais fortes que eles”.
GUMEX
Miranda Sá (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Maquiagem bem-feita, um cabelo bem arrumado e o coração remendado. Ótimo, ninguém vai suspeitar!” (Amanda_Vaz)
A Lei, “Lex”, do verbo latino “legere” (aquilo que se lê), é uma regra jurídica que abrange os costumes de uma Nação e as normas produzidas por um Estado. Seu cumprimento é imperioso e coercitivo. Platão já afirmava: “Desobedecer às leis é desobedecer aos deuses”.
Comumente a palavra Lei se refere a uma regra escrita; entretanto tem sentidos diversos, usando-se “Lei da Natureza”, referindo-se aos ensaios de John Locke, “Lei Da Oferta e da Procura”, princípio da Economia, e “Lei da Gravidade”, fenômeno que ocorre com regularidade.
As leis que regem direitos e deveres nas sociedades vêm de longe. No Ocidente, datando de cerca de 2.000 a/C, conhecemos o Código de Hamurabi, um conjunto de 281 leis criadas pelo rei Hamurabi, da primeira dinastia babilônica. O crime, o julgamento, a condenação e a pena eram revistos pela “Lei de Talião”, punindo o transgressor com a proporção do ato praticado por ele. É o famoso “Olho por olho, dente por dente”.
Hamurabi mandou espalhar por todo reino cópias do seu Código talhadas em rochas de diorito escuro. O objetivo foi unificar a justiça por leis comuns. Mais tarde, entre os judeus, a Lei de Moisés, exposta nos cinco primeiros livros da Bíblia, inspirou-se nesta fonte. O princípio da vingança, na justa retribuição pela ofensa recebida, está no Êxodo 21:23-27 e Deuteronômio 19:21.
Os gregos antigos e os romanos também deram grande importância à Lei de Talião. É basilar o enunciado de Epicuro: “A Lei é a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem”.
No Brasil do bacharelismo e da politicagem, costumou-se a decorar frases latinas para arrotar cultura. Uma das mais ouvidas é a “Dura Lex, sed Lex” (a lei é dura, mas é Lei), aproveitada pelo radialista e novelista Ari Barroso numa propaganda nos jornais, rádios e cartazes: “Dura Lex, sed Lex, no cabelo só Gumex”…
O Gumex era uma espécie de goma, fixadora dos cabelos. Vinha pronta num potinho ou em pó para se preparar em casa. Modelava penteados, sendo rival da brilhantina… Não lembro quando saiu de moda, e me parece que está de volta em forma do gel usado atualmente nos cabelos de porco espinho da rapaziada…
A goma do Gumex também moldou o fatiamento do impeachment de Dilma. Esticou a impunidade golpeando a Constituição no Senado e, no STF disfarçou com maquiagem a horrível cicatriz do descrédito nas leis e na Justiça.
Pelo desrespeito à Carta Magna perpetrado pelos presidentes do Legislativo, Renan Calheiros, e do Judiciário, Ricardo Levandowisk, a regra escrita perdeu o valor; lembrando uma crônica do notável estilista Fernando Sabino que escreveu: “Para os pobres, é dura lex, sed lex. A lei é dura, mas é a lei. Para os poderosos, é dura lex, sed latex. A lei é dura, mas estica”.
O que se constata é que os ocupantes do poder esticam demais a Lei em proveito próprio. Haverá maior complacência e elasticidade do que o STF convidar Lula para a posse da nova presidente? Lula, investigado da Justiça, suspeito de um leque de crimes, vestirá a capa preta???
Acumpliciando-se com Lula, os ministros do STF subtraem do cidadão comum o receio de desobedecer a Lei, e assim não resta sequer o princípio de Justiça, a base disciplinar da sociedade. No desastrado período lulo-petista o Brasil se atrasou em política e na economia; agora a Justiça traz de volta um tribunal reinol, indiferente à conquista do Estado de Direito e contrariando a vontade do povo.
ET CETERA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br
“Vivemos um et cetera” (Guimarães Rosa)
Pronto, acabou-se. Depois das chicanas, esperneio e gritaria, o Senado curvou-se à voz do povo e obedeceu à Constituição: Dilma foi impichada por crime de responsabilidade e et cetera…
No caso em pauta, o etecetera é o conjunto da obra. A partir de uma eleição e reeleição tramadas diabolicamente por Lula, aquela apoiada na popularidade de então e essa usando um torpe esquema de corrupção, Lula pensou apenas em continuar governando através de um fantoche.
Et cetera, (Et cetera e também et cætera) vem do latim, significando “outras coisas”. Na escrita aparece com a abreviatura “etc.”, sempre com um ponto final. O seu uso é múltiplo, seja como “e outras coisas mais” ou “e assim por diante”.
Essa expressão, comumente usada na linguagem escrita ou falada nunca teve tanta aplicação como agora. Dilma apenas deu pedaladas fiscais? Somente atropelou o Congresso legislando para maquiar as contas públicas? Que nada, bota etc. nisso!
A presidente defenestrada pela vontade popular foi, em primeiro lugar, um estelionato na primeira eleição, vendida ao eleitorado como uma gerentona quando na verdade exerceu com demérito os cargos anteriormente ocupados na administração federal.
Disseram que Dilma entendia de eletricidade, mas destruiu a Eletrobrás por incompetência e permissividade com as empreiteiras corruptas. À frente do conselho da Petrobras, foi responsável pela imoral e criminosa compra de Pasadena, além de negócios escusos no Japão. Em Angola e na Argentina. Levou a Petrobras a situação falimentar.
A “honestíssima” pôs no seu governo pessoas ainda sob suspeição de avanços no patrimônio público, Edinho, Erenice, Guido Mantega, Mercadante, a dupla assaltante do empréstimo consignado Gleise e Bernardo e o infalível Palloci.
Os governos de Dilma, além dos inúmeros casos de corrupção investigados pela Lava Jato, foram pautados pelo marketing e uma desenfreada propaganda; as suas relações com o povo limitaram-se aos discursos contrários à verdade e, com o Congresso, por uma atitude de sobeja arrogância e autoritarismo.
Ensimesmada, a “gerentona” isolou-se da cidadania, dos aliados políticos e até do próprio partido. Ao assumir a mentira como modo de governar, terminou incorporando-a ao seu comportamento. Obcecada pelas palavras-de-ordem extemporâneas e uma visão distorcida da realidade, contribuiu para o degenerado “socialismo bolivariano”, transferindo a riqueza nacional para os populistas e ditadores latino-americanos e africanos.
Realizando uma transferência de renda para outros países privou o Brasil de hospitais, escolas, transporte e segurança pública. Se teve retorno, não foi para o BNDES, mas para o bolso de Lula, dos consultores petistas e das empreiteiras corruptas.
Os programas ditos sociais foram escamoteados pela roubalheira desenfreada: O Bolsa Família, além de servir a interesses eleitorais, alcançou milhares de beneficiários fraudulentos indicados pelo PT; o Minha Casa engordou o caixa 2 do PCdoB, e o empréstimo consignado para o funcionalismo reservava 2% para a quadrilha de Paulo Bernardo.
Alguém se lembra dos PACs – a publicidade demagógica que deixou centenas de obras inacabadas? Na verdade, esses programas não passaram de caça-níqueis para o lulo-petismo.
Enfim, faltou ao julgamento do impeachment um “eteceterão”, porque o lado positivo do governo Dilma não passou de uma gota no meio de uma torrente amazônica de inconsequências e mal feitos. Pena que Dilma tenha enganado muitos por muito tempo na nossa Pátria Mãe tão distraída que foi envolvida nas suas tenebrosas transações…
FILA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“A estupidez coloca-se na primeira fila para ser vista; a inteligência coloca-se na retaguarda para ver.” (Bertrand Russell)
Ao contrário do que muita gente pensa, fazer filas diante de balcões de atendimento, guichês, pontos de ônibus, entre outras situações idênticas, como espera de mesa em restaurantes, não é um costume brasileiro.
No mundo inteiro considera-se a fila como uma forma de organização e um direito costumeiro. “Fila”, em alemão é reihe; em árabe صف; قائمة الانتظار; em francês queue; em inglês, file; em italiano, fila; em mandarim中国宇宙 em português de Portugal, bicha, e em russo, Фитнес; entre os japoneses, que adoram filas, 行.
No metrô e no trem, a regra funciona, como ocorre no Japão. Lá, deve-se esperar em fila e deixar que as pessoas saiam do vagão primeiro para depois entrar, é um sonho de consumo dos brasileiros, acostumados com o bulício provocado pela má educação.
Como não poderia deixar de ser, na política brasileira assistimos no processo de impeachment no Senado a fila dos desesperados defensores da presidente defenestrada.
A chamada “bancada da chupeta” formada por lulo-petistas, dá os dois exemplos: a disciplina stalinista na inscrição na lista de oradores e a bagunça organizada para tumultuar o processo do impeachment.
Enfileirados, usam toda espécie de estratagemas para esconder o crime de responsabilidade de Dilma, e esses ardis vão desde a procrastinação às provocações em nada éticas. Por exemplo, o destempero leva Lindbergh a chamar o colega Ronaldo Caiado de “desqualificado”. Mas a qualificação de Lindbergh obteve pronta resposta de Caiado, que sugeriu para ele um exame antidoping.
O cúmulo da falta de ética veio de Gleise Hoffman dizendo que o Senado Federal “não tem moral” para julgar a presidente afastada. Ela recebeu também resposta do senador (e presidente do Senado) Renan Calheiros, ao relembrar o caso da intervenção feita no STF protestando o mandado de busca e apreensão feita em seu apartamento e impedindo o indiciamento dela e do marido envolvidos na Operação Custo Brasil.
Como a fila anda, é indispensável ver as intervenções dos demais senadores da “bancada da chupeta”, como a disputa de despreparo entre as senadoras Fátima Bezerra, que é professora, mas exerceu o magistério apenas em atividades sindicais, e Maria Regina, funcionária do Banco do Brasil, também exercendo suas funções somente no Sindicato.
Sobre essas figuras, sempre me pergunto como o eleitorado dos seus estados se sente representado assistindo as suas intervenções primárias entre os pares.
Há também a participação no julgamento do impeachment dos senadores Humberto Costa, Paulo Paim e Paulo Rocha, meros agitadores formados na escola da pelegagem, escamoteando a realidade brasileira para defender o seu partido corrupto, o PT.
É inexorável que a fila ande também fora do Senado, com milhões de brasileiros exigindo uma faxina ampla, geral e irrestrita, varrendo os corruptos da administração pública. Esta fila patriótica se encaminha para o impeachment de Dilma por crime de responsabilidade fiscal e pela incompetência e leniência diante dos esquemas de corrupção…
PRÊMIOS
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Esportes não formam o caráter. Revelam-no.” (Hippolyte Jean Giraudoux)
Nesta pós-Olimpíada ainda temos margem para falar de premiação. Nos três primeiros lugares, temos os Estados Unidos com um total de 121 medalhas, sendo 46 de ouro, 37 de prata e 38 de bronze, depois vem a Grã-Bretanha com 67, 27 de ouro, 23 de prata e 17 de bronze; a China ficou em terceiro, alcançando 70, 26 de ouro, 18 de prata e 26 de bronze.
Nós, os verde-amarelos-azul e branco, ficamos com 19 condecorações, 7 de ouro, 6 de prata e 6 de bronze. Esperávamos mais, é, entretanto, desconhecida a razão do fracasso, exceto por sabermos da incompetência do PT-governo e a extorsão propineira dos seus corruptos de estimação no Ministério dos Esportes.
Não adianta chorar o leite derramado. Nossos atletas deram o melhor de si, e foram os mais modestos, sem-nome na mídia, que nos deram as maiores alegrias. Prêmio é prémio; internacionalmente a maior distinção e mais conhecida é o Prêmio Nobel, distribuído a cientistas, literatas, e contribuintes para a paz mundial.
Por outro lado, um publicitário norte-americano John Wilson, criou a “Framboesa de Ouro”, prêmio dado ao pior entre os piores filmes do ano. Assim, os galardões não são distribuídos apenas para os melhores.
No panorama olímpico que o contribuinte brasileiro patrocinou, a Fundação Heinrich Böll pelo Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro fala da realidade brasileira e a herança que a Olimpíada deixa para o povo no documento “Os jogos da exclusão”.
Lembramos o que ocorreu na Copa do Mundo, e a roubalheira já caiu no esquecimento da imprensa e mesmo da cidadania. O avanço gigantesco nas verbas e um amontoado de obras inacabadas, como às que encontramos hoje no Rio de Janeiro, no negativo das fitas de propaganda da Prefeitura.
Para os promotores do megaevento eu daria medalhas enferrujadas pelo desprezo dado à população mais carente. Quantos hospitais e escolas teriam sido construídos com os bilionários gastos? Como seria bom, garantir medicamentos para os enfermos e distribuir material didático para as crianças carentes!
Isto me leva a recompensar negativamente o joio e positivamente o trigo. Para os bons, como negar medalhas de ouro para a Polícia Federal, o Ministério Público e o Juizado Federal nas modalidades que exercitam?
No pódio, sobrariam ainda medalhas de prata para os políticos não envolvidos nem esquemas de corrupção (o que é de sua obrigação), e medalhas de bronze para os delatores em seu desempenho para livrarem-se de penas maiores pelos delitos praticados…
Do outro lado, os que fazem da corrupção um esporte (e vice-versa), revelando-se seus caracteres, deveriam ser agraciados com medalhas feitas com o metal enferrujado de Pasadena.
“Framboesa de Ouro” para Dilma, na soberba e arrogância da mediocridade, pela sua falta de respeito à cidadania no cometimento de um péssimo governo. Ao lado de Dilma que exibirá a faixa do impeachment, teremos o seu criador e mentor, Lula da Silva, chefe de um partido transformado em organização criminosa.
“Não-sabiismo”
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez consciente. ” (MARTIN LUTHER KING)
A matreirice de Lula da Silva criou uma doutrina: o “não-sabiismo”. Como uma onda, lavou os neurônios dos seus comparsas, levando consigo a ética, honestidade e a moral, deixando um rescaldo de cínica malandragem pouco inteligente.
Por que será que o espectro ideológico da esquerda populista nativa é inerente a incorporar, o cinismo à sua ideologia? Deixando a falsa filosofia de Marilena Chaui, o último e desmoralizado exemplo do “não-sabiismo” é do escritor Fernando Morais.
Para manter a sua cafetinagem da “esquerda bolivariana”, Morais quis hostilizar a independência lúcida do senador Cristovam Buarque devolvendo uma comenda recebida do governo do Distrito Federal, dada por Cristovam. E ficou só na provocação, pois “não sabia” que junto com a medalha deveria devolver também o prêmio em dinheiro que recebeu…
Deve sentir-se orgulhoso em imitar o chefe Lula que “não sabia” dos roubos na Petrobras, do Mensalão, do Petrolão, da Odebrecht, da OAS do “tríplex” do Guarujá ou do Sítio Santa Bárbara. Diz agora que “não sabia” das maracutaias de Rose Noronha, sua amiga íntima.
A honestíssima gerentona Dilma Rousseff, criada por Lula, e vendida ao povo como especialista em eletricidade e petróleo, “não sabia” da Eletrobrás, de Belo Monte, de Pasadena. Os dois, aliás, como escreveu um articulista, jogam um tênis de mesa olímpico baseado no “não sabia”.
Lula “não sabia” que fez o amigo Bumlai de trouxa; Dilma “não sabia” da sabidona Erenice; Lula “não sabia” do João Santana, Dilma “não sabia” do Paulo Bernardo, Lula “não sabia” do Palocci, Dilma “não sabia” do Edinho…
Não sei se os dois perdem ou ganham nesse jogo infame. Sob o cutelo da olímpica Lava Jato – processo de faxina a corruptos, elogiado e invejado em todo mundo, inclusive nos Estados Unidos – esses atletas do absurdo deveriam ser condenados pelos seus partidários, pelo menos criticados por eles.
Que nada. O descrédito deles não alcança o fanatismo. Deveria ter ocorrido na época em que Joaquim Barbosa julgava o Mensalão, que se tornou uma arrasadora desmoralização do Partido dos Trabalhadores, com seus dirigentes condenados e presos.
Nas redes sociais corre um trocadilho substituindo a palavra militantes por militontos, sem dúvida uma alusão aos apoiadores do nãosabiismo. Os militontos fazem a defesa da bandidagem a ponto de nomeá-los “heróis”, com a facilidade com que os Castro em Cuba e os chavistas na Venezuela admitem o culto da personalidade stalinista.
Entre nós brasileiros, essa embriaguez de ‘non sense’, para não dizer de cretinismo, se acolhe no lençol da desmoralização de Lula, de Dilma e do Partido dos Trabalhadores. Lênin escreveu que “a religião é o ópio do povo”; e nós perguntamos, qual é a droga que intoxica os lulo-petistas?
Estamos assistindo no Brasil o avesso do avesso na esquerda capenga: o seu socialismo se resume na distribuição de esmolas para a pobreza, apoio a ditadores africanos e latino-americanos, enriquecimento espúrio da hierarquia do PT e o desprezo pela nacionalidade.
Descoberta a roubalheira desenfreada em todos os setores do PT-governo, o lulo-petismo está baratinado, sem argumentos para defender o indefensável: os crimes cometidos por Lula como chefão da organização criminosa e o impeachment de Dilma, exigido por 83% dos brasileiros.
Com raras e honrosas exceções, a autodenominada “esquerda” escolheu a corrupção, em nome de um vago socialismo das mamatas para as lideranças, e avassaladora propaganda mentirosa para iludir incautos.
Os mamadores, sem assumir a desonestidade do PT fazem a agitação em defesa dos próprios privilégios; mas os patriotas de todos, ou sem partido, estão vigilantes exigindo o impeachment de Dilma e a prisão de Lula.
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