WikiLeaks
Ataque de hackers tira do ar sites ‘inimigos’
A prisão de Julian Assange, o fundador da organização que revela segredos da diplomacia americana, desencadeou ontem uma onda de ataques no ciberespaço. Simpatizantes do WikiLeaks assumiram a autoria. Páginas de empresas como Visa e Mastercard, que cortaram crédito a Assange, saíram do ar, assim como a da Promotoria sueca, que emitiu o mandado de prisão contra ele.
Uma manobra suja de bastidores
Documentos liberados pelo site WikiLeaks sugerem que os Estados Unidos e a China manobraram juntos nos bastidores para fazer fracassar a Conferência do Clima da ONU em Copenhague, em 2009, apesar de aparentarem divergências em público.
Guerra pela internet
Em protesto contra a prisão de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, hackers atacam as páginas de outra operadora de cartão de crédito e de um banco suíço. Essas empresas teriam retaliado o site que vazou dados secretos dos EUA.
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