PELOS JORNAIS_17.ag.07
Polícia do Rio pára de investigar
– Anunciado pelo governo do Estado, o reajuste salarial de 25%, parcelado em 24 meses, soou como uma declaração de guerra para servidores das áreas de Segurança, Educação e Saúde. A Polícia Civil decidiu entrar em greve na segunda-feira. O Sindicato dos Professores também votou pela paralisação. Entre os funcionários da rede estadual de Saúde, o clima é o mesmo. (Jornal do Brasil)
Após cair 8,8%, Bolsa fecha -2,2%
– Os mercados mundiais enfrentaram um dos dias de maior oscilação desde o início da crise originada no setor imobiliário americano. A Bovespa, que chegou a cair 8,82%, fechou com recuo de 2,58%. Em Nova York, o Dow Jones encerrou o dia com baixa de 0,12%, após recuar até 2,67%. Parte das perdas nos pregões foi recuperada no fim dos negócios, com investidores atraídos pelos preços das ações. (Folha de São Paulo)
Bolsa chega a cair 8,8% em dia de pânico nos mercados
– Os mercados globais viveram ontem momentos de pânico. Em Nova York, o Índice Dow Jones e a bolsa eletrônica Nasdaq tiveram grande queda. A Bolsa de Valores de São Paulo chegou a despencar 8,82%, no pior momento do dia; perto do fim do pregão, pegou carona na melhora das bolsas americanas e fechou com queda de 2,58%. O dólar disparou 3%, para R$ 2,092, maior valor desde 16 de março. O risco Brasil subiu 12,5%, para 225 pontos. Na Europa as quedas das bolsas foram maiores, porque os mercados acionários encerraram os negócios no pior momento do dia. (O Estado de São Paulo)
Brasil tem o pior dia da crise desde o 11/9
– A Bolsa de São Paulo teve seu pior dia desde os atentados de 11 de setembro de 2001. O índice caiu quase 9% durante o dia, mas fechou em baixa de 2,58%. Sem intervenção do BC, o dólar foi a R$ 2,13 e recuou no final para R$ 2,094, com alta de 3,15%. O risco-Brasil subiu 11,38%. As bolsas americanas também passaram por uma gangorra, com queda de até 2,8% e recuperação no fim dos negócios, em baixa de 0,12%. Na Europa e na Ásia, os mercados amargaram quedas de até 6,9%. O temor é que a crise imobiliária americana se alastre pela economia mundial. A maior empresa de hipotecas dos EUA recorreu a 40 grandes bancos para tomar US$ 11,5 bilhões. Os sete países mais ricos do mundo, o G-7, podem antecipar sua reunião de outubro para reagir à crise. (O Globo)
Turbulência se espalha de ações a commodities
– As bolsas de ações mundo afora enfrentaram ontem um dos piores dias desde os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, em meio ao aprofundamento da crise imobiliária do país. Os pregões de commodities agrícolas e de metais e o petróleo seguiram o mesmo ritmo e embicaram para baixo, fechando em queda. Notícias negativas do setor imobiliário americano e a informação de que a construção de casas no país caiu 6,1% em julho, menor nível desde 1997, gerou um efeito em cascata global. (Gazeta Mercantil)
Terracap fixa preço de lote em condomínios
– Terrenos de quatro loteamentos que estão entre os primeiros a serem regularizados pela venda direta vão custar em média R$ 87 mil. Por decisão da Companhia Imobiliária de Brasília, os valores serão definidos pela cotação de mercado. (Correio Braziliense)
Turbulências tiram do país capital externo especulativo
– A maior parte do capital especulativo já deixou o país, na avaliação do governo federal. Mas ainda há US$ 41 bilhões em recursos de investidores estrangeiros aplicados em ações e títulos públicos que continuarão a alimentar as turbulências no mercado financeiro. Desde maio, após os primeiros sinais de problemas nos mercados, os investidores estrangeiros já vinham desmontando posições no Brasil. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a posição dos investidores internacionais em dólar caiu de US$ 17,826 bilhões para US$ 1,328 bilhões, de maio a agosto. (Valor Econômico)
Mercados em pânico
– O pânico voltou aos mercados financeiros ontem, no pior dia da crise desencadeada pelo abalo no crédito imobiliário dos Estados Unidos. Todas as principais bolsas de valores do mundo despencaram. A Bovespa chegou a desabar 8,8%, mas se recuperou e fechou em baixa de 2,58%, que acabou sendo considerada boa, em 48.016 pontos. Na busca de segurança, investidores aumentaram a demanda por dólar, que subiu mais 3,15%, cotado a R$ 2,094. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou que não se pensa em adotar qualquer medida de controle de capitais. “O governo não está preocupado com fuga de capitais, porque até ontem (quarta-feira) havia saldo cambial positivo no país”, disse. (Estado de Minas)
Mortos no Peru já passam de 500
– Autoridades peruanas confirmaram, ontem, que pelo menos 510 pessoas morreram e 1,5 mil ficaram feridas, vítimas do terremoto que sacudiu o país, quarta à noite. O abalo, de 8 graus, foi seguido por mais de 300 tremores secundários. (Jornal do Commercio-PE)
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