PELOS JORNAIS_13.ag.07

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CPMF vai sair mais cara ao governo

– A liberação de R$ 67 milhões em emendas individuais revelou-se insuficiente para assegurar apoio necessário à prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, que será discutida, a partir de amanhã, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Para vencer esta batalha, o Planalto reserva munição extra: mais verba e cargos públicos aos aliados, cujo apetite se aguçou depois de o relator Eduardo Cunha, do PMDB, ter trocado o seu parecer pela nomeação de Luiz Paulo Conde à presidência de Furnas. (Jornal do Brasil)

Elite do serviço público tem até 80% de aumento

– Um ano depois de um pacote de reajustes salariais que até hoje mantém os gastos com pessoal da União em alta, a elite do funcionalismo público federal já acumula ganhos acima da inflação, superiores aos padrões da iniciativa privada. Nas dez carreiras mais valorizadas do Executivo federal, todas de nível superior e quase todas exclusivas do Estado, o aumento real dos vencimentos desde o primeiro governo Luiz Inácio Lula da Silva varia de 15% a 80%, segundo levantamento feito pela Folha. (Folha de São Paulo)

Diretora da Anac terá de depor em duas CPIs

– Sob mais uma suspeita de uso inadequado do cargo, a diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, será convocada esta semana a depor também na CPI do Apagão Aéreo, na Câmara Federal. Deputados governistas, que na semana passada haviam ajudado a impedir a convocação de diretores da Anac, ontem mudaram de idéia depois que O Estado mostrou que Denise incentivou empresas aéreas a reagirem à determinação do Conselho Nacional da Aviação Civil (Conac) de reduzir vôos em Congonhas. (Estado de São Paulo)

BCs europeus se articulam para conter crise em bolsas

– Diretores de bancos centrais europeus se reuniram no fim de semana e convocaram executivos do mercado financeiro para avaliar a situação do crédito imobiliário nos EUA, na tentativa de conter a crise nas bolsas mundiais. Há consenso entre economistas de que a turbulência nos mercados será longa, e analistas prevêem que o banco central dos Estados Unidos pode cortar juros. (O Globo)

Nervosismo nas bolsas afeta os preços agrícolas

– A volatilidade no mercado global, provocada pelo crédito imobiliário de alto risco nos EUA, bateu nos mercados agrícolas brasileiro e do exterior. Na sexta-feira, como o dólar fechando no maior nível desde junho – R$ 1,952 -, as commodities atreladas ao câmbio também subiram. *** Executivos de bancos centrais na Europa realizaram reuniões no final de semana para avaliar os perigos do mercado de crédito imobiliário norte-americano para o sistema financeiro. Nesta semana, a divulgação de indicadores econômicos nos Estados Unidos deve adicionar mais volatilidade aos mercados, afetados pelas incertezas quanto à real situação da crise e à extensão das perdas de fundos. (Gazeta Mercantil)

Condomínios – Preços dos lotes serão definidos pelo IPTU-2008

– Tabela do GDF que servirá de base para calcular valor de terrenos fica pronta amanhã. *** Renato Casagrande, relator do processo contra o presidente do Senado no Conselho de Ética, pretende ouvir o usineiro João Lyra – que confessou ter usado laranjas para comprar emissoras de rádio junto com Renan Calheiros. O corregedor do Senado, Romeu Tuma, também pretende fazer o mesmo. (Correio Braziliense)

Capitalizadas, empresas nacionais resistem à crise

– As empresas brasileiras estão capitalizadas, com poucas dívidas de curto prazo e em boas condições de enfrentar as turbulências que varrem os mercados mundiais no curto prazo. A onda de empréstimos alavancados para fusões e aquisições mal engatinha no país, enquanto que o mercado doméstico de crédito e debêntures tornaram-se fonte crescente de financiamento, a um custo cadente. (Valor Econômico)

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