Internacionalização da Amazônia

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“Volta à prática de que, para impedir o questionamento, a solução era acabar com quem questionava. Na Idade Média utilizava-se a fogueira, depois foi o degredo, hoje parece o desdém. Ignora-se quem contesta as verdades absolutas. Simplesmente, cortam a voz e dedicam o silêncio aos que tentam gritar. Tomem-se as denúncias sobre a internacionalização da Amazônia.
Salta aos olhos de quantos sabem observar a alienação de imensas glebas da floresta entregues a empresas estrangeiras ligadas a ONGs sustentadas de fora, empenhadas em imobilizar a região. Demora pouco e terá evaporado o que nos resta de soberania sobre a Amazônia. Alguns militares e ingênuos tentam demonstrar o crime de lesa-pátria praticado por grupos que vêm de longe.

Alguém já viu uma relação de quanto se alienou de território, a pretexto da preservação da floresta? Anuncia-se só a redução do desmatamento, sem referência ao quanto poderia ter sido criado em termos de riqueza, mesmo preservando-se a área para garantia ecológica. As tais Unidades de Conservação nada mais são do que os passos iniciais da internacionalização da Amazônia.

Carlos Chagas, jornalista

OPINIÃO: O Chagas aborda um tema que é tabu entre os lulistas-petistas. A internacionalização da Amazônia é uma marcha paciente e cadenciada do Império Norte-Americano, que os fundadores do PT denunciavam e agora fazem ouvidos moucos para quem mantém as denúncias que vêm dos meados do século passado. O lulismo-petismo no poder conseguiu até silenciar a ministra Marina Silva, que ignora a defesa da sobrania nacional sobre a Amazônia sustentada patrioticamente por militares, cientistas e militantes nacionalistas. MIRANDA SÁ

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