Notícias

Primeiras páginas_3.set.11

O GLOBO – PIB reafirma perigo da inflação

FOLHA DE SÃO PAULO – PIB desacelera, mas consumo continua em alta

CORREIO BRAZILIENSE – Teto salarial no serviço público vai a R$ 32,1 mil

O ESTADO DE SÃO PAULO – PIB desacelera e Mantega diz que juro e imposto podem cair

ESTADO DE MINAS – PIB brasileiro segue a passos de caranguejo

ZERO HORA – Jefferson pede Lula no mensalão

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Cesta básica tem elevação de 12,15%

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Baden Powell – Deixa

 

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Política econômica ganha nova orientação

A decisão de cortar 0,5 ponto nos juros, contrariando previsões do mercado e no dia seguinte às declarações da presidente Dilma de que era preciso baixar logo as taxas no país, aumentou a percepção de que a autonomia do BC está ameaçada. Para alguns analistas, o episódio marca um novo ciclo na política econômica do país, com Dilma tomando as rédeas para si. Essa reorientação abalaria o tripé baseado em meta de inflação, superávit fiscal e câmbio flutuante, que vigora desde Fernando Henrique.

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Primeiras páginas_2.set.11

O GLOBO – Dilma defende “CPMF sem desvios” para financiar Saúde

FOLHA DE SÃO PAULO – Dilma defende nova fonte para financiar a saúde

CORREIO BRAZILIENSE – Governo ensaia criação de tributo para a saúde

O ESTADO DE SÃO PAULO – Texto do PT critica “faxina” de Dilma e pede reforma política

ESTADO DE MINAS – Juros: Inflação não sofrerá com corte da Selic

ZERO HORA – Governo quer CPMF “não desvirtuada”

VALOR ECONÔMICO – Aliados rejeitam novos impostos para saúde

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Sinal de novo imposto do cheque no ar

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Vinicius de Moraes & Toquinho – A Rosa Desfolhada

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Sob pressão, BC reduz juro a 12%

Desde o acirramento da crise internacional, comitê da instituição vinha sendo cobrado a cortar o custo do dinheiro

O Banco Central surpreendeu e cortou a taxa básica de juros da economia de 12,5% para 12% ao ano, um após a presidente Dilma Rousseff dizer que o país estava pronto para a possibilidade de redução. A queda anunciada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a primeira em dois anos, não foi unânime. Cinco diretores do BC votaram a favor da redução e dois, pela manutenção. (Folha de SP)

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Primeiras páginas_1º.set.11

O GLOBO – BC surpreende e reduz a taxa de juros após apelo de Dilma

FOLHA DE SÃO PAULO – Procuradoria denuncia cúpula do Turismo

CORREIO BRAZILIENSE – A rebelde e os chapas-brancas

O ESTADO DE SÃO PAULO – Fraude no Turismo tem 21 denunciados

ESTADO DE MINAS – Ministra fez 18 viagens ‘oficiais’ à base eleitoral

ZERO HORA – Volta da CPMF tem apoio de governos

VALOR ECONÔMICO – Divisões internas do PT preocupam Dilma

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Ministro do Esporte na mira da CGU

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Nara Leão canta Joana Francesa

http://youtu.be/n7HEB2bqn5M

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Artigo

Um dilema no combate à corrupção: tática ou estratégia?

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

A imprensa está prenhe de notícias sobre os corruptos e corruptores que se multiplicam pululando no pantanal que cobre o governo Dilma. Das diversas ilações, uma é mais do que hipótese: a comprovação histórica de que se trata da herança deixada pelo ex-presidente Lula da Silva.

Há, igualmente, inúmeras versões sobre o tratamento dado pela Presidente à neoplasma maligna que degenera o organismo administrativo. A designação (de criatividade marqueteira) “faxina”, fez da Chefe da Nação uma “faxineira”, a varrer a devassidão e os devassos encontrados em ministérios.

Depois vieram desmentidos sobre a “faxina” e a divulgação de outras prioridades em repetidos discursos da própria, em variadas ocasiões. Tivemos também manifestações – até de líderes oposicionistas – de apoio à varredura presidencial para remover malfeitos e malfeitores. O que poucos enxergaram (e eu entre eles) é que Dilma vive um dilema no combate à corrupção, diante de uma alternativa de Estado Maior: ou aplica uma estratégia ou se limita às manobras táticas para ganhar tempo.

A arte de planejar e executar o processo de alcançar o objetivo final não é coisa para amador. Karl Von Clausevich, autor da “Arte da Guerra”, reverenciado por quase todos os líderes mundiais que fizeram história, tem o mérito de ter sido político e estrategista militar, e, por esta abrangência, superou Maquiavel.

Legando-nos o princípio de que “a paz é a continuação da guerra” e a diferença entre tática e estratégia, Clausevich oferece as condições objetivas para analisar a tática de Dilma parando com a “faxina”, sendo aplaudida à unanimidade pelos companheiros de partido e aliados mais próximos.

Ficou claro que se a “faxina” continuasse, todos os quadros do primeiro escalão do governo viveriam na insegurança; nenhum ministro ou dirigente de empresa estatal estaria seguro no exercício do cargo. Por outro lado, qualquer contínuo de órgão público na Esplanada dos Ministérios sabe que resta muito lixo para varrer.

Talvez pelo faro, servidores públicos, jornalistas e estudiosos da realidade política, vêem como os contínuos… Está em todas as cabeças a certeza de que uma mudança é urgente e está próxima. É inexorável a renovação e o aperfeiçoamento da administração federal, sob pena da lama inundar o Palácio do Planalto e afundar para todo e sempre a esperança de um Brasil melhor.

Quem entrou na pauta desse mapa estratégico foi o ex-ministro e eminência parda do PT, José Dirceu. Descoberto pela reportagem investigativa da revista Veja o seu bunker no Hotel Naoum, em Brasília, trouxe revelações dignas de exame, no todo ouem parte. Recebendopolíticos de alto coturno, inclusive deputados e senadores tucanos, José Dirceu despacha com ministros, com o líder do governo Cândido Vaccarezza e com o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli; mas analistas dizem que ele não tem essa força toda, não, que mais da metade do que demonstra é pura farsa.

Seja lá como for, sabe-se que no Hotel Naoum, fica a sede de um grupo capaz de traçar o plano “B”, estratégico, no caso de Dilma ir buscar na oposição, mais propriamente nos governos de São Paulo e Minas Gerais, o apoio para se libertar da chantagem lulo-petista de ameaças à governabilidade.

Se assim ocorrer, Dilma terá a entusiástica aprovação de Fernando Henrique Cardozo, em contradição com o governo paralelo de José Dirceu que, inegavelmente, se confronta com o governo oficial.

Se o Palácio do Planalto edita o Diário Oficial da União, o Hotel Naoum cochicha e conchava com empresários, “consultores”, titulares de ONGs e OSs, funcionários graduados e, pasmem, até com militares das Forças Armadas, as chamadas “melancias”.

Não é pouco para um deputado cassado, e réu do STF como chefe da quadrilha do mensalão; tanto que, estrebuchando pela violação do seu circuito das sombras, Dirceu acusa os repórteres de tentarem invadir o reduto, e manda porta-vozes exigirem da Fenaj e da ABI uma ação contra Veja.

Felizmente a opinião pública e a Rede Social da Web resistem ao manobrismo extremista (e para-fascista) do Mussolini caboclo. Milhares exigem o reinício da faxina anticorrupção e a punição dos corruptos e corruptores, seja como tática, seja como estratégia…

 

Dilma pede juros menores; líderes querem ‘nova CPMF’

Analistas, no entanto, acreditam que BC hoje deve manter taxa

Na véspera da divulgação da nova taxa básica pelo Banco Central, a presidente Dilma Rousseff defendeu ontem abertamente a redução dos juros. Os analistas, no entanto, são unânimes ao prever que a taxa de 12,50% ao ano será mantida hoje pelos diretores do BC, diante da preocupação com a inflação, que encosta em 7% nos últimos 12 meses. A declaração de Dilma foi dada no dia seguinte ao anúncio de que o governo poupará mais R$ 10 bilhões para engordar o superávit fiscal e ajudar o país a manter a expansão econômica. “A melhor resposta à crise é o crescimento do país, mas também precisamos melhorar as condições nas quais nós crescemos. Se tem uma coisa que o Brasil quer é que haja diminuição de impostos. Não posso dizer quando vamos ter, mas abrimos o caminho para ter isso e queremos ter juros que comecem a cair”, disse a presidente. Apesar disso, governo e partidos aliados já discutem no Congresso fontes alternativas de financiamento para a Saúde, que podem trazer de volta a CPMF ou até mesmo a legalização dos bingos para aumentar a arrecadação no setor.(O Globo)

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