Notícias

Primeiras páginas_12.set.11

O GLOBO – Enem reprova ensino das escolas públicas

FOLHA DE SÃO PAULO – Investimento cai em 22 Estados e nas estatais

CORREIO BRAZILIENSE – Serviços cada vez mais caros

O ESTADO DE SÃO PAULO – Inflação se espalha entre vários setores

ESTADO DE MINAS – Má qualidade da escola faz aluno evitar o Enem

ZERO HORA – Valorização do dólar é fator de preocupação

VALOR ECONÔMICO – Crise será prolongada, diz Tombini

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Emenda 29 será tema de debates na Câmara

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Angela Ro Ro – Amor Meu Grande Amor

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Artigo

A “nova” CPMF: aberração infamante dos corruptos

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

A presidente Dilma incentivou governadores ambiciosos a pedir uma “nova” CPMF, aberração infamante dos corruptos. Por lhes faltar coragem, insinuam a volta do projeto de legalização dos bingos ou citam o Pré-Sal, um ovo ainda no ovário da galinha.

Nenhum desses comparsas do lulo-petismo lembra-se de que tramita na Câmara dos Deputados a regulamentação da emenda constitucional 29, de 2000, cujo objetivo é definir o que são despesas de saúde, fixando as fontes de custeio do setor, transformado em pasto de desvios fraudulentos.

Creio que muitos dos defensores da nova CPMF, CSS (Contribuição Social para a Saúde) ou o nome que tiver, não conseguem equacionar o problema da Saúde Pública, que é grave, indiscutivelmente, mas não por falta de dinheiro.

Nos meios oficiais também é ignorada a real situação de oferta e procura dos serviços médicos. Não se sabe, por exemplo, quanto de dinheiro público é necessário para despesas em saúde e qual a real necessidade de melhorias no atendimento hospitalar e ambulatorial.

Nem uns nem outros param para pensar que o aumento de impostos não é a panacéia para curar a administração ineficiente, que precisa, isto sim, de uma política de atendimento sanitário para simplifiqcar e agilizar o agendamento de consultas e exames.

Como não teem repostas para essas questões, não cogitam de olhar para as pessoas que exercem funções e prestam serviços no sistema, médicos(as), enfermeiros(as) e técnicos(as), que  realizam um trabalho penoso e exposto a incontáveis riscos. Estes profissionais, sim, conhecem os caminhos.

Constata-se que os que propõem a nova CPMF são incapazes de explicar do que tratam. Essa proposta suspeita dos governadores, por exemplo, pensa somente na divisão do butim, por piratas armados de esperteza e amoralidade, navegando num mar de corrupção.

Focalizando pessoalmente Dilma, creio que ela deveria se preocupar primeiro com a ladroeira que escorre nos ralos dos ministérios e empresas estatais, para depois propor o novo imposto do cheque. Antes de sacrificar o contribuinte – exaurido pela maior carga tributária do mundo – a Presidente precisava retornar à vassoura da faxina e sanear a sua administração.

Aliás, se for honesta, Dilma tem a obrigação de lembrar-se das suas promessas de campanha em 2010, quando prometeu não aumentar impostos. E cuidar para não entrar para a História pela conivência com a imoral distribuição de dinheiro do Orçamento nas emendas parlamentares.

Como governante, a Presidente precisa explicar para si mesma este afã para meter a mão no bolso do contribuinte, sem verificar o que há de errado no setor, sem saber o que precisa gastar para otimizá-lo, nem ter as variáveis para o cálculo do que deve acrescentar às contas do Orçamento.

A despesa atualmente está em torno de 1,8% do PIB, embora as receitas federais tenham crescido mais do que a economia. O maior volume está nos estados e municípios, que usam as verbas da Saúde para outros fins, como lixo, merenda escolar, benefícios previdenciários e saneamento.

Adib Jatene, então ministro da Saúde, foi clarividente acreditando na colaboração da cidadania na criação da CPMF. O povo aceitou, até que viu que a CPMF e a Saúde já não se complementavam. E se revoltou com os desvios, as fraudes, a roubalheira, enfim.

Aí pressionou os parlamentares para acabar com o famigerado imposto, aplaudindo entusiasticamente o seu fim. Hoje, se vê que a Saúde precisa de mais recursos federais, mas ninguém é cego para não enxergar que o que não é roubado, é esbanjado pelo governo em obras sem licitação, com cartões corporativos, ONGs fajutas e no desvario de um trem-bala desnecessário.

Se for estancada a ladroagem nos ministérios dos Transportes, Turismo, Esportes e Cidades; se forem revistos os contratos das empresas estatais; se for cobrado dos corruptos a devolução dos seus furtos, então aparecerá o financiamento sobrando para que o Estado cumpra as suas obrigações humanitárias.

 

Primeiras páginas_11.set.11

O GLOBO – ‘O governo perdeu o controle das ONGs’

FOLHA DE SÃO PAULO – Ministério Público teme explosão de gastos com a Copa

CORREIO BRAZILIENSE – Promessas não saem do papel

O ESTADO DE SÃO PAULO – Indústria brasileira está sem crescer há três anos

ESTADO DE MINAS – Senadores rejeitam a nova CPMF

ZERO HORA – A profecia se confirmou: os EUA mudaram – para pior

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Ex-BBB e Romário entre os melhores

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Marisa Monte – O que me importa

Primeiras páginas_10.set.11

O GLOBO – Dólar tem novo ciclo de alta e ameaça controle da inflação

FOLHA DE SÃO PAULO – Dilma conta com Senado para criar tributo pró-saúde

CORREIO BRAZILIENSE – Alimento puxa alta da inflação

O ESTADO DE SÃO PAULO – Crise europeia piora e bolsas desabam

ESTADO DE MINAS – Justiça libera supersalário na Câmara

ZERO HORA – TRF libera pagamento de supersalários na Câmara

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Após prejuízo, Transportes muda licitações

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Arnaldo Antunes – Qualquer Coisa

http://youtu.be/CqYE_aostvs

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Artigo

7 de Setembro: Dia da Pátria e do Protesto

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

O poeta Mao-Tse-Tung, líder da revolução que fez da China o país rival do Império Norte-Americano, lançou no início do movimento, em1933, apalavra-de-ordem: “A caminhada dos mil quilômetros começa com um passo”.

É o que lembra a Marcha Contra a Corrupção que o povo brasileiro realizou no dia 7 de setembro, cansado da roubalheira e, principalmente, da impunidade instituída para os ladrões do dinheiro público.

Esta atitude patriótica começou sem juntar grandes multidões, embora se multiplicando por mais de 50 cidades do País e reunido na capital federal – onde blindaram a presidente Dilma para não vê-la – mais de 20 mil pessoas.

Manaus, São Luiz, Fortaleza, Recife e Salvador mostraram que não são dominadas pela politicalha das “bolsas” e o domínio dos picaretas da base governista. Belo Horizonte e Porto Alegre assinaram sua presença cívica; e,em São Pauloe no Rio de Janeiro, ocorreram mais de uma manifestação em pontos diferentes das duas cidades.

Fomos em pequeno número, mas uma coisa ficou clara: os protestos carimbaram na agenda presidencial a crescente indignação popular diante do tsunami de imoralidade política. Mostrou-se uma expressão coletiva que conseguiu aglutinar diferentes bandeiras – da reforma agrária e greves do professorado, até as denúncias de quebra de promessas governamentais às vítimas de catástrofes de norte a sul.

Teve outra visão midiática: não se tingiu nem de esquerda nem de direita, apesar de tentativas dos extremistas de ambos os lados em transformar a espontaneidade popular em ação política. Restou para essas minorias acusações recíprocas de controlar a agitação.

O apartidarismo das concentrações – todas, sem exceção – mostrou que a luta contra a corrupção não pertence a ninguém, e, por isso, oferece as condições objetivas para crescer e se multiplicar na medida em que a mobilização seja mais organizada na origem, a Internet, responsável pela arregimentação do 7 de setembro.

Nas escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro um orador evocou a lição do evangelho de quando “três se reunirem em meu nome, Eu estarei presente”, e materializou a presença do desprezo, da raiva, do sentimento de aversão à desonestidade em todos os escalões de governo, federal, estadual e municipal.

É por isso que os atos públicos fizeram do Dia da Pátria o Dia do Protesto; um processo que foi a expressão cidadã da coletividade, vibrante e esperançosa contra a desfaçatez dos governantes que desviam as verbas públicas e os interesses da população.

Encontramos entre pessoas politizadas um grito angustiante e ensurdecedor; de poucos, é verdade, mas todos armados de autêntico patriotismo e amor pela liberdade. O pequeno número de manifestantes agigantou-se diante do governo, e transmite coragem às pessoas retraídas e ainda receosas de retaliações do poder.

Entre os que se retraem, se reprimem e sonegam o sentimento de repulsa à corrupção, muitos são (ou eram) participantes dos movimentos sociais, sindicatos e entidades estudantis, cujos dirigentes foram cooptados pelo PT-governo.

Não demora muito, porém, que os honestos, aqueles que não se lambuzam nas falcatruas da administração pública, certamente mudarão de lado. Há inúmeros sindicalistas e estudantes – até militantes partidários da órbita lulo-petista – que não se identificam com a picaretagem parlamentar, o empreguismo, as consultorias fajutas e a ineficiência dos aparelhados da Era Lula.

Existe um razoável número de petistas que discordaram do mensalão, das aloprações e da impunidade dos corruptos, como o apoio da bancada do PT na Câmara Federal à absolvição de Jaqueline Roriz.

São esses descontentes que, encorajados, engrossarão as próximas marchas anticorrupção e se somarão aos lutadores contra os escândalos que se sucedem no Governo Dilma. E certamente novas e atrativas bandeiras, pelo Julgamento dos Mensaleiros, a CPI da Corrupção e o Fim do Voto Secreto, serão hasteadas ao vento da esperança que sopra sobre o povo brasileiro.

 

 

Valério questiona falta de Lula como réu do mensalão

Em sua defesa, publicitário diz que é inocente, mas que suposta compra de apoio beneficiaria ex-presidente

Em sua defesa final apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal), o publicitário Marcos Valério, apontado como o operador do mensalão, questiona a ausência do ex-presidente Lula entre os 38 réus da ação penal que deve ir a julgamento em 2012.

Valério se diz inocente, mas alega que, se fosse procedente a acusação da Procuradoria-Geral da República, ela deveria incluir os mandantes do esquema de compra de apoio político, entre eles o ex-presidente. Para a defesa, a atuação de Valério foi superestimada. (Folha de SP)

Primeiras páginas_9.set.11

O GLOBO – Corrupção nos Transportes já custou R$ 682 milhões

FOLHA DE SÃO PAULO – Governo limita acesso a remédio para tratar câncer

CORREIO BRAZILIENSE – Sumiu e ninguém viu: R$ 682 milhões

O ESTADO DE SÃO PAULO – Valério cobra Lula no caso do mensalão

ESTADO DE MINAS – Depois da faxina, o prejuízo

ZERO HORA – Censura à RBS chama atenção até no Exterior

VALOR ECONÔMICO – Real perde valor e tende a depreciação no curto prazo

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Pernambuco na lista suspeita do Dnit

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