Notícias

Primeiras páginas_21.set.11

O GLOBO – Inflação dobra, dólar sobe mais e país crescerá menos

FOLHA DE SÃO PAULO – Prévia de setembro revela inflação acima do esperado

CORREIO BRAZILIENSE – Voos, roupas, motel. Está tudo mais caro

O ESTADO DE SÃO PAULO – Processo que anulou provas da PF na Boi Barrica correu em tempo recorde

ESTADO DE MINAS – Casos de coqueluche no país crescem 38% este ano

ZERO HORA – Provas de operações da PF estão sob ameaça

VALOR ECONÔMICO – Emenda 29 vai à votação na Câmara

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Frente pelo voto aberto apoiada por 205 deputados

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Rita Lee – Fonte de Juventude

http://youtu.be/ZbrN_00X1bk

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Artigo

O “Impostaço” dos lobbies, “consultorias” e afins

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

Radicais de direita, ou desinformados, ou simplesmente preconceituosos, acusam o governo populista do PT de “nacionalista” e “socialista”, mas não há verdade nisso porque os pelegos no poder não são nem uma coisa nem outra.

O testemunho histórico está nos desmentidos vindos nas ações do próprio governo, onde o “nacionalismo” apenas consta dos discursos eleitorais demagógicos (como os da presidente Dilma) e o socialismo deles serve apenas para enriquecer os pelegos que convivem com o poder.

Tivemos o capítulo do serviço prestado por Lula da Silva aos llobies, “consultorias” e afins, que mudou o nome do álcool combustível para “etanol”, em favorecimento de grupos econômicos – inclusive da “indústria nacional” de carros, Fiat, Ford, General Motors e Volkswagen – que criaram o motor “flex”.

Aconteceu logo após os bombásticos anúncios feitos pela Petrobras da auto-suficiência do petróleo. Hoje, desavergonhadamente, a Petrobras importa tanto o óleo como o etanol dos EUA e os motores bicombustíveis viraram peças de museu.

Sim, porque quem vai cair na conversa de “defesa do meio ambiente” para enriquecer os usineiros? Quem se dispõe a comprar automóveis “flex” com os preços de álcool superando os R$2?

Além disso, somos obrigados a denunciar as mentiras em torno de “entressafra” e “demanda de açúcar” que não são invenções da imprensa golpista (pelo contrário, muitos veículos da chamada “grande imprensa” faturam com este negócio).

Outro “surto nacionalista” foi o impostaço baixado sobre importados, encarecendo-os para proteger as montadoras que nada teem de nacionais. Fala-se na proteção de empregos, mas, na realidade, parece ajudar mais os “consultores socialistas” do PT-governo.

Nada indica que a alta dos impostos sobre os carros venha para garantir empregos no Brasil. As montadoras “nacionais” fabricam carros com uma contribuição irrisória de peças feitas aqui e as ameaças aos empregos projetam-se sobre os mais variados setores do mercado de trabalho.

Nossos trabalhadores vivem sob o domínio de empresas que enfrentam – bem ou mal – a crise financeira mundial. Quase toda a indústria nacional (indústria nacional mesmo),

está pressionada pelo câmbio, a competição estrangeira e o tal de “custo Brasil” – que sofre tantas reclamações. Além disso, a inflação média está alta.

É evidente que não atravessamos uma situação normal. Mas não será proteger com parcialidade um ou outro setor que vai minorar os problemas estruturais.

Na minha modesta opinião, quem está sofrendo mais dos que a Fiat, a Ford, a General Motors e a Volkswagen são os médios e pequenos empresários que se iludiram com a prometida economia de mercado e entraram no ramo da importação. Eles se endividaram e investiram num negócio que estava atraindo o consumidor brasileiro.

O empresário que acreditou em trazer os carros asiáticos, bons de tecnologia e de preço, empregou proporcionalmente tanta gente quanto às montadoras “nacionais”… Seus empregados foram atingidos pelo “nacionalismo” dos lobbies, consultorias e afins.

E muito mais prejudicados foram os consumidores brasileiros, que por uma questão de livre mercado daria preferência a um carro melhor e mais barato do que o que nos é impingido pelas montadoras “nacionais”.

Estas só tiveram a ganhar. Uma propina ali, uma ajuda eleitoral acolá e não dá nenhuma contrapartida pela vantagem conquistada; não se obrigam a contratar mais pessoal, oferecer tecnologia mais avançada ou agredir menos o meio ambiente.

Na verdade, o PT-governo populista, que nada tem de nacionalista nem socialista, deveria se preocupar mais em combater a corrupção avassaladora na administração pública ou, pelo menos parar com a gastança desenfreada que só dá emprego aos milhares de cargos em comissão dos seus partidários…

 

Primeiras páginas_20.set.11

O GLOBO – Bolsa Família agora por 5 filhos desde a gravidez

FOLHA DE SÃO PAULO – Montadoras dizem que preço de carro pode subir

CORREIO BRAZILIENSE – Carros nacionais podem subir de preço

O ESTADO DE SÃO PAULO – Real perde 11% em 30 dias e dólar chega perto de R$ 1,80

ESTADO DE MINAS – Planos de saúde na UTI e o sofrimento é nosso

ZERO HORA – Protesto contra corrupção nas areias de Copacabana

VALOR ECONÔMICO – Déficit comercial da indústria cresce 50% e chega a US$ 30 bi

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Médicos de planos vão parar amanhã

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Ana Carolina – Problemas

http://youtu.be/ppKI7ZLpIRo

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Infecção hospitalar mata 100 mil por ano no Brasil

Segundo estudo, não há controle adequado em 80% dos estabelecimentos

A falta de cuidado com a higiene nos hospitais públicos e privados produz um quadro dramático no país: a cada ano, cerca de cem mil pessoas morrem devido às infecções hospitalares, conclui levantamento feito pela Associação Nacional de Biossegurança (Anbio). O governo não tem dados consolidados sobre o problema, apesar de uma comissão ligada ao Ministério da Saúde ter sido criada há 26 anos com esse objetivo. A pesquisa da Anbio mostra que, em média, 80% dos hospitais brasileiros não fazem o controle adequado para evitar a disseminação das infecções. (O Globo)

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Primeiras páginas_19.set.11

O GLOBO – Infecção hospitalar mata 100 mil por ano no Brasil

FOLHA DE SÃO PAULO – Estados tiram R$ 2 bi de verba para a saúde

CORREIO BRAZILIENSE – Saúde no DF: Médicos fogem da rede pública

O ESTADO DE SÃO PAULO – TRE promove empresa e irrita juízes

ESTADO DE MINAS – Adivinha quem paga a conta

ZERO HORA – Campanha voltará a defender voto aberto

VALOR ECONÔMICO – Modelo eleitoral de voto divide base governista

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Mais pressão pelo voto aberto no Congresso

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Dolores Duran – Fim de Caso

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Investimentos em estradas atrasam e acidentes triplicam

Pedágios altos não garantem segurança nem boas condições de tráfego

Empresas responsáveis por estradas federais privatizadas na segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias estão atrasando os investimentos previstos em contrato com o governo federal. Enquanto isso, os acidentes triplicaram: nos sete trechos privatizados, subiram de 9.961 em 2008 para 28.947 em 2009, um crescimento de 190%. As principais obras deveriam ocorrer nos três primeiros anos da cobrança de pedágios (2007-2009) – que estão sendo reajustados sem atraso. Nos sete trechos, o investimento está abaixo dos 30%, em quatro, abaixo de 10% do previsto. A Agência Nacional de Transportes Terrestre, que deveria regular o setor, acaba agindo com resoluções que retardam os investimentos. No trecho da BR-101 do Rio ao Espírito Santo, há obras paradas e uma passarela de pedestres que para no ar. (O Globo)

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Primeiras páginas_16.set.11

O GLOBO – Investimentos em estradas atrasam e acidentes triplicam

FOLHA DE SÃO PAULO – Economia perde mais força do que se previa

CORREIO BRAZILIENSE – Classe Média sufocada em dívidas

O ESTADO DE SÃO PAULO – Com isenção de impostos, petroleira importa até biquíni

ESTADO DE MINAS – O escândalo das emendas forasteiras

ZERO HORA – “A população já paga pelas campanhas”

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Carro nacional ficará mais caro

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