Notícias
Chamadas de 1ª página_23.dez.11
FOLHA DE SÃO PAULO – Juízes pedem investigação de conduta de corregedora
O GLOBO – Esquenta a guerra entre juízes e CNJ
O ESTADO DE SÃO PAULO – Corregedora de Justiça diz que juízes omitem dados sobre renda
CORREIO BRAZILIENSE – Corregedora ataca entidades de juízes
VALOR ECONÔMICO – Aldo diz não ter havido desvio de recursos no Esporte
ESTADO DE MINAS – Congresso descarta reajuste a servidores e aposentados
JORNAL DO COMMERCIO – OAB cobra informações do caso
ZERO HORA – Corregedora e juízes entram em confronto
- Comentários desativados em Chamadas de 1ª página_23.dez.11
- Tweet This !
Dvorak – Cello Concerto – Rostropovich
- Comentários desativados em Dvorak – Cello Concerto – Rostropovich
- Tweet This !
Artigo para o fim-de-semana natalino
A Toga não deve ser a Mortalha do Judiciário
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Como o substantivo feminino ‘Mortalha’ está na UTI do idioma, vale à pena relembrar que se tratava de um lençol que envolvia os cadáveres antes do sepultamento. O verbete é sinônimo de Sudário, aquela relíquia que – segundo alguns – gravou com sangue a efígie de Jesus.
Os usuários de togas da Alta Corte de Justiça parecem querer trocar a toga pela mortalha do Poder Judiciário ao desprezar os interesses nacionais, tomando decisões com antolhos, enxergando interesses pessoais ou interesses dos ocupantes do Executivo.
O Supremo Tribunal Federal reforça essa tese não somente pelas interpretações constitucionais duvidosas, mas também com a adoção de uma postura alinhada ao surto autoritário dos regimes populistas “de esquerda”, em moda na América Latina. Basta ver a arrogância dos juízes-ministros.
A contaminação pelo autoritarismo poderá ter conseqüências funestas e sepultar o Judiciário, como ocorreu com Fujimori, no Peru. A sujeição ao Poder Executivo e a corrupção, com o repúdio popular, pode fechar as portas dos tribunais sem choro nem vela.
Para isso, falta apenas que os meritíssimos cedam à tentação de sufocar a liberdade de expressão e de imprensa como quer o PT-governo, para fazer dos tribunais mausuléus luxuosos, pela beleza arquitetural dos edifícios e o luxo das suas dependências, graças ao mau gosto (e as verbas despendidas) dos seus dirigentes.
Afirmo que, por formação, sempre respeitei a Justiça, especialmente o Supremo Tribunal Federal, tão acima de mim, que estudei-o dicionarizado como “Supremo. Adjetivo, aquele que está acima de tudo”. Eu acreditava na dignidade, independência e soberania dos seus protagonistas; olhando-os como heróis e semideuses mitológicos.
Este pensamento em relação ao STF levou-me a lamentar que o regime militar, pelo famigerado ato institucional nº 5, tenha cassado, a 16 de janeiro de 1969, três de seus mais ilustres membros, Victor Nunes Leal, Hermes de Lima e Evandro Lins e Silva.
Ainda hoje evoco esses ilustres brasileiros para desprezar as indicações de juízes-ministros pelo PT-governo, obediente à doutrina lulo-petista do quanto pior é melhor para roubar. Agora assisto com tristeza a castração do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, pelo STF, impedindo-o de investigar irregularidades e abusos cometidos por magistrados.
Alguém perguntou a quem interessa essa liminar antidemocrática; respondo que não serão os bons juízes, mas aqueles que se vendem e enriquecem ilicitamente traindo Têmis, a deusa da Justiça.
Somente quem tem culpa em cartório, se inquieta com a ação investigatória do CNJ, instituto maravilhoso surgido nas últimas décadas. Ele vem mostrando que ninguém está acima da lei, nem parlamentares, nem juízes; nem ministros de Estado, nem o/a eventual ocupante da Presidência da República.
Eu apoio o CNJ fortalecido, acompanhando as decisões jurídicas da primeira instância até a Corte Constitucional, para impedir os desvios de conduta de meritíssimos chegados a uma corrupçãozinha…
E para consolidar a Democracia, porque precisamos de um Supremo altivo, honesto e independente para exercer o papel de intérprete da Lei Magna; queremos uma Corte Constitucional que dirija sua autoridade como defensora da sociedade e salvaguarda dos cidadãos.
Chega de benevolência com os cacciolas e os césares battisti; chega de filigranar conceitos para favorecer os fichas-sujas. Chega de procrastinar o julgamento dos quadrilheiros do mensalão.
Ao tirar, por meio de uma liminar, os poderes do Conselho Nacional de Justiça, de investigar magistrados suspeitos, toda a Corte fica sob suspeição, e perde a qualidade de vestir-se, aos olhos do povo, com a toga e não com a mortalha da Justiça.
CNJ inspeciona 217 mil e abre guerra no Judiciário
Levantamento viu 3.438 movimentações suspeitas e fez corregedoria pedir devassa em 22 tribunais
Uma varredura determinada em 2010 pelo Conselho Nacional de Justiça na movimentação financeira de 216.800 magistrados e servidores do Judiciário está na origem da guerra deflagrada no mundo jurídico, relata Frederico Vasconcelos.
Análise dos CPFs de todos os funcionários dos tribunais estaduais, federais, trabalhistas e militares apontou 3.438 movimentações suspeitas e foi usado pela corregedoria do CNJ para determinar a devassa em 22 tribunais do país.
Magistrados acharam que o CNJ investigou eventual prática de crime, e não de infração disciplinar, e pediram ao STF a suspensão da apuração. O ministro Ricardo Lewandowski, um dos que receberam pagamento investigado, deu a liminar.
Ele diz que sua decisão não o beneficiou, porque ministro do STF não pode ser investigado pelo CNJ, e que por isso, não se declarou impedido de julgar. Cezar Peluso, presidente do Supremo, que também recebeu, defendeu o ministro. (Folha de São Paulo)
- Comentários desativados em CNJ inspeciona 217 mil e abre guerra no Judiciário
- Tweet This !
Brasil tem um Portugal inteiro vivendo em favelas
Comunidades carentes crescem em ritmo maior que o da economia
Em uma década – que abrange dois anos do governo FH e todos os oito de gestão Lula -, o número de pessoas vivendo em favelas no país quase dobrou, segundo dados do Censo 2010 divulgado pelo IBGE. São nada menos que 11,4 milhões contra 6,5 milhões em 2000. O total de brasileiros em moradias precárias é agora maior do que toda a população de Portugal (10,7 milhões), por exemplo. Incluindo o aumento populacional, a proporção de pessoas em favelas passou de 3,9% para 6% dos brasileiros, um aumento de 65%. No mesmo período a economia do país cresceu 42,6%, o que mostra o fracasso das políticas habitacional, mesmo com o Brasil mais rico. A cidade do Rio tem a maior população em favelas – 1,3 milhão -, mas o aumento (27,5% na década) foi bem menor do que no país. (O Globo)
- Comentários desativados em Brasil tem um Portugal inteiro vivendo em favelas
- Tweet This !
Chamadas de 1ª página_22.dez.11
FOLHA DE SÃO PAULO – CNJ inspeciona 217 mil e abre guerra no Judiciário
O GLOBO – Brasil tem um Portugal inteiro vivendo em favelas
O ESTADO DE SÃO PAULO – Prévia mais alta em seis anos aponta inflação acima do teto
CORREIO BRAZILIENSE – Inflação supera o teto da meta do governo
VALOR ECONÔMICO – Anac aperta cerco sobre as companhias aéreas
ESTADO DE MINAS – IPCA-15 sobe, fecha 2011 em 6,56% e estoura a meta
JORNAL DO COMMERCIO – Aeroviários fazem acordo e greve está descartada
ZERO HORA – Aprovado reajuste a servidores da Fazenda
- Comentários desativados em Chamadas de 1ª página_22.dez.11
- Tweet This !
Mahler – Symphony 9 (Primeiro Movimento)
- Comentários desativados em Mahler – Symphony 9 (Primeiro Movimento)
- Tweet This !
Chamadas de 1ª página_21.12.11
O GLOBO – Congresso abrirá só para posse de Jader
FOLHA DE SP – Ministro do STF deu liminar que o beneficia
ESTADÃO – Relatório do mensalão é divulgado após cobrança
CORREIO BRAZILIENSE – Aposentados vão ficar sem reajuste
VALOR ECONÔMICO – Prorrogação da DRU passa com folga no Senado
ESTADO DE MINAS – Tropa governista garante a prorrogação da DRU
JORNAL DO COMMERCIO – Ministro conclui relatório do caso do mensalão
ZERO HORA – STF conclui relatório do mensalão
- Comentários desativados em Chamadas de 1ª página_21.12.11
- Tweet This !
Richard Wagner – Lohengrin
- Comentários desativados em Richard Wagner – Lohengrin
- Tweet This !
Liminar do STF torna mais difícil a punição de juízes
No primeiro dia do recesso, Marco Aurélio decide sozinho sobre ação da AMB
Depois de entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) 13 vezes e não ser julgada, a ação movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) que tira poder do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para punir juízes teve uma decisão. Em liminar, no primeiro dia do recesso do Supremo, o ministro Marco Aurélio Mello esvaziou os poderes do CNJ, presidido pelo ministro Cezar Peluso, também presidente do STF, que não reclamou. De acordo com a liminar, os juízes sob suspeita de crimes ou irregularidades voltarão a ser julgados pelas corregedorias dos tribunais onde atuam, o que torna mais difícil a punição. Especialistas criticaram a decisão de Marco Aurélio, chamada de retrocesso, mas que foi aplaudida por magistrados.
Concluído relatório sobre o mensalão
O ministro, Joaquim Barbosa, do STF, concluiu o relatório do mensalão, resumo da investigação sobre o maior escândalo de corrupção do governo Lula, com 122 páginas. O documento foi enviado ontem ao ministro Ricardo Lewandowski, revisor do caso e que vai elaborar seu próprio relatório e voto. A previsão é que o julgamento dos 38 réus ocorra em maio. (O Globo)
- Comentários desativados em Liminar do STF torna mais difícil a punição de juízes
- Tweet This !
Comentários Recentes