Notícias
Chamadas de 1ª página_29.jan.12
O GLOBO – O retrato da falta de fiscalização no Rio
FOLHA DE SP – Polícia na cracolândia é aprovada por 82% em SP
ESTADÃO – Estrangeiro no Brasil envia mais dinheiro para o exterior
C. BRAZILIENSE – Rachado, ninho tucano paulista entra em crise
ESTADO DE MINAS – Desastre no Rio atinge a Copa
JORNAL DO COMMERCIO – Estudantes aproveitam a força da web
ZERO HORA – Em carta, juízes defendem o STF
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Dono admite ter cortado 15cm do piso; corpos resgatados já são 15
Representantes da administração do Edifício Liberdade – um dos três que desabaram no Centro -, da empresa TO Tecnologia Organizacional – dona das salas onde eram realizadas obras irregulares, suspeitas de comprometerem a estrutura do prédio – e o dono de uma empresa chamada para dar um parecer técnico apresentaram versões antagônicas sobre suas responsabilidades. O único ponto em comum entre elas é o fato de que as obras no 9º pavimento começaram sem projeto, sem registro e sem engenheiro responsável. O advogado Beire Simões, que representa o administrador do prédio, acusou o TO de não apresentar os documentos exigidos. O dono da TO, Sérgio Alves, garantiu que as obras começaram com o consentimento do síndico. E revelou ainda que, ao remover banheiros do nono andar, mandou cortar 15cm do piso. Já o engenheiro Paulo Sérgio da Cunha Brasil, dono da Estruturar Projetos e Engenharia, disse que fez apenas um laudo sobre o peso de três sacos de cimento no terceiro andar do prédio. A tragédia já tem 15 mortos, 7 desaparecidos e 6 feridos. (O Globo)
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Chamadas de 1ª página_28.jan.12
O GLOBO – Há máfias em tudo, até no Judiciário, diz desembargador
FOLHA DE SP – Direitos humanos não são urgentes em Cuba, diz Patriota
ESTADÃO – Sudene é próximo alvo da faxina em autarquias
C. BRAZILIENSE – BB troca chefes de 13 diretorias
ESTADO DE MINAS – Dança de cadeiras na diretoria do BB
JORNAL DO COMMERCIO – Bezerra certo de que “o pior já passou”
ZERO HORA – Despesas crescem mais que os investimentos
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Artigo da atualidade no Blog
As “ecobags” nas compras de supermercado
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Defender de modo virtual o meio ambiente é uma coisa, promover ações “politicamente corretas” para fingir oferecer resistência à degradação, é outra… O mais atual e maior exemplo disso foi a proibição das sacolinhas plásticas de supermercado.
Não há porque negar que a maioria dos consumidores apoiou virtualmente a medida, sustentando a preservação ambiental, mas quando foi para a prática do dia-a-dia, a coisa mudou de figura.
Na hora de passar as compras, alguns macaquearam os ativistas norte-americanos, pedindo “ecobags” – sacolas biodegradáveis de amido de milho – para acondicioná-las e, qual a surpresa, elas custariam R$ 0,19 cada uma.
Numa “feira” de não-perecíveis no fim do mês, usa-se de20 a30 sacolinhas, aumentando o custo das compras num cenário de preços já inflacionados, e todos se perguntam por que este valor não é assumido pelo sistema comercial.
Pode ser até que as redes de supermercado gananciosíssimas repassassem o preço para os clientes, mas pareceria mais justo; o que não pode é o povo pagar por uma norma municipal que proíbe o comerciante a distribuir sacolas plásticas, como era usual.
A mudança de hábitos, meio apropriada, meio demagógica, entrou em vigorem São Pauloesta semana, criando confusão nos caixas das lojas. Fregueses buscando adaptar as embalagens de legumes ou procurando caixas de papelão para levar as compras.
O que se constatou é que a sacola biodegradável de amido de milho ao custo de R$ 0,19, encalhou. E os clientes estão certos. Embora a proibição das sacolas plásticas esteja vigorando, não tem força de lei.
Ocorre é que o pensamento de defender a natureza pode prevalecer através da educação, como ocorre na Europa, onde os compradores levam às compras suas bolsas não descartáveis.
Na opinião da Associação dos Supermercados de São Paulo, através do seu presidente, João Galassi, “A adesão foi ótima. É uma mudança de comportamento que o consumidor gostou de fazer”. Opinião que tem a ver com mais uma forma de engordar os lucros, sem distribuir sacolinhas…
Ao contrário da ideologia comercial, Miguel Baiense, diretor executivo da Plastivida, Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, discorda da medida. “Estive em várias lojas e notei muito improviso. A sacola plástica é um direito do consumidor. Colocar alimentos no carrinho ou nessas caixas é falta de higiene.”
Nesse choque do mar com o rochedo quem sofre é o marisco – o consumidor. Em minha opinião poder-se-ia conciliar as coisas. Tudo continuaria como antes, os supermercados distribuindo as sacolinhas – desta vez biodegradáveis, contribuindo para que a indústria se adaptasse e mantivesse os empregos.
Infelizmente não é assim que pensam os políticos imediatistas às vésperas de uma eleição.
Nova tragédia, velhos erros
Obras irregulares podem ter causado desabamento que deixou 4 mortos e 22 desaparecidos
O desabamento de três prédios na Cinelândia – que deixou quatro mortos e 22 desaparecidos, além de seis feridos em mostra que erros e negligência podem estar por trás de mais uma tragédia na cidade. No prédio de 20 andares, que ruiu sobre outros dois, estavam sendo realizadas, sem licença do Crea-RJ, duas obras de grande porte, no 3º e no 9º andares. “Eram obras irregulares, com certeza”, disse o presidente da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes da entidade, Luiz Antonio Cosenza. Além disso, as obras não tinham licença da Secretaria de Urbanismo – obrigatória, conforme o Plano Diretor, quando reformas são realizadas no entorno de bens tombados. O prédio era vizinho do Teatro Municipal, protegido pelo Iphan. A prefeitura alega que a exigência só se aplicaria a obras que afetem a ambiência. Se confirmadas as mortes dos desaparecidos, a catástrofe da Cinelândia vai se equiparar à maior tragédia já provocada por desmoronamentos no Rio – o do Elevado Perimetral, em1971. Apolícia instaurou inquérito para apurar responsabilidades. Uma falha estrutural é, até agora, a principal hipótese para explicar o desmoronamento. Após vistoria no local, o especialista do Crea Antonio Eulálio Pedro afirmou que o desabamento pode ter sido causado pela subtração de uma viga ou de um pilar, pela corrosão da laje da cobertura ou por excesso de peso de entulho de obra. Relatos de sobreviventes reforçam as suspeitas. Um dos quatro operários da obra no 9º andar revelou que, pouco antes de os prédios caírem, ele subia pelo elevador com tijolos e areia. Uma empresária com escritório no 16º andar contou que estranhava quando o elevador parava no 3º pavimento: “Dava para ver que não tinha nenhuma parede nem as pilastras.” (O Globo)
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Chamadas de 1ª página_27.jan.12
O GLOBO – Nova tragédia, velhos erros
FOLHA DE SP – Reforma pode ter derrubado prédios no Rio
ESTADÃO – MP denuncia juízes por venda ilegal de imóvel
C. BRAZILIENSE – Mais R$ 12 milhões desviados no TRT
VALOR ECONÔMICO – Minoritários reclamam da Petrobras
ESTADO DE MINAS – Diretor deixa cargo após denúncias de irregularidade
JORNAL DO COMMERCIO – Dilma manda demitir diretor do Dnocs
ZERO HORA – Planalto exige e cai diretor de órgão de combate à seca
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Rearrumando a casa
As tarefas de Graça na Petrobras
Graça Foster, indicada para a presidência da Petrobras, terá de enfrentar vários desafios para diminuir as desconfianças do mercado financeiro e de acionistas minoritários em relação à empresa. O maior deles é operacional. A Petrobras fechou 2011 com produção média de 2,022 milhões de barris/dia, 4% menor que a meta estabelecida.
É vista com preocupação a queda da produção em campos gigantes da Bacia de Campos, como Roncador, Marlim, Marlim Sul e Marlim Leste, enquanto se acelerou a exploração no pré-sal. Em relatório do Deutsche Bank, os analistas Marcus Sequeira e Luiz Fonseca admitem frustração com as tendências de produção da estatal e afirmam que apesar do pré-sal da Bacia de Santos ser a principal fonte de crescimento da Petrobras nos próximos anos, a Bacia de Campos “permanecerá a província mais importante para a empresa e para o país por um tempo”. (Valor)
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Sete desafios para reformar o capitalismo
Apesar dos esforços bem-sucedidos de estabilização das economias, as pessoas estão mais perto do desespero. Algo parece estar errado com o sistema capitalista. Mas o que precisa ser feito para reformar o sistema?
O capitalismo sempre mudou e essa é, na verdade, a sua genialidade. Os choques de hoje justificam reformas urgentes. Consideremos sete desafios. 1) Os erros cometidos pelo excesso de alavancagem não podem ser repetidos; 2) É preciso criar amortecedores maiores para colapsos nas redes financeiras, principalmente a exigência de mais capital; 3) Atacar os problemas de desigualdade com explícita redistribuição fiscal dos vencedores para os perdedores e para seus filhos; 4) Mudar a governança empresarial – as grandes companhias não têm donos e isso as torna vulneráveis a saques pelo alto escalão. 5) Mudar a tributação para transferir a carga da renda para o consumo e a riqueza. 6) Proteger a política das investidas do mercado e regulamentar o uso do dinheiro nas eleições; 7) Aumentar a governança mundial para adaptá-la ao capitalismo contemporâneo globalizado. (Valor Econômico)
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STF lidera alta de gasto com diárias de viagem no Judiciário
Crescimento dessas despesas do Supremo foi de 41%, na contramão do Executivo
O Supremo Tribunal Federal (STF) aumentou em 41% as despesas com diárias de viagens de ministros e funcionários em 2011. O gasto saltou de R$ 707 mil para pouco mais de R$ 1 milhão em relação a 2010 e foi maior que o promovido por outros órgãos do Judiciário e pelo Ministério Público. No mesmo período, as despesas gerais com viagens da União caíram 35% (R$ 800 milhões). Também houve aumento dos desembolsos com diárias na Justiça Federal, na Justiça Militar e na Justiça do Trabalho, além do Conselho Nacional de Justiça. O Supremo informou que a verba atendeu a pedidos de ministros e servidores em suas atividades de trabalho, além de deslocamento de juízes auxiliares para ouvir testemunhas. Na Justiça Federal e na Justiça do Trabalho, o aumento de gastos em 2011 superou R$ 5 milhões. No Ministério Público da União o crescimento foi maior: R$ 5,2 milhões. (Estadão)
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Rio: Desabamento e morte
Prédio cai sobre outro no Centro e faz 11 vítimas
Dois prédios comerciais desabaram ontem à noite na Avenida Treze de Maio 44 e na Rua Manoel Carvalho 16, uma região de grande movimento no Centro do Rio, próxima a monumentos importantes da cidade, como o Teatro Municipal, a Câmara dos Vereadores e o Museu Nacional de Belas Artes. O número de vítimas ainda não era conhecido até as 22h30m – falava-se em 11, entre mortos e feridos. Segundo fontes da Defesa Civil municipal, pelo menos dois corpos foram encontrados. De acordo com as primeiras informações, teria havido uma explosão no prédio da Treze de Maio, de 18 andares, e os escombros teriam atingido o edifício da Manoel Carvalho, de 11 andares, cobrindo carros, motos e a calçada. Segundo testemunhas, havia um forte cheiro de gás no entorno. “O prédio (o da Treze de Maio) caiu todo, como se tivesse sido implodido. Parecia o World Trade Center”, contou o advogado Luiz Antônio Jean Trajan, que trabalha num escritórioem frente. Edifíciosvizinhos foram evacuados. Bombeiros também ouviram estalos num prédio na Almirante Barroso, ao lado de um dos edifícios que desabou. Ali, pessoas foram resgatadas na cobertura. A Avenida Rio Branco foi interditada, assim como parte da Almirante Barroso, além de quatro estações do metrô. (O Globo)
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