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Indústria freia PIB e governo promete medidas ‘fortes’

Economia cresce apenas 2,7% em 2011; Planalto quer baratear financiamentos do BNDES e corte de juros

O PIB brasileiro cresceu 2,7% em 2011, primeiro ano do governo de Dilma Rousseff, contra 7,5% em 2010, último ano do presidente Lula. O resultado foi puxado pela indústria, que cresceu apenas 1,6%. O governo, que almeja crescimento anual de 5%, acena com medidas para acelerar a economia. Segundo o ministro Guido Mantega(Fazenda), “haverá uma ação mais forte do governo para que o crescimento se realize”. O governo discute baratear financiamentos do BNDES para novos investimentos e um aporte de R$ 30 bilhões para o banco. Além disso, o Planalto avalia que estão dadas as condições para que o Banco Central, na reunião de hoje, acelere o corte de juros. (Estadão)

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Chamadas de 1ª página_7.mar.12

O GLOBO – PMDB cobra verbas e Temer libera alianças

FOLHA DE SP – PIB fraco no 1º ano de Dilma pressiona BC a reduzir juros

ESTADÃO – Gasto público com festas é alvo de investigação

C. BRAZILIENSE – O “pibão” que virou “pibinho”

VALOR ECONÔMICO – Bovespa tem o pior pregão desde outubro

ESTADO DE MINAS – O primeiro PIB a gente não esquece

JORNAL DO COMMERCIO – Brasil cresceu somente 2,7% em 2011

ZERO HORA – Salário menor para mulher pode dar multa

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Nando Reis – Pra você guardei o amor

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Um teste para Dilma

PMDB rebelado ameaça o novo Código Florestal

A rebelião da maioria da bancada do PMDB, que assinou um manifesto com críticas ao PT, e a ofensiva da bancada ruralista ameaçam o governo com nova derrota na votação do Código Florestal, inicialmente prevista para esta semana, na Câmara. Os ruralistas querem voltar a incluir a anistia aos desmatadores, aprovada ano passado pelos deputados e, depois, retirada no Senado. Com medo de perder novamente, o governo se prepara para adiar a votação.

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Comissão da Verdade

Defesa vai reavaliar os arquivos da ditadura

O Ministério da Defesa determinou ontem que as instituições militares reclassifiquem documentos internos, inclusive relacionados à ditadura, para aumentar os dados disponíveis à sociedade. A medida integra a criação do Serviço de Informação ao Cidadão, que estabelece prazo de 20 dias para atendimento aos pedidos. (Págs. 1 e 10)

Mais cinco casos serão reabertos

Por entender que certos crimes são continuados e não são cobertos pela Anistia, a subprocuradora-geral Raquel Dodge vai reabrir cinco casos da ditadura, informa Miriam Leitão em sua coluna. (O Globo)

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Contra ‘tsunami’ de Dilma, Merkel ataca protecionismo

Presidente diz a chanceler alemã que deve adotar medidas cambiais

Mesmo sem fazer referência direta ao Brasil, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, deu ontem uma resposta às críticas da presidente Dilma Rousseff, que acusou os países ricos de estarem provocando um “tsunami monetário” ao injetar elevadas quantias no sistema financeiro. Num discurso diante de Dilma e de uma plateia de empresários, na abertura da maior feira de tecnologia do mundo, a CeBit, em Hannover, Angela Merkel disse: “Nós vamos discutir a crise e as preocupações de cada uma. A presidente (Dilma) falou que está preocupada com um tsunami de liquidez. Do nosso lado, nós estamos olhando onde estão as medidas protecionistas unilaterais”. Dilma teria anunciado para a chanceler que o Brasil será obrigado a tomar medidas (para evitar a entrada excessiva de dólares), porque não pode ficar com buraco nas contas. (O Globo)

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Chamadas de 1ª página_6.mar.12

O GLOBO – PMDB rebelado ameaça o novo Código Florestal

FOLHA DE SP – Merkel rebate Dilma e critica Brasil por ação protecionista

ESTADÃO – Campos manda PSB adiar decisão sobre apoio em SP

C. BRAZILIENSE – Sob pressão, Câmara tenta votar Lei da Copa

VALOR ECONÔMICO – Dilma teme desgastar-se no jogo paulistano

ESTADO DE MINAS – Busca de acordo para o código florestal

JORNAL DO COMMERCIO – Secretário da Fifa se retrata com brasileiros

ZERO HORA – Falta consenso para votar Código Florestal

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Cazuza – Por que a gente é assim?

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Desafio global

China, um pesadelo para a defesa comercial

Deter as importações procedentes da China passou a ser um desafio global e cada vez mais difícil, a julgar pela reunião anual dos chefes de defesa comercial dos 40 principais países da Organização Mundial do Comércio (OMC), na semana passada. O diagnóstico é parecido: produtos chineses criam cada vez mais problemas para as indústrias domésticas, enquanto os instrumentos de proteção tradicionais se revelam insuficientes para lidar com a situação.

Das 68 novas investigações antidumping abertas globalmente no primeiro semestre do ano passado, 21 tinham como alvo produtos chineses. No Brasil, 14 dos 53 novos pedidos de investigação antidumping e 33 das 89 sobretaxas em vigor também se referem a produtos originários da China. (Valor)

BCs dos países ricos gastaram US$ 8,8 tri nos últimos 3 anos

Dinheiro foi injetado no sistema financeiro, o que está dividindo opiniões na comunidade internacional

Os bancos centrais dos países ricos injetaram US$8,8 trilhões em pouco mais de três anos em seus sistemas financeiros, o que provoca fortes críticas de autoridades de nações emergentes e causa uma divisão na comunidade internacional sobre as estratégias para lidar com a crise. No total, o que a presidente Dilma Rousseff chamou na semana passada de “tsunami monetário” já supera em aproximadamente quatro vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Ontem, em uma reunião fechada na Basileia, sede do banco central dos bancos centrais (BIS), e com a orientação a todos os participantes para que não vazem nenhum ponto discutido no encontro, o centro do debate foi mesmo a inundação do mercado com dinheiro barato e a intervenção das autoridades monetárias. (Estadão)

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