ECONOMIA
Nova conquista: reforma tributária
O governo tem em seus quadros excelentes economistas, todos capazes de, com o excesso de arrecadação que haverá no Tesouro, compor um perfeito equilíbrio entre receita e despesa – como o cidadão comum faz na sua casa. Nós provamos, e ninguém nos contestou, que a CPMF não é necessária para que o governo atenda seus compromissos e ainda siga com os projetos sociais e de crescimento do Brasil, como o Bolsa-Família e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A sociedade deve, permanentemente, participar da discussão dos grandes temas de interesse do Brasil. Este episódio da CPMF reforçou a importância da mobilização e da discussão democrática. Vamos olhar para 2008 com otimismo e fé – respeitando o diálogo com independência e liberdade – e pretender novas conquistas, como a reforma tributária.
Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)
Comentários Recentes