PELOS JORNAIS_14.jul.07

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OTIMISMO

“O otimismo tomou conta dos mercados financeiros internacionais e o dólar caiu 1%, para R$ 1,873, seu menor valor desde 17 de outubro de 2000, um novo recorde de baixa. Em 12 meses, a queda se aproxima dos 15%. A Bolsa de Valores de São Paulo também bateu um novo recorde, de alta, após subir 2,23%, para 57.613 pontos. No ano, a valorização da bolsa chega a 29,55%”. (Valor Econômico)

VAIA (I)

“O presidente Lula passou ontem por um dos maiores constrangimentos de seu governo. Foi vaiado seis vezes na abertura dos Jogos Pan-Americanos no Rio. Aborrecido, não cantou em voz alta o Hino Nacional interpretado à capela pela cantora Elza Soares. Ficou o tempo todo de cara fechada e, no final, ainda quebrou o protocolo ao se esquivar de abrir os jogos oficialmente. As 75 mil pessoas que lotaram o Maracanã para assistir à festa foram brindados com um magnífico espetáculo de fogos, carnaval, música e folclore. Ex-corredor, o brasiliense Joaquim Cruz protagonizou um dos momentos mais emocionantes da cerimônia: coube a ele a missão de acender a pira olímpica”. (Correio Braziliense)

FREIO

“O Brasil não pode crescer mais de 5% ou 6% ao ano, na avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, sob o risco de enfrentar problemas nas áreas de infra-estrutura, em especial de energia. “Vamos garantir a oferta de energia para o País crescer 5% ao ano. Não vamos passar pelo que acontece na Argentina”, disse ele ontem em audiência pública na Câmara dos Deputados. “O Brasil poderia crescer 7%, mas é melhor que seja gradual, para não ter pontos de estrangulamento”. (Gazeta Mercantil)

CORRUPÇÃO

“O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, garante que os controles da companhia já são bastante auditados e que “a maioria dos procedimentos (de licitação) da Petrobras está absolutamente correta”. Em entrevista ao Globo sobre os desdobramentos da Operação Águas Profundas, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, Gabrielli acrescentou que “desvios são a exceção, não a regra”.

VAIA (II)

“Em cerimônia marcada pela emoção e beleza, cujo ponto alto foi o Hino Nacional cantado por Elza Soares acompanhada dos 90 mil presentes, os Jogos Pan-Americanos do Rio foram abertos ontem com um improviso: após ser vaiado cinco vezes pelo público, numa das maiores vaias da história do Maracanã, o presidente Lula deixou de fazer a leitura oficial da abertura dos Jogos, tradicionalmente a cargo do presidente do país-sede. Sua alta popularidade no país não resistiu à máxima do escritor Nelson Rodrigues: “O Maracanã vaia até minuto de silêncio”, ele dizia. Marta Suplicy e as delegações de EUA e Argentina também foram vaiadas. Com uma organização impecável, o estádio não tinha flanelinhas, ambulantes ou estacionamento ilegal. E tudo terminou em samba, na voz de Daniela Mercury cantando “Aquarela do Brasil”. (O Globo)

VAIA (III)

“Depois de ter sido ovacionado pelos atletas durante visita à Vila do Pan, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi vaiado no estádio quando teve seu nome anunciado pelo sistema de som. Um microfone estava preparado para que Lula declarasse os jogos abertos – mas, diante do clima hostil, a idéia acabou sendo abandonada. A delegação dos Estados Unidos desfilou sob vaias. Para acender a pira pan-americana, a tocha entrou no Maracanã, a tocha entrou no Maracanã conduzida pelo iatista Torben Grael, passou pelas mãos de jogadores de vôlei e de basquete até chegar a Joaquim Cruz, estrela do atletismo”. (Estadão)

(VAIA IV)

“Vaiado seis vezes na cerimônia de abertura do Pan-Americano do Rio, ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fez a declaração habitual de abertura, como exigia o protocolo esportivo, tendo sido substituído no último momento pelo presidente do comitê organizador, Carlos Arthur Nuzman. Segundo a Presidência da República e o comitê organizador dos Jogos cariocas, “houve um desentendimento” entre suas equipes responsáveis pelo cerimonial da abertura do Pan”. (Folha de São Paulo)

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