Depois de Evo, chega Nicanor Duarte

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“A indústria condena a medida porque ela é nociva à produção nacional; técnicos da Receita Federal temem seus efeitos; juristas e tributaristas a consideram, no mínimo, a legalização do contrabando; mas nada disso comove o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nessa questão, ele só teve ouvidos para as queixas do presidente paraguaio, Nicanor Duarte Frutos, que reclamava da ação do Fisco brasileiro de combate ao contrabando de produtos do Paraguai adquiridos em Ciudad del Este e que entram no Brasil por Foz do Iguaçu”.

O Estadão, editorial

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