PELA IMPRENSA
“São de Brasília 3 dos 5 senadores da República que até hoje deixaram o Congresso acusados de corrupção. Luiz Estevão foi cassado em 2000 sob suspeita de ter desviado recursos do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo e de ter mentido ao Senado. Em 2001, José Roberto Arruda fez um discurso choroso, jurando em nome de seus filhos, que não havia participado da violação do painel de votação secreta do Senado. Mentiu”.
Fernando Rodrigues, jornalista e blogueiro
“Mesmo que Lula não apareça, chova ou faça sol, Congonhas mantém reservadas duas posições (espaço no pátio) à espera do Air Force 51.
No espaço vago, reservado 24 h ao Air Force 51 em Congonhas, poderia operar até 30 aviões por dia. Mas ninguém ousa sugerir. Morrem de medo”.
Cláudio Humberto, jornalista e blogueiro
“Se faltasse motivo para punir o presidente do Senado, Renan Calheiros, ele próprio o forneceu, na forma de excesso de falta de decoro. Essa é a única qualificação publicável para a sua teoria da conspiração da mídia para “vingar-se de Lula”, derrubando o próprio Calheiros. Ridículo, grotesco e caricato, como dizia há meio século um velho cronista esportivo”.
Clóvis Rossi, jornalista
“Era só o que faltava: a greve dos funcionários da Infraero em Guarulhos a partir de quarta. Agora é que a coisa vai ficar boa. E é assim que, tal como os escândalos de corrupção, os lances da crise aérea vão se sobrepondo numa velocidade e numa complexidade tais que o que era importante ontem não é mais hoje e será esquecido amanhã”.
Eliane Catanhede, jornalista
“Os atuais problemas nos aeroportos brasileiros são sinais claros de que a economia não está prosperando. O crescimento econômico sustentável não vai ocorrer enquanto houver setores importantes sem marco regulatório estável e bem definido e sem regras claras para a utilização e investimento nas infra-estruturas. Ao contrário de um atestado de que a economia brasileira vai bem, os problemas do setor aéreo apontam as razões de nossa economia não conseguir alçar um vôo com trajetória ininterrupta de crescimento e prosperidade – e sem atrasos”.
Alessandro Oliveira, coordenador do Núcleo de Estudos em Competição e Regulação do Transporte Aéreo
“No Brasil , as autoridades que ocupam posições elevadas no âmbito dos três Poderes têm direito ao assim denominado “foro privilegiado”. Isso significa que não são processadas criminalmente como os demais cidadãos, ou seja, por meio de uma ação criminal na primeira instância e com direito a recursos para as instâncias superiores”.
Sérgio Fernando Moro, mestre e doutor em direito pela UFPR
Comentários Recentes