TOME NOTA:
1 – Vaiado em uma solenidade em Campos, o governador Sérgio Cabral reagiu pedindo que a platéia respondesse com um coro de apupos. Ao seu lado, o presidente Lula acusou os manifestantes, que usavam narizes vermelhos, de “ofenderem a classe dos palhaços”.
2 – Na acareação entre o ex-presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, e a diretora da Anac, Denise Abreu, ele não confirmou à CPI do Apagão a acusação de favorecimento, feita a Denise. Mas ela assumiu ter viajado 35 vezes por conta das empresas que fiscaliza.
3 – Mantega e Lula voltam a dizer que o país resistirá à crise. Mas uma dúvida atormenta o governo: o impacto que a bolha imobiliária dos EUA terá na China, e seus reflexos para as exportações brasileiras.
4 – Além da proposta de efetivar 310 mil servidores, a Câmara votará emenda que recria vagas de vereador cortadas pelo TSE. O número de novas vagas está entre 5 mil e 8 mil, com base nos cálculos populacionais feitos pelo IBGE.
5 – Um dia após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar que o Brasil não seria afetado pela crise financeira mundial originada nos Estados Unidos, 316 empresas listadas na Bolsa de Valores registraram perdas no seu valor de mercado de US$ 273,6 bilhões, segundo levantamento feito pela consultoria Economática.
6 – Após ouvir o depoimento do empresário João Lyra em Maceió, o corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), está convencido de que Renan Calheiros utilizou laranjas para adquirir rádios e jornal local. “Os elementos são fortes”, disse. Alagoanos trocam acusações por meio de cartas.
7 – Num acordo para fugir de processo judicial, o brigadeiro José Carlos Pereira negou na CPI do Apagão as acusações a Denise Abreu. Pereira dissera que a diretora da Anac tentou transferir serviços para Ribeirão Preto, beneficiando um amigo dela.
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