PELOS JORNAIS_16.ag.07

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Governo explora a crise para manter a CPMF

– A aprovação, pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, da proposta de prorrogação da CPMF mostra que a batalha política pelos R$ 39 bilhões anuais de arrecadação entra na segunda fase. O governo agora cola a instabilidade das bolsas de valores em todo o mundo aos argumentos para impedir a partilha ou o fim do tributo. Para o Planalto, mantê-lo até 2011 é essencial para proteger o país das crises, mas a oposição e os empresários consideram a carga tributária excessiva e prometem manter pressão. (Jornal do Brasil)

Bolsa cai mais 3,19%; dólar passa de R$ 2

– A turbulência global levou o mercado financeiro no Brasil a romper barreiras não ameaçadas havia três meses. O dólar teve expressiva valorização, de 2,27%, e chegou a R$ 2,03, sua maior cotação desde 4 de maio. A Bovespa recuou 3,19% e fechou em 49.285 pontos, o menor patamar desde 30 de abril. (Folha de São Paulo)

Dólar vai a R$ 2,03 e Lula diz que crise não afeta o Brasil

– Em mais um dia de pesadas perdas no mercado internacional, o dólar subiu ontem 2,32%, para R$ 2,031, e a Bolsa de Valores de São Paulo caiu pelo quinto pregão seguido – desta vez, 3,19%. Com a desvalorização, os ganhos da Bolsa paulista em 2007 recuaram para 10,82%. As bolsas de Nova York e Londres, entre outras, também caíram. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que não vê possibilidade de uma crise no País em decorrência das turbulências financeiras. “Isso é problema dos Estados Unidos e dos bancos americanos. Eu não estou preocupado com isso”, afirmou. “Quem tem um colchão de US$ 160 bilhões (total das reservas do País) não tem com que se preocupar.” (O Estado de São Paulo)

Bolsa cai mais e o dólar rompe barreira dos R$ 2

– A turbulência nos mercados financeiros fez com que, pela primeira vez em três meses, desde 14 de maio, a moeda americana fechasse acima de R$ 2. A alta foi de 2,27% num dia em que não houve intervenção do Banco Central. Desde 23 de julho, quando se agravou a crise no mercado imobiliário dos EUA, a alta do dólar já é de 10,21%. A Bolsa de São Paulo caiu 3,19%, encerrando abaixo dos 50 mil pontos, no menor nível desde abril. Segundo analistas, fundos de investimento estrangeiros venderam ações e compraram dólares para honrar pedidos de saques de clientes no mercado americano. (O Globo)

Perda da Bolsa soma 15% em três semanas

– Os mercados financeiros amargaram ontem outras perdas pesadas com o aumento do temor de que a crise imobiliária dos EUA terá reflexos na oferta global de crédito. Analistas que vinham enxergando o nervosismo como passageiro começam a ver um movimento de correção mais prolongado dos mercados. O Brasil acompanhou o nervosismo e o principal índice da Bovespa caiu 3,119%, emendando a quina queda consecutiva. Depois de sucessivos recordes no ano, o Ibovespa ficou abaixo de 50 mil pontos pela primeira vez desde o início de maio e soma um tombo de 15% desde o início da crise, no fim de julho. O dólar comercial superou R$ 2 pela primeira vez em três meses. (Gazeta Mercantil)

Tensão no mercado faz dólar passar dos R$ 2

– Bolsas despencam diante de rumores sobre onda de saques em fundos nos EUA e Europa e da suspensão de retiradas em aplicações na Austrália e Japão. No Brasil, Bovespa caiu 3,19% e moeda americana fechou em R$ 2,03. Segundo Lula, o país resistirá à crise. (Correio Braziliense)

Tesouro se protege na crise com R$ 281 bilhões em caixa

– Com R$ 281 bilhões em caixa – um colchão de liquidez para se ausentar do mercado por até quatro meses, se necessário – e credor em dólar, o Tesouro Nacional acompanha a turbulência externa em situação mais confortável do que no passado. Enquanto nas crises dos anos 90 (Ásia e Rússia) e de 2002 o Tesouro era devedor, hoje ele é credor em moeda americana, ativo que se valoriza com as tensões externas. Um teste de stress feito por técnicos da Fazenda mostrou que para cada 1% de desvalorização cambial, a dívida líquida cai 0,09 ponto percentual. Ou seja, cerca de R$ 2,5 bilhões. Desde o dia 26 de julho, a desvalorização cambial acumulada é de 8,8%. (Valor Econômico)

MG lidera exploração infantil nas estradas

– Ficam em Minas as rodovias federais com o maior número de pontos suspeitos de exploração sexual de crianças e adolescentes, o que faz do estado o mais vulnerável em todo o país. Estudo financiado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que existiam, em 2007, nas estradas em território mineiro, pelo menos 290 postos de combustíveis, boates, bares, restaurantes e outros estabelecimentos que favorecem a prostituição infantil. No Brasil, são 1.819 locais de risco, com aumento expressivo em relação à pesquisa de 2006, quando eram 1.222. Em comparação com 2005, é ainda mais assustador. Na época, é ainda mais assustador. Na época, eram apenas 844 pontos. (Estado de Minas)

“Viagra” paraguaio invade o interior

– Agentes do Núcleo Anti-Pirataria investigam rede criminosa que abastece farmácias com o Pramil, similar paraguaio do Viagra, proibido no Brasil desde 2002. Comerciantes responderão inquérito. Remédio pode causar ataque cardíaco. (Jornal do Commercio)

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