PELOS JORNAIS DE HOJE
Resenha 5.ag.07
Fim da era dos batalhões
– Para tentar diminuir os índices de criminalidade, a Polícia Militar vai dividir os 35 batalhões do Estado em unidades menores. Até dezembro de 2008, cada delegacia terá pelos menos um módulo da PM dentro da sua circunscrição, o que deverá fazer com que o policial fique mais perto do cidadão. Atualmente, um batalhão abrange a área de até seis delegacias. O projeto já saiu do papel: há sete meses o Módulo Operacional das Vias Expressas (Move) tem sob tutela a Linha Vermelha, o Aterro do Flamengo e a Perimetral. Durante o Pan, o governo testou o esquema e implementou 13 módulos temporários. A mudança nos batalhões é a primeira de uma série que o governador Sérgio Cabral planeja. Ao longo da semana, o JB vai antecipar com exclusividade os rumos da segurança no Estado. (Jornal do Brasil)
Crise aérea e acidente não afetam aprovação a Lula
– Avaliação do presidente continua ótima ou boa para 48% dos brasileiros *** O maior acidente aéreo do país e a crise na aviação que se estende há mais de dez meses não afetaram a popularidade do presidente Lula (Folha de São Paulo)
Só 11% das estradas do País são asfaltadas
– Índice de pavimentação da malha rodoviária é inferior ao do Suriname (O Estado de São Paulo)
Governo criará mais quatro bolsas para combater tráfico
– Auxílio para 3,5 milhões de pessoas beneficiará até ex-reservistas e mães *** Para reforçar as ações de prevenção e combate ao tráfico, o governo federal vai distribuir 650 mil bolsas para policiais, ex-reservistas, jovens em situação de risco e até mães que exerçam liderança em regiões com altos índices de violência, os chamados territórios conflagrados. Com valores entre R$ 100 e R$ 300, as novas bolsas integram o Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania, o PAC da segurança que será lançado pelo presidente Lula até o fim deste mês. Segundo os cálculos do governo, o universo dos beneficiados chegará a 3,5 milhões de pessoas, incluindo parentes. O volume total de recursos destinados ao programa é de R$ 6,7 bilhões. (O Globo)
Déficit do petróleo aumenta 33% no ano
– A conquista da auto-suficiência em petróleo, comemorada pela Petrobras em abril de 2006, continua sem respaldo na balança comercial brasileira do setor, que fechou os primeiros sete meses deste ano com déficit de US$ 2,21 bilhões. O valor corresponde à diferença entre exportações de óleo bruto de US$ 4,192 bilhões e importações de US$ 6,402 bilhões. Os dados do período de janeiro a julho são oficiais – foram levantados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) – e divulgados com exclusividade por este jornal. Em relação ao saldo negativo em igual período do ano passado de US$ 1,655 bilhão, o déficit registrou um forte acréscimo de 33,5%. “A auto-suficiência sempre foi volumétrica, nunca monetária”, afirma Rafael Schechtman, diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE). (Gazeta Mercantil)
O mal que fazem os remédios para emagrecer
– Taquicardia, boca seca, ansiedade, insônia, depressão… Médicos alertam para abusos e explicam por que tomar medicamentos para perder peso pode causar mais danos do que trazer benefícios à saúde. Renata Nascimento passou pelo drama. Ela conta que se sentia dopada, tinha taquicardia, vertigens e perdeu cabelo. “Fiquei desnutrida, anêmica e parei de produzir leite”, lembra. “Decidi, então, suspender a medicação”. No Brasil, de cada mil habitantes, 13 recorrem a inibidores de apetite. È o país onde mais se consome esse tipo de droga. (Correio Braziliense)
Sócios fazem nova ofensiva para reestruturar Telemar
– Uma vez mais, GP Investimentos, Andrade Gutierrez e La Fonte, os controladores da Telemar, tentam reestruturar a companhia. E, novamente, há muitas dúvidas sobre o sucesso da operação. Ontem, foi anunciada a elevação de R$ 35,09 para R$ 45 na oferta de compra dos papéis preferenciais da Tele Norte Leste Participações. Além disso, no lugar de um leilão com possibilidade de aumento das cotações, a idéia agora é de uma oferta a preço fixo. O grupo controlador informou que a compra a R$ 45 está condicionada à contratação do financiamento com cinco bancos. As negociações com ABN AMRO, Citi, JPMorgan, UBS e Banco do Brasil foram reabertas e enfrentam obstáculos na compatibilização de projeções do fluxo da caixa da empresa com o tamanho do empréstimo. A cifra a ser desembolsada aumentou de R$ 8,9 bilhões para R$ 11,5 bilhões, considerando a compra da totalidade dos papéis em circulação. (Valor Econômico)
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