Paulinho da viola – Não sou eu quem me carrega – Acústico MTV
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Um dos mais requintados compositores de samba em atividade, letrista e instrumentista aclamado, é filho do violonista e chorão César Faria, do conjunto Época de Ouro. Cresceu no Rio de Janeiro ouvindo em casa canjas de músicos como Pixinguinha e Jacob do Bandolim, e logo aprendeu a tocar violão e cavaquinho.
Passou a freqüentar blocos carnavalescos e em 1962 compôs seu primeiro samba, “Pode Ser Ilusão”. No ano seguinte travou conhecimento com os sambistas da Portela, e com seu samba “Recado”, em parceria com Casquinha, passou a ser integrante da ala de compositores da escola. Em seguida conheceu Cartola, Zé Kéti e os sambistas da Mangueira, tornando-se freqüentador do bar Zicartola nos anos 60.
Por intermédio de Hermínio Bello de Carvalho participou do espetáculo “Rosa de Ouro”, que depois virou disco, e ainda no ano de 1965 gravou, como membro do conjunto A Voz de Morro, os LPs “Roda de Samba” vol. 1, 2 e 3. A partir daí começou a se notabilizar também como cantor, com seu timbre suave e voz doce.
Em 2003, Paulinho lança “Meu tempo é hoje”, a trilha sonora de do aplaudidíssimo documentário dirigido por Izabel Jaguaribe, que leva o mesmo título e conta um pouco do cotidiano e dessa grande personalidade da música brasileira. No filme a peculiar e discreta rotina do músico e seus hábitos e costumes desconhecidos do grande público mostrados de perto, assim como encontros musicais inesquecíveis com Marina Lima, Elton Medeiros, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela.
Fonte: Clique music
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