ECONOMIA
De julho a setembro, a economia brasileira cresceu num ritmo acelerado, em todos os setores, e acima do que previam os analistas. O investimento das empresas e o consumo das famílias foram decisivos para impulsionar a expansão de 5,7% do Produto Interno Bruto (soma de bens e serviços produzidos pelo país) no terceiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado. Desde 2004, a economia não registrava crescimento tão forte. Em relação ao segundo trimestre, o PIB aumentou 1,7%.
Com as taxas divulgadas ontem pelo IBGE, bancos e consultorias já apostam em expansão entre 5,1% e 5,5% para o fechamento do ano. Apesar dos bons resultados, a alta dos preços de alimentos e a inadimplência preocupam os especialistas. Levantamento da Austin Rating mostra ainda que a expansão da economia no Brasil é forte, mas perde para China, Índia, Rússia e Venezuela.
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