Arquivo do mês: setembro 2008
Rita toca na gracinha de Hebe
Sem notícias de seus instrumentos roubados em agosto, após um show em Curitiba, Rita Lee vai, aos poucos, repondo os equipamentos. Entre compras e empréstimos, a cantora ganhou uma contribuição inesperada.
Recebeu de presente uma guitarra da apresentadora Hebe Camargo, que foi prontamente batizada de Gracinha.
O instrumento, estreado no fim de semana passado, quando Rita fez shows em Cascavel e Foz do Iguaçu, volta a São Paulo amanhã, para a apresentação da cantora no HSBC Brasil.
Fonte: Mônica Bergamo/F. São Paulo
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Bolívia: Oposição pede revisão da Constituição para fechar acordo
Após a retomada das negociações entre oposição e governo, na Bolívia, os oposicionistas condicionaram um acordo de paz com mudanças na nova Constituição, aprovada ano passado por Evo Morales. De acordo com informações da BBC Brasil, o senador do principal partido de oposição na Bolívia (Podemos), Walter Guiteras, afirmou que o governo quer discutir “apenas o capítulo das autonomias e a oposição quer rever outros nove pontos que consideram essenciais”.
A nova constituição ainda precisa ser analisada pelo Senado boliviano, só depois de a proposta ser aprovada pelos parlamentares é que o referendo poderá ser feito, para que, então, a população possa analisar o novo texto constitucional.
Evo Morales declarou esta semana que o Congresso boliviano tem até o dia 15 de outubro para a aprovação e para convocar o referendo.
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História – há 52 anos…
25/09: 1956 – Orfeu da Conceição, o início da parceria Tom e Vinicius
“… um dos problemas mais sérios que me coube resolver foi a escolha do músico. Numa conversa com meus amigos Lucio Rangel e Haroldo Barbosa foi-me ponderado o nome do jovem maestro e compositor Antonio Carlos Jobim. Achei a idéia excelente e pus-me imediatamente em contacto com Tom, como é popularmente conhecido, resultando daí não apenas uma parceria, mas uma amizade que hoje sinto de grande importância para nós ambos…
… Confesso que a excelência do trabalho que me foi sendo pouco a pouco apresentado pelo compositor, excedeu tôdas as minhas expectativas. Os sambas criados especialmente para a peça, de parceria nossa, constituiram sem dúvida a parte mais agradável do nosso trabalho…” Vinícius de Moraes, sobre a escolha de Tom Jobim como músico de Orfeu da Conceição.
A bilheteria da primeira encenação de “Orfeu da Conceição” no Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi em benefício da Associação Brasileira Beneficente de reabilitação, a ABBR. Contudo, um feito maior celebrou aquele dia 25 de setembro. Vinicius já era diplomata. Tom tinha 29 anos.
Era a estréia de uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira, reunindo o talento de um jovem músico ao de um poeta consagrado. Nesse primeiro trabalho, Tom musicou sambas de autoria de Vinicius, entre eles “Lamento no Morro” e “Se Todos Fossem Iguais a Você”.
Para saber mais sobre a obra, leia aqui!
Em 1958, com o alvorecer da Bossa Nova, Tom e Vinicius mantiveram a maestria musical, tornando-se dois dos principais nomes do movimento com obras como “Chega de Saudade”. O sucesso de maior repercussão chegou em 1962: “Garota de Ipanema”. E outros clássicos marcaram a parceria musical e de amizade como “O samba do Avião”, “A Felicidade”, “Água de Beber”, “Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Insensatez”‘.
A última obra em parceria foi “Cidadão da Gávea”, feita pouco antes da morte de Vinicius em 09 de Julho de 1980.
Fonte: CPDOC/JB
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Crise americana – Míriam Leitão comenta
Negociações andam bem; questão é quando terminam
Em Washington todo mundo está falando que há uma boa chance de que até a reunião na Casa Branca o Congresso tenha conseguido chegar a um acordo sobre o pacote. Mas há questões que ainda dificultam o fechamento.
A principal delas é liberar os US$ 700 bilhões de uma vez ou não. O dinheiro ficaria todo liberado, mas só seria gasto em parcelas. A apropriação do ponto de vista do gasto seria paulatina. Parece que a idéia é alinhavar, para o grupo na Casa Branca costurar e dar o acabamento final do pacote.
Mas há problemas. O anúncio de McCain de que estava interrompendo a campanha para liderar o fechamento do acordo provocou mais tensão entre os partidos. Os republicanos aproveitaram para dizer que era demonstração inequívoca de liderança.
Os democratas de que não passava de um factóide. A atitude de McCain azedou um pouco as conversas. Mas a disposição ainda é de aprovar uma operação de resgate em “até uma semana”.
Essa frase coloca o ponto final do problema um pouco mais adiante do cronograma inicial. E isso mexe com as expectativas do mercado. Se o acordo básico for fechado na reunião da Casa Branca, ou até o final desta sexta-feira, ele entraria em detalhamento no começo da semana que vem e poderia ser votado na quarta e quinta-feira.
Outro ponto delicado é que se na reunião da Casa Branca, o presidente Bush trabalhar para alavancar o candidato republicano, a acordo pode melar. Ele tem que realmente ficar embuido de uma proposta sem partidarismo, o que em se tratando de Bush é dificil.
As bolsas estão positivas na Europa e no EUA, porque o mercado está apostando em um acordo rápido. Mas o resultado final pode frustrar os otimistas.
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Artigo para o JORNAL DE NATAL. Nas bancas
Sobre a demarcação de reservas indígenas
MIRANDA SÁ, jornalista
E-mail: mirandasa@uol.com.br
O assunto da demarcação das reservas indígenas decantou à espera do pronunciamento do Supremo Tribunal Federal nessa questão que põe de um lado as Ongs estrangeiras e, de outro, os defensores da unidade territorial e soberania brasileira.
Não há motivo para se esperar os ministros do STF decidirem sozinhos o caso, como os deuses do Olimpo. Conforme a Odisséa, àqueles se intrometiam na vida dos mortais com suas paixões, interesses e rabugices.
A ação mitológica dos comedores nacionais de ambrosia manifestou-se no primeiro voto do plenário da Alta Corte de Justiça, dado pelo ministro-relator, Carlos Ayres Britto. Revelou-se a adoção de S. Excelência do partido que defende a demarcação contínua do território da Raposa Serra do Sol.
“Demarcação contínua e extrusão” como quer o deputado federal do PC do B, Aldo Rebelo, acrescentando ao reconhecimento da reserva a expressão “extrusão”, pois implica na expulsão dos não-índios das terras que ocupam atualmente. Vê Rebelo nesta política a negação da clarividente filosofia do Marechal Rondon adotada pelos sociólogos Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro, gênios da raça.
A defesa da miscigenação étnica defendida por Rondon e os indigenistas honestos, reconhece o acasalamento de índios com brancos, negros e caboclos, como a exaltação da nacionalidade brasileira, uma consequência da formação histórica do país. A interiorização matou a civilização de caranguejos – condenada já no século 17 pelo frei Vicente do Salvador.
Na minha opinião, a interpretação do ministro Ayres Britto é equivocada e, de certa maneira, suspeita de sectarismo ideológico. O processo de votação, interrompido pelo pedido de vistas do ministro Carlos Alberto Direito, adiou a decisão do STF, e deixou a dúvida sobre o julgamento. Será que o primeiro voto reflete a definição favorável do colegiado?
Tento refletir o pensamento dos patriotas brasileiros de resistência à entrega de enormes extensões territoriais a uns poucos índios influenciados por quimeras religiosas, cobiça estrangeira ou aventureirismo, sem levar em conta o resguardo dos interesses nacionais.
Acuso uma pequena fração da nossa diplomacia que assinou o lesivo tratado dos Direitos dos Povos Indígenas na ONU. Estes agentes políticos não obedeceram à tradição do Itamaraty nem as lições deixadas pelo barão do Rio Branco. Pelo contrário, entraram em conflito com a formação do povo brasileiro.
Essa meia dúzia de diplomatas errou e persiste no erro, sobrepondo-se à Constituição e desprezando o equilíbrio republicano dos três poderes ao menosprezar o Congresso Nacional. Como os parlamentares reagem a essa provocação?
No Senado, sabemos, há uma força acima dos partidos, contrária a demarcação das terras contínuas e extrusão. Defendem os senadores, principalmente os nortistas, o fortalecimento dos limites territoriais no espírito da doutrina do Estado Maior do Exército Brasileiro.
Por esta razão, trago aos meus leitores a posição favorável aos índios, sim, com direito às reservas, mas nunca em faixas fronteiriças ou desproporcionais em extensão às populações tribais. Somos contrários à influência das Ongs estrangeiras, às intromissões de mineradores e madeireiros, e ao proselitismo de grupos religiosos.
Enfim, consideramos inaceitável a criação de gigantescas faixas territoriais fronteiriças (uma área de aproximadamente 12 milhões de hectares) em nome de um humanismo hipócrita ou interesses ocultos, que certamente favorecerão a exploração do rico sub-solo e ameaçarão a autoridade governamental.
O Estado Brasileiro não pode ficar à mercê de instituições religiosas e Ongs estrangeiras. Com a Reserva Raposa Serra do Sol, atearemos fogo ao pavio que estenderá uma falsa política indigenista ao Acre, Roraima, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. E vai explodir quando?
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Comentário (I)
Pesquisa Sensus
Pesquisa informa que 44% dos eleitores votariam em candidatos apoiados por Lula, mesmo após mensalões, aloprados, dossiês e denúncias da Polícia Federal, jornais, TVs, etc, de pessoas ligadas ao Planalto. Não importam a competência e os méritos ou deméritos dos candidatos; o que importa é indicação com finalidade somente política – no mau sentido – do seu “Padim”.
Mário Alves Dente (dente28@gmail.com)
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FRASE DA VEZ_1/25
“Conflitos de interesse permeiam a economia e reclamam a mediação das instituições públicas. O Estado deve ser forte na regulação para que possa ser fraco na intervenção”.
Everardo Maciel, tributarista
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NOTICIÁRIO
PE: Tempo quente no guia eleitoral
Oposição usou TV para massificar a cassação de João Costa, que se valeu do espaço para se defender. Presidente do TRE não acredita que o recurso do petista seja julgado antes das eleições.
Governo fala em limitar compra de terras por estrangeiros
O governo pretende restringir a compra de terras por estrangeiros. A limitação atingiria tanto pessoas físicas quanto empresas brasileiras cuja maior parte do capital seja controlada por investidores externos. A venda de terras da Amazônia, o projeto de biocombustíveis e a crise dos alimentos são os argumentos para a medida.
BC garante dinheiro para o consignado e o leasing
Medidas vão injetar R$ 13,2 bilhões na economia, para evitar a escassez de crédito e ajudar empresas e bancos – principalmente os de médio porte – a obter recursos. Ontem, a Bovespa reagiu e fechou em alta de 0,5%.
Petrobras cresce na Colômbia
A Petrobras anunciou que abrirá novo poço de petróleo em águas profundas na Colômbia .“É uma área que começou a ser explorada em 2007”, disse o presidente da empresa no país, Abilio Paulo Pinheiro Ramos.
Prudência com o futuro
No primeiro semestre, os fundos de previdência privada tiveram captação recorde de R$ 15,3 bilhões, alta de 23,3% em relação a igual período de 2007. Mas a queda das ações com a crise financeira tornou as aplicações mais conservadoras.
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VERSÃO BRASILEIRA
Sócios da Odebrecht rechaçaram acordo
A Construtora Noberto Odebrecht atribui sua expulsão do Equador ao fato de não ter convencido suas sócias na construção da usina San Francisco, Alstom e Va Tech, a assinar o acordo imposto pelo governo de Rafael Correa. Segundo empresa, o governo recusou-se a aceitar que entendimentos sobre a reparação da usina e ressarcimentos por conta da paralisação da geração de energia fossem feitos apenas pela Odebrecht, líder do consórcio que fez a obra.
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