Arquivo do mês: abril 2008

O ESTADO DE SÃO PAULO – Senado deve instalar nova

CPI dos Cartões



GAZETA MERCANTIL – Agenda econômica iniciada

em 1989 continua igual, diz Collor



CORREIO BRAZILIENSE – Dossiê: Casa Civil já admite

acionar PF

TRIBUNA DA IMPRENSA – Governo discute se PF vai

investigar dossiê

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – PEC do 3º mandato é

reapresentada amanhã

ZERO HORA – A avaliação da gestão de Lula, Yeda

e Fogaça

FOLHA DE SÃO PAULO – PF quer investigar vazamento

do dossiê

O GLOBO – Dilma agora aciona PF só para apurar vazamento



VALOR ECONÔMICO – Oposição européia ameaça

projeto brasileiro do etanol



JORNAL DO BRASIL – PF investigará vazamento do

Dossiê FHC

A TARDE – Vitória sai na frente na fase final do Baianão

ESTADO DE MINAS – Dinheiro de fundações escapa

da fiscalização

POESIA

POEMA DA MENTE DEFICIENTE

É um presidente que mente,
Mente de corpo e alma,
completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sincera/mente,

Mais que mente, sobretudo, impune/mente…
Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora
Vai nos enganar eterna/mente.

Affonso Romano de Santanna

Affonso Romano de Sant’ Anna (Belo Horizonte MG, 1937) formou-se bacharel em Letras Neolatinas na Faculdade de Filosofia da UFMG, em 1962. Em 1964, tornou-se doutor em Literatura Brasileira pela UFMG, com tese sobre Carlos Drummond de Andrade. No ano seguinte seria publicado seu primeiro livro de poesia, Canto e Palavra.

A poesia de Affonso Romano de Sant’Anna, de tendência contemporânea, é influenciada pela obra de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Mário de Andrade.

Para o crítico Donaldo Schuller, “a palavra, por construir, por reunir, por contestar, tem nos versos de Affonso ressonância helênica, traço de união entre corpos, entre o corpo e o universo.”.

Saudosismo – Gal Costa

 

charge do Edra

Fonte: chargeonline.com.br/Edra

Comentário (I)

Arquivo X

A popularidade de Lula parece coisa de ficção científica. Toda vez que ele se vê envolvido num escândalo, materializa-se uma pesquisa indicando recordes de aprovação popular. Se você, depois de tanto escândalo e tanta pesquisa, nunca foi abduzido por um desses pesquisadores, junte-se a nós da Anaexpe (Associação Nacional dos Excluídos da Pesquisa) e participe das vigílias que realizamos para tentar avistar esses seres que medem a popularidade do presidente, na busca incessante por uma pesquisa imediata de terceiro grau, porque eu, você e o agente Mulder ainda cremos que a verdade está lá fora.

Stanislaw Cordeiro (ratles2@hotmail.com)

PANDEMÔNIO

Imagine o pandemônio na Casa Civil com o dossiê que o governo apelida de “banco de dados”, mas foi iniciado no meio do escândalo da tapioca, sobre o período específico do segundo mandato de FHC, destacando as contas -sigilosas, diga-se de passagem- do ex-presidente e de sua mulher e, finalmente, seguindo uma lógica nada convencional para relatórios oficiais e burocráticos.

O pandemônio não é porque “aloprados” fizeram o dossiê dentro da Presidência da República, mas porque um “clandestino”, como disse Lula, vazou o seu conteúdo para a imprensa. A ira não é contra quem errou, mas contra quem condenou e divulgou esse erro.

Dá para imaginar a ministra Dilma Rousseff, com seu decantado mau humor e sua mania de gritar com subordinados e até com ministros e presidentes de estatais, olhando para um, para outro, para um terceiro, cheia de suspeitas, ou de rancor? E um apontando o outro na mesa ao lado?

Mas, para a sociedade brasileira, o que interessa é o contrário: quem divulgou é o de menos, o que se quer saber é quem deu a ordem para reabrir arquivos mortos do governo com o intuito de chantagear adversários? Quem usou a máquina do Estado numa disputa político-partidária? Aliás, quem, como, onde, quando e por quê?

Leia na íntegra clique aqui

Fonte: Eliane Cantanhêde

FRASE_3/6

“A tecnologia moderna é capaz de realizar a produção sem emprego. O diabo é que a economia moderna não consegue inventar o consumo sem salário.”

Herbert de Souza, o Betinho

MARGARIDAS

Fonte: olhares.com

História – há 24 anos.

06/04/1984 – Em São Paulo, 1.3 milhões de pessoas participam da passeata Diretas Já!, exigindo eleições diretas para a presidência do País.

GOLPISMO

A trama do 3º mandato

Mesmo que, à custa de sangue, suor, lágrimas, barganhas e rombos nas burras do Tesouro, a re-reeleição venha a ser aprovada no Brasil, será sob o estigma da ilegitimidade, e num ambiente conflagrado, que transcorrerá o terceiro mandato. O cenário tem tudo para ser o de um país fraturado. E sabe-se quanto, depois de fraturar, custa colar um país.

Roberto Pompeu Toledo, jornalista