Arquivo do mês: agosto 2007

FRASE DA VEZ_6/8

“Para despoluir o mundo, os biocombustíveis serão inexoráveis.”

Lula, presidente, num momento de megalomania

Acaba a greve dos médicos em Recife

Os médicos aceitaram o reajuste de 35% no salário. A paralisação durou 20 dias e prejudicou o atendimento nas principais emergências do Estado. Em Maceió também houve greve dos profissionais da saúde.

Clique e veja a matéria

Fonte: Globo News

  • Comentários desativados em Acaba a greve dos médicos em Recife

Rio lembra 70 anos da morte de Noel Rosa

Clique para ver o vídeo e saber das comemorações que a cidade lhe presta.

Fonte: Uol News

  • Comentários desativados em Rio lembra 70 anos da morte de Noel Rosa

Comentário (V)

Doadores laranja

“Sempre que surge um novo escândalo envolvendo dinheiro ilícito, aparecem novos nomes dessa praga nacional que são os laranjas. Lembro-me dos famosos “doadores laranja” arranjados às pressas pela família Sarney para justificar o R$ 1,34 milhão apreendido nos cofres da Lunus. Recentemente, Nenê Constantino, o milionário dono da Gol, serviu de laranja para justificar a montanha de dinheiro desviado por Joaquim Roriz e seu grupo. Agora surge o nome do funcionário do Senado Carlos Santa Ritta, servindo de laranja para Renan Calheiros construir o seu império de comunicações em Alagoas. Será que Santa Ritta tinha tanto para comprar um jornal e uma rádio? Quando vai ser criada uma lei mais rigorosa para punir os laranjas?”

Ronaldo Gomes Ferraz (ronferraz@globo.com)

FRASE DA VEZ_5/8

“Informou-nos o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que o Criador, em sua suprema magnanimidade, o dotou de duas orelhas, por uma das quais escuta as vaias e por outra os aplausos de seus súditos”.

José Nêumane, jornalista

Papéis invertidos, mas convergentes

“Quando os papéis eram invertidos, os oposicionistas de ontem são governo hoje e os ex-governistas estão na oposição, ambos se davam muito melhor com a imprensa. Governos reclamavam porque são de reclamar e a oposição tinha, nos veículos de comunicação, canais sempre abertos para criticar, atacar e por que não dizer, desancar. Não se via, porém, nem nos governos mais autoritários – e aqui a referência é ao período final do regime militar, quando a imprensa já respirava ares mais puros -, uma reação tão animosa quanto a observada nesses cinco anos de administração petista.

José Sarney e Fernando Collor sofreram especialmente críticas duras, uma vigilância permanente e, em determinados momentos, uma marcação cerrada, não raro eivada de exageros resultantes da liberdade recém-conquistada. Na imprensa, Lula, o então líder da oposição, chamava Sarney de “ladrão”, que nas palavras de Collor em campanha era um “batedor de carteira da História”. Durante a Constituinte, retrataram-se todas as manobras de José Sarney para obter os cinco anos de mandato. Falava-se dele o que bem se entendia, depois de ter posto a pique o Plano Cruzado e levado o País a 80% de inflação ao mês. Era um alvo diário.

Assim foi com Fernando Collor a partir do momento – e até o impeachment – em que se descobriu que entregara ao tesoureiro de sua campanha a tarefa de arrecadar propinas a partir da manipulação da máquina do Estado. Itamar Franco, depois de uma trégua pós-posse, era retratado em toda a sua amazônica mediocridade e Fernando Henrique não foi exatamente tratado como o príncipe das marés que, em retrospectiva, o PT alega, esquecido do espaço imenso dado diariamente a todas as suas ações como oposição.

Que o PT e Lula se consideram acima do bem e do mal e acreditaram que eleição significa um fim em si mesmo, que uma vez eleito só a homenagem permanente traduz respeito à legitimidade do processo da escolha livre, isso é fato. Mas não custa também examinar outra hipótese para esse antagonismo tão acirrado com a imprensa, a ponto de provocar protesto por parte da ONG Repórteres sem Fronteiras, coisa só vista durante o autoritarismo quando era por vezes necessária a intermediação internacional em defesa da liberdade de expressão no País. Essa outra hipótese diz respeito à conduta da oposição. Não tendo oposição para brigar, o governo dirige seus ataques não a quem de direito, mas a quem exerce o seu dever.

Dora Kramer, jornalista

OPINIÃO: A liberdade de expressão através da imprensa é sagrada. A liberdade de imprensa deve pairar acima dos grupos, dos partidos, das filosofias e das religiões, e que as pessoas honestas se conscientizem disto e lutem permanentemente para mantê-la. Dora Krammer defende esse princípio combatendo as ameaças iminentes do PT-governo de aprovar uma legislação que “controle” a imprensa e “discipline” os jornalistas e argutamente descobre uma das razões: a falta de oposição que incomode os governantes… MIRANDA SÁ

  • Comentários desativados em Papéis invertidos, mas convergentes

FRASE DA VEZ_4/8

“Não entendo a surpresa com o sumiço dos pertences das vítimas da tragédia do vôo 1907. Após a retirada dos objetos da selva de Mato Grosso, tudo foi reunido num galpão – em Brasília!”

Fernando Blank (drblank@ig.com.br)

Comentário (IV)

Novela interminável

“A cada denúncia envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros, o PSOL entra com ação para que se apure a verdade e se possa acabar de vez com essa interminável novela, em que o denunciado só procura “brechas” na lei. Posso entender que para os demais partidos está tudo bem? A sociedade brasileira está vigilante, aguardando que a punição venha. Ou será novamente tapeada, agora à custa da votação da prorrogação da CPMF? Quem viver verá para que serve o mandato dos parlamentares!”

Izabel Avallone (izabelavallone@yahoo.com.br)

Comentário (III)

“Não sabia mesmo. É absolutamente injusto alegarem que Lulla sabia, sim, do caos aéreo por causa do artigo assinado por ele e publicado em 2002. Ele não sabia e não sabe de nada, pois, além de totalmente alheio ao que acontece em seu governo e só discursar e contar piadinhas, não foi ele que escreveu aquele texto e quem escreveu ou esqueceu de lhe informar ou ele recebeu e não o leu. Isto é Brasil! Eu não cansei, eu estou cansado há muitos anos!”

J. C. Macluf (jcmacluf@delta.inf.b)

OPINIÃO: Uma rapidinha, por favor, caro Macluf. Quem escreveu o texto que Lula assinou foi o bi-compadre Roberto Teixeira, na época advogado da Transbrasil. Teixeira agora é o tal na “advogacia aérea”: ganhou muita grana com a falência de Transbrasil e ainda mais na transação da Varilog com a Varig. Compadre no poder é prá isso mesmo… MIRANDA

  • Comentários desativados em Comentário (III)

Ao Debate (3)

Resultado de pesquisas

“Se o presidente Lula confia tanto nos resultados das pesquisas, principalmente após o acidente do avião da TAM, por que tem medo das vaias? Por que faz ameaças à democracia? “Não brinquem com a democracia”, lembram-se? Então, o Presidente irá ao Rio Grande do Sul em agosto? TAM TAM TAM TAMMMMM…”

Mário Issa (drmarioissa@yahoo.com.br)