Gilberto Gil – Gilbertos Samba
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Djavan – Maledeto
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TRAIÇÃO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )
“Os desconfiados desafiam a traição” (Voltaire)
Sempre o dicionário! Na minha infância costumava-se chamar o dicionário de “pai dos burros”, uma lição de que me aproveito até hoje: Fui ao Aurelão para ver o vocábulo “Traição”, e lá encontrei – Traição (do latim traditione, entrega): Ato ou efeito de trair; Crime de quem, perfidamente, entrega, denuncia ou vende alguém ou alguma coisa.
Psicanalistas citam vários fatores que levam à traição: questões culturais, carências, vingança e estímulo provocado pela ânsia de obter vantagens, ou conquistar o poder com a ruptura de compromissos assumidos anteriormente.
Está gravado na memória o grande traidor na História das Religiões; Judas Iscariotes, que vendeu Cristo ao Sinédrio por 30 dinheiros; e na História da Civilização Ocidental, Marcus Junius Brutus, assassino de Júlio César, evocado na peça épica de Shakespeare. E na lembrança nacional, Joaquim Silvério dos Reis personifica a traição.
Há também exemplos traiçoeiros na política. Hitler que prometeu aos alemães a felicidade no Reich de Mil Anos e levou a Alemanha ao desastre; Stalin, que anunciou ao povo russo um socialismo de mil maravilhas e deu-lhes um regime burocrático e policialesco.
Os brasileiros assistem, neste momento, o máximo de traição nacional, com o PT-governo trazendo agitadores da Venezuela para doutrinar camponeses e jovens, pregando a quimera de uma “Pátria Grande”, com capital em Havana, em detrimento da Pátria Brasileira.
A traição é própria do partido hegemônico que assaltou o poder republicano com um estelionato eleitoral, e que se mantém corrompendo o povo com esmolas, cooptando movimentos sociais com verbas públicas e expropriando o Erário pela desenfreada corrupção.
Dos jornalistas com quem mantenho relações de antiga amizade, e de intelectuais que me distinguem com numerosa correspondência, venho armazenando informações de experiências humanas, sociais e políticas. Entre elas, guardo a revolta dos que se iludiram com o PT, uma organização política que abandonou seu programa original acomodando-se às circunstâncias; rodopiando como biruta de aeroporto ao sabor da conveniência da hierarquia…
Os desencantados ex-petistas abominam a formação stalinista da estrutura partidária que funciona como uma ducha para lavagens cerebrais, como máquina de modelar consciências e uma calculadora que reduz pessoas humanas a números.
São vários exemplos de fundadores do PT que se conscientizaram dessa aberração partidária pela experiência vivida no seu interior; e, como ex-militantes, abandonaram-na e enfrentam-na no plano do pensamento; outros, que por ingenuidade e crendice tentaram modificá-la, foram expulsos…
Esse drama de homens e mulheres idealistas compara-se à libertação da escravatura. Não se livraram dos grilhões partidários por desconfiança – como filosofou Voltaire na epígrafe que, creio, referiu-se a casos de amor –; mas se emanciparam por convicções supra-individuais, em defesa da ética e do culto à liberdade.
Lembram-se de que o PT foi fundado pregando a democratização da política, o combate à corrupção e as mudanças sociais; mas com as primeiras vitórias eleitorais, foi dominado por pelegos sem princípios e com amoralidade intrínseca determinaram o assassinato de Celso Daniel. Assistiram assim o atraente programa político original ser trocado pela criminalidade.
A traição dos hierarcas ficou ainda mais clara nas alianças feitas com Sarney, Collor, Maluf, Renan Calheiros e Jáder Barbalho, entre outros fichas sujas, formando uma parceria para o assalto ao patrimônio público, excedendo-se, como se viu na Petrobras.
Essas figuras sinistras substituíram na esfera lulo-petista as pessoas decentes que não suportaram compactuar com a traição. Lembro-me de Fernando Gabeira, Ferreira Goulart, Flávio Arns, Hélio Bicudo, Heloisa Helena, Marina Silva, Plínio de Arruda Sampaio e Orlando Fantazzini.
Os iludidos que ficaram, petistas e simpatizantes, e votaram novamente no PT, assistem pós eleição, Dilma fazendo o que disse que Aécio iria fazer. E só lhes resta cantar o samba clássico: “Você pagou/ com traição/ a quem sempre/ lhe deu a mão!…”
SÁ & GUARABIRA – CHEIRO MINEIRO DE FLOR
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Gabriel O Pensador – Palavras Repetidas
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FONTES
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Em busca da verdade, toda fonte é legítima” (Paolo Mieli)
Paolo Mieli, jornalista italiano, defensor do jornalismo ético, foi diretor dos jornais La Stampa e Corriere della Será, e preside a editora RCS Libri em Roma; com inúmeros livros publicados sobre o papel da imprensa, defende a reportagem investigativa escrevendo: “uma fonte não pode ser descartada por ser criminosa”.
Outro respeitável estudioso do jornalismo, Vladimir Hudec, catedrático na Universidade de Praga, no seu opúsculo “O que é o Jornalismo” sobre o jornalista, expõe: “O jornalismo deve informar acerca de tudo e de todos os pontos de vista”.
Cito as duas opiniões por que teem origens ideológicas diferentes; o italiano, típico “democrata burguês” aberto ao ilimitado direito à informação; e o tcheco, “democrata popular” é da esquerda dissidente do stalinismo. Ambos convergem para a liberdade de informação e são a melhor defesa intelectual da revista Veja que publicou as revelações do doleiro Alberto Yousseff.
Entretanto, a hierarquia lulo-petista condenou a revista sem análise crítica, sem desmentidos, nem argumentos. De pronto, atacou o veículo, sem questionar o delator e as denúncias. O que fez?
– Uma ação extremista através dos office-boys stalinistasda UJS, organização semelhante aos camisas pardas de Hitler, depredando a revista da Editora Abril. Os “red-blocks” agiram como fariam (e fazem) os terroristas do Estado Islâmico, interlocutor da diplomacia engajada do PT-governo.
Não foi uma contestação republicana com protestos contraditórios e pacíficos. Trata-se de um atentado às liberdades constitucionais e à Democracia. A cumplicidade explícita da tropa de choque extremista impõe medo e a infelicidade geral da Nação.
Hostilizaram a imprensa escrita, que já não é mais a única antena da informação como no caso da Veja. Perseguem o rádio e a televisão, que cobrem um universo mais amplo, com mais rapidez.
O que farão com a mais adiantada e ousada transmissora de notícias e opiniões, a Internet? Esta ferramenta democrática de comunicação, à disposição de todos, conta com uma eficácia repercussiva incrível sendo para eles mais assustadora.
Temos visto mundo afora a importância das redes sociais nas revoluções da África do Norte e agora em Hong Kong. No Brasil, teve presença ativa nas manifestações de junho do ano passado, mobilizando e agitando o povo, acima dos partidos, sem chefes e sem bandeiras ideológicas.
Por isso torna-se indispensável estudar as fontes de informação. Surgem a todo o momento no Facebook, Instagram e Twitter, boatos de fakes anônimos e criminosas falsificações de titulares conhecidos e respeitados. Felizmente não é impossível investigá-los, mas é preciso tomar cuidado.
Devemos confirmar as fontes e a origem de quaisquer dados antes de divulgá-los. Na campanha eleitoral foram adulteradas um sem número de mensagens e imagens. O exemplo mais que perfeito é que os MAVs lulo-petistas fizeram com Neymar: a adulteração grosseira do recado virtual que ele fez para o filho, e foi trocado por um apoio a Dilma.
Para segurança da Rede Social, é preciso orientar seus usuários no sentido de que não retuítem mensagens duvidosas, que se bloqueiem os fraudulentos e denunciem a infiltração criminal. É um princípio democrático garantir a honestidade na internet, distinguindo as fontes verdadeiras das falsas.
Esta maneira de participar da Rede Social é a melhor forma de garantir a liberdade; e impedirá a censura governamental com a aplicação ditatorial do Marco Civil nos meios de comunicação. É obrigação da consciência livre e um imperativo patriótico barrar a marcha da ditadura do lulo-petismo.
Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção – Já deu pra sentir
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