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DILÚVIO

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

(…) “E Jeová deplorou ter feito os homens na terra e sentiu-se magoado no coração”. (Gênesis, 6:5)

Não sei, e também não descreveu o historiador Giuseppe Flavio nas suas “Antiguidades Judaicas”, como foi que Jeová mandou o dilúvio. Imagino que veio chegando de onda em onda para alcançar todas as nações e exterminar os que haviam aderido ao mal. No Brasil de hoje, o dilúvio que vai acabar com as iniqüidades do lulo-petismo está vindo gradativamente.

É uma investigação ali, uma descoberta de crime acolá, uma denúncia aqui, um assalto lá, enfim, vai se demonstrando pouco a pouco o quanto a perversidade fluiu nos corações dos partidários do PT que prometiam levar os brasileiros para um futuro radioso.

Nos tempos bíblicos houve um homem, o patriarca Noé, que mereceu a indulgência do Senhor, que lhe instruiu: – “Constrói uma embarcação com 174 metros de comprimento, 29 de largura e 17 de altura. Em sete dias calafete-a e recolha nela sete casais de animais puros e dois de animais impuros. Assuma o comando da arca e leve contigo a tua mulher, teus três filhos e as suas consortes”. Estes deveriam lançar as sementes de uma humanidade melhor.

Perdoem-me os crentes dos testamentos tanto o velho como o novo: Em minha opinião a estratégia de Jeová não deu certo. Assistimos atualmente os corações, em vez de pulsar sangue, impelem fel; e as cabeças cheias de cobiça.

Pelo menos aqui entre nós, o que vemos é a amoralidade dos pelegos numa ambição desmedida pelo tesouro nacional. O assalto é comandado pelo traidor da classe operária, o pelego Lula da Silva, um Noé pelo avesso que apartou os casais de bichos e de gente que embarcaram no seu barco.

Cada par teve uma tarefa específica: Ele próprio e a chefe de gabinete da representação da Casa Civil em São Paulo se encarregaram de levar diamantes e euros para os bancos europeus; o filho Lulinha e o amigo íntimo Fernando Bitttar, dono, na escritura, do sítio em Atibaia, se encarregavam de contas no paraíso fiscal do Panamá.

Os Santana transitavam recursos em dinheiro vivo do grupo Odebrecht para o PT; João recebia propinas em espécie de fornecedores da campanha de Dilma em 2014 e a “Feira” fazia pagamentos com recursos ilegais da construtora para prestadores de serviços.

A esposa, dona Marisa, filhos e noras tratavam do triplex do Guarujá e principalmente do sítio de Atibaia que, embora não fossem seus, recebiam deles atenção na decoração, escolha da cozinha e compra de brinquedos aquáticos para os netos.

Entre os animais puros, a Anta e a Vaca – agindo conjuntamente ou sendo a mesma alimária, dava pedaladas fiscais. Pegada com a mão na botija, diz que o impeachment é golpe para não ser condenada pelo crime; e tenta salvar o seu tutor LulaNoé fazendo-o ministro para escapar da Justiça.

Entre os animais impuros… Ah! São tantos (mais do que o esperado)! Temos em destaque os ministros Mercadante, Jacques Wagner e Edinho Silva, este último foi tesoureiro da campanha de Dilma com irregularidades flagrantes.

Onipresente, onisciente e onipotente, Jeová vendo tudo isto preparou um novo dilúvio. Marolas, ondas e vagas já batem nos contrafortes de Brasília…

O Brasil está parecido com a França nas vésperas da queda da Bastilha. Temos uma Maria Antonieta alienada que promete ao povo brioches que não tem para dar; e o bufão esquizofrênico e atrevido Lula da Silva macaqueando o rei francês Luís XV que dizia “depois de mim o dilúvio”.

Nem a Rainha Vermelha, nem o Sapo Barbudo ladrão do País das Maravilhas de Alice percebem que o seu dilúvio já chegou, e que desta vez o Senhor fará o contrário; guardará no Seu regaço a humanidade honesta e inconformada e deixará afogarem-se os membros do partido que é, na realidade, uma sofisticada organização criminosa.

 

 

ERIC CLAPTON & ROGER WATERS – Wish You Were Here

4 DE ABRIL

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Como ao pombal correndo em bando, as pombas mansas/ Corriam para a escola; (… ) a escola era risonha e franca”. (Acácio Antunes)

Com dor de cotovelo por não poder prestigiar a festa da Democracia e do Direito convocada pelo grande professor Hélio Bicudo para o dia 4 de abril, resta-me escrever sobre o Estudante, uma entidade que vinha faltando na luta contra a “Incompetência e Corrupção”, a aliança do mal alimentada pelos pelegos lulo-petistas que ocupam o poder.

Agora os acadêmicos do Largo de São Francisco estão presentes ao lado do mestre. Invejo-os lembrando do tempo em que alisava os bancos escolares desde quando a escola era “risonha e franca” como versejou o poeta português Acácio Antunes, o epigrafado.

Fui dos quatro aos cinco anos ao Jardim de Infância da Escola Normal da Paraíba, onde risquei, pintei, aprendi as letras e os números, ouvi provérbios que ainda me acompanham, e, claro, me apaixonei pela professora.

Depois de aprender a não botar o dedo no nariz, respeitar o professor(a), ouvir textos antológicos  e fazer as quatro operações, dei o salto de qualidade de bebesão para menino. Este rito de passagem levou-me ao Curso Primário, que tinha cinco séries; na quarta, quem já tivesse 10 anos e quisesse arriscar, fazia o Exame de Admissão ao Ginásio

Fiz o Primário na escola pública, que no meu tempo era de qualidade e ajudou-me a pular para o Ginásio sem problemas. Ali éramos apresentados a matérias até então desconhecidas, Canto Orfeônico, Desenho, Francês, Geografia, História do Brasil, História Geral, Inglês, Latim e Português.

No Ginásio cursávamos quatro anos e seguíamos para o Curso Científico ou Curso Clássico, quando enfrentávamos Espanhol, Filosofia, Física, Matemática e Química. Éramos educados a amar o Brasil e assim nos tornávamos patriotas. Foi correndo como um bando de pombas que nos manifestamos nas ruas para o Brasil entrar na guerra contra o nazi-fascismo.

Durante a guerra contra o Eixo, aprendi a valorizar a força da juventude estudantil; e, ao ingressar na Universidade, firmou-se ainda mais este conceito. Ingressei na Faculdade Nacional de Direito, da antiga Universidade do Brasil. Militei no Centro Acadêmico Cândido de Oliveira – CACO, onde fui diretor da revista Época.

Como acadêmicos de Direito no Rio de Janeiro, tínhamos os olhos voltados para São Paulo, e sua tradicional Academia de Direito, fundada cinco anos após a Independência do Brasil. Lá, o Centro Acadêmico XI de Agosto era a vanguarda do movimento estudantil.

Os universitários éramos alegres, Foi do XI de agosto que aprendemos a dar “o Pendura” na sua data, consagrada aos cursos jurídicos e depois ao Direito. No Rio, nós do CACO, fazíamos estripulias de abalar o Magnífico Reitor pela madrugada…

Naquele tempo, nossos mestres infundiam respeito pela erudição e cultura na época em que não se pescava informações no Google. Tenho certeza que o mais medíocre entre eles estava anos luz acima desses “juristas engajados” e “advogados sindicalizados” que respaldam as cretinices de Dilma ao dizer que impeachment é golpe.

Estou imaginando como serão as aulas magnas no Largo de São Francisco no Dia 4 de abril! Por isso estimulo a quem puder ir, não falte. Tenho a certeza que os paulistas e paulistanos comparecerão pela defesa constitucional do impeachment para afastar a presidente incompetente, leniente com a corrupção, desmoralizada e em fim de governo!

 

 

David Bowie – Heroes

LIVROS

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“O livro caindo n’alma/ É germe — que faz a palma,
É chuva — que faz o mar.” (Castro Alves)

Como sabem os que me acompanham no Blog, escrevo artigos sobre a política brasileira, visando em particular os estrupícios do lulo-petismo, o seu partido desmoralizado e o seu governo desarvorado. Mas, de vez em quando, me dá uma vontade irrefreável de mudar ao cardápio, e então divago.

Ocorreu-me fazer um texto sobre o livro, voltado para os defensores da leitura na web, como o @doeumlivro, e realçando os poetas do Twitter que nos agraciam com seus poemas, amavelmente pedindo críticas.

Encontro nas redes sociais incansáveis garimpeiros da cultura, críticos, cronistas, escritores, lingüistas e poetas que recebem o meu reconhecimento e a quem dedico esta microficha da História do Livro, nascida da linguagem escrita a mais ou menos seis mil anos.

Nosso ancestral escritor escreveu compulsivamente, na parede das cavernas, em pedaços de madeira, nas grandes hastes das agaváceas, em tijolos de argila, papiros, placas de cobre e de bronze, tecidos, e numa das grandes invenções chinesas, o papel!

Podemos dizer sem medo de errar que a História do Livro se confunde com a própria História da Civilização, pela renovação cíclica com as novas técnicas que surgem.  Na minha concepção, este estudo abrange quatro etapas: Aleatória; na argila e no papiro; tipográfica e computadorizada.

O professor Geraldo Teruya, se pergunta: “Afinal, o que é história?” E se apressa em responder com uma clareza meridiana: – “É o estudo do passado para entender o presente, mas de um passado vivo, que está presente em nós”. No livro impõe-se a superioridade do ser humano sobre os outros animais.

Um bom professor de História certamente ensinará aos seus alunos que sua matéria não é de memorização, mas de pesquisa. Não tem por que decorar que Genghis Khan nasceu em 1162 e morreu em 18 de agosto de 1227, nem as efemérides do marechal Floriano Peixoto.

O notável Michel de Certeau no seu livro “A escrita da História” nos dá uma aula que ensina a necessidade de uma profunda reflexão sobre a reprodução dos fatos, indicando aos jovens historiadores a assumir a posição de “coveiros”, dialogando com os mortos.

Essas ilações levaram-me a um “meme” patrocinado pelo lulo-petismo que corre nas redes sociais. O “meme”, como se sabe, é um termo grego que significa imitação, e usado na internet representa uma “viralização”, isto é, a repetição de frase, idéia, imagem, música ou vídeo para que se espalhe conquistando popularidade.

Pois bem. Sobre essa “ação marqueteira” (não é do João Santana, que está preso) achei graça de uma moçoila, que já passou da idade de concluir um curso superior e tem o desplante de me mandar estudar História para reconhecer os méritos do PT-governo.

Essa pobre menina rica disse que a defesa de Lula é a defesa da Democracia e do petróleo do Brasil. Parece brincadeira de quem diz conhecer História! Como pode ligar Democracia a Lula este amigo de ditadores africano, defensor da oligarquia cubana dos Castro e da democradura venezuelana?

Pesquisará a História quem omite o escândalo da Petrobras e as propinas para a hierarquia petista e ajudando as eleições de Lula e de Dilma? Onde fica a História e onde está a Democracia tão chegada aos lulo-petistas vendo a Petrobras ser saqueada e destruída?

Entristeceria qualquer estudioso, se não fosse hilária, a campanha em defesa da Democracia e contra o impeachment, de um partido que comandou campanhas pelo impeachment de Collor, de Sarney e de Fernando Henrique.

Os historiadores petistas não passam de decorebas dos slogans que vão se sucedendo desde o “Não vai ter Golpe”, “O impeachment é Golpe” e “Em defesa da Democracia” até chegar ao cretinóide Requião que grita “O Moro é Analfabeto”, copiando o bem remunerado congênere Paulo Henrique Amorim.

Estou esperando que repitam o último slogan a ser lançado criminosamente por Lula numa assembléia de pelegos: “A recessão da economia é culpa da Lava Jato”. Estas palavras-de-ordem por si só justificam cadeia para ‘elle’!

Goldie Hawn – A Hard Day’s Night

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Robin Williams & Bobby McFerrin – Come Together

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TRAPAÇA

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )

“O trapaceiro, quando apresenta homens desonestos para fiadores, não pretende pagar suas dívidas, mas aplicar outro engano”. (Fedro)

Ao assistir as maracutaias explícitas ou por debaixo do pano criadas pelo PT-governo para salvar Lula da Silva da cadeia, procurei uma palavra que definisse isto e encontrei no dicionário: “Trapaça”.

A trapaça é reconhecida por qualquer ato que, através do qual, alguém induz conscientemente a outrem a cair num logro. Nos círculos jurídicos a definição é mais pomposa: Contrato fraudulento.

No popular ou no douto, não se pode explicar a enxurrada de mentiras, discursos demagógicos, falsidade ideológica e rasteiras políticas realizadas por Dilma, seus ministros e puxa-sacos senão como trapaça a adulteração da legalidade. Sai ministro, entra ministro e o troca-troca só tem uma finalidade, blindar “il padrino’.

Pré-adolescente eu ia com minha mãe a duas lojas no Centro do Rio: A Ducal, onde ela comprava roupas à prestação para mim e para meu pai e à Mesbla, com suas imponentes instalações na Rua do Passeio. A Mesbla, na época, era a maior loja de departamentos do Brasil.

Originou-se como filial de uma firma francesa, Mestre & Blatgé, e anunciava vender de tudo: de alfinete a avião. Mas não comerciava vestuário, e este foi o motivo de sua falência, pois não suportou a concorrência de empresas congêneres e supermercados.

Entre recordações da juventude –  ia ao cinema Metro e tomava sorvete na Mesbla –  lembro de uma história que meu pai me contou: Lá pelos anos 1920, a Mesbla era o único comércio que abria nos sábados após as 18 horas.

Num destes sábados, às 21:00 horas, adentrou na secção de automóveis um senhor bem vestido. Escolheu um Chevrolet de luxo, pagando à vista, com cheque. Mandou um acompanhante levar o carro. O  gerente chegou e lhe barrou a saída, pois foi verificar se o cheque tinha fundos, mas o banco estava fechado.

O elegante senhor alegou que precisava ir para o aeroporto pegar um avião, mas não convenceu o comercviante. A polícia chegou e deteve o suspeito. Resumindo: O cara perdeu o avião, detido pela polícia; na segunda-feira verificou-se que o cheque tinha fundos; o comprador prejudicado processou a Mesbla e ganhou na Justiça uma quantia de 20 vezes superior ao preço do carro. O sujeito era um tremendo trapaceiro.

Este exemplo de trapaça ficou conhecido. Mas Lula passou o mesmo conto do vigário apresentando Dilma ao eleitorado como uma ‘gerentona’ competentíssima. Deu no que deu, além de incompetente, é como ele, mentirosa e desonesta.

Lula quer repetir a trapaça, indo para um ministério para escapar da condenação na primeira instância da Justiça Federal, com o juiz Sérgio Moro, pelos seus crimes. Felizmente, 93% da população brasileira já não caem nessa… O povão foi espontaneamente às ruas em manifestações vibrantes; juízes, promotores e policiais federais apoiaram a Lava Jato e o impedimento de Lula como ministro.

Uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, derrubou a armação das pedras de dominó armada pelos hierarcas petistas, os ‘peões’ da base e os parasitas do PCdoB que sobrevivem dos rejeitos intestinais das propinas. A acertada medida de Gilmar Mendes alegrou os brasileiros com a explosão da esperança de que a justiça seja feita.

Trapaceiros de alto coturno, os pelegos do lulo-petismo tentaram o ministro Fux, tomaram peia; e depois a ministra Rosa Weber, a quem Lula insinuou ter ‘negócios’ a resolver com Dilma… Que nada, Rosa preferiu a honestidade intelectual a servir ao chefe mafioso.

As trapaças que a quadrilha de Lula que assaltou o Brasil são imperdoáveis. Uma delas é da gerentona incompetente, Dilma dizer que foi grampeada pela PF. Uma fraude digna de quem falsifica vacina ou vende plasma sanguíneo infectado com HIV…

É evidente que os fiadores da organização criminosa que ocupa o poder no Brasil, tipo Chico Buarque, não podem pagar com seu fanatismo cego a dívida da Petrobras, com prejuízo de mais de R$ 34 bilhões graças à roubalheira lulo-petista!