ORA, BOLAS!

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O medo como ameaça

Uma velha tática para assustar a pequena burguesia que os nazistas usaram com as “tropas de choque” e pela Ku-Klus-Kan com as máscaras medievais e a queima da cruz

Elio Gaspari: “Desde que entrou na política, Lula mostrou-se um hábil manipulador do medo que o andar de cima tem da rua. Ele põe sua gente na praça, estimula bandeiras radicais e se oferece como pacificador. Quando os radicais passam a incomodá-lo, afasta-se deles. Essa mágica funcionou durante mais de 30 anos, mas mostrou sinais de esgotamento a partir de 2015.” ( Globo)

 

Escolinha para formar políticos

Segundo boatos a instituição é financia por Soros, visando criar alternativas para salvar a autodeterminada “esquerda lulopetista” arrasada pela corrupção e sem Lula

Formada por um grupo que vai de coronel do Exército a ativistas de movimentos LGBT, a primeira turma de 100 bolsistas do RenovaBr, projeto criado para capacitar candidatos ao legislativo, já frequenta aulas em SP. Entre os selecionados está o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero. O projeto é financiado por empresários como Nizan Guanaes e Abílio Diniz e tem Luciano Huck entre os apoiadores. (Estadão)

 

Todos os males do mundo

Somente os intelectuais de passeata e o terrorismo pretensamente anarquista ainda não se conscientizaram da autodestruição do PT e puxadonhos pela prática corrupta

Boris Fausto, talvez o maior historiador brasileiro vivo, fez em entrevista a Guilherme Azevedo, do UOL, uma leitura longa e detalhada sobre o momento brasileiro. “Democracia plena e consolidada”, ele diz, “não existe aqui e uma das razões é a desigualdade social.” Para o velho professor, o impeachment da presidente Dilma — que ele considerou necessário — abriu uma caixa de Pandora de corrupção exposta e um jogo político pela sobrevivência, de negociatas abertas, entre Planalto e Congresso. (MEIO)

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