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136 milhões vão às urnas hoje para escolher o sucessor de Lula – Os brasileiros vão às urnas hoje, na sexta eleição presidencial desde a redemocratização. São 135,8 milhões de eleitores que escolherão o sucessor de Lula. Também serão renovados os governos de 26 Estados e do DF, a Câmara, parte do Senado e as assembleias estaduais.

Dilma tem menor índice em 50 dias – Pesquisa Datafolha realizada sexta e ontem mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) com 50% dos votos válidos, seu pior patamar desde 12 de agosto. É o mesmo índice obtido pelos seus adversários somados. Marina Silva (PV) variou dois pontos para cima e atingiu 17%, seu melhor desempenho nas pesquisas do instituto. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

2º turno segue indefinido – Na simulação de segundo turno, Dilma venceria hoje com 52% contra 40% de Serra, exatamente os mesmos percentuais no caso de a petista enfrentar Marina. O levantamento é o mais extenso realizado pelo Datafolha nesta campanha eleitoral. Foram entrevistadas 20.960 pessoas em 521 municípios. A sondagem foi encomendada por Folha e Rede Globo.

Em 15 estados, apenas um turno – Em 15 estados, a eleição deve ser decidida no primeiro turno, e os eleitores conhecerão ainda hoje o nome dos governadores eleitos. Outra marca da eleição é a continuidade: em 16 estados, os favoritos são os governadores candidatos á reeleição ou os candidatos apoiados por eles. Os aliados de Dilma são favoritos em 14 estados.

Eleição em Minas pode mudar jogo de forças no PSDB – O resultado da eleição em Minas pode confirmar o ex-governador Aécio Neves como líder capaz de desafiar a hegemonia paulista do PSDB. Além do governador, Aécio pode emplacar no Senado, além dele mesmo, o ex-presidente Itamar Franco.

Importações quebram um recorde histórico – Forte aquecimento da economia brasileira, dólar em baixa e a antecipação das encomendas para o Natal levaram o Brasil a bater recorde histórico de importações em setembro – US$ 17,74 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Foi o maior valor desde a criação do índice, em 2003, o que já provoca preocupação em setores da indústria nacional.

 

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