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O diploma honoris causa das Farc

Faltou pouco, muito pouco, para o presidente Lula dar uma demonstração de coerência que só fortaleceria a percepção internacional de sua singularidade como dirigente político latino-americano – uma figura que o Norte não consegue encaixar em nenhum dos estereótipos através dos quais de há muito se acostumou a enxergar os ocupantes dos governos da região, com as suas mentalidades e práticas inconfundíveis. Nos dias que correm, se há um assunto que atrai as atenções mundiais para a América Latina é a sina dos reféns das Farc. A libertação de duas de suas prisioneiras, o reencontro de uma delas com o filho concebido no cativeiro, e de quem fora apartada oito meses depois do seu nascimento, e os testemunhos do cotidiano de selvageria nos domínios da narcoguerrilha puseram em evidência no noticiário o papel central da desumana prática dos seqüestros para a sobrevivência da debilitada organização criminosa.

Para ler a íntegra do editorial do Estadão clique aqui

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