De Silva para Rousseff

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Dilma convida e Mantega aceita ficar na Fazenda

A confirmação de Guido Mantega na Fazenda aumenta a incerteza em relação a akguns compromissos de Henrique Meirelles. Há pressões para que Dilma mude a forma de atuação da equipe que vigorou até agora, e para que BC e Fazenda passem a atuar de forma conjunta – o que significaria o fim da autonomia. Já estão definidos pelo menos outros cinco nomes da equipe de Dilma, ainda com postos a decidir: Antonio Palocci e Paulo Bernardo, que ficariam no Planalto; José Eduardo Cardozo, que assumiria a Justiça; e Aloizio Mercadante e Gilberto Carvalho. (O Globo)

Missão de Mantega é cortar déficit a 30%

Confirmado no Ministério da Fazenda, Guido Mantega terá sua atuação delimitada por dois preceitos básicos da política econômica do novo governo: reduzir a dívida interna líquida para 30% do Produto Interno Bruto até 2014 e, com isso, permitir juros reais de 2% ao ano ao fim do mandato da presidente eleita, Dilma Rousseff.

Meirelles exige autonomia para continuar

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, está decidido a não aceitar eventual convite para permanecer à frente da instituição num mandato-tampão ou sem a garantia de autonomia. Caso Meirelles saia, Alexandre Tombini, diretor de Normas e Sistema Financeiro do BC, é o mais cotado para assumir o cargo.

Dilma vai definir bancos, estatais e área econômica

A presidente eleita delimitou os cargos inegociáveis na montagem do governo. Além dos Ministérios ligados à política econômica — Guido Mantega continua na Fazenda —, a futura chefe do Planalto pretende reservar ao PT ou a técnicos as presidências da Caixa, do Banco do Brasil, do BNDES e da Petrobras. Homem forte no governo Dilma, Antonio Palocci descarta o Ministério da Saúde.

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