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Enem vira caso de polícia e pode acabar na Justiça

Marcado por erros no primeiro dia, o Enem terminou ontem em meio ao risco de uma guerra judicial. O exame já virou caso de polícia: uma aluna, em Salvador, entrou com queixa-crime requerendo a anulação do teste, e o Ministério da Educação (MEC) chamou a Polícia Federal para apurar o uso de celulares e do Twitter durante a prova. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) considerou as falhas um “desastre” e anunciou que vai pedir ao Ministério Público Federal (MPF) que apure o caso. Os promotores devem analisar o caso hoje.

MEC admite um novo Enem para quem foi prejudicado

O Inep admite aplicar outra versão do Exame Nacional do Ensino Médio para alunos que receberam a prova com questões repetidas ou faltando. Estima-se que 2.000 alunos fizeram o teste incompleto. O MEC ameaçou processar alunos e um repórter que mandaram mensagens via Twitter e celular dos locais de exame durante o exame.

Prejudicados do Enem poderão ir a nova prova

O Ministério da Educação pode aplicar outro exame do Enem para candidatos prejudicados anteontem pelo erro de montagem de um dos quatro cadernos de prova, o amarelo. Pelo balanço oficial, 20 mil alunos receberam cadernos com problemas, mas muitos conseguiram trocar e a estimativa é que os candidatos com direito a nova prova sejam 2 mil. Alunos que fizeram exame no sábado enfrentaram outra dificuldade: a inversão do cabeçalho do cartão-resposta entregue aos candidatos.

Confusões voltam a ameaçar o Enem

A OAB classificou o teste como “um desastre” e o MPF pode pedir o cancelamento do exame.

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