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STF julgará troca-troca depois de amanhã
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quarta-feira pode provocar uma dança de cadeiras na Câmara, não o suficiente para mudar o equilíbrio de forças na Casa ou para criar dificuldades adicionais ao governo Lula. Se para o governo o movimento não provoca grandes abalos, para a oposição o julgamento é uma questão de sobrevivência.
Não é à toa que o DEM contratou para fazer a sustentação oral no julgamento desta quarta o ex-ministro do STF e do Tribunal Superior Eleitoral Paulo Brossard. “A idéia de chamá-lo para fazer a defesa foi, primeiro, um reconhecimento do respeito que ele tem em todo o País e depois é uma forma de homenageá-lo, porque ele foi o primeiro ministro a defender a tese da fidelidade”, afirmou o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ).
Brossard estava numa das cadeiras do Supremo quando, em 1989, o tribunal julgou pela primeira vez o assunto. Sua tese em favor da fidelidade foi derrotada à época, mas ele teve os votos de outros três ministros, inclusive do atual decano do STF, o ministro Celso de Mello.
(Agência Estado)
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