Sete dias de notícias

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A construção da marca Lula – A vida do presidente virou tema de um filme melodramático e de dois novos livros. Vêm aí o CD, o DVD e talvez uma minissérie para a TV. Isso é bom?

Não deu para apagar o apagão – O governo tentou encerrar a discussão sobre o blecaute apelando para raios simultâneos, mas a gênese do problema pode ter sido uma falha no isolamento elétrico da linha de Itaipu.

Seguro-apagão: R$ 360 milhões para devolver – Já dura quatro anos a discussão no governo para restituir ao consumidor o seguro-apagão, cobrado, de 2002 a 2005, após o racionamento de energia. Formado por cinco órgãos federais, um grupo de trabalho avalia como devolver R$ 360 milhões.

Deputados usam empresas fantasmas –  Documentos mantidos até agora sob sigilo pela Câmara mostram que empresas de fachada ou com endereços fantasmas aparecem como beneficiárias da verba indenizatória, adicional mensal de R$ 15 mil pago a parlamentares para despesas de trabalho.

O homem-bomba do Banco Central – Como o diretor de política monetária do BC, Mario Torós, deflagrou uma crise ao revelar intrigas palacianas, disputas de poder e prejuízos bilionários durante o caos financeiro de 2008.

O fogo amigo de José Serra – O professor João Manuel Cardoso de Mello é o único a fumar na sala do governador e um de seus raros gurus na economia, mas, mesmo assim, não o poupa de críticas.

Peritos debandam e INSS corre o risco de travar – Médicos do INSS iniciaram processo de revoada. Insatisfeitos, os peritos multiplicaram nos últimos meses pedidos de aposentadoria, exoneração e licenças por saúde. Com a debandada, há o risco de elevar gastos com auxílio-doença.

Lei contra a homofobia na berlinda – O projeto que criminaliza a homofobia, e que deverá ser votado esta semana, tem gerado debates acalorados entre parlamentares. Religiosos temem caça às bruxas.

Uma enorme asneira jurídica – O STF decidiu que dar refúgio a Cesare Battisti é ilegal e que ele deve ser extraditado. Mas também disse que a palavra final é de Lula, quebrando uma tradição de 200 anos.

Porta aberta para Battisti – A tendência do presidente Lula é manter o ex-terrorista no país, depois que o Supremo, numa decisão polêmica, lhe deu a palavra final sobre a extradição.

Os riscos de desmontar o relógio – Ao mexer nas molas vitais da estabilidade, a equipe econômica flerta com o experimentalismo, o que evitou fazer nos sete anos do governo Lula.

BB chega às fronteiras da Amazônia – O Banco do Brasil investiu R$ 2 milhões para abrir postos bancários em 14 localidades na selva amazônica, ajudando o país a ocupar as fronteiras com Venezuela, Peru e Colômbia. Ali, ir a um banco leva 14 horas de barco, informa Vivian Oswald.(Globo).

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