REVISTAS SEMANAIS_Domingo, 2.out.07
VEJA___Chamadas de capa:
*** Três ex-ministros e toda a antiga cúpula do PT viram réus. O STF renova a esperança de acabar com a impunidade dos corruptos e o ministro Joaquim Barbosa se torna um herói. *** O Supremo hoje está livre da tutela do Executivo. Falta agora abandonar sua própria tradição formalista *** O Brasil nunca teve um ministro como ele – No julgamento histórico em que o STF pôs os mensaleiros (e o governo e o PT) no banco dos réus, Joaquim Barbosa foi a estrela – ele, o brasileiro que fala alemão, o mineiro que dança forró, o juiz que adora história e ternos de Los Angeles e Paris.
*** Renangate – Testemunha diz à polícia que o senador é sócio de lobista em negociatas e propinas. Advogado diz que Renan Calheiros é sócio de lobista que armou golpe contra fundo de pensão e distribuiu dinheiro ao deputado. Enganados pelos asseclas de Renan sobre a CPI contra a Abril, deputados protestam.
*** A nebulosa de José Dirceu – Além de responder ao processo do mensalão, em que é acusado de formação de quadrilha e corrupção ativa, o petista ainda precisa esclarecer uma infinidade de suspeitas que orbitam ao seu redor desde 2003.
ÉPOCA___Chamadas de capa:
*** A conduta de Joaquim Barbosa no julgamento do mensalão é um histórico choque positivo no combate à impunidade. O juiz que não fechou os olhos – Por que a conduta de Joaquim Barbosa no julgamento do mensalão representa um choque positivo no combate à impunidade. Alguém vai para a cadeia? – Transformar os 40 mensaleiros em réus é só o primeiro passo. Agora, o desafio do Supremo Tribunal Federal é superar as brechas da lei para evitar que a impunidade prevaleça.
*** As revelações de um envolvido no esquema de Renan. “Peguei R$ 3 milhões” – Um afilhado de Renan Calheiros, em depoimento à polícia, diz que buscou sacola de dinheiro para o senador. A origem da propina seriam negociatas com ministérios controlados pelo PMDB.
ISTOÉ___Chamadas de capa:
*** O novo jogo de Valério. O que o publicitário Marcos Valério, acusado de operar o mensalão, o publicitário sabe que pode ser condenado a até 62 anos de prisão, sente-se injustiçado e prepara uma estratégia de ataque: contou em sete conversas fechadas com a Polícia Federal. A tentativa de acordo com o governo e o processo milionário contra o Banco do Brasil e a Visanet.
*** “Lula não tem nada com isso” – Luiz Gushiken espera ser absolvido e livra o presidente de qualquer envolvimento. Quarenta a zero – Decisão do STF de acatar denúncias contra todos os mensaleiros é recado contra impunidade.
ISTOÉ DINHEIRO___Chamadas de capa:
*** Os dias macabros que abalaram uma indústria financeira de US$ 2 trilhões. Perdas bilionárias no mundo todo revelam o lado negro dos fundos de Hedge. Entrevista – Anne Krueger – “O governo Lula arrecada impostos demais” – O Brasil deveria adotar uma política fiscal estrutural que permitisse ter déficit em tempos de vacas magras, diz a ex-número dois do Fundo Monetário Internacional.
*** Mensalão: o fantasma volta a assombrar – Alguns empresários envolvidos no escândalo já estavam se reerguendo, mas agora terão de conviver com o peso de várias ações criminais.
CARTA CAPITAL___Chamadas de capa:
*** No processo no STF, o que está claro até agora é o uso desbragado e criminoso do caixa 2, velho hábito, jamais punido, da política brasileira. Mino Carta – Que diria Raymundo Faoro? – A julgar pelas manchetes, os réus do chamado mensalão já estão condenados. Mas o próprio ainda não foi provado. Sobra para ser julgado o uso do caixa 2. Mesmo assim, por ora, “in dubio pro reo”.
*** O ônus da prova – Justiça – Ao contrário do que apregoam alguns, a parte mais dura da ação da Procuradoria começa agora: demonstrar o mensalão.
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