Trata-se do STF, para onde Renan Calheiros quer ir…
O julgamento do rumoroso caso do “mensalão”, que abalou o primeiro mandato de Lula da Silva, se arrasta a passos de tartaruga no Supremo Tribunal Federal – STF, mais de um ano depois que o procurador-geral de República, Antonio Fernando de Souza, denunciou 40 suspeitos de integrar o que chamou de “uma sofisticada organização criminosa”, os senhores ministros ainda não decidiram se aceitam ou não as denúncias.
Trocando em miúdos, não há processo criminal aberto, enquanto o tempo corre célere para aconchegar os companheiros de Lula da Silva no colo macio da prescrição dos crimes.
Há uma ação penal já em andamento no STF relacionada ao caso, tratando de um capítulo específico do escândalo: os empréstimos supostamente irregulares contraídos pelo PT-partido no banco BMG. O processo foi aberto pela Justiça Federal de Minas Gerais a 18 de dezembro de 2006, mas, no dia seguinte, um dos réus, o ex-presidente do partido, José Genoíno, foi eleito deputado federal e ganhou foro privilegiado. Por isto, o processo subiu para o Supremo. Estão no mesmo barco de Genoíno – que beleza! – o ex-tesoureiro de PT, Delúbio Soares – “Nosso” Delúbio, e o empresário Marcos Valério – “O Carequinha”.
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