NOTICIÁRIO
DESASTRE FLUVIAL – Uma batida entre embarcações no rio Amazonas causou o naufrágio de um dos barcos e deixou ao menos 12 pessoas mortas e oito desaparecidas na noite de anteontem. O barco de madeira “Almirante Monteiro”, de transporte de passageiros, fazia trajeto de cinco dias entre Alenquer (PA) e Manaus (AM), com 112 pessoas a bordo -12 tripulantes e cem passageiros.
FECHANDO A PORTA – Agora a Petrobras vai reformular seu sistema de segurança, que apresenta falhas, conforme admite o próprio governo, depois do roubo de dados sigilosos sobre os megacampos de gás e petróleo de Tupi e Júpiter.
RESISTÊNCIA – Texto sobre a reforma tributária apresentado ontem no Palácio do Planalto enfrentará resistência no Congresso. A principal discórdia é a proposta de unificação das alíquotas do ICMS e seu recolhimento.
ESCÂNDALOS – Francisco Ricardo da Cunha, ex-diretor da Finatec, renovou o guarda-roupa quando assumiu o cargo. Gastou R$ 735,50 na compra de um blazer, três camisas, dois sapatos e um cinto. Francisco prometeu devolver o dinheiro.
IRRESPONSABILIDADE – Os presidentes Lula, Cristina Kirchner e Evo Morales vão se reunir para discutir a crise energética. O governo do boliviano Evo Morales vendeu a Brasil e Argentina gás que não tem.
BOLSA DE VALORES – A Bovespa superou os 64 mil pontos e chegou a subir 1,39%, zerando todas as perdas registradas no ano. Mas, no fechamento, recuou e fechou praticamente estável, em alta de 0,07%.
DENGUE CRESCE NO RIO – O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que a dengue cresce no Rio. Segundo ele, as principais causas são a falta de acesso do estado a comunidades dominadas pelo tráfico e o comportamento de parte da classe média, que não abre as portas para os guardas sanitários.
LIBERDADE DE IMPRENSA – Estão suspensos desde ontem grande parte da Lei de Imprensa, condenações e processos com base nessa lei, como, por exemplo, as ações da Igreja Universal. A liminar foi dada pelo ministro do STF, Ayres de Britto, em ação de autoria do deputado Miro Teixeira.
DÍVIDA EXTERNA – O que anos atrás parecia impossível, agora é realidade. O Brasil tem, pela primeira vez na história, dinheiro para pagar a dívida externa, do governo e das empresas. Segundo o Banco Central, no mês passado o volume de reservas internacionais superou em US$ 4 bilhões o endividamento em moeda estrangeira.
Comentários Recentes