Arquivo do mês: abril 2008

OPINIÃO

S-E-L-V-A !

(…) Da complexa e polêmica política indigenista à patriótica e firme atuação de nossas Forças Armadas, na defesa da região, a realidade é sempre envolvente. Na Amazônia Legal tudo é superlativo. Subsolo rico em minerais estratégicos, uma biodiversidade exuberante, a maior bacia hidrográfica do planeta e, apesar da maior porção do seu território ser de planícies, é na Amazônia que estão nossas montanhas mais altas: o Pico da Neblina, com 3.014 m de altitude e o Pico 31 de Março, com 2.992 m, os dois em Roraima.

José Roberto Gomes Corrêa, presidente do Sindicato dos Cirurgiões-Dentistas/RJ (scdrj@scdrj.org.br)

Samson Flexor (auto-retrato)

Samson Flexor - O Palhaço (auto-retrato)

Pintor brasileiro nascido em Soroka, na Romênia, pioneiro do abstracionismo no Brasil. Estudou na Escola Superior de Belas-Artes e na Academia Ranson, ambas em Paris, onde iniciou (1926) suas participações em salões de outono, das Tulherias e dos Independentes, inicialmente dedicando-se à pintura mural e aos temas sacros. Ligou-se a Henri Matisse, Fernand Léger e André Lhote e fez a primeira exposição individual, em Paris (1927).

Depois expôs também em Lisboa, Nova York, Bruxelas e Stuttgart, antes de uma visita ao Brasil, que acentuou a motivação de mudança em sua obra. Encantado com a luz e a cor do nosso país, transferiu-se para o Brasil (1946) e, tocado por essa experiência realizou trabalhos com temas brasileiros, apresentados em sua última exposição em Paris (1948).

São desse período trabalhos como Natureza Morta (1948) e Violão (1948). Adotou a cidadania brasileira e radicou-se em São Paulo, onde pintou uma série de estudos expressionistas e cubistas, Composições sobre o tema da Paixão de Cristo, realizada para a Igreja Nossa Sra de Fátima ( 1948-1950), cumprindo um voto feito durante a segunda guerra mundial.

Estimulado por Léon Degand, que dirigia o Museu de Arte Moderna de São Paulo, dedicou-se à pintura abstrata e fundou o movimento Ateliê Abstração (1951), com a proposta de criar um espaço para desenvolver uma ordenação calculada das formas e cores.
Faleceu em 1971 na cidade de S. Paulo.

Chinaglia defende aumento da verba de gabinete de deputados

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), reagiu nesta quinta-feira às críticas ao aumento na verba de gabinete dos 513 deputados, que subiu dos atuais R$ 50,8 mil para R$ 60 mil. Na opinião de Chinaglia, aqueles que criticam o reajuste buscam a “platéia fácil” e devem defender publicamente a “demissão em massa” dos servidores.

“Ou você demite para fazer economia, ou não repõe as perdas para fazer suposta economia. É preciso então considerar se deve haver ou não Congresso porque, às vezes, tenho a impressão que estes que gostam do holofote fácil muitas vezes escolhem atacar o Congresso, que é elemento vital da democracia em qualquer país do mundo”, disse.

Chinaglia disse que tratou o reajuste com “normalidade”, uma vez que corrigiu os salários de funcionários não-concursados da Casa acima da inflação.
“Aquilo que é apenas a reposição de perdas, que é normal na vida de qualquer trabalhador, vira como se fosse um fato fora da normalidade.”

Segundo o deputado, os trabalhadores que “labutam no dia-a-dia” sabem que se faz “justiça” quando há a reposição de perdas da inflação após três anos sem reajustes. “Um aumento real de 2,9% em um período onde houve reajuste para todo o funcionalismo público federal, incluindo funcionários do TCU [Tribunal de Contas da União], Judiciário e dos próprios servidores concursados da Câmara e do Senado, eu acho que nós estamos fazendo justiça.”

O deputado ainda rebateu levantamento realizado pela ONG Contas Abertas que aponta a Câmara brasileira como uma das mais caras do mundo, após o reajuste. Segundo a entidade, com o aumento real de 2,9% da verba de gabinete, a conta desembolsada com cada parlamentar brasileiro passa a ser de aproximadamente R$ 114 mil mensalmente, ou R$ 1,4 milhão por ano.

A soma engloba o salário e a estrutura direta a que o parlamentar tem direito.”Outros de maneira esperta já apresentaram os gastos do Congresso, mas não dizem que outros Poderes Legislativos em todo o mundo não pagam, por exemplo, a aposentadoria. Aí acaba se comparando melancia com abacaxi”, disse Chinaglia.

Fonte: Gabriela Guerreiro da Folha Online

Dilma é “mãe, tia e avó” do PAC, diz Lula

De Lula há pouco durante lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento, em Ribeirão das Neves (MG):

– A Dilma [Roussef, ministra da Casa Civil] é na verdade, a mãe, a avó e a tia do PAC. Aprendi que se a gente anuncia um obra e não fica atrás dela o tempo inteiro, essa obra não acontece.
A Dilma coordena um conselho gestor, que participa ela, o ministro da Fazenda, o do Planejamento, o do Transporte, das Cidades e da Integração.

Por que? Senão a gente anuncia o dinheiro e passa o mandato e o dinheiro não chega, não sai do Tesouro, muitas vezes porque os prefeitos não tem experiência e não cumprem as exigências.

Fonte: Noblat

Nós e o Mar

Composição: Roberto Menescal/ Ronaldo Bôscoli

Charge do Lute

Fonte: chargeonline.com.br/Lute

“Bin Laden. Será o maior factóide de todos os tempos?”

Millôr Fernandes, o Millôr

Juros altos

Cartilha de combate à inflação pode não funcionar agora

As vendas no varejo cresceram 10,7% no primeiro trimestre desse ano em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento foi mais forte no varejo especializado, como eletrônicos e automóveis, que dependem de crédito. Este setor cresceu 13,5% do ano passado para este ano. Os dados mostram que o país continua num período de crescimento e o consumo continua forte mesmo com juros altíssimos em toda a cadeia, principalmente à pessoa física.

Isso significa que o aumento de juros de 0,5 pontos não vai mudar a decisão do brasileiro de parar de comprar. Estamos acostumados a gastar mesmo com juros altos. A situação da política monetária no Brasil é mais complicada do que parece. O que está pressionando a inflação não são os produtos financiados, como eletrônicos e automóveis, mas sim alimentos que vêm de fora.
Seguir a cartilha agora, como fez o Banco Central, não é garantia de que haverá um efeito de queda nos preços.

A natureza desta inflação é outra, e o efeito colateral do remédio pode ser contrário, caso os juros inibam investimentos e com isso a oferta seja reduzida.
Nosso problema de inflação vem de fora, com a alta dos alimentos pelo mundo. O trigo está 227% mais caro do que há pouco mais de dois anos; a soja, no período, subiu 132%, e o milho, 157%.
Os preços do arroz dobraram em poucos meses. Isso terá impacto internamente. O Brasil exporta arroz, os produtores vão querer um preço maior para manter o produto aqui dentro.

O que pessoas ligadas ao Banco Central dizem é que o aumento dos alimentos estava começando a contaminar outros preços. Eles defendem que um impacto maior agora nos juros pode fazer com que o aperto monetário seja mais curto.
A questão é que esta inflação é diferente das outras e é preciso estudar melhor a inflação brasileira para saber o que fazer. Mas, certamente, nas próximas reuniões do Copom, teremos outros aumentos.

Ouça aqui na CBN.

Fonte: Míriam Leitão

Marqueteiro ou santo milagreiro?

Depois dizem que a gente implica.

Acompanhando o presidente Lula a Belo Horizonte para mais uma inauguração de pedra fundamental de obras do PAC, a ministra Dilma Roussef discursou e, dirigindo-se às mulheres que estavam na frente do palanque, agradeceu pelo fato de elas estarem animando “o comício”!?

Vai dar um trabalho para o marqueteiro…

Fonte: Lúcia Hippólito

Unifesta

Ex=reitor da Unifesp

Fonte: claudiohumberto.com.br