Arquivo do mês: abril 2008
Aos 37 minutos…
Flamengo 1 x 0
Coronel Bolognesi
GOOOOOOOOOOL DO FLAMENGO!!!! Goleiro Bruno cobra falta com categoria e coloca o rubro-negro na frente.
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Tarsila do Amaral
Paisagem com Casas (1971)
É a pintora mais representativa da primeira fase do movimento modernista brasileiro. Seu quadro Abaporu, de 1928, inaugura o movimento antropofágico nas artes plásticas.
Começou a aprender pintura em 1917, com Pedro Alexandrino. Mais tarde, estuda com George Fischer Elpons. Em 1920, viaja a Paris e freqüenta a Académie Julien, onde é orientada por Émile Renard. Na França, conhece Fernand Léger e participa do Salão Oficial dos Artistas Franceses de 1922, desenvolvendo técnicas influenciadas pelo cubismo.
De volta ao Brasil, em 1922, une-se a Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, formando o chamado Grupo dos Cinco, que defende as idéias da Semana de Arte Moderna e toma a frente do movimento modernista no país.
Casa-se com Oswald de Andrade em 1926 e, no mesmo ano, realiza sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris. A partir de então, suas obras adquirem fortes características primitivistas e nativistas e passam a ser associadas aos Movimentos Pau-Brasil e Antropofágico, idealizados pelo marido.
É dessa época sua tela Abaporu, cujo nome de origem indígena que significa “antropófago”.
A teoria antropofágica propunha que os artistas brasileiros conhecessem os movimentos estéticos modernos europeus, mas criassem com uma feição brasileira.
Em 1931, após viagem à União Soviética, passa por uma fase de temática mais social, da qual são exemplos as telas Operários e Segunda Classe. Expõe nas 1ª e 2ª Bienais de São Paulo e ganha uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) em 1960.
É tema de sala especial na Bienal de São Paulo de 1963 e, no ano seguinte, apresenta-se na 32ª Bienal de Veneza. Apesar de integrar-se ao Modernismo que surge no Brasil não participou da Semana de 22.
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CPI das ONGs
Os resultados são frustrantes
A CPI das Organizações Não-Governamentais (ONGs) é uma das mais importantes já criadas. Se cumprir sua missão, poderá melhorar as relações entre o poder público e essas entidades, que em sua maioria somente visam ao enriquecimento ilícito dos dirigentes.
Mas até agora os resultados são frustrantes.
Hélio Fernandes, jornalista
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Em homenagem aos 50 anos da Bossa Nova
Com Chico Buarque e Edu Lobo
cantando “Chega de Saudades”
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FRASE DA VEZ_3/23
“É estranho o presidente da República pedir explicações sobre o caso. Não me consta que tenha adotado o mesmo procedimento com os ministros do seu partido e o vice-presidente que contestam publicamente a política econômica do governo”.
Gilberto de Figueiredo, general do Exército, presidente do Clube Militar
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Comentário (II)
Meu voto
Faz muito bem o senhor Lula da Silva em cobrar do alto comando do Exército explicações pelas declarações sinceras e honestas do comandante militar da Amazônia, general Heleno. Ao recebê-las, finalmente ele não mais poderá alegar que “não sabia de nada”! Por fim, declaro que, se o general Heleno um dia resolver disputar a Presidência da República, terá o meu voto. Além de inteligente, é um democrata verdadeiro, homem honesto, educado e um patriota a quem a moral sobeja.
Paulo Boccato (pofboccato@yahoo.com.br)
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OPINIÃO
Leis Mortas
A Constituição brasileira de 1988 está repleta de leis mortas: Dos Direitos Sociais art. 6º enfatiza a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a moradia, a segurança, a previdência social, a proteção a maternidade e a infância, a assistência ao desamparados, na forma desta Constituição. (…) Observamos, porém, a falência técnica e moral da educação, hospitais que parecem sucursais do inferno, a infância abandonada sujeita aos vícios e à criminalidade.
Em vários estados da federação demissão coletivas de médicos e o total caos no atendimento aos desamparados e necessitados. Sobre as ações sanitárias destaco as permanentes epidemias de dengue em todo o período do verão. Ações preventivas em obediência às normas técnicas sanitárias contra este mosquito não existem há décadas. Da Segurança Pública. Art. 144 diz que é também dever do Estado. Sem comentários…
Samyr Badouy, advogado
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IMPRESSIONANTE
Governo corta R$ 2,5 bilhões da Saúde
Apesar de ter o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios previsto para este ano, a Saúde sofreu um corte de R$ 2,594 bilhões na previsão orçamentária de 2008. O governo federal decidiu reduzir a verba destinada para a pasta de R$ 43,250 bilhões para R$ 40,656 bilhões. O valor havia sido aprovado pelo Congresso Nacional. O decreto com a definição sobre os cortes foi publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial da União.
UolNews
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TRAIÇÃO
Lula investe de novo contra aposentados
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende nesta quinta-feira cobrar dos líderes dos partidos da base aliada uma ofensiva para evitar que a Câmara aprove o pacote de medidas que já passaram pelo Senado e que podem causar prejuízos aos cofres da União. Lula convocou para amanhã uma reunião do conselho político para tratar de duas propostas previdenciárias e da emenda 29 –que destina mais recursos federais, estaduais e municipais para a saúde.
O ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) almoçou nesta quarta-feira com os líderes partidários e apelou sobre a necessidade de a base aliada estar unida para evitar que as propostas –uma que acaba com o fator previdenciário e a outra que estende aos inativos o reajuste do salário mínimo, assim como a emenda 29– sejam aprovadas pelos deputados.
Com maioria na Câmara, Lula deverá ressaltar que as três medidas aprovadas pelo Senado vão provocar despesas extras à União que não teria de onde tirar mais recursos. Análise semelhante foi feita ontem pelo presidente durante reunião de coordenação política, no Palácio do Planalto, na qual participam o vice-presidente José Alencar e ministros.
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Governo passa na faca verbas da Saúde e Educação
Conforme havia prometido, o governo passou na lâmina um naco do Orçamento aprovado pelo Congresso para o ano de 2008. Foram bloqueados gastos que alçam à casa de R$ 19,192 bilhões.
Eis alguns dos ministérios mais atingidos pela faca:
Cidades: R$ 2,720 bilhões;
Saúde: R$ 2,594 bilhões;
Turismo: R$ 2,233 bilhões;
Defesa: R$ 1,905 bilhão;
Educação: R$ 1,612 bilhão.
Integração Nacional: R$ 1,271 bilhão;
Transportes: R$ 1,015 bilhão.
Como de praxe, o governo faz gato-sapato do Orçamento que o Congresso fingiu aprovar. Manteve-se a pantomima de anos anteriores. De um ano para o outro só muda o tamanho do talho.
Em 2005, a lâmina alcançara R$ 15,9 bilhões; em 2006, R$ 14,2 bilhões; em 2007, R$ 16,4 bilhões. Não se imagine que o objetivo é o enxugamento das despesas públicas. Dos R$ 18,192 bilhões fatiados em 2007, R$ 16,9 bilhões já foram reacomodados em despesas novas.
Em termos percentuais, a maior facada foi imposta ao orçamento gerido pela ministra-companheira Marta Suplicy. A pasta do Turismo tinha R$ 2,629 bilhões para gastar. Dinheiro tonificado por emendas de deputados e senadores. Depois do corte, sobraram escassos R$ 395 milhões.
A lâmina levou 85% do dinheiro de Marta. Se a ministra tinha alguma dúvida quanto à conveniência de trocar a Esplanada pelo palanque municipal de São Paulo, não tem mais. As arcas do ministério ficaram pequenas demais. Nelas já não cabem as ambições política de Marta.
O orçamento da Saúde, que era de R$ 43,250 bilhões, ficou, depois da lipoaspiração, em R$ 40,656 bilhões. Tudo o que o Congresso injetara acima do limite mínimo de gastos previsto na Constituição foi à faca.
No topo do ranking dos cortes, com uma poda de R$ 2,720 bilhões, o ministério das Cidades manteve a salvo o dinheiro destinado aos projetos do PAC. É o que diz o ministro Márcio Fortes: “É importante assinalar que seguem as obras básicas de saneamento e habitação nos volumes já anunciados, que já foram ou estão sendo contratados e estão sendo objeto, inclusive, de início de obras.”
Fonte: Josias de Souza
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