Arquivo do mês: abril 2008
Frase da vez_3/26
“A terra é azul, e eu não vi Deus.”
Yuri Gagarin, primeiro homem a viajar pelo espaço, em 12 de Abril de 1961.
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Quem vai denunciar a Anistia?
Abrindo aspas para Guilherme Fiúza, jornalista e blogueiro.
“As causas humanitárias acabam de ganhar um reforço deste espaço. A contribuição é a seguinte: a partir de amanhã, a Anistia Internacional pode despedir todos os seus indignados profissionais e bonzinhos de plantão. Os relatórios bombásticos da Anistia passarão a ser feitos aqui mesmo, por este signatário, de graça.
A última denúncia da ONG missionária é que mulheres de favelas brasileiras são vítimas de violência doméstica e do Estado. Mas, atenção: a Anistia ressalta que essa violência é “invisível”, ou seja, não é aquela que todo mundo já conhecia. É outra, que eles acabam de descobrir.
Evidentemente, gritos contra a violência sofrida por mulheres nas favelas nunca serão demais. Mas esse tipo de grito pode ser gritado numa monografia de estudante secundarista.
Não faz muito tempo, as TVs mostraram uma representante da Anistia Internacional saindo da Febem do Tatuapé e gritando: “Isso aqui é um horror, é um horror, é um horror!” Foi pena que na época o Carandiru já tivesse sido implodido, senão a militante do bem poderia ser convidada a fazer um turismo social ainda mais excitante – possivelmente multiplicando o número de “horrores” que a denunciante era capaz de pronunciar.
Assim é, cada vez mais, a Anistia Internacional: vai chegando o Dia das Mães, sai algum relatório cheio de comiseração sobre a condição feminina. No próximo, é capaz de ficarmos sabendo que mulheres vendem seus corpos nas calçadas da Avenida Atlântica. Um horror.
Vamos esperar o Natal para saber o que Papai Noel anda fazendo às suas renas.”
* Guilherme Fiúza, jornalista, é autor de Meu nome não é Johnny, que deu origem ao filme. Em política, foi editor de O Globo e assinou em NoMínimo um dos dez blogs mais lidos nessa área.
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QUE DILMA QUE NADA…
Aos tucanos mais próximos, FHC tem dito não acreditar que a candidatura Dilma Rousseff decole. Para ele, o candidato que Lula sacará mais à frente da manga do paletó será Fernando Haddad.
Fonte: Lauro Jardim/Veja
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Um detalhe do encontro das águas dos rios Negro e Solimões, onde estão as Ilhas Anavilhanas. Para os brasileiros, é nesta confluência que nasce o rio Amazonas.
Foto: Sérgio Amaral
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COMENTÁRIO (II)
Justa homenagem
O Senado homenageou os cem anos da Associação Brasileira de Imprensa, esta semana. Nada mais justo. Há, porém, que fazer um reparo à acuidade dos senadores, inclusive o autor da proposta da homenagem, Ignácio Arruda: o bravo presidente da entidade não se chama Maurício Azevedo, como foi chamado. O nome dele é Maurício Azedo.
Carlos Chagas, jornalista
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Frase da vez_2/26
“Se as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível.”
Albert Einstein, físico alemão (1879-1955)
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Homenagem aos 50 anos da Bossa Nova
Tom Jobim explica a diferença entre jazz e bossa nova
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Arnaldo Jabor comenta pela rádio CBN
Células-tronco: religião se infiltra na política
e no progresso científico
Clique aqui para ouvir.
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HISTÓRIA – há 22 anos…
26/04/1986 – O TERRÍVEL ACIDENTE NUCLEAR
Um acidente na usina nuclear soviética de Chernobyl, localizada perto de Kiev, propagou radioatividade por mais de 1 mil 500 quilômetros de distância, atingindo até os países escandinavos. Índices anormais de radioatividade começaram a ser observados na Noruega, Dinamarca, Suécia e Finlândia antes do anúncio oficial do governo de Mikhail Gorbatchov. O sinal de alarme foi dado quando um empregado da central nuclear sueca de Forsmark passou pela manhã no controle de entrada e foi constatada radioatividade em sua roupa.
Chegou-se a decretar estado de alarme ante a suspeita de que houvera algum vazamento na própria central. A esta altura já estava estabelecido, pelos teores de iodo e cobalto na radiação, que só poderia se tratar de um acidente em central nuclear. As autoridades soviéticas foram obrigadas a pedir ajuda técnica a países ocidentais como Alemanha e Suécia. Formou-se uma nuvem radioativa invisível, liberada com a destruição do núcleo do reator, que afetou sobretudo a Polônia, a Escandinávia e o Reino Unido.
As causas do acidente foram falhas humanas, e de projeto do reator, o qual explodiu quando eram realizados testes de eficiência. A ausência de um vaso de contenção de aço ou concreto ao redor do coração do reator foi apontada por técnicos e cientistas ocidentais como a principal responsável pelos danos causados às populações e ao meio ambiente. No reator soviético, a reação em cadeia era moderada por grafite, a qual se incendiou ao entrar em contato, em altas emperaturas, com o oxigênio do ar.
Segundo informações vinda de Kiev, 80 pessoas morreram imediatamente e 2 mil faleceram a caminho do hospital Oktober, que estava superlotado. Os mortos foram jogados num depósito de dejetos radioativos.
O número de mortos jamais será definido
Os efeitos da radiação sobre o organismo dependem fundamentalmente da dosagem e do tempo de exposição. Para uma pessoa exposta a uma dose maciça de radioatividade a conseqüência mais provável é a morte imediata. Uma exposição prolongada a uma pequena dose de radiação pode acarretar a morte por câncer anos depois.
O total de mortes resultantes do acidente de Chernobyl será sempre uma incógnita. Os sobreviventes do acidente enfrentam graves doenças, entre as quais a mais frequente é o cânçer de tireoide, causada pela grande quantidade de iodo 131 liberado na explosão, e que ao ser ingerido ou inalado fica concentrado na glândula tireóide.
Fonte: CPDoc/JB
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