Arquivo do mês: fevereiro 2008
MANCHETE do dia_22.fev.08
FOLHA DE SÃO PAULO – Brasil passa de devedor a credor externo
TRIBUNA DA IMPRENSA – Senadores trocam empurrões no plenário
DIÁRIO DE NATAL – Garibaldi instala oficialmente CPI mista dos cartões
GAZETA MERCANTIL – Sabesp busca mercados em outros países
CORREIO BRAZILIENSE – Agora são os gringos que devem ao Brasil
ZERO HORA – BC diz que o Brasil se tornou credor externo
TRIBUNA DO NORTE – Proposta de reforma desonera folha salarial
JORNAL DO COMMERCIO – Lei seca começa a provocar demissões
ESTADO DE MINAS – Reforma tributária vai aliviar folha de empresas
VALOR ECONÔMICO – BB abre banco de varejo nos EUA e busca atuação global
JORNAL DO BRASIL – Mercado brasileiro recupera as perdas da crise dos EUA
O GLOBO – Brasil reúne recursos para pagar toda dívida externa
O ESTADO DE SÃO PAULO – Brasil vira credor internacional
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POESIA
O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão,
do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro
que se orgulha e estufa o peito
dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos
que é o político vigarista, pilantra,
o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.
Brecht
Eugen Berthold Friedrich Brecht , poeta e dramaturgo alemão (10-2-1898, Augsburgo 14-8-1956, Berlim Oriental), é um dos autores alemães mais importantes do século XX, especialmente nas suas facetas de dramaturgo e de poeta. De formação marxista, Bertolt Brecht dava grande importância à dimensão pedagógica das suas obras de teatro: contrário à passividade do espectador, sua intenção era formar e estimular o pensamento crítico do público.
Para isso, servia-se de efeitos de distanciamento, como máscaras, entreatos musicais ou painéis nos quais se comentava a ação. Brecht expôs em escritos de caráter teórico e encenações modelares essa nova forma de entender o teatro. Brecht consolidou-se como escritor independente logo após os musicais Ópera dos Três Vinténs (1928) – que bem mais tarde inspiraria a Ópera do Malandro, do brasileiro Chico Buarque de Holanda – e Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny (1930), escritos em colaboração com o compositor Kurt Weil.
A crítica social contida nessas obras e seu humor cínico causaram escândalo na República de Weimar alemã. Tal como as peças de teatro, a obra lírica de Brecht, publicada em quatro coleções, contém uma importante carga de crítica política e de ironia, embora também tenha composto poemas de amor muito pessoais.
São especialmente conhecidas as Histórias do Sr. Keuner, coleção de breves episódios, que escreveu desde 1930 até a sua morte e foi publicada em 1958.
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FRASE_4/21
“Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político.”
Charles Chaplin
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CHORANDO E CANTANDO
De Geraldo Azevedo, ouça clicando abaixo
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Liminar do STF revoga artigos da Lei de Imprensa
O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar nesta quinta-feira revogando artigos da Lei de Imprensa, de 1967, e suspendendo todos os processos e condenações existentes no país com base nessa legislação.
A decisão foi tomada após um recurso do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), que argumentou que a lei viola preceitos da Constituição de 1988 e contém dispositivos totalmente incompatíveis com o Estado Democrático de Direito. Vinte e dois dos 77 artigos da lei podem ser parcial ou integralmente afetados pela decisão do STF.
O despacho de Ayres Britto tem efeito imediato nas ações movidas pela Igreja Universal do Reino de Deus e seus fiéis contra órgãos de imprensa.
Leia mais em: Ministro do STF concede liminar que revoga artigos da Lei de Imprensa
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Manet
Concert in the Tuileries, (1860-62)
Édouard Manet nasceu em Paris, em 23 de janeiro de 1832.
Em dezembro de 1848, como aprendiz de piloto, embarcou com destino ao Rio de Janeiro. A breve passagem pela cidade está documentada nas cartas que enviou do Brasil a seus familiares na França, traduzidas e comentadas por Afonso de E. Taunay no livro No Rio de Janeiro de Dom Pedro II (1947).
Após regressar à França, em junho de 1849, seus pais aceitaram sua carreira de pintor. No ano seguinte, ingressou no ateliê de Thomas Couture e, após seis anos, instalou seu próprio ateliê. Em 1862 pintou “Música nas Tulherias”, cena ao ar livre que reúne figuras da sociedade parisiense do segundo império.
No Salão de 1865, a tela “Olympia” provocou escândalo. No ano seguinte, “O pífaro”, rejeitado pelo Salão, foi exposto no ateliê de Manet. Émile Zola publicou então um artigo em que o elogiava.
No início da guerra franco-prussiana de 1870, Manet se alistou na guarda nacional. Em 1874, tornou-se amigo de Claude Monet e outros pintores impressionistas. Manet morreu em Paris em 30 de abril de 1883. Após a exposição realizada em sua memória, a obra do pintor finalmente obteve reconhecimento.
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FRASE_3/21
“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.”
Oscar Wilde, escritor inglês de origem irlandesa
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CADELA ADOTA DOIS FILHOTES DE GATO
Cadela Belinha adotou dois filhotes de gato, em Caxias do Sul (RS); ela deu cria no início do mês, mas seus filhotes nasceram mortos. Na mesma época, a mãe dos gatinhos morreu envenenada
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Abrindo aspas para Carlos Heitor Cony
O DIABO, AMIGA, NÃO É BOBO NÃO. NEM VAGABUNDO.
“Naquela aldeia, todos roubavam de todos, matava-se, fornicava-se, jurava-se em falso, todos caluniavam todos. Horrorizado com os baixos costumes, o frade da aldeia resolveu dar o fora, pegou as sandálias, o bordão e se mandou.
Pouco adiante, já fora dos muros da aldeia, encontrou o Diabo encostado numa árvore, chapéu de palha cobrindo seus chifres. Tomava água de coco por um canudinho, na maior sombra e água fresca desde que se revoltara contra o Senhor, no início dos tempos.
O frade ficou admirado:
‘O que está fazendo aí, nessa boa vida? Eu sempre pensei que você estaria lá na aldeia, infernizando a vida dos outros. Tudo de ruim que anda por lá era obra sua, assim eu pensava até agora. Vejo que estava enganado. Você não quer nada com o trabalho. Além de Diabo, você é um vagabundo!’.
Sem pressa, acabando de tomar o seu coco pelo canudinho, o Diabo olhou para o frade com pena:
‘Para quê? Eu trabalho desde o início dos tempos para desgraçar os homens e confesso que ando cansado. Mas não tinha outro jeito.
Obrigação é obrigação, sempre procurei dar conta do recado. Mas agora, lá na aldeia, o pessoal resolveu se politizar. É partido pra lá, partido pra cá, todos têm razão, denúncias, inquéritos, invocam a ética, a transparência, é um pega-pra-capar generalizado. Eu estava sobrando, não precisavam mais de mim para serem o que são, viverem no inferno em que vivem’.
Jogou o coco fora e botou um charuto na boca. Não precisou de fósforo, bastou dar uma baforada e de suas entranhas saiu o fogo que acendeu o charuto:
‘Quando entra a política, eu dou o fora, não precisam mais de mim’.”
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