Arquivo do mês: janeiro 2008
REVISTAS SEMANAIS
VEJA
Capa – Supereconomia: As lições de quem triunfou no boom econômico que produz 164 milionários por dia no Brasil * O Brasil descobriu o capitalismo * O risco de a febre amarela virar epidemia * As cartas dos reféns das Farc: são terroristas, sim
ÉPOCA
Capa – Cuba: O sonho dos revolucionários, o pesadelo da vida real – e o futuro que aguarda os cubanos * Recessão está chegando aos EUA; como a crise pode afetar o Brasil * O presidente Lula aceita nomear um ministro que não queria. O escolhido é obrigado a compartilhar o caixa. E o PMDB pede mais cargos no governo * O modo de evitar que a febre amarela volte às cidades é eliminar o mosquito da dengue * As Farc são terroristas? – Hugo Chávez diz que não. Álvaro Uribe afirma que sim.
ISTOÉ
Capa – Verão dos milionários – Ilhas exclusivas, iates, helicópteros e mansões com diárias de R$ 40 mil. Por que Angra dos Reis é a meca dos endinheirados brasileiros * Jango assassinado? – Família do presidente João Goulart suspeita de envenenamento * Seis anos depois, morte do prefeito Celso Daniel não está explicada. Seus irmãos vivem exilados na Europa e de lá pressionam o governo brasileiro * Os delírios de Mangabeira, que sugere um aqueduto para transportar água da Amazônia ao Nordeste.
ISTO É DINHEIRO
Capa – Negócios na passarela: Como a moda brasileira mergulhou em uma revolução a partir da compra de suas principais grifes por fundos de investimentos * Cuba: retrato em branco e preto – Esqueça a Cuba de Fidel. Sob Raúl Castro, a ilha inicia reformas econômicas à la chinesa, com oportunidades bilionárias para o Brasil * Onde estão os patriotas? Em nome do “interesse nacional”, o governo tenta fechar a venda da Brasil Telecom para a Oi, mas não explicou ainda o que o país ganha com a operação.
CARTA CAPITAL
Capa – Capitalismo à brasileira: Sem explicar os ganhos para o País nem medir o potencial escândalo que se avizinha, o governo quer escolher os novos barões da telefonia * O governo não poupa esforços para transformar Carlos Jereissati e Sérgio Andrade nos donos de uma “supertele” * A alta da inflação em dezembro trouxe de volta a ameaça de um BC mais linha-dura e desaceleração econômica.
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POESIA
Encontro de Rua
A rua num tumulto em torno de mim gritava.
Alta, esguia, vestindo um luto majestoso
linda mulher passou que, num gesto gracioso,
a fímbria do vestido erguia e balançava.
O andar ligeiro e nobre, a perna escultural,
e eu sorvia, angustiado, em seus olhos sombrios
negro céu que produz os temporais bravios,
a doçura que encanta e o prazer que é fatal.
Um clarão… logo após a morna obscuridade!
Ó mulher cujo olhar me deu vida outra vez
não mais te encontrarei senão na eternidade?
Muito longe daqui! Tarde! Nunca, talvez!
Pois não sei aonde vais; tu de mim te perdeste
tu, que eu teria amado e que me compreendeste!
Baudelaire
Órfão de pai aos seis anos, Charles-Pierre Baudelaire (1821-1867) viria a odiar o segundo marido da mãe, o general Jacques Aupick (mais tarde, esse sentimento inspiraria sua atitude rebelde em face das convenções sociais e dos temas frívolos na poesia).Após anos de desavenças com o padrasto, Baudelaire interrompeu os estudos em Lyon para fazer uma viagem à Índia. Na volta, participou da Revolução de 1848. Após esse período conturbado, passou a freqüentar a elite aristocrática.
Envolveu-se com a atriz Marie Daubrun, a cortesã Apollonie Sabatier e a também atriz Jeanne Duval, uma mulata por quem se apaixonou e a quem dedicou o ciclo de poemas “Vênus Negra”. Em 1947, lançou “La Fanfarlo”, seu único romance (trata-se, mais propriamente, de uma novela autobiográfica). Dez anos depois, quando se publicaram “As Flores do Mal” (“Les Fleurs du Mal”), todos os envolvidos com o livro foram processados por obscenidade e blasfêmia. Além de pagarem multa, viram-se obrigados a retirar seis poemas do volume original (só publicado na integra em edições póstumas). Tanto “As Flores do Mal” como “Pequenos Poemas em Prosa” (póstumos, 1869) introduziram elementos novos na linguagem poética, fundindo opostos existenciais como o sublime e o grotesco.
Nos diários (também publicados postumamente), revela-se profético e radical contestador da civilização moderna. Literato que avançou as fronteiras dos costumes em sua época, Baudelaire lançou-se como crítico de arte no Salão de 1845, sempre buscando um princípio inspirador e coerente nas obras artísticas. (“Salão” era o nome pelo qual se conhecia a mais importante mostra anual da pintura e da escultura francesas.)De 1852 a 1865, Baudelaire traduziu os textos do poeta e contista norte-americano Edgar Allan Poe, por quem se entusiasmara já no final da década de 1840. Outro Baudelaire, o sifilítico e usuário de drogas, surge em “Os Paraísos Artificiais, Ópio e Haxixe” (1860), uma especulação sobre plantas alucinógenas, parcialmente inspirada pelas “Confissões de um Comedor de Ópio” (1821), do escritor inglês Thomas de Quincey. Há também obras de cunho intimista e confessional, como “Meu Coração Desnudo”.
Baudelaire foi um dos maiores poetas franceses de todos os tempos. Alguns o consideram um antecessor do parnasianismo, ou um romântico exacerbado. Pioneiro da linguagem moderna, impôs à realidade uma submissão lírica. Embora muito criticado, tinha entre seus admiradores homens como Victor Hugo, Gustave Flaubert, Arthur Rimbaud e Paul Verlaine. Dissipou seus bens na boemia e na jogatina parisienses.
Seus últimos anos foram obscurecidos por doenças de origem nervosa. Após uma vida repleta de tribulações, Baudelaire morreu com apenas 46 anos, nos braços da mãe. Seu talento e seu intelecto só seriam totalmente reconhecidos depois. No século 20, tornou-se um ícone, influenciando direta e indiretamente toda a moderna poesia ocidental.
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ARTHUR MOREIRA LIMA
Toca “Odeon” de Ernesto Nazareth.
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Crédito ou débito?
A ministra Matilde Ribeiro transforma o cartão de crédito pago pelo governo em um segundo salário
Em 2007, a ministra Matilde Ribeiro gastou 171 500 reais no cartão de crédito pago pelo governo. Fez até compras no free shop.
126 000 reais aluguel de carros;
35 700 reais hotéis e resorts;
4 500 reais bares, restaurantes e até padaria,
460 reais free shop
4 800 reais despesas diversas
171 500 reais total
A assistente social Matilde Ribeiro é uma das ministras mais longevas do governo Lula. Ela comanda a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial desde março de 2003. Apesar de estar há tanto tempo no cargo, o que ela faz em Brasília ainda é um mistério. Recentemente, abriu-se uma chance de preencher essa lacuna. É possível traçar um retrato detalhado das ações e dos hábitos da ministra com base na fatura do seu cartão de crédito corporativo.
O uso desse tipo de benefício é concedido aos funcionários que ocupam os cargos mais altos da Esplanada e do Palácio do Planalto. Serve para que eles paguem algumas despesas decorrentes do exercício da função. No fim do mês, a conta é enviada ao Tesouro. Estaria tudo certo se o cartão fosse usado com critério, mas tem sempre aqueles que exageram. Matilde está entre eles.
Fechadas as contas de 2007, descobriu-se que ela torrou 171.500 reais no cartão pago pelos contribuintes. Foi de longe a ministra mais perdulária da Esplanada. Em média, foram 14.300 reais por mês, mais do que seu salário, que é de 10.700 reais. Isso, sim, é que é emenda no orçamento.
Matilde jura que só usou o cartão corporativo para pagar despesas de viagens oficiais. De fato, ela viaja tanto que poderia assumir o Ministério do Turismo. No ano passado, pagou 67 contas em hotéis – média de 5,5 contas por mês. É rara a semana em que ela não se hospeda em algum estabelecimento. Seu favorito é o confortável Pestana, um cinco-estrelas que enfeita a Praia de Copacabana.
Ela esteve por lá 22 vezes no ano passado, ao custo total de 10.000 reais. A ministra também gosta de usar o cartão para pagar contas em bares, choperias, quiosques, restaurantes, rotisseries e até padarias. No Rio de Janeiro, ela adora o restaurante Nova Capela, conhecido reduto da boemia carioca, e o bar Amarelinho, que se orgulha de servir o chope mais gelado da cidade. Em São Paulo, Matilde é assídua na padaria Bella Paulista, que fica aberta 24 horas por dia e é freqüentada pelos notívagos paulistanos.
Nas refeições, ninguém pode acusá-la de abandonar a bandeira da igualdade racial: ela usou seu cartão dez vezes em restaurantes italianos, nove em árabes e três em japoneses.
A maior parte dos gastos do cartão de crédito corporativo da ministra, no entanto, se refere a aluguel de veículos. Ela tem um carro oficial em Brasília e, quando viaja, não se arrisca a ficar a pé.
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Goiás registra a oitava morte por febre amarela no país
Mais um caso de morte por febre amarela foi confirmado hoje pela Vigilância Sanitária, órgão do Ministério da Saúde. O lavrador João Batista Gonçalves, 31, que trabalhava numa fazenda em Uruaçu, região norte de Goiás, é a oitava vítima da doença neste ano no País. Morto no dia 4 de janeiro, ele não tinha sido vacinado, segundo as autoridades sanitárias. O Instituto Evandro Chagas, de Belém, analisa outros sete casos de mortes que podem ter sido causadas por febre amarela. Iraides Ribeiro, 42, de Cristianópolis, em Goiás, morta na última sexta-feira em Goiânia, é um dos casos analisados. O resultado dos exames que podem comprovar a doença só deve sair no próximo final de semana.
Até o momento, as autoridades sanitárias confirmaram 12 casos de pessoas com febre amarela, sendo que oito morreram. As mortes aconteceram em Brasília (duas), Goiás (quatro) e Paraná (uma). Os moradores da capital federal mortos, Antônio Rates, 44, e Graco Carvalho, 38, teriam contraído a doença em viagens a cidades goianas. O número de mortes já ultrapassam o total de registros de 2007.
Fonte: Folha Online
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DEGAS
The Tub – 1885-86
“Existe o amor e existe o trabalho, mas se tem apenas um coração”. Esta frase, proferida pelo próprio Degas, reflete a escolha de vida desse excepcional artista, que viveu para a arte trabalhando incessantemente , mas que nunca teve um relacionamento amoroso “de verdade”. Hilaire-Germain-Edgar De Gas provinha de família abastada e nasceu em 19 de julho de 1834, em Paris. Descendia, por parte de pai, de ricos banqueiros napolitanos, e sua mãe era uma americana de Nova Orleans. Filho de apreciadores de música e artes plásticas, foi privilegiado por desfrutar do incentivo do pai, que permitiu que o jovem artista transformasse um dos quartos do apartamento em ateliê.
Foi também com o apoio do pai que o jovem Edgar abandonou a faculdade de Direito para se dedicar exclusivamente à arte: discípulo do pintor Félix-Joseph Barrias e depois de Louis Lamothe (que havia sido discípulo de Ingres), Degas logo realizaria viagens à Itália, passando por Roma, Assis, Orvieto e Nápoles. É dessa época seu notável retrato “A Família Bellelli”, onde podemos notar uma “tensão” na expressão de seus tios, que viviam em Florença. Durante suas viagens à Itália (três em quatro anos), se empenha no estudo de artistas renascentistas, cuja maneira de desenhar seria de fundamental influência para o pintor. Na sua volta a Paris, em 1862, conhece Édouard Manet, que viria a ser seu grande amigo e lhe apresentaria ao círculo de artistas que algum tempo mais tarde formaria o grupo dos “impressionistas”.
Homem de personalidade arredia e fechada, Degas tinha forte tendência para a melancolia, além de uma língua ferina. Chegou a ser apelidado de “Urso”, dado o “perigo” que corriam aqueles que dele se aproximavam. Sua proposital reclusão, porém, foi fundamental para que desenvolvesse seu apurado método artístico: incansáveis croquis e esboços eram feitos antes de cada tela. Ainda que muitas vezes apresentasse trabalhos de aparente simplicidade e casualidade, era através de muito estudo que conseguia atingir seu objetivo: obras quase “fotográficas”, com cenas que parecem captar um momento único e inesperado, impressões efêmeras (daí sua inclusão entre os impressionistas) de uma espontaneidade calculada. “O que faço é resultado da reflexão e do estudo dos grandes mestres, não sei nada a respeito da inspiração”, afirmava.
Ao contrário dos impressionistas mais “puros”, gostava de trabalhar dentro de seu estúdio, fazendo uso de iluminação artificial. Era desse modo que conseguia apurar os traços do desenho. Seu objetivo era conciliar técnicas tradicionais com temas de sua época: personagens comuns como bailarinas, cavalos, mulheres trabalhando ou em momentos de intimidade eram seus preferidos.
Nos últimos anos de vida Degas foi progressivamente perdendo a visão, o que fez dele uma pessoa ainda mais reclusa e de difícil convivência. Isolado e com poucos amigos, viria a morrer em 27 de setembro de 1917, na Paris onde sempre viveu.
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FRASE DA VEZ_2/19
“Em minha busca de respostas para a pergunta da vida, senti-me exatamente como um homem perdido em uma floresta.”
Leon Tolstói, escritor russo
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Fonte: chargeonline.com.br/Jorge Braga
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Notas para o pós-Carnaval
Abrindo aspas para o deputado Fernando Gabeira:
Dizem que, sob certos aspectos, o ano novo no Brasil só começa depois do carnaval. Mas já é hora de falar dos planos, uma vez que 2008 promete dar muito trabalho.É impossível planejar sem levar em conta as eleições municipais que vão ocupar o centro do debate político. Já estamos reestruturando o Cidade Sustentável para fazer frente à demanda que o tema da administração urbana vai revelar. Quando inauguramos o site, nas eleições de 2004, nossa intenção era fazer com que, através da rede, as cidades fossem vasos comunicantes.
Mantivemos o esforço de levantar todas as iniciativas vitoriosas no campo da sustentabilidade urbana para divulgá-las no Brasil.Precisamos fazer mais. Nossa intenção é a de cobrir as eleições municipais, destacar pontos programáticos e abrir, o site, para artigos de candidatos que tenham algo a nos dizer, independente de seus partidos.Esperamos oferecer um quadro da sustenbilidade nas propostas de campanha, sugerindo e contribuindo com todos que queiram avançar a administração urbana no Brasil. Mas o ano também será de trabalho no meio ambiente, com o lançamento pelo governo de uma política em relação ao aquecimento.
Estamos interessados em desenvolver vários temas e já apresentei um projeto para que tenhamos uma base mínima: um inventário atualizado das emissões brasileiras, certamente ampliadas com a colocação em funcionamento de mais de 20 centrais térmicas. Portanto, o tema da energia e também de seu uso racional estará na ordem do dia. A não ser que chova muito e o debate seja novamente adiado. O Ministro Mangabeira Unger tentou iniciar um debate sobre a política do desenvolvimento da Amazônia. Parece que quis balançar um pouco o quadro, trazendo algumas propostas faraônicas, como o aqueduto da Amazônia ao Nordeste. A transposição do São Francisco já é uma tentativa de atacar o problema.
Durante muitos anos, trabalhou-se com a hipótese de fortalecer o processo de abastecimento do nordeste, usando as águas do Rio do Sono, um afluente do Tocantins. De repente, ao invés de aproveitar esse debate, Mangabeira Unger sai com uma nova e cinematográfica idéia. Ele ignorou nas suas afirmações, ao dizer que a Amazônia não pode ser um parque, o fato de que a floresta em pé significa a prestação de inúmeros serviços ecológicos ao planeta, serviços que podem ser valorados e transformados em recurso para o desenvolvimento sustentável. O Brasil é soberano na sua política sobre a Amazônia. Mas deveria reconhecer algumas coisas: outros paises detêm partes da floresta e era necessário uni-los, pelo menos em torno do podemos dar: informações.
O Sivam, que nos custou um bilhão e meio de dólares poderia ser a peça fundamental nessa união. O outro aspecto importante é reconhecer que, sem perder nenhum nível de soberania, a ajuda internacional é bem vinda, sobretudo porque é a maneira como se recompensam os serviços ambientais. Também na política externa a América Latina, sobretudo Bolívia, Paraguai (que terá eleições), Venezuela e Equador vivem momentos especiais. Além disso há a crise entre Venezuela e Colômbia, precipitada pelo reconhecimento das Farc por Chávez e suas constantes acusações ao presidente Colombiano. O que é possível fazer em termos de Congresso? A maneira como podemos interferir é promovendo audiências públicas e discutindo com o governo. Não temos excessivas ilusões. Mas alguma coisa é sempre possível mudar para que a política externa brasileira tenha uma cara de política nacional e não a cara de apenas uma corrente política.
O Brasil deve fazer pressão para que sejam libertados os reféns da Farc e prosseguir condenando seqüestros. Aquele primeiro passo de ir participar de um show fracassado de Chávez foi muito desequilibrado, para dizer o mínimo.
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Portela – Samba-Enredo 2008
“Reconstruindo a natureza, recriando a vida: O sonho
vira realidade”
Segue os passos do Criador
Vai minha Águia guerreira
Leva esta mensagem de amor
De Oswaldo Cruz e Madureira
Água, fonte eterna da vida
Terra, templo da evolução
O homem surgiu, brincou de criar,
Descobriu tanta riqueza
É preciso progredir sem destruir
Viver em comunhão com a Natureza
É o Rio que corre a caminho do mar
A flor que se abre na primavera
Do ventre a esperança que vem renovar
O sonho de uma nova era
É hora de darmos as mãos
Lutarmos pro mundo mudar
O líder de cada nação
Precisa parar pra pensar
A palavra é união
Pra reconstruir o nosso lar
Brasil teu verde é o símbolo da vida
Renova a tua energia
Meu coração é o meu país
O sol vai brilhar e anunciar
Um futuro mais feliz
Eu sou a água, sou a terra, sou o ar
Sou Portela
Um sonho real, um grito de alerta
A Natureza que encanta a Passarela
Compositores: Ari do Cavaco, Ciraninho, Celsinho de Andrade, Diogo Nogueira, Júnior Escafura
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